Política

Mais segurança e menos ‘privilégios para minorias’: eleitores de Bolsonaro dizem por que votam nele

A Folha convidou oito moradores de São Paulo, da manicure do Itaim Paulista à doutoranda do Itaim Bibi, para falarem sobre por que votarão no presidenciável do PSL em outubro. O parlamentar é o segundo pré-candidato mais bem posicionado em pesquisa Datafolha de janeiro e assume a cabeceira num cenário em que Lula (PT) está fora do jogo.

Na última pesquisa Datafolha, de janeiro, Bolsonaro chega a liderar nos cenários sem o ex-presidente Lula (PT), com até 20% das intenções de voto. Nas simulações com o petista, fica em segundo.

POR QUE BOLSONARO?

Militar da reserva e deputado desde 1991, Jair Messias Bolsonaro “responde a demandas reais de pessoas reais”. Vem do sociólogo Thiago Santos, 32, a resposta que melhor sintetiza o sentimento dos oito eleitores do presidenciável que a Folha reuniu em sua Redação, em 14 de março, a fim de entender o que os leva a vê-lo como o mais bem qualificado para ocupar o Palácio do Planalto em 2019.

“Enquanto jornalistas e intelectuais estão preocupados com banheiro unissex, ele está falando dos 60 mil assassinatos que acontecem todo ano no Brasil, falando desse massacre da classe trabalhadora”, afirma Santos, que vem de uma família de Guaianases, periferia paulistana.

Se compartilham o gosto pelo homem que veem como predestinado a “dar um jeito no Brasil”, os perfis são distintos: da manicure Priscila Medeiros, 37, e o filho Lucas, 19, ambos desempregados e moradores de Itaim Paulista (zona leste de São Paulo), à ex-coordenadora do Endireita Brasil, movimento direitista, Patrícia Bueno, 37, residente de outro Itaim, o Bibi, bairro nobre da cidade (veja acima os outros componentes do grupo).

Três deles contam ter votado no PT em algum momento. “Tenho vergonha”, diz o diretor administrativo Raphael Daniele, 34, “ex-militar e membro da Congregação Cristã”.

Justifica-se: mais jovem, “eu tinha situação boa, viajava de helicóptero, me sentia culpado [pela desigualdade social]. No fundo ele [Lula] me dava esperança que ia pegar o que estava recebendo do FHC, que resolveu a situação do real, a paridade do dólar… Eu achava que Lula pegaria tudo aquilo e profissionalizaria no sentido de distribuir a renda. Ele fez o contrário. Pegou os piores podres e profissionalizou no oposto, para destruir princípio, a base, que é a família.”

Nilson Franco, 48, é coronel do Exército na reserva e conta ter conhecido Bolsonaro pessoalmente. Aposta em sua honestidade. “Em 2002, eu brigava com você se falasse mal de Lula.” Elenca escândalos como o do pasta rosa para explicar seu desgosto com a era FHC. E hoje, o que mudou? Nada, diz. “Tem que dar um basta. Para Aécio [Neves, PSDB], R$ 2 milhões [de suposta propina]. [Antonio] Palocci [PT] são milhões e milhões. Você desanima de ser honesto. O policial ganha R$ 3.000, R$ 4.000 para levar tiro.”

Caçula da mesa, Lucas votará pela primeira vez para presidente (no pleito de estreia, em 2016, optou pelo tucano João Doria para prefeito, mas se arrependeu).
“Política é ajuda à população. Nele [Bolsonaro] ainda há um pouco disso. Ainda vê a luz no fim do túnel”, diz o jovem, que trabalhou numa ótica após terminar o ensino médio e hoje distribui currículos.

Sua mãe, Priscila, já ajudou a eleger Lula —e Tiririca para deputado, “por ser povão que nem a gente”. O que busca, diz, “é uma pessoa que se importe com o povo brasileiro”. Bolsonaro, para a manicure que estuda pedagogia, é esse cara.

Ela se diz perturbada por políticos que oferecem cestas básicas “e outras lembrancinhas” em troca de voto. “Muitos amigos têm o mesmo pensamento: votar no Bolsonaro para ter mudança, não para ter esses presentinhos.”

A birra com o populismo também está no discurso do filho. “No Nordeste, como o PT se alastrou tanto? Ia com a necessidade do povo”, diz Lucas. “Há uma semana, o que foi mais passado pela Globo? A operação [no pé do Neymar]. Se [a mídia] continuar priorizando informações banais, deixando de lado infraestrutura, médico…”

“Antes, se você falava em Bolsonaro, era exótico”, diz Thiago. “Agora, parentes que nunca tiveram contato com política falam naturalmente, mandam vídeos do Bolso.”

Patrícia, que está terminando um doutorado em ciências sociais, diz que “desde 1988 a gente tem só esquerda no Brasil, a direita foi massacrada. Claro que FHC é esquerda”.

Faltava, portanto, “um político que realmente respondesse a nós”, alguém que impedisse aqueles que “queriam causar revolução na sociedade e precisavam destruir o que pra mim é mais sagrado, a questão da própria família”, diz a filha de imigrantes que fugiram da União Soviética em 1921 (“minha família tinha militares, pessoas ligadas à propriedade de terra”, conta).

