Judiciário

Mendonça derruba decisão do Confaz sobre ICMS do diesel

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça concedeu, na noite desta sexta-feira (13), liminar que derruba a decisão do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) sobre a política de ICMS dos estados sobre o diesel. A liminar suspende a eficácia das cláusulas quarta e quinta do convênio ICMS 16/2022, do Confaz e de seu anexo II.

Assim, não se admitirá mais 27 alíquotas diferentes de ICMS, o que representa uma uniformidade e redução do valor do combustível e menor flutuação dos preços. Volta, portanto, a valer o comando da Lei Complementar 192/2022, com uma tributação equilibrada e proporcional.

Pedido

A AGU (Advocacia Geral da União), a pedido da Presidência da República, acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) contra suspensão de convênio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) que definiu política de ICMS dos estados sobre o diesel.

André Mendonça é o relator da ação.

A AGU alegou que o convênio do Confaz adota “um heterodoxo ‘fator de equalização’ de carga tributária para cada estado”, para “adaptar a arrecadação de ICMS dos Estados e DF ao novo modelo de tributação monofásica”.

“A presente ação direta se destina a impugnar as cláusulas quarta e quinta, bem como o respectivo Anexo II, do Convênio ICMS nº 16, de 24 de março de 2022, celebrado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, que ‘disciplina a incidência única do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias’ e sobre ‘Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação’ [ICMS] sobre óleo diesel e define as alíquotas aplicáveis”, diz a ação direta de inconstitucionalidade que a AGU protocolou no STF.

Os secretários estaduais de Fazenda aprovaram dia 24 de março o “Convênio ICMS”, que disciplina a cobrança do imposto para o óleo diesel. A proposta cria uma alíquota com custo padrão fixo por litro e prorroga o congelamento do imposto estadual sobre gasolina, etanol e gás de cozinha por mais 90 dias. Assim, a medida segue em vigor até 30 de junho, e as novas normas passam a valer no dia seguinte: 1º de julho.

A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Confaz. Pelo acordo, a alíquota estadual para o litro de óleo diesel S10, o mais difundido no país no momento, foi fixado em um teto de R$ 1,006, calculado com valor de referência de novembro do ano passado.

Segundo a AGU, a forte assimetria das alíquotas de ICMS “enseja problemas que vão muito além da integridade do federalismo fiscal brasileiro”.

“Onerando sobretudo o consumidor final, que acaba penalizado com o alto custo gerado por alíquotas excessivas para combustíveis – que são insumos essenciais, e, por isso, deveriam ser tratados com modicidade – e com a dificuldade no entendimento da composição do preço final desses produtos”, afirmou a AGU.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Botem a cara prá bater e não escondam o verdadeiro nome, o pior é se deixar ser roubado por governadores de esquerda. Chupa petralhas.

  2. O pior é que de fato a baixa na ponta final, ou seja, na bomba não acontecerá e apenas quem vai ganhar serão os revendedores e por outro lado quem perde é à população pois isso pode gerar dificuldades para alguns estados em prover os seus compromissos. A mídia por sinal geralmente não fica do lado do consumidor que sempre arrumou uma desculpa para o aumento em nível nacional e local. Aqui no RN a resposta para o valor alto dos combustíveis comparado aos estados vizinhos PB e PE era porque o tinha o ICMS mais alto que PB:PE o que não era e não é atualmente. Em nível nacional era o dollar variando qie funciona apenas quando ele varia pra cima e nunca quando desce.
    Só houve um momento histórico de baixa nas bombas e o dollar subindo no auge da pandemia onde o consumo baixou.
    Ademais o que tem o álcool etanol para subir por conta da guerra da Ucrânia se ele é produzido aqui em Arês?
    Finalizando, o governo faz espuma onde a gente passa a mão e não encontra nada!

  3. Blog pró Rogerio Marinho e Bolsonaro, tendencioso e parcial. A imprensa deveria deixar de ser torcedora de politicos.

    1. O blog do BG tem compromisso com o que é certo e justo. Rogério Marinho é certo e justo e Bolsonaro MESSIAS nem se fala, pois ele é o pai de tudo que é certo e de toda a justiça divina. A justiça dos homens não é nada para Jair, Ele é um perceguido, mas a coragem que o Pai li deu o encoraja para continuar lutando pelo povo contra os ímpios e blasfemadores

    1. Vc esta torcendo p os preços continuarem altos! Só pelo nome já sabemos q é um otario completo, adorador de corrupto, bandido

    2. Eu nem ligo para preço de combustivel, todo dia tenho 50 reais para abastecer meu Peujot 208, sai do crosfox, pra nao confudirem com polo, pois como sou empresario todo dia sobra dinheiro

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Política

De Brasília, Prefeita Aize Bezerra inicia articulação para garantir escrituras de milhares de imóveis em João Câmara

Foto: Divulgação

Poucos sabem, mas quase 50% da área urbana e parte da zona rural de João Câmara pertencem oficialmente à União, uma situação que se arrasta há mais de um século e impede que milhares de famílias obtenham a escritura pública de seus imóveis. Sem esse documento, muitos proprietários enfrentam dificuldades para financiar, vender, regularizar ou valorizar seus imóveis.

