Economia

Mesmo com socorro bilionário, estados devem sair da pandemia ainda mais endividados


Foto: Agência Brasil/ Reprodução

Mesmo com o socorro bilionário do governo federal, os estados devem sair da crise ainda mais endividados do que já estavam antes da pandemia do novo coronavírus. Ao mesmo tempo, o ritmo da recuperação ainda incerto coloca dúvidas sobre o momento em que a arrecadação voltará ao patamar de antes da pandemia. A combinação desses fatores tem levado especialistas a apostar numa nova rodada de resgates ou até numa renegociação da dívida dos governos estaduais.

Entre o início de janeiro e o fim de abril, o estoque da dívida dos estados saltou R$ 53,5 bilhões, e a maior parte do aumento (R$ 52,2 bilhões) é explicada pela variação cambial, de acordo com dados do Banco Central. A alta foi de R$ 41,1 bilhões no saldo da dívida externa e de R$ 11,1 bilhões na dívida interna atrelada ao dólar.

Com a aprovação do socorro, os governos estaduais poderão deixar de pagar as parcelas das dívidas com União, bancos públicos e organismos internacionais até o fim de 2020.

Segundo dados do Ministério da Economia, a medida deve abrir um espaço de R$ 52,5 bilhões no orçamento dos estados. Mas eles terão que reincorporar esse débito (com correções) ao saldo restante dos contratos no início de 2022, o que aumentará o valor do serviço da dívida e pressionará o caixa dos governadores em pleno ano eleitoral.

Até lá, ainda não se sabe se a arrecadação já terá retomado o nível anterior à crise. Os estados começaram 2020 com alta nas receitas próprias, mas o resultado se inverteu em abril, já refletindo as medidas de isolamento social.

Naquele mês, houve diminuição de 15% nas receitas estaduais ante abril de 2019, segundo o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O tombo foi ainda maior em maio, com queda de 23,9% ante igual mês de 2019.

Segundo apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), os secretários estaduais de Fazenda manifestaram preocupação em reunião recente com integrantes da equipe econômica e sinalizaram apoio a uma retomada da agenda de reformas estruturais para tentar contornar os problemas que virão mais à frente.

As prioridades são as reformas tributária, para simplificar o ICMS e acabar com a chamada ‘guerra fiscal’ entre os estados, e a administrativa, para atacar o gasto com funcionalismo.

Para o economista Guilherme Tinoco, especialista em finanças públicas, o problema dos estados ainda não está resolvido. Ele lembra que governos como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais já haviam obtido liminares na Justiça para suspender pagamentos da dívida. Por isso, o socorro tem um impacto menor para eles neste momento, pois parte do alívio possível já havia sido antecipada.

O economista Raul Velloso afirma que muitos estados já estavam virtualmente quebrados antes da pandemia. “O passado está aí, e está se criando um novo acúmulo de problemas.”

Socorro equivale a 40% da perda com receita

O repasse direto de R$ 60 bilhões para os cofres estaduais e municipais, cuja parcela foi paga semana passada, deve representar entre 30% e 40% do que será perdido pelos estados em arrecadação neste ano como consequência da crise provocada pela pandemia, segundo cálculos da Secretaria da Fazenda do estado de São Paulo. Secretários de Fazenda estaduais dizem que vão precisar de uma ajuda adicional caso as medidas de ajuste não deem certo ou a economia demore mais tempo para retomar.

O Rio recebeu R$ 500 milhões, a primeira parcela de R$ 2,5 bilhões, mas a perda de arrecadação no Estado, segundo o secretário de Fazenda Guilherme Mercês, deve ficar em torno de R$ 10 bilhões.

“Se a economia não se recuperar, todos os estados e municípios dependerão de ajuda da União, que é a única capaz de emitir dívida. Todos, no Brasil inteiro, estamos esperando uma recuperação da atividade. Evidentemente, caso ela não ocorra, o governo federal, como líder da federação, tem o papel de ajudar estados e municípios”, disse Mercês.