Maria Cristina Szabo, 55, trabalha “em formação de imagem política” e se candidatou, em 2016 e sem sucesso, a vereadora de Santana de Parnaíba pelo DEM. Mãe de policial civil, diz que “votará em Bolsonaro porque o que está aí a gente já tem certeza que não deu certo, até pela questão da segurança. Rio é uma vergonha nacional e internacional”.

ARMAS

A segurança é um tema caro ao grupo. Todos já dizem ter sido vítimas de algum episódio de violência. Leocádia conta que um irmão foi assassinado num assalto em Minas. Raphael, que foi ameaçado de sequestro pelo PCC. Priscila diz que perder amigos e parentes é rotina. “Um deles foi baleado no quintal de casa.”

No caso de Patrícia, a violência a encontrou dentro do lar. Seu ex-marido, diz, a ameaçou diversas vezes. “Por mais de um ano, toda a família andava com segurança. Meu pai me tirou do país. Eu não podia me defender, é uma impotência. Não adianta acreditar que o Estado vai te salvar.”

O Estatuto do Desarmamento, sancionado no primeiro ano do governo Lula, 2003, é vaiado pelos oito bolsonaristas. “Só desarmaram cidadão de bem”, afirma Priscila.

Para Patrícia, a recomendação de não reagir a um assalto, por exemplo, só vale “se você não estiver armado. É a cultura do cordeiro, ter que aceitar tudo o que acontece”.

Ela minimiza estudos que relacionam a cultura da violência ao armamento da população (como nos EUA, onde quatro de cada dez americanos têm ao menos uma arma). “Todos nós mexemos com faca, e eu nunca dei facada em ninguém. Problema não é a arma, é quem está atrás dela.”

De todos, só o coronel Nilson diz ter posse de arma.

LGBTQ

Ninguém do grupo diz ser contra pessoas do mesmo sexo se relacionarem. O problema, segundo o octeto, é privilegiar a “pauta gay” em detrimento de outras, como educação e saúde. “Minorias histéricas tomaram conta da agenda, e as maiorias foram deixadas de lado. Por que essas pessoa têm cota? [A orientação sexual] é uma questão de foro tão íntimo, a educação vem dos pais”, afirma Patrícia.

“Banalizaram tanto, começaram a se expor tanto… Não estou criticando o homossexualismo”, diz Priscila. “Mas hoje é quase um crime quem é hétero. Você não vê homem e mulher se atracando, que nem vê [gays] no metrô, no shopping, para mostrar que são [homossexuais]. Não sei se é para atrair olhares, para mostrar a questão da homofobia.”

Há, segundo a manicure, “uma força muito grande para algo que infelizmente não é importante”. Thiago também defende que a questão não seja prioritária. “Isso que incomoda. Morei em Guaianases. Pessoas na linha municipal de ônibus colocam celular na meia [por temerem assalto], e os intelectuais vivem em sua bolha delirando sobre ideologia de gênero enquanto pessoas estão com medo de morrer.”

Os oito do grupo de debate se declaram heterossexuais.

DENÚNCIAS

A fé no deputado não foi abalada por uma série de reportagens da Folha que revelaram: 1) como ele, junto com os três filhos políticos, possui 13 imóveis com preço de mercado de ao menos R$ 15 milhões; 2) o uso de auxílio-moradia, mesmo sendo dono de imóvel em Brasília; 3) o emprego, com verba da Câmara, de uma servidora fantasma que vende açaí em Angra dos Reis.

Os eleitores minimizaram a gravidade das denúncias e acusaram a Folha de perseguir Bolsonaro. “Vocês juntaram tudo no mesmo saco [o patrimônio de pai e filhos]”, disse Patricia. Ela e Nilson disseram que a imprensa tratou o terreno de Angra com exagero. “É mansão!”, ironizou o militar. Parte da imprensa se referiu assim à casa “com puxadinho”, segundo Patricia, que a família tem na cidade.

“Se for falar de moral e pegar Congresso, me fala um político que tá todo o tempo do Bolsonaro [desde 1991] e tem a ficha dele, que não tem nenhum escândalo”, diz Maria Cristina. A princípio Raphael afirma não se espantar com eventuais deslizes, que seriam irrelevantes ante a roubalheira em Brasília. “Os caras vão de um bilhão pra cima, não se compara.” Depois se desculpa pelo que disse. “Roubar é inadmissível em qualquer circunstância. Acho que corrupção é que nem câncer, vírus.”

MÍDIA

“Você deve saber o que as pessoas comuns pensam da Folha. O nome é ‘Foice de S.Paulo’, o instituto [Datafolha] é o Datafoice”, diz Leocádia.

Seu pensamento reflete o humor geral do grupo diante da Folha —classificada por todos os presentes como “esquerda” ou “extrema esquerda”— e de outros veículos da mídia profissional. A imprensa, para Priscila, “só quer colocar aquilo que faz bem para eles, o que vai lucrar para eles”.

