Foto: Marcelo Camargo
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participa nesta segunda-feira (11) de uma reunião para a criação de um memorial para as vítimas da Covid-19. Nesta data, em 2020, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarava a situação de pandemia no mundo, já que o vírus tinha se espalhado em todos os continentes. Ao todo, o Brasil já registrou ao menos 38 milhões de casos e 710.427 mortes pela doença.
Nísia fará a abertura do seminário, que vai promover um debate entre especialistas, autoridades e profissionais de diversas áreas que atuaram no combate a doença. A programação segue até esta terça-feira (12). O slogan oficial do evento é “Direito à memória; lembrar para aprender.”
Neste ano, a doença voltou a ganhar força dentro do país. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 25 de fevereiro e 2 de março, o Brasil ultrapassou a marca de 70 mil casos. Até o dia 7 de março, o país registrou 1.789 mortes pela doença em 2024.
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 517,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas desde o começo da imunização nacional. Mais de 33 milhões de pessoas receberam a dose de reforço com a vacina bivalente.
Na população indígena, 1.478.006 pessoas foram imunizadas, enquanto 1.848.494 quilombolas foram vacinados. A vacina está disponível gratuitamente em unidades de saúde de todo país.
R7
Isso é falta do que fazer? Com todo respeito às pessoas que faleceram, inclusive da minha própria família, mas isso cheira a populismo baixo desse governo, que deixa muito a desejar em todos os aspectos.
Enquanto isso, a dengue tá matando e na UNICAT faltam remédios e essa ministra preocupada com memorial. Peloamor de DEUS.
A ministra deveria estar mais preocupada em combater a pandemia nacional de arboviroses.
Não tem limites para falta de cuidado com o horário público!falta tudo nos hospitais brasileiro e levantar um memorial para vítima do vírus chinês?
Com todo respeito, mas tanta gente viva precisando de uma saúde eficiente, e o ministério vai gastar com quem já se foi? A pandemia foi mundial, e todos tivemos entes queridos acometidos põe ela. É muita falar de humanidade com quem padece nas filas intermináveis do SUS..