Mesmo contando com o apoio federal, a programação financeira do Estado só oferece segurança para pagar a folha de salários de agosto, a ser quitada em setembro. O buraco de caixa estimado para este ano é de R$ 6,4 bilhões, estimou Mercês.

No Rio Grande do Sul, o repasse total será de R$ 2,2 bilhões. Desde o início da pandemia, o Estado já perdeu R$ 1,7 bilhão. A estimativa é que outros R$ 700 milhões deixem de ser arrecadados em junho, ou seja, a perda deverá ultrapassar o auxílio em R$ 200 milhões já no fim deste mês.

Por nota, a Secretaria da Fazenda do Estado informou que os recursos repassados pela União “são importantes para a manutenção dos serviços essenciais à população ou no pagamento de despesas essenciais como a folha dos servidores públicos, mas ficaram deslocados no tempo e não cobrem a totalidade das perdas”.

A primeira parcela da ajuda, no entanto, garantiu que o governo de Eduardo Leite (PSDB) pudesse quitar o salário dos servidores do Executivo de abril, que estava atrasado havia 40 dias. Ainda segundo a Secretaria da Fazenda, o pagamento da folha de maio está vinculada ao recebimento da segunda parcela do auxílio, prevista para 13 de julho.

Situação crítica

Em situação fiscal crítica antes mesmo da pandemia, Minas Gerais também planeja usar os recursos repassados pelo governo federal para pagar servidores. A Secretaria da Fazenda mineira, porém, destacou que os valores recebidos “não necessariamente” serão suficientes para quitar a folha dos próximos meses.

A folha líquida de pagamento de Minas chega a R$ 2,8 bilhões e o Estado receberá um total de R$ 3,4 bilhões da União. Até agora, a arrecadação mineira caiu cerca de 20% em relação ao que era esperado para o período.

Até em São Paulo, onde não há problema com o pagamento dos servidores, o montante é considerado insuficiente. A ajuda federal para o Estado será de R$ 7,7 bilhões, enquanto a perda de arrecadação neste ano está estimada entre R$ 19 bilhões e R$ 20 bilhões.

“As contas só vão ficar equilibradas por causa da suspensão do pagamento da dívida com a União e com os bancos oficiais. O problema é que esses cálculos são feitos com base em estimativa de queda de arrecadação. A queda real pode ser maior”, diz o secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CNN Brasil com informações de Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Aqui no RN, deve está sobrando.
    Cadê o hospital de campanha?
    O de Canguaretama vai ficar fechado mesmo???
    Botem o DINHEIRO que Bolsonaro mandou pra fora.
    Bora!
    Vamos se mexer governadora.
    * cloroquina
    *Epis
    * respiradores
    Tá tudo abastecidos, falta só a parte do governo do RN mesmo.
    Cadê os sabichões do consórcio, vao continuar mudos mesmo??
    Sacanage o que fizeram com a grana do povo.

  2. Já são quase 43 mil , nesse ritmo mitônico emplacaremos na próxima semana 50 mil . Quando será que o BOZO , votei nele e me arrependo , vai se pronunciar ? vidas de BRASILEIROS ceifadas de forma avassaladora . O BOZO , votei nele e me arrependo, tinha certeza que seria uma gripizinha ou um
    resfriadinho mas é rrou . Acho que nesse momento de comoção nacional , precisamos de um líder de um estadista , que saia de cima do cavalo ou das caixas de cloroquina e traga uma mensagem de esperança e paz para o nosso povo . COMO SOU UM
    OTIMISTA LÚCIDO E CONVICTO . Espero que isso aconteça . TAMÔ JUNTO .

    1. Não precisamos de mensagens…Precisamos é de LEITOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! Precisa desenhar????????????

  3. Deixa de ser babão Silva, o que adianta os governos estaduais fazerem o isolamento social, quando temos um presidente imbecil incentivando o povo aí pra rua, e sobre a ajuda do governo federal, é obrigação dele mesmo de fazer, pois é ele que recebe o maior bolo tributário.

    1. Que você goste ou não, o STF já determinou que são os GOVERNADORES que decidem sobre o isolamento, se não está funcionado cobre da sua GOVERNADORA , aproveite e pergunte pelos 5 MILHÕES desaparecidos da compra dos respiradores que hoje fazem falta à população.