“A Rede Globo é a pior, mascara tudo o que é importante”, continua a manicure. Nilson intervém: “Não se esqueçam que [Bolsonaro] falou que ia arrebentar a Globo. Quando um homem desafia um império, vai incomodar. Todos estão contra ele. Acho que Folha, Veja, Globo”.

O deputado já afirmou que, se eleito, reduzirá a verba publicitária para o Grupo Globo, após dizer que o jornal da organização quer “emplacar o Lula em 2018. E daí vocês vão estar bem, vão ter como negociar bem a dívida do BNDES”.

“Quando sair foto dele [nos jornais], vai sair foto com boca torta”, reclama Maria Cristina, folheando uma edição da Folha em busca de reportagens que citem seu candidato. Encontra uma em que o publicitário Nizan Guanaes aposta que Bolsonaro ganhará a eleição porque “a população está irritada”, e nesse contexto ele “é o Dorflex, uma solução para a sua dor”. Acha insatisfatório o espaço dado à notícia.

Para Leocádia, “é evidente o propósito de macular imagem dele, não importa se é verdade ou não”.

Mas vale aqui a máxima “o que não mata fortalece”, segundo a aposentada. “Se a gente vê a mídia perseguindo, ‘pô, esse cara é bom’. Vocês defendem gente que vive de cota, de bolsa isso, bolsa aquilo.”

CASO MARIA DO ROSÁRIO

Para o grupo, o estilo “bateu, levou” é um ativo do presidenciável. E uma briga com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) é um bom termômetro. Em 2014, Bolsonaro disse à então ministra dos Direitos Humanos: “Fique aí, Maria do Rosário. Há poucos dias [na verdade, a contenda começou em 2003] você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece”, afirmou o deputado.

Os eleitores reclamam que a mídia destaca a frase, mas não a contextualiza. O bate-boca começou em meio a discussões sobre a redução da maioridade penal (ele a favor, ela contra), impulsionadas em 2003, após uma gangue sob comando de Champinha, 16, atacar um casal acampado —Felipe, 19, morreu com um tiro na nuca, e Liana, 16, foi estuprada e morta com facão.

Há 15 anos, Bolsonaro disse que a contenda se iniciou após ele sugerir que Maria do Rosário contratasse Champinha para ser motorista de sua filha. Em frente à câmeras de TV, ela acusou o colega de “promover essa violência [estupro]”.

“Se a pessoa te xinga e você xinga de volta, não é crime. Ainda que ele tivesse falado coisas piores”, afirma Patricia. Para Maria Cristina, diante de alguém “que estava defendendo um assassino”, Bolsonaro até que foi “extremamente educado”. A manicure Priscila esperava mais: “Talvez daria um tapa na cara dela, foi uma agressão”.

As mulheres da mesa elogiam um projeto de lei de Bolsonaro que prevê castração química a estupradores.

ESTILO

“Tudo o que ele fala ou faz se torna polêmico”, diz a manicure. “Querem que a população interprete de outra forma, mas ele é autêntico, é aquilo ali, não precisa fazer média.”

“Ele é uma pessoa, um ser humano”, emenda Patricia. Raphael concorda: “Não estamos elegendo um super-homem”. Nilson é o único que faz uma ressalva. “Acho que ele se excede um pouco, não pensa pra falar, como essa questão da Maria do Rosário. Lógico que ele não ia estuprar de jeito nenhum, mas perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Poderia pensar um pouquinho, dar um ‘timezinho’.”

IMIGRAÇÃO

Não é que estrangeiros não sejam bem-vindos no Brasil. A questão, segundo Patrícia, “não é a imigração, mas qual imigração”. No caso dos venezuelanos: “É um grupo sofrendo por conta de ditadura comunista, eles têm valores parecidos com os nossos”.

O que não pode, continua a advogada, é ter “povos que cruzam oceanos, não vão para países vizinhos e querem que os povos [que os acolheram] mudem sua cultura para que eles possam se sentir bem”.

Parte da mesa discute se o Brasil deve abrir as fronteiras sem antes “cuidar dos seus”.

“Se não consegue manter os que estão aqui…”, diz Priscila. Maria Cristina está com ela: “Quando você vai receber visita, a casa tem que estar em ordem. Só que, do jeito que Brasil está… Você vê o estado do Rio. Não adianta trazer pessoal para cá para costurar no Brás, num fundinho de quintal, e estar totalmente ilegal.”

DEMOCRACIA VS. DITADURA

Não há intervencionistas declarados. Para o grupo, Bolsonaro seria um militar governando nos moldes da democracia, sem tentar implantar uma nova ditadura no Brasil.

Raphael diz que “a questão é tema passado” e que o deputado “não é aquele político que vai defender [o regime militar], impedir liberdade de comunicação”. Lado bom: “Herda do militar aquele perfil honesto, conservador do qual já fiz parte, mas ao mesmo tempo estende a mão para segurança, educação, comércio”.

Lucas é o único que nasceu num Brasil democrático. Afirma que, como capitão da reserva, Bolsonaro tem “posição muito dura”, mas isso pode ajudar a pôr o país nos trilhos.

