Saúde

Mais de 70 mil vacinados em estado do Nordeste não retornaram para segunda dose

Mais de 70 mil paraibanos que tomaram a primeira dose da vacina CoronaVac ainda não apareceram para tomar a segunda dose. A aplicação da segunda dose deve acontecer com um intervalo de 28 dias após a primeira. O governador da Paraíba, João Azevêdo, usou as redes sociais para alertar sobre o quadro e fazer um apelo à população.

“Mais de 70 mil pessoas em toda a Paraíba, que receberam a primeira dose da Coronavac, ainda não procuraram os postos de vacinação para tomar a segunda dose. Essa dose é fundamental para garantir a imunização”, disse Azevêdo em sua conta no Twitter. A vacina produzida no Instituto Butantan é a mais usada para vacinação no estado.

Mais de 70 mil pessoas em toda a Paraíba, que receberam a primeira dose da Coronavac, ainda não procuraram os postos de vacinação para tomar a segunda dose. Essa dose é fundamental para garantir a imunização e deve acontecer com um intervalo de 28 dias após a primeira.

— João Azevêdo (@joaoazevedolins)

“Renovamos o apelo para todos que foram vacinados até 5 de março, retornem aos postos para receber a segunda dose e garantir que estarão livres do risco de ser mais uma vida que perdemos para essa doença terrível”, acrescentou. O governador também pediu aos municípios que façam uma busca ativa para garantir a cobertura vacinal da sua população.

Quem perde a data, ainda pode tomar o reforço da vacina. Dúvidas podem ser esclarecidas com as secretarias estaduais de Saúde.

Intervalo entre as doses

Quando autorizou o uso das vacinas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisou as pesquisas disponíveis para indicar o intervalo entre as duas doses. A agência reguladora autorizou que a vacina de Oxford/AstraZeneca tenha intervalo de até 12 semanas (84 dias) entre a primeira e a segunda dose. Já a CoronaVac deve manter o intervalo de 4 semanas.

“A importância de você tomar a vacina é para que você pegue uma imunidade contra essa doença que temos aí. Agora, se você tomou a primeira dose, não deixe de tomar a segunda, porque é um reforço da primeira dose. Você não pode ficar com uma dose só. Se a vacina é do tipo que deve ser tomada duas vezes, por que não tomar?”, recomendou o diretor Associação Médica Brasileira (AMB), José Fernando Macedo.

Mais vacinas

O governador também anunciou a chegada de 180 mil novas doses da vacina. Dessas, 167 mil são CoronaVac, do Butantan, e 13,7 mil vindas da Fiocruz.

Agência Brasil

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. Pelo menos 24.191.196 de doses das vacinas contra o novo coronavírus foram aplicadas no Brasil até as 22h desta sexta-feira (2) segundo dados da CNN Brasil com base nas secretarias estaduais. No RN, foram aplicadas APENASx382 mil vacinas das 685 mil recebidas do governo federal. O governo do RN é uma catástrofe.

  2. Preocupante este dado,se não houver uma conscientização dos vacinados o tiro vai sair pela culatra, e o que pode ser uma solução ( vacinação ) pode se tornar um problema.
    Pois as pessoas estarão pensando que já estão imunizadas irão aglomerar e quando adoecerem vai cair em descrédito o uso da vacina.
    E isto é apenas um dos problemas para quem não completar o esquema vacinal.
    Vamos tratar de nos imunizar, manter os protocolos sanitários e continuar com medidas profiláticas.

  3. Muito massacrante essa espera pra vacinar , além de aglomerar os pedestres, outros certamente não entenderam a necessidade de uma 2ª dose, dentre os firas filas e acomodados…

    1. O que tem haver o texto acima com o PT? Gente isso já virou doença.

  4. Muitos desses não tava com requisitos preenchidos, só o fato de ser petralha. Mas cabreraram na 2a dose com medo de serem flagrados nos ilícitos

    1. O que tem haver o PT com o povo não ir tomar a segunda dose? Isso já é doença.

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Economia

Nova rodada do auxílio emergencial será depositada hoje para 2,43 milhões nascidos em junho

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial será depositada, neste domingo (18), para 2,43 milhões de beneficiários do programa nascidos em junho. O total credita soma R$ 502 milhões. O saque em dinheiro para o grupo só poderá ser realizado a partir do dia 7 de maio.

Até a liberação da retirada em espécie, o valor pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem. Pelo sistema, os beneficiários conseguem pagar boletos, comprar pela internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais.

