Geral

‘Maternidade’ para bebês reborn tem incubadora e até um ‘plano de vacinação’ para os bonecos

Foto: Bruna Gracioto

A ideia de ter uma “maternidade” de “bebês reborn” surgiu quando Alana Generoso, dona da Alana Babys, estava na maternidade com seus filhos trigêmeos recém-nascidos. Após o parto, dois deles tiveram que ficar na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) para ganhar peso. À época, Alana já trabalhava criando “bebês reborn”, e então duas assistentes sociais fizeram um pedido inusitado à ela.

“Elas me perguntaram se eu poderia fazer uma bonequinha pequenininha para elas mostrarem aos irmãozinhos que iam ver o irmão naquela incubadora e para as mães que tinham medo daquilo”, afirma.

A boneca serviria como objeto educativo, para que as famílias pudessem tocar e entender como era um bebê daquele tamanho. “Muitos pensavam que se o bebê está na incubadora é porque não vai sobreviver, e não, é um suporte essencial para a vida da criança”, diz Alana, que tem os três filhos saudáveis hoje em dia.

Foi a partir desse pedido que ela teve a ideia de criar um ambiente parecido em sua loja física de “bebês reborn”, localizada em Campinas. “Eu gosto muito do diferente, e pensei que uma loja com estilo de maternidade chamaria muito a atenção. E aí meus filhos receberam alta, eu voltei a trabalhar, e comecei a pesquisar onde eu conseguiria incubadoras, berço hospitalar, etc”, relembra.

Na loja Alana Babys, é possível ter uma experiência muito similar à realidade de uma maternidade, em uma “brincadeira de larga escala”. Quando as clientes entram na loja, elas encontram diversos “bebês reborn” de pronta entrega em incubadoras reais.

“Essa boneca vai com enxoval, certidão de nascimento, certificado explicando como todo o trabalho foi feito, uma bolsa de maternidade. Aí a gente pesa, mede, faz o teste do pezinho. Um mês depois a gente fala que é para voltar para a primeira consulta, que é uma coisa mais lúdica, para brincar. Às vezes, a criança tem tanto medo de vacina, e, levando a boneca para se vacinar, ela acaba perdendo o medo também”.

Bruna Gracioto é dona do ateliê Shop Bebê Reborn em São Paulo, e artesã de bonecas reborn. Atualmente, Bruna vende a maioria de seus “bebês reborn” pela internet, mas, para os clientes que querem ter a experiência da maternidade, é possível agendar um horário e ser atendido presencialmente no ateliê.

“Tem aquela pulseirinha maternidade que é de verdade mesmo, aquela que dão no hospital. A gente coloca o nome do bebezinho, a data de nascimento, o peso e o tamanho. A gente tem o jaleco de enfermeira, daí a gente pode ouvir o coraçãozinho com o estetoscópio, tem o otoscópio para examinar o ouvidinho. O bebê já vem com o desenho da vacina BCG, tem alguns que têm até o efeito com inflamação”.

Tem feito sucesso entre apreciadores da arte reborn ainda a simulação de parto das bonecas. “A gente coloca o bebê em como se fosse uma bolsa amniótica, em um parto que é chamado empelicado, que é quando o bebê nasce na bolsa e não é estourada. Então a gente coloca um líquido dentro, para quem vem aqui tem até o cordão umbilical feito de silicone com a placenta”, diz Bruna, que envia a bolsa com líquido para a simulação de parto aos clientes que compram online.

Para simular a experiência, porém, é necessário adquirir um “bebê reborn” de silicone sólido, que pode entrar em contato com a água e tem o corpo maleável. Esse é o tipo mais caro do boneco, que custa, em média, entre 5.000 e 15 mil reais. Outras opções mais baratas, como o bebê com corpo de pano ou de vinil não podem ser submetidos à prática.

Na loja Alana Babys, também é possível fazer a experiência de parto com bebês de silicone sólido. “Tem que ser criada a bolsa com água quente e gelatina incolor. Eu mesma faço o cordão umbilical e a placenta”.

Além disso, a artesã diz já ter feito testes com outras formas de simulação de parto. “Eu também tive a ideia depois de criar a barriga, com várias camadas igual as bonecas. E aí eu fiz esse parto tirando a boneca de dentro e filmei tudo”.

“Para as crianças, é uma forma de educar e ensinar sobre partos. É algo que só traz benefícios, memórias da infância, memórias de quando o seu filho nasceu”, afirma Bruna.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Me desculpe BG, mas não vejo o menor sentido, um Blog do seu nível e categoria, se passar a dar qualquer tipo de noticia sobre esse assunto. Na minha modesta opinião, trata-se de uma verdadeira alienação coletiva sem o mínimo de credibilidade. Lamentável tamanha loucura desse histerismo coletivo atual.