A Folha questiona se reiterados elogios do parlamentar à ditadura não incomodam. Mostra o vídeo de Bolsonaro votando “sim” pelo impeachment de Dilma Rousseff, “em memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra [ex-chefe do Doi-Codi], o pavor de Dilma”, que quando estudante militou em movimentos contra o regime e foi torturada e encarcerada por 28 meses.

Mas Ustra era pavor de quem? É o que o grupo quer saber. “Pro bandido, o policial, o coronel é o pavor”, afirma Maria Cristina. Raphael brinca: “É a mesma coisa que falar do Batman pro Coringa”.

“É importante falar que a esquerda lutava por uma ditadura nos moldes cubanos”, afirma Patrícia.

POR QUE ELES QUEREM BOLSONARO

Eleitores dizem apoiar um candidato firme e de fora do sistema

1 Bolsonaro é tido como um político à parte da roubalheira que contaminou Brasília; denúncias contra o deputado são minimizadas por seus eleitores

2 A educação militar do capitão da reserva é benquista para impor ordens e regras à barafunda política no país

3 Seu clamor por uma população mais bem armada contra bandidos ecoa bem em meio a uma crise nacional na segurança pública

4 Admiradores de Bolsonaro destacam como ponto positivo ser, segundo eles, um pária para a mídia profissional —vista como esquerdista

5 O discurso linha-dura com condenados por estupro é outra qualidade ressaltada; o deputado tem um projeto de lei que propõe castração química para esse tipo de criminoso

6 O presidenciável não cede ao campo progressista, que pesaria a mão na defesa de direitos de minorias como LGBTQ, deixando para escanteio outras áreas, segundo seus eleitores

7 A imigração é vista como preocupante se quem chega não quer se adaptar à cultura brasileira, alusão a refugiados sírios, por exemplo; em 2015, ao jornal goiano Opção, Bolsonaro disse: “A escória do mundo está chegando ao Brasil, como se nós não tivéssemos problema demais para resolver”

8 O estilo bateu, levou do parlamentar na Câmara virou um ativo eleitoral; Bolsonaro não faria média só para seguir as regras do marketing político e seria, portanto, mais autêntico

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro é uma piada. E de mau gosto.
    O Brasil merece coisa melhor, mas infelizmente os picaretas se aproveitam de todas as possibilidades para levar vantagem. Taí o governo atual pra comprovar.
    O povo precisa sair desse ciclo vicioso onde só se conseguem eleger os piores.

  2. A que pontochegamos. Radical, misogino, preconceituoso, agressivo, louco e tem quem defenda. Obs, NAO voto no PT.

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Essa foi a melhor do dia!

  3. Bolsonaro é o candidato dos brasileiros do bem. Defensor da nossa pátria, da família, de Deus (não importa a religião), dos bons costumes e da política sem "toma lá dá cá", ele é a verdadeira esperança de um novo Brasil. Apesar de estar no seu 7º mandato como deputado federal (é o mais votado no RJ), não se tem notícia de nada que desabone o seu caráter. Nunca participou dos conchavos que dominam as relações políticas no nosso país. Só isso já bastaria para qualificá-lo como a melhor opção. É a real esperança de evitarmos que o nosso amado Brasil seja transformado numa grande Venezuela, como sonha a esquerda brasileira, plano esse arquitetado no Foro de São Paulo, criado por Lula, Chaves, Fidel e outros vermes esquerdistas. Nosso povo não pode ser enganado novamente. Basta de comunismo.

    1. Só era do Partido do Maluf, o PP, considerado o Partido com o maior número de políticos condenaods, segundo dados do TRE.

    2. Bolsonaro é um vazio de ideias políticas. Tem apenas alguns lapsos de boas propostas quanto a segurança pública, porém para o combate a criminalidade não basta apenas jogar policiais nas ruas e armar a população, se não houver uma reforma profunda no código penal e uma melhora da segurança jurídica. Apenas isso. Quanto a moralidade, fica apenas no discurso de seus seguidores – Não abre mão de penduricalhos e privilégios que todo parlamentar tem, e o pior, em sua vida parlamentar de quase trinta anos, quase não tem um projeto de lei realmente útil em favor da sociedade. Muito pouco para quem se diz o Salvador da Pátria. Quanto ao comunismo, menos Ceará-Mundão, menos…

  4. Observem de onde partem os ataques fascistas, pra depois não saber quem começou e "de onde partiu a primeira pedra". Pois quando começarem as reações no mesmo tom, vão dizer que os intolerantes e violentos são aqueles que só estão se defendendo e reagindo a altura dos ataques recebidos sob o olhar omisso das forças de segurança que deveriam impedir que tais cenas ocorressem de qualquer dos lados.
    De acordo com o que está acontecendo na região Sul do País; "A disputa política saiu dos tribunais para o confronto nas ruas, sob os olhares cúmplices dos agentes de segurança encarregados de zelar pela integridade física dos caravaneiros do ex-presidente".
    Depois não se arrependam do que pode isso gerar.