O calendário dos novos pagamentos do auxílio emergencial é dividido em quatro ciclos, de créditos e saques. Os débitos da primeira parcela seguem até 30 de abril, quando o benefício será disponibilizado para os nascidos em dezembro. Os beneficiários do Bolsa Família, por sua vez, começaram a receber a nova rodada do auxílio emergencial no dia 16 de abril, de acordo com o calendário habitual do programa assistencial.

A nova rodada terá quatro parcelas, de abril a julho, com valor médio de R$ 250. Mulheres chefes de família receberão R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. O total de beneficiados atingirá 45,6 milhões.

Desde 2 de abril, as pessoas que se inscreveram pelos meios digitais da Caixa e os integrantes do Cadastro Único do governo federal podem conferir se têm direito a receber o benefício pelo site www.cidadania.gov.br/auxilio. Para quem teve o cadastro negado nesta data, o prazo para contestar a decisão, no entanto, terminou na última segunda-feira (12).

Caso a pessoa entenda que cumpre critérios de elegibilidade, ela deve clicar na opção que aparece no Portal de Consultas da Dataprev e enviar o pedido. Para as pessoas que tiveram o resultado da solicitação divulgado no dia 10 deste mês, o período para contestação será até 22 de abril.

As estimativas apontam que os novos pagamentos vão injetar R$ 44 bilhões na economia. Desta vez, no entanto, o impulso para conter um tombo maior da economia em 2020 será usado por 98% dos moradores de favelas no Brasil para a compra de alimentos.

Além de alcançar menos beneficiados, com menor valor das parcelas, a nova rodada de pagamentos não aceita novos cadastros para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda. Estão entre os beneficiados apenas aqueles que já estavam cadastradas pelo Cadastro Único, pelo aplicativo da Caixa ou Bolsa Família.
R7

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Nacional

Bebê morre eletrocutado ao morder fio de carregador de celular

Um bebê de 8 meses não resistiu a um choque elétrico que recebeu ao morder o fio do carregador de celular. O acidente aconteceu na cidade de Araçoiaba, Grande Recife. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias da morte e as responsabilidades.

Segundo a família, Talisson Fidélis estava com a avó quando foi eletrocutado. Ela não percebeu que o menino teve acesso ao equipamento plugado na tomada.

“Ela está dopada. Ficou em choque. Está se culpando pelo que aconteceu”, disse Emerson Fernando, pai de garoto, ao UOL.

Ele contou que estava com a esposa em uma consulta quando soube do choque. “Minha mulher está grávida de três meses. Fui com ela ao pré-natal, por isso ele ficou com a avó. Não sei nem o que dizer, meu Deus. Meu filho virou anjinho”, desabafou.

Fonte: Uol

GRANDE PONTO

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Cidades

FOTOS: Hospital de Campanha recebe apoio do SAMU após pane elétrica

Após fortes chuvas ocorridas na madrugada do dia 18 de Abril, uma pane elétrica atingiu parte da zona leste da capital potiguar, incluindo a região de Areia Preta, onde se encontra o Hospital de Campanha do município. Imediatamente o SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado para dar suporte à instituição e um outro grupo gerador chegou para dar suporte à rede hospitalar.

Confira fotos de Pedro Vitorino:

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

Foto: Pedro Vitorino

 

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Política

Pazuello deve ganhar comando da Secretaria Especial de Modernização do Estado, no Planalto

O ex-ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, deve ganhar nos próximos dias o comando da Secretaria Especial de Modernização do Estado (Seme). Neste sábado, Bolsonaro, em uma demonstração de confiança no militar que deve ser um dos principais alvos da CPI da Pandemia, levou o ex-ministro para uma viagem ao interior de Goiás, onde, sem máscara, causou aglomeração, apesar de o país registrar diariamente mais de 3 mil mortes por dia.

A secretaria de Modernização é subordinada à Secretaria-Geral da Presidência, chefiada pelo ministro Onyx Lorenzoni, e atualmente tem à frente o procurador da Fazenda Nacional, Sérgio Augusto de Queiroz. Se confirmado no cargo, Pazuello passará a despachar do Palácio do Planalto. A expectativa é que a nomeação seja publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União.

Segundo fontes de governo, a Seme foi a solução encontrada para abrigar Pazuello, que deixou o Ministério da Saúde no dia 23 de março, data da publicação no Diário Oficial. Sem encontrar um cargo para o ex-ministro imediatamente, o general acabou retornado às suas funções no Exército, mas com a promessa do presidente de que voltaria ao governo.

Inicialmente, chegou a ser cogitado entregar um ministério para que Pazuello mantivesse o foro privilegiado, o que gerou disputa no governo. Outros cargos também foram considerados para dar uma “saída honrosa” para o ex-ministro, o que não ocorreu também devido à resistência interna.