  2. Frescura em grau elevadíssimo, caso de internação em hospital psiquiátrico. Algum “sabido” tá ganhando dinheiro dessa onda, bando otários.

  3. VÃO PROCURAR UMA LAVAGEM DE ROUPA, MAGOTE DE VAGABUNDOS! MUNDO VELHO VIRANDO DE CABEÇA PRA BAIXO. PQP!!!!!

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Política

ROMBO: Câmara aprova parcelamento de dívida previdenciária da Prefeitura de Mossoró por até 25 anos

Foto: Reprodução

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou o Projeto de Lei nº 189/2026, enviado pelo prefeito Marcos Medeiros, autorizando o parcelamento das dívidas acumuladas com o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ-Mossoró) em até 300 prestações mensais, equivalente a até 25 anos. A medida abrange débitos de competências até agosto de 2025, ainda na gestão do ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra, incluindo até valores descontados de salários, aposentadorias e pensões dos próprios servidores, mas nunca repassados ao Previ-Mossoró.

O projeto aprovado, no entanto, não informa sequer o valor total da dívida, que poderá se estender até 2051. Além disso, também não constam o valor estimado das parcelas, o percentual do orçamento que será comprometido nem o custo final da operação depois de somados IPCA e juros de 0,5% ao mês.

Para garantir o pagamento, a administração municipal vinculou automaticamente as parcelas ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma das principais fontes de receita da cidade. Isso significa que o dinheiro sairá antes mesmo de chegar ao caixa da Prefeitura de Mossoró. Caso o FPM não seja suficiente, a diferença sairá de recursos próprios, comprometendo por décadas a capacidade de investimento em serviços públicos. Um agravante à parte: o texto permite renegociar até contribuições que já foram descontadas dos servidores e nunca repassadas ao fundo, transformando um calote em parcelamento de longo prazo.

*Com informações do Blog do Barreto.

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Economia

Usuários de apps de transporte em Natal relatam aumento nos preços e tempo de espera

Screenshot

Foto: Magnus Nascimento

Usuários de aplicativos de transporte em Natal têm enfrentado corridas mais caras, maior tempo de espera e cancelamentos frequentes de viagens. Passageiros relatam que as mudanças vêm sendo percebidas há vários meses, enquanto motoristas atribuem os problemas à baixa remuneração repassada pelas plataformas.

A gestora escolar Julie Rodrigues pede carro por aplicativo todos os dias para ir ao trabalho. Segundo ela, antes era comum aguardar entre três e quatro minutos pela chegada do motorista, mas atualmente a estimativa costuma ser maior.

“Hoje, por exemplo, eu pedi e estava com 14 minutos. Então, estava bem distante. E muitas vezes nesse ínterim eles acabam cancelando também”, relatou.

Carlos Cavalcanti, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos de Transportes do Rio Grande do Norte (Sintat/RN), afirma que, enquanto os passageiros têm percebido o aumento no valor das viagens, os condutores recebem uma parcela cada vez menor do montante pago.

“As pessoas estão pagando caro na viagem do aplicativo, mas o motorista passou a ganhar menos”, alerta.

De acordo com o sindicalista, o aumento dos custos operacionais, como combustível, manutenção dos veículos e despesas do dia a dia, não foi acompanhado por um reajuste nos ganhos dos motoristas.

“Aumenta o IPVA, aumenta a tarifa de energia elétrica, aumenta o preço do pão, do café e do leite, mas não tem aumento real para o motorista por aplicativo”, disse.

O presidente do Sintat/RN também relatou que muitos profissionais têm deixado a atividade devido à dificuldade de arcar com os custos do trabalho. Segundo ele, alguns motoristas migraram para outras modalidades de transporte por aplicativo, como as motocicletas, enquanto outros desistiram da profissão.

Tribuna do Norte 

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Política

Lindbergh envia emendas milionárias para cooperativas ligadas ao MST no Paraná, reduto de Gleisi Hoffmann

Foto: Reprodução

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) destinou R$ 1,7 milhão em emendas parlamentares para três cooperativas ligadas ao MST no Paraná, estado de atuação política da ministra Gleisi Hoffmann (PT). Os recursos foram executados em 2025 por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

O valor destinado ao Paraná foi 2,5 vezes superior ao enviado ao Rio de Janeiro, estado pelo qual Lindbergh foi eleito, que recebeu R$ 680 mil para ações voltadas à agricultura familiar, conforme a coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Entre as entidades beneficiadas está a Cooperativa de Comercialização Camponesa Vale do Ivaí (Cocavi), de Jardim Alegre (PR), ligada ao MST. A entidade recebeu R$ 1,06 milhão em emendas destinadas pelo parlamentar.