Para enfrentar esse problema histórico, a prefeita Aize Bezerra, acompanhada da secretária de Planejamento, Karolina Assunção, da Procuradoria do Município e do deputado federal Benes Leocádio, cumpre agenda na Superintendência do Patrimônio da União (SPU), em Brasília.

A reunião marca o início de uma articulação que poderá resultar no maior projeto de regularização fundiária da história de João Câmara.

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Judiciário

TSE bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro

Screenshot

Foto: Reprodução 

A Justiça Eleitoral determinou o bloqueio de R$ 227 mil, em valores atualizados após correção monetária, de Ana Cristina Valle, segunda esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O motivo é falha na prestação de contas de campanha.

Ana Cristina foi candidata a deputada distrital pelo partido Progressistas em 2022, obteve apenas 1.485 votos na capital e não se elegeu.

Segundo o TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), os gastos da campanha totalizaram R$ 303.488,96 e não houve comprovação referente ao montante de R$ 134,4 mil – valor antes da correção monetária. Ana Cristina falhou em apresentar documentação correspondentes a 44,31% das despesas de campanha.

O tribunal apontou diversas inconsistências em despesas custeadas com recursos do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha). Entre elas, ausência de notas fiscais, de contratos e de comprovantes de prestação de serviços. Também foi verificada a falta de documentos que demonstrassem a efetiva realização de gastos com militância, alimentação, combustível, locação de bens e impulsionamento de conteúdo na internet.

Entre as inconsistências, segundo a Justiça Eleitoral, houve um pagamento de R$ 35.150 destinado a atividades de militância sem documentação comprovando a efetiva prestação dos serviços. Ainda foram identificados R$ 3 mil em despesas com combustível sem comprovação da vinculação dos abastecimentos a veículos utilizados na campanha. Por fim, houve um gasto com aluguel de imóvel pago por período posterior ao encerramento das eleições.

Durante a tramitação do processo, a candidata foi intimada em duas oportunidades para apresentar esclarecimentos ou documentos complementares, mas não deu retorno à Justiça Eleitoral. Para o relator do caso, a ausência de manifestação reforçou a gravidade das irregularidades. A prestação de contas final da campanha também foi apresentada fora do prazo formal.

Caso o bloqueio das contas não seja suficiente, a medida do TSE pode afetar imóveis e veículos de Ana Cristina.

CNN

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Jornalismo

VÍDEO: Natalense registra encontro com Neymar em parque da Disney

Um vídeo gravado por um natalense durante visita a um dos parques da Disney mostra o momento em que Neymar passa pelo local cercado por algumas pessoas.

Enquanto registra a cena, o potiguar chama pelo jogador e repete diversas vezes: “Te amo, Neymar! Obrigado, te amo!”.

O atleta segue caminhando, acena rapidamente para o grupo e continua o trajeto, em um registro que repercutiu nas redes sociais.

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Judiciário

Defesa de Virginia diz que influencer não quis prejudicar consumidores

Foto: Reprodução 

Após o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizar uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a influenciadora Virginia Fonseca, a defesa da influencer afirmou que ela não teve “intenção de causar prejuízo aos consumidores”.

O MP acusa a influenciadora e a plataforma de apostas Blaze de adotarem práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo.

A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (9), a defesa de Virginia Fonseca refutou a ação do Ministério Público e alegou que a responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em “presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora”.

Veja o posicionamento da defesa na íntegra

“A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9), da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos.

Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca.

A defesa entende que o MPDFT poderia ter aguardado a conclusão das apurações instauradas pelo próprio órgão, o que certamente daria outro rumo à demanda. A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no Poder Judiciário e prestará todos os esclarecimentos nos autos, oportunidade em que demonstrará, de forma técnica e documentada, a improcedência dos pedidos formulados contra Virginia Fonseca.”