A secretaria especial não tem direito a foro privilegiado. O ex-ministro responde a um inquérito que apura a responsabilidade na crise na saúde pública de Manaus, que registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais em janeiro.

O inquérito corria inicialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), mas no dia 24 de março o ministro Ricardo Lewandowski determinou o envio do processo para a primeira instância após Pazuello ter sido demitido por Jair Bolsonaro e, portanto, perder o foro privilegiado. A defesa do ex-ministro, no entanto, segue sendo feita pela Advocacia-Geral da União.

O anúncio da demissão de Pazuello foi feito por Bolsonaro no dia 15 de março em meio à escalada de mortes pela covid-19. O atual ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, chegou ao governo com o discurso pró-ciência e pedindo que a população use máscara e mantenha o distanciamento social.

A recomendação foi contrariada pelo presidente neste sábado ao visitar a cidade de Goianópolis, a 160 quilômetros de Brasília, ao lado de Pazuello e do ministro da Defesa, Walter Braga Netto. No local, Bolsonaro cumprimentou apoiadores, alguns deles também sem máscara, incluindo idosos e crianças.

A saída do presidente ocorre em um momento em que o país tem superado, diariamente, mais de 3 mil mortes por Covid-19.

Nesta sexta-feira, em edição extra do Diário Oficial, a Presidência autorizou a abertura de crédito extraordinário de R$ 2,6 bilhões para o Ministério da Saúde, focado no custeio de leitos UTI e aquisição de medicamentos.

Na última semana, governadores e prefeitos cobraram do governo federal a entrega de remédios do chamado “kit intubação”, utilizado em pacientes que precisam de respiradores mecânicos.

O GLOBO

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Saúde

Tecnologia brasileira reduz em 80% a necessidade de ‘pulmão artificial’, diz Fapesp

Um tomógrafo por impedância elétrica desenvolvido pela empresa paulista Timpel ajudou médicos do Massachusetts General Hospital, em Boston, nos Estados Unidos, a reduzir em 80% a necessidade de pacientes com insuficiência respiratória aguda e indicação de terapia de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) serem submetidos ao tratamento. A terapia é popularmente conhecida como “pulmão artificial” e adotada em casos muito graves de covid.

No Brasil, o caso mais conhecido é o do ator Paulo Gustavo, que está internado com a doença e passa pelo tratamento com ECMO.

Os resultados do estudo foram descritos em artigo publicado na revista Respiratory Care. “A equipe de resgate pulmonar desse hospital tem utilizado o equipamento que desenvolvemos desde 2016 e vem obtendo resultados espetaculares”, disse Rafael Holzhacker, em palestra apresentada durante o webinar “Empreendedorismo científico e inovação em resposta à covid-19”, realizado pela FAPESP com apoio do Global Research Council em 7.abr.2021.

O tomógrafo desenvolvido pela empresa teve apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Faz a avaliação da resistência à passagem de uma corrente elétrica (a impedância), que varia substancialmente à medida que o paciente inspira e expira. Ao atravessar o tórax e encontrar diferentes resistências no percurso, a corrente elétrica indica a região dos pulmões por onde o ar está circulando, fornecendo uma informação vital ao médico, em tempo real, à beira do leito.

Isso permite que equipes médicas monitorem ininterruptamente e de forma não invasiva a condição do pulmão de pacientes com insuficiência respiratória. Desse modo, é possível otimizar a ventilação mecânica com o objetivo de reduzir complicações e lesões pulmonares e evitar o prolongamento desnecessário do procedimento.

“A ventilação mecânica é complexa, não intuitiva e apresenta vários perigos que não são visíveis à beira do leito. Além disso, as respostas dos pacientes são muito heterogêneas”, apontou Holzhacker.

A evolução dos pacientes durante a intubação é lenta e a estratégia de ventilação mecânica adotada em um caso pode não funcionar em outro.

“Por isso, é muito importante a equipe médica ter indicadores individualizados para visualizar a condição do pulmão de um paciente para realizar a ventilação mecânica adequadamente, com a finalidade de diminuir o tempo de dependência e, consequentemente, os efeitos colaterais da intubação”, afirmou Holzhacker.

UTILIZAÇÃO NOS EUA

Com o auxílio do equipamento, a equipe médica do Massachusetts General Hospital desenvolveu estratégias de ventilação mecânica individualizada para 15 pacientes com insuficiência respiratória aguda internados na instituição e com indicação de ECMO.

