Foto: Reprodução/GloboNews e Agência O Globo
Mesmo após um posicionamento mais duro do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) ao condenar o ataque do Hamas a Israel, o infectologista Jean Gorinchteyn não retornará para a pré-campanha a prefeito do parlamentar.
Em entrevista ao GLOBO, médico, que foi secretário de saúde de São Paulo no governo João Doria e estava trabalhando com o psolista na elaboração de projetos para a área, avaliou que a diferença de posicionamento entre os dois poderia gerar mais problemas adiante. Ele comunicou seu desligando da equipe do no último domingo, quando Boulos fez uma postagem pró-Palestina em suas redes sociais.
Segundo o infectologista, a decisão para deixar a equipe de pré-campanha se deve a uma “dificuldade de alinhamento” com Boulos. Ele conta ainda que, logo após o início dos conflito, os dois tentaram elaborar uma nota, mas não conseguiram chegar em um consenso sobre o texto.
— Estávamos elaborando uma nota conjunta, mas tivemos dificuldades em alinhar, cada um tinha sua questão ideológica. Falávamos pelo WhatsApp, nós dois. Mandava-se um texto, e ele voltava meio corrigido. Foi difícil o alinhamento — disse Gorinchteyn.
No último sábado, após os ataques do Hamas a Israel, Boulos fez uma publicação no X (antigo Twitter) comentando sobre o conflito após parlamentares bolsonaristas tentarem vincularem o psolista ao Hamas. Na postagem, Boulos afirmou que sua defesa do povo palestino é pública, mas que condenava “ataques violentos a civis” e defendia uma solução “pacífica e duradora” para a região da Faixa de Gaza.
Um dia após a postagem, o infectologista anunciou sua saída da coordenação da campanha de Boulos na área da saúde.
“Diante da postura pró-Palestina que não menciona ou condena o grupo extremista Hamas pelos atentados terroristas em Israel no último sábado, que vitimaram civis e sequestraram mulheres e crianças de forma bárbara, adotei a decisão oficial de me retirar da coordenação do plano na área de Saúde”, disse no texto.
Nesta terça-feira, após a baixa, Boulos mudou o tom e citou nominalmente o o grupo terrorista, em discurso na Câmara.
— Diante da situação trágica que nós estamos acompanhando no Oriente Médio, eu queria aqui me solidarizar com todos os familiares das vítimas dos ataques propagados pelo Hamas — disse Boulos, que continuou — Nada justifica o assassinato de civis inocentes.
Em seguida, o parlamentar afirmou ser importante pontuar que o grupo terrorista não representa o povo palestino como um todo. Neste contexto, fez críticas ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que classificou ser de um governo de extrema direita:
— Quero aqui me solidarizar também com todas as vítimas dos ataques feitos pelo governo de extrema direita de Benjamim Netanyahu que, com a sua atitude de violência contra os palestinos nos últimos anos e descumprimento dos acordos internacionais, só agravou o conflito.
O Globo
Boulos de fezes!
Mais um da turma dos psicopatas apoiador de terroristas genocidas.
É o Boulos de Fezes!
Esse canalha invasor de propriedade privada acha que engana quem? Os retardados não precisam ser mais enganados. Já são.
Essa política ideológica que o PT E PSOL faz , é enganar os idiotas e tirar proveito político.