CNN

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Marketing

Ratts Ratis: a agência que aprova campanha por dado, não por feeling

Foto: Reprodução

Aprovar uma campanha porque “ficou bonita” é apostar dinheiro no escuro. Às vezes dá certo. Mas “às vezes” não paga boleto no fim do mês, e construir um negócio em cima de sorte é o caminho mais caro que existe. Durante anos, foi assim que o mercado funcionou: criava-se, publicava-se e torcia-se.

A Ratts Ratis trabalha de outro jeito. Antes de investir pesado, a gente usa IA para testar título, imagem, público e oferta com pouco orçamento. Descobrimos o que realmente engaja e o que faz a pessoa comprar — e só então direcionamos a verba para onde o retorno já foi comprovado. Menos achismo, mais previsibilidade.

Na prática, isso significa que você para de financiar tentativa e erro. Cada real entra numa decisão sustentada por dado, não por opinião. E quando a campanha sobe, ela já passou por um filtro que a maioria das agências sequer aplica.

→ Se você cansou de torcer para a campanha dar certo, a Ratts Ratis te mostra como ter mais controle sobre o resultado. Chama no @rattscom ou no 99215-9781.

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Geral

Vorcaro pagou até R$ 2 milhões para influenciadores atacarem Banco Central

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Foto: Reprodução 

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, enviou pagamentos de até R$ 2 milhões para influenciadores digitais atacarem o BC (Banco Central) nas redes sociais, segundo investigação da PF (Polícia Federal).

A 10ª fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quinta-feira (9) e autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), investigou indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do BC, instituição que determinou a liquidação do Master em novembro do ano passado.

O magistrado emitiu dois mandados de busca e apreensão em Brasília. Na determinação, Mendonça destaca que os investigadores apontaram que Vorcaro utilizou fundos das fraudes do banco liquidado para realizar uma campanha de desinformação na mídia, chamada de “Projeto DV”.

De acordo com as investigações da PF, Vorcaro haveria intimidado e coagido influenciadores que recusaram as ofertas. Além disso, jornalistas e pessoas ligadas a autoridades públicas também foram ilicitamente monitoradas

A operação ainda analisou a atuação da possível organização criminosa para a obtenção indevida de informações sigilosas e a adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.

Alvos da operação

Segundo apuração da CNN Brasil, um dos alvos da operação da PF foi Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. Na decisão, foi autorizada a busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito.

Na decisão, Mendonça destacou o caráter urgente da medida no intuito de evitar a perda de provas digitais e a gravidade de condutas que poderiam interferir nas investigações do caso.

Mensagens trocadas entre Miranda e Vorcaro mencionam formas de buscar informações privadas sobre a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, na tentativa de impedir a produção de novas reportagens sobre o Banco Master.

CNN

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Judiciário

Virginia: servidores do MP se infiltraram entre clientes para investigação

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Foto: Reprodução

Servidores do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) se “infiltraram” entre clientes da Blaze para levantar provas para compor a ação civil pública apresentada pelo órgão contra a casa de apostas e a influenciadora e empresária Virginia Fonseca.

O processo de 855 páginas obtido pela CNN Brasil detalha como foi a ação da Promotoria do Consumidor.

“O objetivo foi monitorar as comunicações promocionais e de marketing da operadora, garantindo a preservação da cadeia de custódia digital dos documentos obtidos. Foram incorporados aos autos e-mails publicitários enviados pela Blaze, capturados em formato PDF a partir da interface web do serviço Gmail. A extração preservou os metadados verificáveis, incluindo endereços de remetente e destinatário, data, hora, conteúdo integral e a identificação da operadora no rodapé”, aponta o promotor Paulo Binicheski, responsável pela peça.

Cadeia de custódia é o caminho documentado de uma prova. Ela registra o histórico de uma evidência desde o momento em que é encontrada no local de um crime até o seu descarte final. Isso garante que a prova não foi trocada ou alterada.

O MP diz que os documentos evidenciam que a Blaze adota uma estratégia sistemática de envio ostensivo e direcionado de e-mails aos consumidores cadastrados. “A prática incentiva ativamente a realização de apostas por meio de ofertas com linguagem persuasiva, senso de urgência artificial e promessas de benefícios com elevado apelo comercial”, explica.

A Promotoria também aponta que em todos os casos analisados as condições essenciais de elegibilidade e ativação das ofertas foram relegadas ao rodapé das mensagens, em tipografia “visivelmente inferior”. Para o MP, essa prática configura, em tese, publicidade enganosa por omissão, nos termos do art. 37, § 3º, do Código de Defesa do Consumidor.

A ação do MP

O MPDFT ajuizou nesta quinta-feira (9) uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a plataforma de apostas Blaze e a influenciadora Virginia Fonseca e pede uma indenização de R$ 120 milhões.