Por meio de manobras de ventilação mecânica visualizadas por meio do tomógrafo, eles conseguiram que apenas dois dos 15 pacientes com indicação de ECMO fossem submetidos ao procedimento, em que o sangue do paciente circula fora do corpo, por meio de cânulas, passa pela bomba e membrana de um equipamento que funciona como um pulmão artificial e retorna oxigenado para o corpo.

“O ECMO é um dos últimos recursos utilizados em uma UTI por ser caro e muito complexo, mas com a pandemia de covid-19 a necessidade dessa terapia foi multiplicada”, disse Holzhacker.

A mesma equipe médica do hospital americano relatou em outro estudo, publicado no início de 2020 na revista Critical Care, ter conseguido também com base na ventilação mecânica individualizada visualizada através do tomógrafo desenvolvido pela Timpel reduzir pela metade o risco de morte de pacientes obesos e com insuficiência respiratória aguda que necessitaram ser intubados.

*Elton Alisson | Agência Fapesp

PODER360

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Educação

Estudantes poderão se candidatar a bolsas remanescentes do Prouni no início de maio

 

Nos dias 3 e 4 de maio, o Ministério da Educação abrirá as inscrições para a ocupação de bolsas remanescentes do processo seletivo do primeiro semestre de 2021 do Programa Universidade para Todos (Prouni). A inscrição será realizada exclusivamente pela internet, no site oficial do Prouni.

As bolsas remanescentes ofertadas são aquelas não preenchidas no processo seletivo regular para o primeiro semestre de 2021. Os estudantes que fizeram qualquer uma das edições do Enem nos últimos 10 anos, poderão se inscrever para disputar uma das bolsas ofertadas. Entre os critérios exigidos, estão o bom desempenho no Enem, com a pontuação mínima obtida de 450 pontos, e a condição socioeconômica do estudante.

O resultado está previsto para ser divulgado no dia 7 de maio e o prazo para que os aprovados entreguem a documentação necessária, é de 10 a 13 de maio. (Brasil 61)

DIÁRIO DO PODER

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Meio Ambiente

Cinco anos depois, pesquisadores encontram metais tóxicos em peixes do Rio Doce

Estudos desenvolvidos pela Rede Solos Bentos Rio Doce constataram que os rejeitos despejados pela Samarco aumentaram significativamente a presença de metais e metalóides nas águas, no solo e também nos peixes, que servem de alimento para boa parte das pessoas que vivem nas regiões próximas às margens do Rio Doce.

Joint-venture da Vale e da BHP Billiton, a Samarco é a empresa responsável pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015. A barragem integrava o Complexo Minerário de Germano. Na tragédia, cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeito escoaram ao longo do Rio Doce, causando impactos socioambientais em dezenas de municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.

As análises feitas pelos pesquisadores tiveram início antes mesmo de os rejeitos, ricos em ferro, alcançarem o estuário do Rio Doce. “Assim que soubemos do rompimento da barragem iniciamos a coleta de amostras, de forma a termos material para complementar posteriormente o estudo”, disse o coordenador da Rede SoBen Rio Doce e professor do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ângelo Bernardino.

A chegada dos rejeitos no estuário do rio durou entre 12 e 15 dias. Novos estudos, para acompanhar os primeiros efeitos desse lançamento de rejeitos no ecossistema, começaram a ser feitos pelo projeto, financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes). “Comprovamos então o impacto desses rejeitos nos ecossistemas lacustres e na bacia do rio, assim como no estuário. Acredita-se que houve impacto sensível também na região marinha próxima”, disse o coordenador dos estudos.

“Ainda em novembro de 2015, dias após a chegada dos rejeitos, vimos perda de biodiversidade. Cerca de 30% dos organismos que ali estavam, não estavam mais. Registramos um aumento muito rápido na concentração de metais e metalóides que não estavam lá, e vimos mudanças no ecossistema e no habitat do fundo do Rio Doce. Os estudos dos impactos iniciais foram publicados em 2017. Desde então, continuamos acompanhando o que acontece por ali”, acrescenta o professor

Risco ecológico

Os estudos mostraram que o acúmulo e a presença em grandes concentrações de metais colocavam o estuário sob grande risco ecológico. Esse risco decorre não apenas da concentração individual de metais, mas de suas combinações toxicológicas com outros materiais, uma vez que os rejeitos não ficam inertes após serem depositados no fundo dos estuários.

