O presidente da Cooperativa dos Médicos do Rio Grande do Norte (COOPMED-RN), Fernando Pinto, será o entrevistado desta quarta-feira (27) do programa MEIO-DIA CIDADE. O vereador natalense Marcos Antônio, do Psol, também estará presente no estúdio da 94 FM.
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Os presidentes da Colômbia e de Cuba se manifestaram publicamente diante da escalada de tensão na Venezuela, após o governo de Nicolás Maduro acusar os Estados Unidos de promoverem ataques militares no país. As declarações reforçam a preocupação regional com o agravamento do conflito e seus possíveis impactos sobre a população civil.
Em publicação nas redes sociais, o presidente colombiano Gustavo Petro afirmou que o seu governo “rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil”. Petro disse ainda que a Colômbia acompanha o cenário com “profunda preocupação” e pediu contenção de todas as partes envolvidas, sem citar diretamente os Estados Unidos.
Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, adotou um tom mais duro ao classificar como “criminoso” o que chamou de ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela. Segundo ele, a ofensiva representa uma ameaça direta à paz regional e exige uma reação da comunidade internacional.
A crise ganhou novo patamar após o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmar ações militares em território venezuelano e afirmar que Nicolás Maduro teria sido capturado e retirado do país. Nos últimos meses, a tensão entre Washington e Caracas se intensificou, com o reforço da presença militar americana no Caribe e ataques a embarcações na região.
Foto: Jesus Vargas e Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.
Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.
Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.
Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.
Venezuela acusa os EUA
Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.
“O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”
O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.
Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
Mais imagens do ataque aéreo contra a base Generalissimo Francisco de Miranda, perto de Caracas. No vídeo podemos ver que a bomba cai exatamente na base de uma coluna de fumaça de uma explosão anterior, confirmando tratar-se de munição de precisão, provavelmente uma JDAM guiada a… pic.twitter.com/XtEaWOb0M3
Explosões foram ouvidas na madrugada deste sábado (3) em Caracas, capital da Venezuela, segundo relatos de equipes da CNN e da agência Reuters. Testemunhas afirmaram ter visto colunas de fumaça e helicópteros sobrevoando a cidade, além de quedas de energia em diferentes regiões após as detonações.
Jornalistas no local relataram que a primeira explosão ocorreu por volta de 1h50 no horário local (2h50 em Brasília) e teve forte impacto. “Uma delas foi tão forte que minha janela tremeu”, afirmou a correspondente da CNN Español, Osmary Hernández. Após os estrondos, também foi possível ouvir o som de aeronaves militares sobre a capital.
O governo de Nicolás Maduro classificou o episódio como uma “grave agressão militar” dos Estados Unidos e afirmou que ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Diante da situação, Maduro decretou estado de emergência, ordenou a ativação dos planos de defesa nacional e anunciou que levará o caso ao Conselho de Segurança da ONU e a outros organismos internacionais.
A escalada ocorre em meio ao aumento das tensões entre Caracas e Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, vinha alertando sobre novas ações contra supostas redes de narcotráfico na Venezuela, após reforçar a presença militar no Caribe e ampliar sanções, incluindo um bloqueio ao petróleo venezuelano. Líderes regionais reagiram: o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou preocupação, enquanto o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou o que chamou de ataque “criminoso” contra a Venezuela.
Uma declaração antiga do rapper Emicida voltou a repercutir nas redes sociais e reacendeu críticas ao artista. Em um show, ele afirmou que “a burguesia fede”, frase que ganhou novo peso diante do contexto: o evento tinha ingressos que chegavam a R$ 1.000, enquanto o cantor usava uma blusa da grife Gucci avaliada em cerca de R$ 5.000.
A cena provocou questionamentos sobre a coerência entre o discurso antielitista e a inserção do artista em um circuito marcado por preços elevados e consumo de luxo. Para críticos, há um descompasso evidente entre a retórica de combate às elites e a realidade de apresentações voltadas a um público majoritariamente de alto poder aquisitivo.
Nas redes, o episódio foi usado como exemplo do que alguns chamam de “militância gourmet”, em que discursos políticos fortes acabam diluídos quando associados a marcas caras e eventos exclusivos. A crítica central aponta que a mensagem perde impacto quando emitida a partir de um palco cercado por símbolos de status.