    1. Tá viajando na maionese !!! Quem dividiu o país e pregou o ódio foi a esquerda !!!

  5. É MELHOR JAIR SE ACOSTUMANDO, MINORIA SÃO MILHARES DE PESSOAS MORRENDO NAS PORTAS DE HOSPITAIS, MINORIAS SÃO CRIANÇAS SEM UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, MINORIA SÃO 60 MIL MORTOS POR ANOS, MAIS DO QUE EM UMA GUERRA CIVIL. IGUALDADE PARA TODOS SEM DISTINÇÃO, NEGRO OU BRANCO, GAY OU HETERO. QUEREMOS UM PAÍS COM OPORTUNIDADES PARA TODOS, COM DISCIPLINA E ORDEM.

  6. Ah, se fosse verdade…
    Mas infelizmente a conduta do Deputado no recebimento do Auxílio Moradia imoral, mesmo tendo residência e não precisar, dizendo usá-lo pra "COMER GENTE", parece dizer justamente o contrário do que promete.
    Além disso, a forma como vem empregando membros de sua família em cargos comissionados em que nem ao menos dão expediente já demonstram o zelo com a moralidade que ele tem com a coisa pública.
    E a historinha do processo de expulsão no exército, acusado de ameaça de bomba para obter aumento dos próprios salários, já mostra muito da personalidade de um cidadão que tem entre seus seguidores as pessoas mais intolerantes e violentas que conhecemos na esfera política brasileira, protagonizando cenas de ataques a pessoas e grupos a pau e pedras.
    É essa Brasil que queremos construir?

    1. Pois é, também considerava meu voto nele, mas depois desses episódios passei a me interessar pelo programa de João Amoedo do Partido Novo.
      Sugiro aos demais que também analisem, são propostas muito interessantes.

    2. Você esqueceu do MST invadindo e destruindo propriedades, da turma que tem parentesco com a lhama, daqueles que apoiam ditadores como o Maduro e depois gostam de se vitimizar.

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Eleições 2026

Horário eleitoral: veja a projeção do tempo de TV dos candidatos presidenciáveis

Foto: Reprodução

O horário eleitoral gratuito das eleições de 2026 dará tempos diferentes aos candidatos à Presidência da República de acordo com o tamanho das bancadas dos partidos e federações na Câmara dos Deputados.

Pelas regras da Justiça Eleitoral, apenas quatro postulantes terão espaço nos blocos de propaganda exibidos no rádio e na televisão.

A distribuição segue o critério estabelecido na legislação eleitoral: 90% do tempo é dividido proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos em 2022 pelas legendas ou federações que integram cada candidatura. Os 10% restantes são repartidos igualmente entre os partidos que cumpriram a cláusula de desempenho.

Na prática, candidatos apoiados por partidos com maior representação na Câmara contam com mais tempo para apresentar propostas, responder a adversários e ampliar sua exposição durante a campanha.

Como funciona a divisão

A Justiça Eleitoral utiliza a representação dos partidos na Câmara dos Deputados para definir o tempo de propaganda de cada candidatura. Do total disponível, 90% são distribuídos proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos em 2022 pelas legendas que integram cada coligação ou federação.

Os 10% restantes são divididos igualmente entre os partidos que superaram a cláusula de desempenho.

Para cumprir essa exigência, a legenda precisa atender a pelo menos um de dois critérios: eleger no mínimo 11 deputados federais distribuídos por nove unidades da Federação ou obter pelo menos 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados em todo o país, também distribuídos por nove estados, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles.

Em julho, a Justiça Eleitoral realizou a aferição da representação de cada partido na Câmara, procedimento que serve de base para a distribuição do horário eleitoral gratuito e para a definição da participação das legendas nos debates.

Na prática

Até o momento, apenas Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) deverão participar dos blocos do horário eleitoral gratuito.

Os demais candidatos disputarão a eleição sem acesso à propaganda em rádio e televisão por não atenderem aos critérios critérios da cláusula de desempenho, regra que condiciona o acesso à propaganda em rádio e televisão e ao Fundo Partidário ao desempenho dos partidos nas eleições para a Câmara dos Deputados.

É o caso de Romeu Zema (Novo). Apesar de disputar a Presidência, o partido elegeu apenas três deputados federais em 2022 e não alcançou os requisitos previstos na legislação.

Situação semelhante ocorre com Renan Santos, candidato do Missão. Criada em novembro de 2025 e ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL), a legenda não participou das eleições de 2022 e conta atualmente com apenas um deputado federal, Kim Kataguiri (Missão-SP). Por isso, também não terá direito ao horário eleitoral gratuito.

A restrição também alcança Samara Martins (Unidade Popular) e Clariana Barão (Democracia Cristã), cujas legendas igualmente não superaram a cláusula de desempenho. Caso confirmem suas candidaturas nas convenções partidárias, Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) também disputarão a Presidência sem espaço na propaganda gratuita de rádio e televisão.

Quando começa a propaganda

No primeiro turno, o horário eleitoral gratuito será exibido entre 28 de agosto e 1º de outubro. Já a propaganda eleitoral em geral, incluindo as campanhas na internet, poderá ser realizada a partir de 16 de agosto.