Processos bioquímicos são naturalmente alterados no fundo do estuário em função de presença ou ausência de oxigênio. Essas oscilações, no entanto, acabam sendo alteradas com a chegada dos rejeitos e com as reações causadas pelo ferro vindo da barragem com outros materiais encontrados ao longo do rio. “Esses elementos deixam então o fundo do rio e os solos para serem liberados na coluna d’água, de forma a contaminar também a fauna”, detalha Bernardino.

“Vimos então a hipótese sendo verificada: ao se tornar biodisponível, parte desses elementos se acumularam na fauna, em especial nos peixes que são consumidos pelas populações locais”, completou.

Segundo o pesquisador, foi constatada a presença de manganês, metal que, ingerido de forma mais constante, pode resultar em efeitos adversos à saúde humana, causando distúrbios neurodegenerativos, como Alzheimer e Mal de Parkinson, além de toxicidades cardiovasculares e danos ao fígado. “Verificamos também o incremento de vários outros metais [além do manganês] em tecidos de peixes do Rio Doce, como o Bagre, muito consumidos apesar de a pesca estar restrita na região”, disse.

“A situação é complicada porque muitas pessoas que vivem ali não têm a menor condição de consumir outra proteína, que não a dos peixes”, completa. (ABr)

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. O povo pagando o preço da privatização, mas, provavelmente o minério ficou mais barato, e os funcionários com salários mais baixos, do geito que os empresários desejam e parte do povo brasileiro acredita que deve ser.

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Saúde

Vacinados contra a covid-19 no Brasil chegam a 26 milhões, 12,29% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste sábado, 17, a 26.024.553, o equivalente a 12,29% da população total. Nas últimas 24 horas, 246.610 pessoas receberam a vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 21 Estados e Distrito Federal.

Do total de vacinados, 9.479.785 receberam a segunda dose, o que representa 4,48% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 344.826 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 591.436 imunizantes neste sábado.

Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 16,89% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada no Mato Grosso, onde 8,60% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (6 milhões), seguido por Minas Gerais (2,59 milhões) e Bahia (2 milhões).

ESTADÃO

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Economia

Renda da classe média no Brasil cai de 20% a 50% na pandemia

A empresária Lilian Varella, 60, se emociona ao ver o Drosophyla Bar, em São Paulo, vazio. Após oferecer, sem sucesso, um serviço de delivery, e reabrir por um curto período até janeiro, ela fechou as portas novamente. Sem clientes, viu o dinheiro que guardou nos últimos anos praticamente ir embora. “O setor está acabado. O governo disse que em janeiro iria oferecer ajuda, mas estamos à deriva”, conta.

Para ajudar nas despesas, ela renegociou na Justiça o valor do aluguel e colocou à venda parte da mobília do bar, instalado em um casarão antigo —um sofá de seis lugares custa R$ 440; uma cadeira, R$ 350.

O aperto nas contas que Lilian teve de fazer não é um caso isolado. Ainda que os mais pobres formem a fatia mais vulnerável aos efeitos da Covid-19, com forte retração nos ganhos especialmente entre os que dependem do trabalho informal, a pandemia também impõe perdas para as camadas médias.

Oito em cada dez famílias em que o rendimento mensal com o trabalho fica acima de cinco salários mínimos perderam renda no quarto trimestre de 2020 ante igual período do ano anterior, e em termos reais, já considerada a inflação.

A maior parte desses domicílios de maior renda perdeu entre 20% e 50% do que costumava ganhar por mês, sendo que 7% dessas famílias perderam tudo o que habitualmente recebiam –ou seja, quem trabalhava naquela família ficou sem trabalho.

Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, compilados pela consultoria IDados. Domicílios com rendimento mensal acima de cinco salários (ou a partir de R$ 5.225, pelo valor do ano passado) são considerados das classes média, média-alta e alta.

A pesquisa, feita desde 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), permite acompanhar um domicílio por até cinco trimestres. Com a pandemia, parte dessa amostragem foi prejudicada, pois os levantamentos deixaram de ser feitos presencialmente. A perda de amostra, porém, não afetou a análise do rendimento, explica a pesquisadora da IDados Mariana Leite.

Observando os dados, Mariana avalia que é difícil prever quando esses brasileiros que perderam renda, mesmo os da classe média e média-alta, vão conseguir repor parte das perdas que tiveram nos últimos meses. “O que parece claro é que a recuperação da economia vai continuar devagar.”

Os dados mais recentes da Pnad Contínua apontam que o desemprego no país era de 14,2% no trimestre que vai de novembro até janeiro, o equivalente a 14,3 milhões de pessoas na fila por um trabalho.