Defensores de Emicida argumentam que a fala não é direcionada ao consumo individual, mas às estruturas de poder e desigualdade social. Ainda assim, o episódio reforça um debate recorrente no meio cultural: até que ponto um discurso político se sustenta quando passa a coexistir com um mercado altamente elitizado e lucrativo.
Uma confusão envolvendo jipeiros nas dunas de Búzios, em Nísia Floresta, terminou na delegacia de Parnamirim nesta semana. O desentendimento ocorreu na entrada da área de dunas, que é particular e pertence à família Gosso, e teria começado após um grupo impedir o acesso de outros profissionais, inviabilizando passeios turísticos, incluindo o tradicional pôr do sol.
Segundo relato de uma das jipeiras envolvidas, o conflito gira em torno da atuação de condutores que teriam feito cursos sem autorização da Prefeitura de Nísia Floresta, mas que se consideram aptos a trabalhar no local. Ela afirma que apenas jipeiros credenciados no município poderiam circular em determinados trechos das dunas, enquanto os demais estariam sendo alvo de tentativas de intimidação e bloqueios de vias.
A situação se agravou com a menção a uma medida protetiva envolvendo o presidente de uma associação de jipeiros. De acordo com a versão apresentada, o dirigente já estaria no local quando o outro grupo chegou, e há alegação de que houve uma tentativa de armadilha para acusá-lo de descumprimento da ordem judicial. A Polícia Militar foi acionada e acompanhou a ocorrência no local.
Ainda conforme os depoimentos, áudios apresentados à polícia indicariam pedidos para que o proprietário da área impedisse o acesso de determinados profissionais às dunas, além de relatos de coação a turistas. A jipeira afirma que não existe, até o momento, uma lei municipal que proíba a atuação dos chamados “não credenciados”, destacando a existência de legislação estadual recente que prevê a futura regulamentação da atividade.
A Polícia Militar confirmou que a ocorrência mobilizou várias viaturas por se tratar de uma área de dunas e por relatos iniciais de disparos de arma de fogo e confronto entre os envolvidos em outros pontos, como na Rota do Sol e na região do Cajueiro. Todos os participantes foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos, e caberá agora à autoridade policial decidir sobre eventuais medidas judiciais.
A Prefeitura do Natal divulgou nesta sexta-feira (2) a programação completa de shows da Festa de Santos Reis, que será realizada entre os dias 2 e 6 de janeiro, no Santuário dos Santos Reis, no bairro de Santos Reis, na Zona Leste da capital. O evento integra o calendário oficial do Natal em Natal e acontece na Praça Engenheiro Wilson Miranda, em frente ao santuário, com acesso gratuito ao público.
A programação reúne artistas locais e regionais, como Edy Vaqueiro, Eliane, Flay e Fabinho Miranda. Considerada uma das celebrações mais tradicionais da cidade, a Festa de Santos Reis marca o encerramento simbólico do ciclo natalino, unindo programação musical e manifestação religiosa que faz parte da história de Natal.
A festa integra o Natal em Natal, iniciado em dezembro, com apresentações em diversos polos da cidade. De acordo com a gestão municipal, a proposta é fortalecer a economia criativa, ampliar o acesso à cultura e manter vivas as tradições populares que atravessam gerações na capital potiguar.
Programação completa:
Quinta-feira (02/01)
Debinha Ramos
Roberto do Acordeon
Banda Mel
Sexta-feira (03/01)
Tornado do Samba
Fabinho Miranda
Zé Orlando
Sábado (04/01)
Kanelinha
Igor Karuso
Flay
Segunda-feira (05/01)
Roberta Karina
Arnaldinho
Eliane
Terça-feira (06/01)
Dinho Filho e Banda
Edy Vaqueiro
Messias Paraguai
A China, principal destino da carne bovina brasileira, adotou medidas de salvaguarda que devem reduzir de forma significativa as exportações do Brasil. A avaliação é do sócio-diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres, após anúncio oficial do governo chinês feito na quarta-feira (31), com regras válidas a partir de 1º de janeiro.