A entidade foi visitada por Gleisi Hoffmann em abril. Na ocasião, a ministra publicou nas redes sociais que participou de uma celebração no assentamento Oito de Abril, em Jardim Alegre, e destacou a atuação da cooperativa na produção de alimentos.

Outras duas cooperativas também foram beneficiadas. A Cooperativa de Produção, Industrialização e Comercialização Agrícola Ribeirão Vermelho (Coprari), de Centenário do Sul, recebeu R$ 374 mil, enquanto a Cooperativa Agroindustrial de Produção e Comercialização Conquista (Copacon), em Londrina, recebeu R$ 260 mil.

Os valores foram destinados por meio de emendas apresentadas em 2024. Naquele ano, o ministro Flávio Dino determinou restrições ao envio de recursos para estados diferentes daqueles pelos quais os parlamentares foram eleitos, apontando risco de distorções e favorecimentos.

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Mundo

ALERTA: Rubio convoca 60 países contra “aumento alarmante” da violência política de esquerda

Foto: Reprodução

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, reuniu representantes de mais de 60 países para discutir o que classificou como um “alarmante aumento” da violência política associada a grupos de esquerda.

A fala ocorreu nesta quinta-feira (16), durante uma iniciativa do governo do presidente Donald Trump voltada ao debate sobre terrorismo político, tema que passou a receber maior atenção entre republicanos antes das eleições legislativas americanas.

Segundo Rubio, atos violentos atribuídos a grupos ligados a ideologias de esquerda teriam sido minimizados por setores da sociedade e por autoridades, conforme a Jovem Pan News.

“Muitas pessoas em posições de poder têm repetidamente minimizado atos de violência e até de terrorismo como formas legítimas de expressão política, desde que servissem a uma causa de esquerda”, disse Rubio.

Durante o encontro, Rubio afirmou que o combate ao que chamou de ameaça tem sido um “ponto cego” das políticas antiterroristas. A reunião reuniu principalmente representantes de países europeus e latino-americanos.

Trump e aliados republicanos têm ampliado as críticas a setores da esquerda americana durante a preparação para as eleições legislativas de novembro.

O presidente já afirmou que grupos progressistas radicais representariam uma ameaça ao modo de vida tradicional dos Estados Unidos.

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Política

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro diz que tentou evitar tarifaço dos EUA e que Lula “cavou o pênalti contra o povo brasileiro”

Imagens: Reprodução/Poder360

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que tentou atuar para evitar a decisão dos Estados Unidos de aplicar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Segundo ele, integrantes de sua equipe tentaram articular uma reação antes do anúncio norte-americano.

“Lula fez força para isso. Cavou o pênalti. Conseguiu. Chegou a tarifa contra os interesses do povo brasileiro”, disse o senador e pré-candidato à Presidência da República.

Flávio também mencionou novas tarifas aplicadas pela China sobre a carne brasileira exportada ao país. Segundo ele, a cobrança de 55% incide sobre volumes que ultrapassarem uma determinada cota.

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Judiciário

[VÍDEO] “Não sou obrigado a parar”: voto de desembargador do TJ-GO sobre fuga de abordagem policial causa polêmica

Imagens: Reprodução/Jurinews

Uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) voltou a provocar repercussão após um desembargador afirmar que fugir de uma abordagem policial não configura crime de desobediência.

O voto foi dado pelo desembargador Adriano Linhares Camargo, da 4ª Câmara Criminal, no julgamento de um motorista que fugiu de uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Rio Verde (GO).

Durante a sessão, o desembargador afirmou que o motorista não estaria obrigado a cumprir uma ordem de parada e declarou: “O Estado é que me alcance e me prenda”.

O caso envolve um motorista que percorreu cerca de 40 quilômetros após fugir da abordagem policial. Ele foi preso com 70 quilos de drogas, entre maconha e skunk.

No julgamento, Linhares Camargo votou pela absolvição do réu pelo crime de desobediência, previsto no artigo 330 do Código Penal.

Segundo o desembargador, a fuga estaria relacionada ao direito de não produzir provas contra si mesmo e à liberdade individual.

O entendimento diverge de uma tese firmada pelo STJ em 2022. A Corte definiu que desobedecer ordem de parada em fiscalização ou policiamento ostensivo configura crime e não está protegido pelo princípio da não autoincriminação.

Apesar de afastar a condenação por desobediência, o desembargador manteve a condenação do motorista por tráfico interestadual de drogas.