Outro levantamento, feito também a partir da Pnad Contínua, mas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostra que os domicílios mais ricos sofreram a maior redução proporcional na renda vinda do trabalho. Entre a classe média e a classe alta, as perdas reais foram de 1,55% a 7,44% do rendimento no quarto trimestre, respectivamente. “As famílias enfrentam uma queda de qualidade de vida e de consumo, também pelo aumento da inflação”, diz Sandro Sacchet de Carvalho, do Ipea.

Nos últimos meses, a classe média teve de trocar os filhos de escola e rever despesas com produtos mais caros, reorganizar o seu orçamento, ele lembra. E um dos grupos mais afetados foi o dos empregadores, donos de pequenos negócios, por exemplo.

“Virei, praticamente, uma morta-viva”, conta a empresária Tita Dias, 64, sócia do restaurante paulistano Canto Madalena. Depois de fazer um empréstimo, ela recorreu às economias para que o estabelecimento não fechasse de vez. “Foi como jogar dinheiro pela janela.” Com o agravamento da crise sanitária, ela optou por não oferecer o serviço de delivery, para não colocar os funcionários em risco.

“A sorte é que também sou aposentada e não dependia do restaurante para me sustentar, mas o impacto foi grande. A família teve de negociar o preço do plano de saúde e evitamos um aumento no aluguel”, diz Tita. Agora, com a fase de transição no Plano SP, iniciada neste domingo (18), ela pretende reabrir aos finais de semana, a partir de sábado (24).

O Ipea também apontou que as famílias mais afetadas pela inflação em março foram as de classe média e de média-alta. A variação de preços para esses grupos passou de 0,98% e 0,97% em fevereiro, respectivamente, para 1,09% e 1,08%, sobretudo devido ao aumento dos combustíveis.

Parte das perdas de recursos que vêm do trabalho se deu também por reflexo dos programas de redução de jornada e suspensão de contrato, que, se por um lado serviram para preservar empregos, por outro afetaram o bolso dos trabalhadores.

Para possibilitar a jornada reduzida –com consequente redução no pagamento– foi criado o BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que repunha parte do corte salarial. Por pressão dos empresários, que tiveram de reduzir ou suspender atividades por causa do recrudescimento da pandemia, os acordos de suspensão de contratos e redução de jornadas devem ser retomados este ano.

A pandemia mudou a vida de Patrícia Polonca, 45. Antes da quarentena, a ex-promotora organizava eventos corporativos de grande porte ao lado do marido, Gustavo, 47. Com as medidas de isolamento impostas para ajudar a conter o vírus, o mercado de eventos minguou e a família precisou se ajustar.

“A gente estava há 20 anos no mercado, mas a demanda desapareceu. Os eventos virtuais existem, mas não são a mesma coisa”, afirma.

Com a nova realidade, eles trocaram os filhos Pedro, 11, e Luca, 9, de uma escola tradicional na Vila Mariana, em São Paulo, pela Luminova, na Barra Funda, pagando menos da metade na mensalidade. “Eles se adaptaram rápido às aulas online”, conta.

Patrícia também aproveitou para retornar à antiga profissão, de designer de interiores. Hoje, dá consultoria pela internet para quem faz home office e precisa adequar a casa às novas necessidades da família. O marido transformou as consultas online como terapeuta holístico, que antes ajudavam a complementar a renda, em atividade principal.

“Todo esse cenário é preocupante para a classe média, mas também é importante lembrar que o número de pessoas que ganham até um salário mínimo estão em uma situação mais frágil no mercado de trabalho”, destaca Mariana, da IDados.

As famílias mais pobres sentem perda de renda quase que de imediato, e entre as famílias que ganham até um salário mínimo e perderam renda, quase 60% perderam tudo o que ganhavam no fim de 2020, ainda segundo a IDados.

A impossibilidade de trabalhar como informal durante a pandemia, por exemplo, poderia levar facilmente uma família com menos recursos ao desamparo, sem medidas de auxílio para compensar o baque causado pela pandemia.

O pagamento do auxílio emergencial (que já foi de R$ 600 em abril passado e deixou de ser pago em dezembro, quando a parcela já era de R$ 300) ajudou a amortecer a queda na renda dos mais pobres. Para este ano, apesar do agravamento da pandemia, o benefício aos mais desamparados voltou com quatro parcelas mensais de R$ 150 a R$ 375, conforme a situação da família.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer sr. Gustavo, que o Covid19 e culpa do Bolsonaro? “Se” oriente e não escreva besteira.

  2. E ainda tem uns que “uns” que fizeram consignado no benefício dos pais, avós, para comprar armas…
    Quem pensou numa boiada que apertou 17 em 2018, acertou.