Além dos programas em bloco, as campanhas terão direito a inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras de rádio e televisão.

Caso haja segundo turno, os dois candidatos classificados terão exatamente o mesmo tempo de propaganda, independentemente do tamanho das bancadas dos partidos que compõem suas coligações.

Veja a projeção do tempo de TV dos candidatos à Presidência

O horário eleitoral gratuito será dividido conforme o tamanho das bancadas dos partidos e federações na Câmara dos Deputados. Pela regra atual, apenas quatro candidatos devem ter espaço nos blocos de propaganda no rádio e na televisão.

Projeção do tempo de TV por bloco

(em cada exibição)

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 5min32s
Coligação: PT, PSB, PDT, PCdoB, PV, PSOL e Rede.

Flávio Bolsonaro (PL) — 4min20s
Apoio partidário: PL.

Ronaldo Caiado (PSD) — 2min11s
Apoio partidário: PSD.

Augusto Cury (Avante) — 36s
Apoio partidário: Avante.

Candidatos sem tempo no horário eleitoral

Romeu Zema (Novo) — sem tempo
Partido não atingiu os critérios da cláusula de desempenho.

Renan Santos (Missão) — sem tempo
Legenda não possui representação suficiente para acesso à propaganda gratuita.

 

Com informações do Congresso em Foco

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Cidades

Sicredi RN fortalece projetos de vida e negócios por meio de soluções de crédito personalizadas

Atendimento consultivo, relacionamento próximo e modelo cooperativo orientam a oferta de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Foto: Divulgação

Há decisões financeiras que acompanham momentos importantes da vida e do crescimento de um negócio. A compra da casa própria, a aquisição de um veículo, a ampliação de uma empresa, o investimento em equipamentos ou a reorganização do fluxo de caixa são exemplos de situações em que o crédito deixa de ser apenas uma operação financeira para se tornar parte de um planejamento de longo prazo.

Com essa visão, a Sicredi RN oferece soluções de crédito para pessoas físicas e jurídicas, sempre com foco nas necessidades de seus associados. Antes de qualquer contratação, o gerente de relacionamento busca compreender o momento vivido por cada pessoa ou empresa para identificar a alternativa mais adequada. Essa abordagem consultiva está presente nas diferentes modalidades de crédito e contribui para a realização de projetos pessoais, familiares e empresariais.

“Na Sicredi, o crédito é tratado como parte do planejamento financeiro do associado, e não como uma operação isolada. Conhecemos suas necessidades e construímos soluções adequadas para cada fase da vida ou do negócio, fortalecendo uma relação de confiança e longo prazo”, afirma o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.

Aliando atendimento próximo, presença local e inovação tecnológica, a Sicredi RN oferece um portfólio completo de soluções financeiras para pessoas físicas e jurídicas. Com atuação em 11 cidades-polo, a instituição está presente em todas as regiões do Rio Grande do Norte, levando seu modelo cooperativo de relacionamento aos associados em todo o estado.

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Mundo

WhatsApp bane contas de usuários do aplicativo ao redor do mundo

Foto: Reprodução

Diversos usuários do Whatsapp acordaram nesta segunda-feira, 3, com suas contas no aplicativo de mensagens banidas. O seguinte aviso apareceu na tela dos usuários: “Esta conta não pode mais usar o Whatsapp”. A motivação dada pela plataforma é que as atividades das contas podem não ter seguido os Termos de Serviço da empresa. O aplicativo é o mais utilizado no Brasil para comunicação.

Os relatos de usuários banidos começaram pela manhã desta segunda-feira e têm crescido até o presente momento. Além do Brasil, pessoas de outros países também foram afetadas no mesmo período, o que indica um fenômeno global. Os afetados têm se pronunciado com revolta nas redes sociais, em especial o X (antigo Twitter) e o Instagram.

Após a tela de banimento aparecer, existe a possibilidade de pedir por uma análise para restaurar o acesso à conta e que, segundo a plataforma, é concluída em “até 24 horas”. As contas afetadas ficam impedidas de acessar suas mensagens, fazer login, realizar chamadas ou acessar qualquer função do aplicativo.

Em comunicado à imprensa, a Meta afirmou que trabalha para estar à frente “daqueles que tentam fazer uso indevido do nosso serviço e banimos contas para ajudar a proteger os demais usuários”. A empresa admitiu que, eventualmente, pode cometer equívocos, e que nestes casos buscam resolver a situação o mais rápido possível para que as pessoas possam se comunicar.

Veja abaixo a declaração completa de um porta-voz do Whatsapp:

“Trabalhamos continuamente para estar à frente daqueles que tentam fazer uso indevido do nosso serviço e banimos contas para ajudar a proteger os demais usuários. Eventualmente, podemos cometer equívocos e, quando isso acontece, buscamos resolver a situação o mais rápido possível para que as pessoas possam voltar a se comunicar.”

Veja

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Política

Deputado cita mentira, ingratidão e afirma que Lula está “gagá”

Foto: Câmara dos Deputados

O deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está “gagá“ ao dizer que o congressista apoiou a reforma trabalhista aprovada no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). Em nota à imprensa, classificou as declarações como uma “grave mentira“.