O julgamento foi suspenso após pedido de vista da desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis.

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Mundo

[VÍDEO] Relatório da CIA mostra manipulação de eleições por Maduro, afirma Trump

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA), divulgados pela Casa Branca, apontam que os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tiveram capacidade para manipular o sistema eletrônico de votação da Venezuela entre 2004 e 2020.

A declaração foi feita na quinta-feira (17), durante um pronunciamento na Casa Branca.

No discurso, Trump voltou a criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos e apontou o que considera vulnerabilidades no uso de urnas eletrônicas.

Segundo Trump, os documentos mostram que existia um “complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela”.

O presidente afirmou que o material inclui uma análise da CIA, datada de 29 de junho, baseada em informações reunidas ao longo de quase duas décadas.

Ainda segundo o relatório citado por Trump, a Venezuela tinha “provavelmente alguma capacidade” para manipular sistemas de votação eletrônica.

O documento menciona equipamentos da empresa britânica Smartmatic, cuja tecnologia deixou de ser utilizada nos Estados Unidos em 2007.

Durante o pronunciamento, Trump também afirmou: “Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós”.

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Política

REPERCUSSÃO: Lula usa tênis de R$ 1.199 em vídeo do Prouni e vira alvo de críticas nas redes

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) usou um tênis avaliado em R$ 1.199 em um vídeo gravado para divulgar as inscrições do segundo semestre do Prouni (Programa Universidade para Todos). O vídeo foi publicado no último dia 7, quando começaram as inscrições do programa.

Nas imagens, Lula surge após uma sessão de musculação e convida os estudantes a disputar bolsas em instituições privadas de ensino superior.

De acordo com a fabricante, o Nike Mind 002 foi desenvolvido para treinos e uso cotidiano. A empresa afirma que o modelo conta com espuma responsiva e uma sola projetada para estimular áreas sensoriais dos pés. O preço sugerido é de R$ 1.199.

O fato repercutiu nas redes sociais. Enquanto apoiadores destacaram a disposição física do presidente, críticos passaram a questionar o uso de um tênis de alto valor por um político que costuma defender pautas voltadas à população de menor renda.

Veja o vídeo:

 

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Política

OPINIÃO: Estadão diz que Janja usa “misoginia” para evitar explicar gastos com dinheiro público

Foto: Reprodução

O jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) afirma, em editorial, que a primeira-dama Janja recorre à acusação de “misoginia” para rebater críticas aos gastos com dinheiro público em viagens oficiais.

O editorial foi publicado após entrevista de Janja ao UOL, na qual ela afirmou que as críticas aos gastos são motivadas por “misoginia pura”.

Para o Estadão, ser mulher não elimina a obrigação de prestar contas dos recursos públicos gastos em compromissos oficiais.

O Estadão afirma ainda que usar a acusação de misoginia para responder a questionamentos sobre gastos públicos acaba banalizando um problema enfrentado diariamente por muitas mulheres.

Na avaliação do jornal, cobrar transparência sobre despesas pagas pelo contribuinte é uma obrigação de qualquer agente público, independentemente do sexo.

O editorial também contesta a declaração de Janja de que seria a primeira primeira-dama a “trabalhar efetivamente” no País.

Como contraponto, cita a atuação da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, destacando sua participação na criação do programa Comunidade Solidária, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Por fim, o Estadão afirma que o discurso de defesa das mulheres adotado por Janja contrasta com as escolhas do presidente Lula para cargos de alto escalão.

O jornal ressalta que a maioria das nomeações feitas pelo presidente para ministérios e tribunais superiores foi de homens e argumenta que, apesar disso, Lula não recebe a mesma acusação de “misoginia”.

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Política

“FEZ CORPO MOLE?” Oposição suspeita que Itamaraty sabia de tarifas dos EUA

Foto: Reprodução

Deputados da oposição articulam convocar novamente o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após ele não comparecer à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

O grupo quer que o chanceler explique a atuação do Itamaraty nas negociações com os Estados Unidos e diga se o governo foi avisado com antecedência sobre a aplicação das tarifas americanas.

O deputado Helio Lopes (PL-RJ) diz suspeitar que o Itamaraty já sabia da medida, mas fez pouco para tentar evitar a decisão. Por isso, o parlamentar cobra explicações sobre as negociações conduzidas pelo governo.

Lopes também acusa o governo de explorar politicamente o tema. Segundo o deputado, o Palácio do Planalto usa o caso para atacar adversários e reforçar um discurso nacionalista.

Ele classificou a condução do episódio como uma “grave negligência diplomática”.

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