  3. Obrigado, Bolsonaro, por nos entregar um país ainda pior do que aquele que você recebeu. Mais desemprego, maior inflação, mais violento e ainda mais polarizado.

    1. pt e stf tiveram participação prepoderante nesse resultado, e o Lockdown foi o mecanismo eficiente pra sucesso desse resultado negativo ao povo brasileiro. O governo federal tentou evitar, em vão, pois o stf delegou aos governo estaduais e municipais a tarefa de parar o setor produtivo, impedindo os planos do governo federal de manter a cadeia produtiva funcionando. Depois da triunfante vitória da corrupção, o PT também pode comemorar esse objetivo alcançado, destroçar a economia dos brasileiros. Repugnante

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Mundo

Brasileiros são alvo de discriminação na Europa devido a variante do vírus

O descontrole da pandemia no Brasil e a preocupação com as variantes identificadas no país já fazem com que brasileiros residentes na Europa sejam alvo de discriminação e comentários ofensivos. Eles são acusados de disseminar a Covid-19 no continente.

Na França, que na última terça-feira (13) determinou a suspensão temporária dos voos com o Brasil devido à situação sanitária, as redes sociais estão repletas de publicações, vídeos e memes ofensivos aos brasileiros, muitos reunidos sob a hashtag #VariantBresilien (variante brasileira).

As postagens são particularmente dirigidas às brasileiras, com associações a prostituição, promiscuidade e calcinhas fio dental. Também há piadas com o sotaque e com a aparência das mulheres.

Com o país em lockdown, as agressões são sobretudo online, mas não se restringem ao universo virtual.

Em um vídeo publicado no Twitter, um homem vai até uma conhecida área de prostituição de transexuais em Paris, o Bois de Boulogne, e começa a perguntar se as profissionais do sexo são brasileiras. “Variante brasileira? Você acaba de chegar à França?”, pergunta ele.

As menções ao Bois de Boulogne e à prostituição de brasileiras no parque são recorrentes.

Em uma publicação popular na rede, um comediante pergunta: “Voos entre França e Brasil suspensos… E quanto ao Bois de Boulogne, o que acontece?”.

Muitos que acompanham as publicações têm demonstrado perplexidade com os comentários. Ao ler as postagens com a hashtag #VariantBresilien, um brasileiro que não quis se identificar relata a existência de mensagens razoáveis de preocupação com a variante brasileira e, por outro lado, o que chamou de “show de horrores de xenofobia”.

Para ele, os brasileiros, além de serem mal vistos no geral, agora são tratados como ameaças internacionais.

Alguns que tentaram rebater os ataques queixam-se de perseguição nas redes sociais.

Uma pesquisadora brasileira que vive em Paris e tem publicado as ofensas nas redes sociais, por exemplo, pede para não ter o nome divulgado na reportagem por temer ainda mais retaliações.

Da Irlanda, onde vivem oficialmente cerca de 50 mil brasileiros, também chegam relatos de discriminação com menções diretas à pandemia no Brasil.

Uma parte significativa de motoboys e entregadores de aplicativos de refeições do país é formada por brasileiros. Nos fóruns especializados, eles relatam desde comentários ofensivos até pedidos cancelados. “Um cliente me disse, na minha cara, que brasileiros estão aqui espalhando doenças, que trouxeram a Covid-19. Ele gritou e me perguntou por que eu não voltava para a minha terra”, diz Anderson Santos, em uma das publicações.

Nos últimos meses, entregadores de um modo geral têm sido alvo de violência e xenofobia. Gangues têm organizado emboscadas, aproveitando para agredir e roubar encomendas, bicicletas e motos.

A discussão sobre os países sujeitos à quarentena obrigatória também levou a uma onda de comentários ofensivos, mirando sobretudo brasileiros e sul-africanos. “Para mim, algumas partes desse debate [sobre quarentena] tiveram um cheiro de xenofobia”, chegou a afirmar o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. “Eu ouvi pessoas dizerem que devemos proteger nosso povo de estrangeiros, não é disso que se trata”, completou.

A associação das variantes do vírus ao local em que são inicialmente identificadas é criticada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que vê risco precisamente no aumento do estigma em relação aos locais associados às cepas do Sars-CoV-2. “Não deve haver estigma associado à detecção desses vírus, mas infelizmente ainda vemos isso acontecendo”, afirmou Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS.

PORTUGAL

Brasileiros em Portugal, onde os voos diretos com o Brasil estiveram suspensos entre 29 de janeiro até a última sexta-feira (16), também relatam episódios de discriminação.

Nas redes sociais e em reportagens sobre a situação da pandemia no Brasil, há muitas acusações de que os brasileiros levariam a Covid-19 para o país.