A declaração do petista não condiz com o histórico do congressista. Paulinho fez sua carreira de sindicalista na Força Sindical e foi um dos críticos da reforma trabalhista. Chegou a pedir, em 2017, que o Senado corrigisse o que classificou como equívocos “impressionantes” no texto aprovado.

Lula falava sobre direitos trabalhistas e sindicalismo ao citar Paulinho.

“O Temer teve a coragem de enfraquecer [os direitos trabalhistas] ainda mais, com apoio do Paulinho da Força Sindical, que vai pedir voto para vocês agora, então vocês tomem cuidado”, declarou.

Ao Poder360, Paulinho atribuiu a fala de Lula ao descontentamento do presidente depois de ele ter recusado conversas com o PT para lançar candidatura própria ao governo de São Paulo e dividir os votos na disputa. “A relação com Lula já não estava boa, e agora piorou“, afirmou.

Paulinho apoiou Lula em 2022. No entanto, o Solidariedade ficou de fora na divisão de ministérios. O deputado classificou a decisão como uma “ingratidão“.

Leia a íntegra da nota divulgada à imprensa:

“A mentira de Lula na Convenção Nacional do PT

“Ao discursar hoje, 2 de agosto, na Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores, o presidente Lula criticou as mentiras que invadem a internet, mas, ao mesmo tempo, propagou ele mesmo uma grave mentira a meu respeito.

“Lula criticou a reforma trabalhista proposta pelo ex-presidente Temer, aprovada no Congresso e afirmou que isso aconteceu ‘com o apoio do Paulinho da Força, que vai pedir votos para vocês agora’.

“Lula pediu aos brasileiros que pesquisem na internet o que é falso ou verdadeiro.

“Sugiro que ele dê o exemplo. Se Lula pesquisar os fatos, verá que no dia 1º de maio de 2017 eu critiquei duramente o presidente Temer e que em discurso na Câmara dos Deputados, no dia 10 de maio do mesmo ano, apelei para que o Senado corrigisse os ‘equívocos impressionantes’ do PL 38/2017, que propôs a malfadada reforma.

“Trabalhei contra a reforma, como sindicalista e deputado, mais até que os deputados e senadores do PT e considero absolutamente desleal que o presidente da República se refira a mim desta forma – com mentiras.

“Espero sinceramente que, informado sobre a verdade, o presidente Lula faça um pedido de desculpas que, com a generosidade que ele não teve, aceitarei.

“São Paulo, 2 de julho de 2026.”

Com informações do Poder 360

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Cidades

GREVE POLÍTICA: Sinte-RN anuncia paralisação de professores da Rede Municipal de Natal, enquanto fecha os olhos para o caos na educação no governo do PT

Foto: Divulgação

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte-RN) anunciou que os professores e educadores infantis da rede municipal da capital aprovaram, nesta segunda-feira (3), uma greve por tempo indeterminado, com previsão de início na quarta-feira (6). O sindicato alega que não houve avanço nas negociações com a Prefeitura de Natal.

Enquanto isso, o mesmo sindicato, dirigido em sua maioria por petistas, incluindo o seu diretor-geral Bruno Vital, fecha os olhos para o caos promovido pelo governo do PT na educação do Rio Grande do Norte.

É o sindicato dos amigos do PT comprovando mais uma vez que é um tigrão com a Prefeitura de Natal, mas é um gatinho manso com o Governo do Estado.

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Mundo

SE A MODA PEGA: Policial disfarçado de arbusto multa 74 motoristas em seis horas

Foto: Reprodução

Um fiscal do Departamento de Polícia de Dunellen, em Nova Jersey, nos EUA, arranjou um jeito inusitado para multar motoristas que falavam ao celular enquanto dirigiam. Ele se vestiu de arbusto dos pés à cabeça, apenas com as mãos livres para usar um binóculo.

A notícia é do Metrópoles. Em um post nas redes sociais, o departamento brincou com a situação, mas o recado foi sério: “Você viu o nosso ‘arbusto’ hoje? Se você estava de cabeça baixa no celular, provavelmente não!”

Foram aplicadas 74 autuações a motoristas distraídos com seus aparelhos de telefone em apenas seis horas. O local escolhido para a atuação do agente foi o trecho da North Washington Avenue (altura do número 100), justamente porque tem tráfego intenso e grande circulação de pedestres.

“Nosso ‘arbusto’ teve bastante trabalho. Que isso sirva de lembrete: aquela mensagem ou notificação pode esperar. Mantenha os olhos na estrada, não na tela!” A multa por dirigir falando ao celular, pela lei estadual de Nova Jersey (Handheld Cell Phone Law), varia de US$ 200 a US$ 400 na primeira infração.

Na terceira infração ou mais, a multa chega a US$ 800, além de três pontos na carteira de motorista e possível suspensão da habilitação por até 90 dias. Nos comentários do post, as pessoas reagiram com bom humor ao “novo uniforme” dos policiais locais:

“Se eu tivesse visto, teria chamado a polícia, dizendo que tem um cara fingindo ser uma árvore”, escreveu um usuário. “Não estou dizendo que quero fazer isso, mas seria hilário se alguém fosse preso por um arbusto gigante”, cogitou outra pessoa.

