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O Ministério do Trabalho firmou um convênio de R$ 15,8 milhões com a ONG Unisol, vinculada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, para a retirada de lixo na terra indígena yanomami, em Roraima. O contrato, assinado em dezembro de 2024, é o segundo maior para políticas indígenas no ano.
As atividades de limpeza devem iniciar no segundo semestre de 2025, após um planejamento técnico. O convênio foi estabelecido pela Secretaria de Economia Popular e Solidária, sob a direção de Gilberto Carvalho, ex-ministro e conselheiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A Unisol, que opera em um espaço de 40 m² no subsolo do sindicato, é presidida por Arildo Mota Lopes, ex-diretor do sindicato. O contrato com a ONG é o segundo maior em 2024, atrás apenas de um repasse de R$ 64,2 milhões a uma empresa de serviços aéreos. O governo destinou R$ 254 milhões para a gestão de políticas para povos indígenas no ano anterior.
Os recursos foram integralmente transferidos à Unisol em 31 de dezembro de 2024, três dias após a assinatura do acordo. A ONG deverá subcontratar serviços de limpeza, contábeis e jurídicos, além de coordenadores. O edital que resultou na contratação foi lançado em novembro e visava capacitar catadores de materiais recicláveis e promover ações de educação ambiental.
Dez ONGs participaram do processo seletivo, com metade desclassificada por não apresentar planos de trabalho adequados. A Unisol e a CEA (Centro de Estudos e Assessoria) foram selecionadas, com a última recebendo R$ 4,2 milhões. A seleção foi feita por uma comissão do ministério, que avaliou os projetos apresentados.
O termo de fomento com a Unisol prevê a liberação do recurso em parcela única, alinhada às metas da parceria. O governo justificou o pagamento antecipado como uma medida de urgência para atender à crise humanitária na terra yanomami. Apesar do repasse, as atividades em campo só devem começar após reuniões de planejamento técnico e estudos que estão em andamento.
Estadão
Os criminosos voltaram ao local do crime. Estão fazendo exatamente igual ao que faziam antes, bandido sempre bandido,. E tendo LULADRAO como professor, aí a coisa é séria.
Vendo essa imagem, lembro-me da história de Ali-Babá e os 40 ladrões…
Numa deformação bem própria de nossa cultura, a sociedade tem se “associado” a ladrões de forma “natural” …
Na realidade ele roubou mesmo (acessem a Justiça Federal e vejam o processo)…
Costumo esquecer senhas, caminhos, nomes de pessoas e, sobretudo, números de telefone…
A moral da história é óbvia: roubar é coisa fácil…
E cada vez mais fácil…
O difícil, às vezes, é esconder o roubo (apartamentos, granjas, dinheiro em caixas)…
Mas nem sempre…
Os casos mais notórios da nossa vida pública repetem monotonamente…
Mas nem todos são distraídos como eu…
Num caderninho ou na agenda eletrônica, levam o nome salvador…
Muitos conseguem entrar e sair…
Ganham nas instâncias superiores (STF, principalmente)…
Depois de saquearem a maravilhosa caverna do erário, alegam que enriqueceram na iniciativa privada…
Como explicar a nossos filhos, que o crime não compensa???
Vamos gastar, vamos gastar,vamos dar bagaço no dinheiro do pagador de imposto.
Se o dinheiro se acabar, nos empurramos mais um imposto nos espinhaço desses burros.
É assim que trabalha um desgoverno de esquerda.
É pra fhu fhu a população e ficar mais vulneráveis ainda dependendo de esmolas de governo.
O golpe está aí, só não vêr quem não quer.
Tão comendo com força! Ninguém segura essa turma não?
🎶🎵🎶🎵 Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão, se gritar pega ladrão, não fica um… 🎶🎵🎶🎵🎶🎶🎶
essa música fica perfeita interpretada pelo general heleno