Segundo Torres, o Brasil vinha exportando cerca de 1,5 milhão de toneladas por ano para o mercado chinês, mas passará a ter uma cota de pouco mais de 1,1 milhão de toneladas em 2026.
“Na prática, o Brasil deve deixar de exportar perto de 500 mil toneladas de carne bovina ao mercado chinês em 2026. É um baque, porque era um fluxo que vinha crescendo”, afirmou.
A salvaguarda estabelece cotas anuais por país e tarifa adicional de 55% sobre o volume que ultrapassar o limite. Para o Brasil, a cota será de 1,106 milhão de toneladas em 2026, subindo para 1,128 milhão em 2027 e 1,154 milhão em 2028.
Argentina e Uruguai tendem a ser menos afetados, considerando o tamanho de seus rebanhos, e podem se beneficiar de forma indireta, inclusive por meio de grupos com plantas frigoríficas nesses países.
A Prefeitura de Balneário Camboriú (SC) notificou a barraca Ponto de Milho 69, que funciona na Praia Central, após um episódio de agressão envolvendo funcionários do quiosque e um turista argentino. Segundo o município, a confusão começou após uma discussão sobre a cobrança feita pelo estabelecimento.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o turista sendo agredido com uma vassoura durante o desentendimento. Diante do caso, a prefeitura informou que o responsável pela barraca terá até 48 horas para apresentar defesa e esclarecer os fatos, segundo informações da CNN.
Também foi determinada a abertura de processo administrativo para apurar as responsabilidades. De acordo com a administração municipal, a medida busca garantir o direito de defesa, mas também avaliar se houve conduta incompatível com a ordem pública em espaço público.
Segundo a prefeitura, caso fique comprovada irregularidade ou prática inadequada, a permissão de uso do quiosque poderá ser revogada, sem prejuízo de outras sanções administrativas previstas em lei. O município afirmou que não compactua com qualquer tipo de violência em áreas públicas.
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que trabalha para criar um bloco de governos de direita na América do Sul, com o objetivo de enfrentar o que chamou de “câncer do socialismo”. A declaração foi dada em entrevista à CNN, na qual ele disse que a região estaria despertando do “pesadelo do socialismo do século 21”.
Questionado diretamente sobre a articulação de um grupo político alinhado à direita, Milei foi taxativo: “Não tenha dúvidas, estou trabalhando ativamente para isso”. Segundo ele, ainda não há nome definido para o bloco, mas as conversas envolveriam cerca de dez países da região.
Durante a entrevista, o presidente argentino voltou a criticar o socialismo, que classificou como uma “farsa” usada para a tomada de poder e responsável pelo empobrecimento da população.
Milei afirmou que a proposta do grupo é “abraçar a liberdade” e enfrentar diferentes versões do socialismo, incluindo o chamado socialismo do século 21 e a agenda “woke”, termo usado para pautas identitárias e progressistas.
Milei também respondeu a questionamentos sobre uma possível incoerência entre o alinhamento político com Donald Trump e a manutenção de relações comerciais com a China.
Segundo ele, a diretriz defendida por Trump diz respeito ao campo geopolítico, enquanto o comércio deve ser tratado separadamente, mantendo interesses econômicos da Argentina.
O STF vai realizar, na próxima quinta-feira (8), um evento para relembrar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília. A programação ocorre ao longo da tarde e é organizada pela própria Corte, segundo informações de O Antagonista.
Batizado de “Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, o evento começa às 14h30 e inclui a abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, exibição de documentário, roda de conversa com jornalistas, mesa-redonda e coffee break, todas as atividades realizadas em espaços do STF.
Na última sessão da Primeira Turma em 2025, em 16 de dezembro, o ministro Alexandre de Moraes apresentou um balanço dos processos ligados aos atos. Desde então, foram autuadas 1.734 ações penais, resultado das investigações conduzidas pela Procuradoria-Geral da República e pela Polícia Federal.
Do total, 810 pessoas foram condenadas, sendo 395 por crimes considerados mais graves e 415 por crimes menos graves, além de 14 absolvições.
O STF também homologou 564 acordos de não persecução penal, que, segundo a Corte, resultaram no ressarcimento de mais de R$ 3 milhões aos cofres públicos; outras ações e denúncias seguem em tramitação.
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