  4. O RN vai quebrar!
    Governadora Fátima, cadê os 600 milhões que Bolsonaro encaminhou?

    Cadê os 5 milhões do consórcio nordeste " consórcio da morte"?

    Cadê os respiradores?

    Se não fosse Bolsonaro, com os quase 180 Respiradores enviados para o RN, o nosso estado estaria em ruínas.

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ANDREZA MATAIS: Fachin procura ministros e mostra disposição para punir Moraes

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Por Andreza Matais – Metrópoles

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, chamou ministros da Corte para conversas nesta semana sobre a crise no tribunal. Os encontros devem ocorrer nos próximos dias, sem que esteja definido se Fachin reunirá o grupo ou falará individualmente com os colegas.

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Fachin tenta acordo para tirar de Mendonça relatorias do Banco Master e INSS, e encerrar inquérito das fake news

Foto: Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, articula um acordo interno para tentar reduzir a crise que divide a Corte. A proposta prevê que o ministro André Mendonça deixe as relatorias dos casos Banco Master e fraudes no INSS, enquanto Fachin assumiria os dois processos.

A ideia seria evitar um novo sorteio das relatorias e diminuir a tensão entre os grupos ligados a Mendonça e Alexandre de Moraes. Mendonça, porém, resiste à mudança.

Segundo a CNN Brasil, nenhum dos dois grupos recebeu bem a proposta, mas Fachin avalia que ambos terão de fazer concessões para construir uma saída para a crise.

O presidente do STF também pretende encerrar o inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes. A investigação foi instaurada pela Presidência da Corte, o que daria a Fachin competência para determinar seu encerramento.

A estratégia ainda inclui a possibilidade de Fachin assumir eventuais investigações contra ministros do STF, caso o plenário decida pela abertura de procedimentos.

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Lula cai, Flávio cresce e vantagem de 8 pontos percentuais no 2º turno que o petista tinha desaparece em dois meses, aponta pesquisa Quaest

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ruy Baron/BaronImagens/Divulgação

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). Mas o que chama atenção é a queda de Lula e o crescimento de Flávio em relação ao levantamento publicado no mês de julho pelo mesmo instituto de pesquisa.

Em julho, Lula tinha 45% contra 37% de Flávio, uma vantagem de oito pontos percentuais. Agora, essa diferença desapareceu. Os dois têm 41% das intenções de voto, segundo o resultado da pesquisa revelado hoje.

O resultado mostra que o desgaste de Flávio com o caso Dark Horse foi superado. Além disso, a nova rodada da Quaest ainda não reflete totalmente o impacto sobre as intenções de voto após a repercussão das mensagens envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e a abertura de investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Encomendado pela Globo, o levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-01720/2026.

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Multidão participa de ato com Álvaro e Rogério Marinho em defesa de André Mendonça, da liberdade de expressão e da democracia

A defesa da liberdade de expressão foi o ponto central do discurso de Álvaro Dias (PL) durante a mobilização pela democracia realizada nesta segunda-feira (7), no Largo do Atheneu, em Natal. Diante do público, o candidato ao Governo do RN fez um chamado direto em defesa da liberdade e encerrou sua fala com uma pergunta que recebeu resposta imediata:

“Se tem alguém aqui que acha que deve ter respeito pela liberdade de expressão, levanta as mãos.”

A reação do público marcou o encerramento do discurso de Álvaro no 7 de Setembro, data em que o país celebra a Independência do Brasil. A mobilização teve como eixo a defesa da democracia e das liberdades.

Em sua fala, Álvaro defendeu o respeito à liberdade de expressão e afirmou que a democracia pressupõe o direito à manifestação e a garantia das liberdades individuais. O candidato também destacou a segurança pública como uma de suas prioridades e prometeu uma atuação incansável no combate ao crime organizado e às facções criminosas no Rio Grande do Norte.

A mobilização contou ainda com importantes lideranças que apoiam Álvaro, entre elas o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, a vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires, o candidato a vice-governador Babá Pereira e o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome.