Uma brasileira de Minas Gerais, em Portugal há dois anos, conta, em um grupo de apoio, ter sido ofendida na fila do supermercado, após um outro cliente identificar seu sotaque. Segundo ela, o homem disse que brasileiros só estão no país para espalhar o coronavírus e tomar emprego dos portugueses.

Abalada, ela diz que a situação irregular em Portugal faz com que ela não tenha coragem de expor o caso ou tentar denunciar as ofensas.

As responsáveis pelo projeto Brasileiras Não se Calam, que reúne relatos de discriminação no exterior, dizem ter notado que, em muitos casos em Portugal, a pandemia é usada como justificativa para a xenofobia.

São afirmações como “a pandemia só chegou a Portugal por causa dos brasileiros” ou “não vou usar máscara porque é uma [funcionária] brasileira que está pedindo”.

Além dos brasileiros, a comunidade chinesa também relata aumentos nos casos de discriminação e agressões.

Em uma extensa reportagem no semanário Expresso, chineses de diferentes faixas etárias e classes sociais relatam episódios em que também foram acusados de disseminar o coronavírus no país. “Desde que começou a pandemia comecei a sentir mais violência no discurso tanto no espaço público como nas redes sociais”, afirmou a luso-chinesa Michelle Chan, membro da ONG SOS Racismo, em entrevista ao jornal.

A última avaliação epidemiológica do país, divulgada em uma reunião no Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), afirma que a presença das variantes é residual em Portugal.

Até agora, há 29 casos confirmados da variante P.1 no país, o equivalente a uma prevalência de 0,4%. Também bastante disseminada no Brasil, a P.2 teve prevalência de 0,1%.

Em março, a variante britânica representou 83% dos casos no país.

Apontado inicialmente como bom exemplo de combate a pandemia, Portugal viu o cenário mudar completamente no começo de 2021. O país optou por relaxar as medidas restritivas no período do Natal, o que acabou contribuindo para uma grande alta no número de casos e mortes.

Sob pressão, o SNS (SUS de Portugal) esteve perto do colapso, e o país acabou pedindo ajuda internacional para outros países da UE.

Em 15 de janeiro, o país entrou em lockdown. Agora, com os números sob controle, está em curso o desconfinamento. A reabertura começou em 5 de abril e acontecerá, por etapas, até 3 de maio.

As viagens diretas com o Brasil também foram retomadas. Após 77 dias de suspensão, na última sexta-feira o governo decidiu autorizar voos comerciais entre Portugal e Brasil. Os embarques permitidos ainda são bastante limitados.

Devido à pandemia, a entrada de turistas brasileiros está proibida na União Europeia desde março de 2020. As viagens só são autorizadas para pessoas com dupla cidadania ou residência legal em algum Estado-membro, além de algumas exceções para deslocamentos classificados como essenciais.

São consideradas viagens deste tipo aquelas para permitir o trânsito ou a entrada de cidadãos por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou humanitárias.

Para entrarem em Portugal, além de cumprirem esses requisitos, os brasileiros precisam apresentar um teste PCR negativo, feito 72 horas antes do embarque e, desde o mês passado, estão sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias após a chegada.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Fiquei sabendo de um brasileiro que foi chicoteado nos EUA 🇺🇸.
    Estava sem máscara e vestindo uma camisa que estava escrito: “bolsotramp”.

  2. Tirando a questão da xenofobia, terrível, vamos aos fatos: certamente há uma verdade no comportamento da mulher brasileira que alimenta estereótipos e preconceitos. A mulher brasileira é considerada oferecida e fácil. O homens é as mulheres brasileiras são vulgares, mal educados, sem cultura. Ninguém quer esses animais selvagens por perto.
    Agora com a proliferação de variantes em nosso país, seremos vistos, ainda, como vetores de contaminação.
    Nesse aspecto, cabe a responsabilização do Presidente Bolsonaro.

    1. Dobre a língua antes de falar dos seus compatriotas e deixe o complexo de vira-lata em casa.Sua família incluindo você , seus amigos são vulgares,mal educados e incultos ?CLARO QUE NÃO! veja a história das colonizações europeias e observe se tem semelhança com seus comentários ofensivos sobre seus compatriotas? trouxeram doenças infecto contagiosas e contaminaram criminosamente,estupraram,escravizaram,mutilaram , dizimaram e massacraram nações indígenas inteiras,pilharam nossas flora e fauna aqui e em alhures,sem falar nas famosas máfias italianas na história mais recentes !A maldade é humana ,não da etnia !

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