O MP acusa ambos de adotar práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo. A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

CNN

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Polícia

Funcionário com salário de R$ 1,9 mil tinha imóvel de R$ 2,5 milhões, diz MPRN em denúncia por lavagem de dinheiro e sonegação

Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do RN denunciou dois investigados na Operação Emirados, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a empresas distribuidoras de alimentos e bebidas.

A Justiça potiguar aceitou a denúncia, e Marcello Brunno Moreno Moreira e Abraão Lourenço de Queiroz passaram a responder como réus por lavagem de dinheiro.

Segundo o MPRN, a investigação identificou um patrimônio de cerca de R$ 3,5 milhões em nome de Abraão, que atuava como auxiliar de contabilidade e contador.

Ainda conforme o Ministério Público, o funcionário tinha salário declarado de R$ 1.954 e teria registrado bens em seu nome para ocultar patrimônio que, segundo a apuração, pertenceria ao empresário investigado.

Entre os bens apontados está um imóvel em um condomínio de luxo em Parnamirim, avaliado em R$ 2,5 milhões, além de um veículo estimado em aproximadamente R$ 800 mil.

O MPRN afirma que o grupo investigado teria causado prejuízo superior a R$ 15 milhões ao Estado em tributos inscritos em dívida ativa. A denúncia pede a condenação dos réus e a perda dos bens apontados na investigação.

Patrimônio milionário

A Operação Emirados, deflagrada pelo MPRN e pela Polícia Civil no dia 23 de junho passado, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, associação criminosa e falsidade ideológica que teria causado prejuízos superiores a R$ 72 milhões aos cofres públicos.

Segundo o MPRN, o grupo investigado teria usado empresas de fachada e bens registrados em nome de terceiros para ocultar patrimônio. A Justiça determinou o bloqueio de quase R$ 73 milhões em bens, incluindo 18 imóveis e uma lancha.

Durante a operação, foram apreendidos mais de R$ 90 mil em espécie, além de moedas estrangeiras, joias e equipamentos eletrônicos. A investigação também aponta veículos e imóveis de luxo, como um carro de cerca de R$ 800 mil e um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões, registrados em nome de terceiros.

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Política

R$ 409 MIL: Deputado do PT usa verba do gabinete para pagar aluguel de imóvel de assessora

Foto: Larissa Navarro/Alesp

O deputado estadual de São Paulo Luiz Fernando Teixeira (PT) já destinou R$ 409,5 mil da verba da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para pagar o aluguel de um imóvel pertencente a uma assessora do próprio gabinete.

Segundo levantamento divulgado pelo Metrópoles, o gabinete do parlamentar aluga o imóvel de Ana Paula Rossetto desde março de 2019. Em janeiro de 2025, Ana Paula passou a integrar a equipe do deputado em um cargo comissionado, com salário mensal de R$ 8,3 mil.

Somando os valores de aluguel e remuneração até maio de 2026, último registro disponível no Portal da Transparência, os pagamentos chegam a R$ 550,8 mil destinados à assessora.

Ana Paula é filha da vereadora de São Bernardo do Campo Ana do Carmo (PT), ex-deputada estadual por quatro mandatos. Em 2025, ela foi homenageada na Alesp em uma sessão presidida pelo próprio Luiz Fernando Teixeira.

Ao Metrópoles, o gabinete do deputado afirmou que a contratação da assessora ocorreu mais de cinco anos após o início do aluguel e declarou que “não há nenhuma relação entre os dois casos”.

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Geral

[VÍDEO] Carne a R$ 70 revolta consumidora em mercado: “no tempo do Bolsonaro era R$ 30”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

Um vídeo publicado nas redes sociais mostrando uma consumidora reclamando dos preços encontrados durante uma compra em um supermercado viralizou na internet.

Na gravação, a mulher mostra uma porção de carne avaliada em R$ 70 e compara o valor com preços que afirma ter encontrado em outros períodos. Segundo ela, “no tempo do Bolsonaro era R$ 30”.

Além da carne, a consumidora também exibe tomates e outros produtos, enquanto questiona o aumento dos gastos no supermercado.

Durante o vídeo, ela faz críticas ao presidente Lula (PT) e afirma que os preços dos alimentos são motivo de insatisfação para os consumidores.

Opinião dos leitores

  1. Parece que quem fez o L levou foi um L… Kkkkkkk faz o L denovo pra ver no que dá 😂🤡

  2. Só se fosse 30 mil no tempo do sujo e mal lavado. Essa aí tava hibernando ou vivendo em Nárnia?

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