Também participaram candidatos a deputado federal, deputado estadual e ao Senado pela coligação.

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Mendonça ganha boneco gigante em ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista

Foto: Reprodução/YouTube

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi homenageado durante o ato da direita realizado nesta segunda-feira (7), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Manifestantes levaram à manifestação um boneco inflável gigante com a imagem do ministro, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O ato teve como principais motes “Fora Lula” e “Fora Moraes”.

O apoio popular a Mendonça ganhou força após ele retirar o sigilo de uma investigação sobre mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes.

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[VÍDEOS E FOTOS] Multidão lota Largo do Atheneu em Natal em ato de 7 de Setembro

Uma verdadeira multidão lotou o Largo do Atheneu em Natal durante ato de 7 de Setembro realizado nesta segunda-feira. O início do evento foi marcado pela execução do Hino Nacional Brasileiro.

A presença de uma grande quantidade de pessoas marcou a manifestação contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e o presidente Lula na capital potiguar que contou com a participação do senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro para presidente.

Com muitas bandeiras, camisas da seleção brasileira, faixas, cartazes e a presença do Pixuleco, boneco inflável que representa o presidente Lula com uniforme de presidiário.

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PESQUISA QUAEST: Flávio Bolsonaro e Lula empatam com 41% das intenções de voto no 2º turno

Fotos: Adriano Machado/Reuters

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) empatados com 41% das intenções de voto no 2º turno da eleição presidencial.

No cenário de primeiro turno a pesquisa mostra Lula na liderança, com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 3% cada. Romeu Zema soma 2% e Pablo Marçal, 1%.

Entre os entrevistados, 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas, enquanto 9% estão indecisos.

Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

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  1. A Quaest se não estou enganado é a que sempre dá vantagem para o Lule, será que é intencional ou mera coincidência? Então a realidade deve ser bem diferente.

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Homem é detido após agredir e arremessar ovo em Rogério Marinho durante manifestação em Natal

Foto: Adriano Abreu

Um homem foi detido por seguranças após arremessar um ovo e agredir o rosto do senador Rogério Marinho com a mão durante manifestação na tarde desta segunda-feira (7), no Largo do Atheneu em Natal.

O agressor foi entregue à Polícia Militar pela segurança do evento. Ao ser preso ele tentava se explicar dizendo que “tinha o direito de se manifestar”.

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[VÍDEO] “QUEM VOTA EM LULA TÁ VOTANDO EM ALEXANDRE DE MORAES”: Em discurso na Avenida Paulista, Flávio diz que não permitirá que Lula indique mais quatro “Alexandres de Moraes” ao STF

Em ato na Avenida Paulista nesta segunda-feira (7), o candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) não poupou o presidente Lula de críticas e o associou à figura do ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Esse consórcio de Lula com Moraes vai acabar. O Lula indicou dois ministros do Supremo, com a missão de perseguir Bolsonaro e os seus aliados. Lula indicou um procurador-geral da República com a missão de perseguir Bolsonaro e seus aliados. Lula colocou seu amigo como chefe da Polícia Federal para perseguir seus adversários e para proteger o Lulinha. Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes”, declarou Flávio.

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[VÍDEO] Flávio manda recado “aos perseguidores”, diz que pessoas enxergam o pai ao olharem para ele e afirma que “vai ter Bolsonaro na Presidência”

Em discurso durante a manifestação na Avenida Paulista nesta segunda-feira (7), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro mandou um recado “aos perseguidores”, sem citar nomes, e cravou “vai ter Bolsonaro na Presidência, sim”.

Flávio foi anunciado no trio elétrico por sua esposa, Fernanda Bolsonaro. Dirigindo-se ao que chamou de “perseguidores” disse que “vai ter Flávio Bolsonaro na presidência sim”.

“Eu sei que vocês estão olhando pra cá e estão enxergando outra pessoa parecida comigo, Jair Messias Bolsonaro. Essa camisa é em homenagem a ele”, disse Flávio que vestia uma camisa com a frase “Meu partido é o Brasil”, semelhante à que o pai usava quando sofreu a facada de Adélio Bispo na campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG).

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