Metrópoles

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Política

Álvaro Dias: “Queremos um sistema de transporte que funcione com tecnologia, modernidade e conforto”

Foto: Divulgação

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, nesta segunda-feira, de uma reunião com representantes da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR), na Arena das Dunas, em Natal. Durante o encontro, a entidade entregou um documento com propostas voltadas ao fortalecimento do transporte público no estado.

A agenda contou com a participação do presidente da FETRONOR, Eudo Laranjeiras, e de empresários do setor. O documento reúne um diagnóstico dos principais desafios enfrentados pelos sistemas de transporte intermunicipal e metropolitano, além de sugestões de medidas voltadas à continuidade e à melhoria dos serviços prestados à população.

Entre os pontos apresentados pela Federação estão a redução do número de passageiros ao longo dos últimos anos, o aumento dos custos operacionais, a ausência de fontes permanentes de financiamento para o transporte público e o avanço do transporte clandestino.

Durante a reunião, Álvaro Dias recebeu o documento e ouviu as demandas apresentadas pelos representantes da FETRONOR, que defenderam a construção de soluções para os desafios enfrentados pelo setor de transporte de passageiros no Rio Grande do Norte.

“Vamos analisar, esmiuçar e discutir detalhadamente essas propostas. Trata-se de um tema de interesse coletivo para todo o Rio Grande do Norte. Queremos um sistema que funcione cada vez melhor, com mais tecnologia, modernidade e conforto para todos os passageiros”, finalizou.

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Política

Justiça manda tirar do ar mais dois perfis que atuavam de forma irregular para Allyson Bezerra

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) mandou tirar do ar mais dois perfis que atuavam de forma irregular nas redes sociais para Allyson Bezerra (União Brasil). A decisão foi concedida em uma cão movida pelo Partido Novo. Em caráter liminar, o juiz federal Hallison Rêgo Bezerra determinou a suspensão até o dia 15 de agosto das páginas @allysonarrochado e @allyson_humorado.

Na decisão, o juiz citou que os dois perfis publicaram, em colaboração com outras páginas já bloqueadas, conteúdos que são alvo da investigação por suposta propaganda eleitoral antecipada em favor de Allyson Bezerra. Ele também determinou que a Meta, administradora do Instagram, identifique, em até cinco dias, os responsáveis pelas duas novas contas suspensas.

No total, seis perfis criados para promover a pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado já foram derrubados pela Justiça.

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Política

A pedido do Governo do Estado, Anac determina o fechamento do Aeródromo de Caicó

Foto: Divulgação

Um piloto entrou em contato com o Blog do BG para informar que a ANAC, a pedido do Governo do Estado, determinou o fechamento do Aeródromo de Caicó.

O equipamento estava fechado desde janeiro de 2022, mas tinha sido reaberto graças à inciativa da Associação Comunidade Aeronáutica de Caicó, que articulou a regularização e a liberação junto à Anac, além de investir recursos de doações para recuperar a estrutura.

O Governo do Estado alega que é o responsável legal pela gestão do aeródromo desde 2024, quando foi firmado um convênio de delegação com a União, mas nesse tempo todo não fez nenhum investimento no local. Fátima tanto fez que conseguiu fechar de novo o equipamento.

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Eleições 2026

‘Meu quarto mandato será para mudar esse país’, afirma Lula em lançamento da candidatura

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (2), durante a convenção nacional do partido, que um eventual quarto mandato será voltado à reformulação da relação entre o Executivo e o Congresso Nacional. Segundo ele, a intenção é rever o modelo de distribuição das emendas parlamentares e discutir mudanças nas regras do fundo partidário.

Durante o discurso, Lula disse que o atual sistema de emendas compromete a capacidade de planejamento do governo e reduz a autonomia do Executivo na execução do Orçamento. “Meu quarto mandato será para mudar esse país”, declarou.

O presidente também criticou o crescimento dos recursos destinados ao fundo partidário e afirmou que pretende promover mudanças estruturais caso seja reeleito.

“Fundo partidário não me agrada, porque leva os partidos para a promiscuidade (…). É uma invenção que nós precisamos mudar. Eu quero que vocês saibam que meu quarto mandato será para mandar muita coisa neste país. Vai ter briga com emenda parlamentar (…). Não posso aceitar que o presidente da República perca seus direitos (…). Vai ter briga democrática (…). A gente vai ter que ser mais ousados para mudar muita coisa”, declarou o petista.

“Eu preferia a política antigamente, quando meu partido tinha que vender camiseta para fazer suas ações”, completou Lula. O presidente foi confirmado na disputa eleitoral, que será sua sétima desde 1989. Ele tentará conquistar o seu quarto mandato.

As declarações foram feitas durante a convenção nacional do PT, em São Paulo, evento que oficializou sua candidatura à reeleição e reuniu lideranças do partido e de siglas aliadas.

Com informações de Veja

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