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O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) subiu o tom contra seus principais adversários durante entrevista ao Jornal das Seis, da 96 FM, nesta quarta-feira (9). Álvaro criticou a situação da segurança pública no governo do PT, do qual Cadu Xavier faz parte, e voltou a cobrar explicações de Allyson Bezerra sobre a Operação Mederi e a demolição do estádio Nogueirão, em Mossoró.
Ao tratar da segurança pública, Álvaro afirmou que o avanço das facções criminosas e os problemas registrados no sistema prisional demonstram a necessidade de uma mudança na condução do setor. O candidato defendeu mais investimentos, valorização dos profissionais, tecnologia e integração entre as polícias.
“Com criminoso, com faccionado, não se negocia, não se conversa. Tem de agir para combater com determinação, com coragem, com resiliência, como nós vamos fazer chegando ao Governo do Estado”, afirmou.
Álvaro também direcionou críticas a Allyson Bezerra e voltou a cobrar esclarecimentos sobre a Operação Mederi. Durante a entrevista, citou as investigações da Polícia Federal e questionou o adversário sobre as suspeitas apuradas na operação envolvendo a compra e o fornecimento de medicamentos.
“Isso é um escândalo. Ele precisa responder isso. Eu tenho perguntado a ele nos debates e ele só faz tergiversar, não responde. Ele vai ter de responder, porque é candidato ao Governo do Estado. Ele tem de esclarecer”, declarou Álvaro.
Outro ponto abordado foi a situação do estádio Nogueirão. Álvaro lembrou que esteve pessoalmente no local durante sua recente passagem por Mossoró e criticou a decisão da gestão de Allyson de demolir o estádio. O candidato também citou os questionamentos do Tribunal de Contas do Estado, cujo relatório técnico apontou risco de prejuízo de até R$ 143,7 milhões aos cofres públicos.
“Ele destruiu o estádio Nogueirão. Eu estive em Mossoró recentemente e fui lá. O Nogueirão, onde assisti a muitos jogos, inclusive decisivos, está demolido. Foi uma decisão irresponsável e precipitada”, afirmou.
Ao final da entrevista, Álvaro contrapôs as críticas aos adversários com os resultados de sua gestão em Natal. Destacou o novo Plano Diretor, que impulsionou a retomada dos investimentos privados e da geração de empregos na capital, e a engorda de Ponta Negra, obra que, segundo ele, preservou o Morro do Careca, principal cartão-postal da cidade, e mais de 15 mil empregos ligados à região. Álvaro contou que esteve recentemente na praia e recebeu o agradecimento de comerciantes e trabalhadores pelos resultados da obra.
O candidato também lembrou as mais de 600 obras realizadas durante sua gestão, a pavimentação e drenagem de centenas de ruas, o Hospital Municipal, o Complexo Turístico da Redinha, a Avenida Felizardo Moura e a recuperação de praças.
“O povo da cidade de Natal me conhece, sabe o que nós fizemos durante o tempo que administramos a capital do Estado. Nós mudamos, modernizamos a cidade de Natal”, destacou Álvaro.
“TERCEIRA FACADA”: Campanha de Flávio monitora possível “revanche” do STF
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto monitora uma possível “revanche” de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador e seus aliados. Desde que vieram à tona as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, cresceu internamente a tensão na equipe de Flávio diante da possibilidade de uma reviravolta.
O receio aumentou nesta terça-feira (8), após o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, do cargo. Pessoas próximas ao senador relatam que o clima é de apreensão. A expectativa é de que um eventual “troco” não parta apenas de Moraes, mas também dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.
Entre as possibilidades ventiladas pela equipe estão medidas contra o próprio Flávio ou contra pessoas consideradas-chave na campanha, como o também senador e coordenador da candidatura, Rogério Marinho (PL). Um dos pontos no topo do monitoramento é o suposto desvio de emendas parlamentares, caso que vem sendo relatado por Dino.
Internamente, o sentimento é de que o STF “vai revidar” de alguma forma os últimos acontecimentos. Um aliado afirmou, sob condição de reserva, que foi a esse cenário que Flávio se referiu durante a manifestação de 7 de Setembro, quando falou sobre uma possível “terceira facada”, sem explicar naquele momento o que seria.
“Eu estou avisando. Vão tentar uma 3ª facada, não só em mim, mas também nos meus aliados. E o que eu tenho a dizer a vocês que vão tentar mais uma vez interferir nas eleições? Não vai adiantar nada, porque estou aqui de peito aberto e nós juntos somos muito mais fortes do que eles”, disse, na segunda-feira (7).
Flávio e seus aliados têm apoiado o ministro André Mendonça nas decisões recentes. Indicado por Jair Bolsonaro para o STF, Mendonça chegou a ganhar um boneco na Avenida Paulista durante o ato do início da semana de e tem sido alvo de pedidos de orações por parte do grupo.
Já Alexandre de Moraes e Flávio Dino são apontados pelos aliados como próximos do Palácio do Planalto. O temor da campanha é que uma eventual reviravolta interrompa o crescimento recente de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.
Com informações da Jovem Pan
Da foto, só um não foi (ainda) alcançado pela Lava Jato. Adivinha que é?
W.A…
Engraçado, não tinha sido tudo privatizado nas Telecomunicações e ia ficar uma maravilha? COmo é que passados quase 22 anos da privatização (ocorrida em 96 no Governo FHC) ainda tem município do Brasil sem internet banda larga? Como é que iniciativa privada, sempre tão diligente e competente como incensada pelos neoliberais, não conseguiu suprir a necessidade de um serviço básico à população e precisa o governo ainda atuar pra fazer o serviço minimamente em algumas partes do nosso país. Mas não vamos muito longe não: Pipa, uma cidade pólo do turismo, até hoje não tem nem celular, nem telefonia, nem internet que preste passado todo esse tempo. E ainda tem gente que acha que privatização resolve tudo.
De que adianta privatizar, se vai existir a Anatel que limita as áreas cobertas por cada empresa de telecomunicação. Pesquise mais, que você encontrará os verdadeiros problemas em nosso Brasil.
E com todos esses problemas ainda está melhor que na época da TELERN.
Mas sempre vai ter dinossauro com saudade, não tem como evitar…
Jordan S., você é um total desinformado desse assunto. Não há nenhuma restrição da parte da Anatel e nem dos contratos de concessão em relação a áreas de atuação, especialmente em relação a interiorização do serviço. Não venha aqui escrever besteira se não conhece o assunto. Vá estudar você que ao que parece não sabe nem como se usa um celular startak.
Hélio Mota, você está comparando o que? Na época da Telern ou Telebrás, nem internet existia, como é que você pode comparar serviços prestados por empresas em épocas distintas onde o serviço sequer existia. Mesmo a telefonia móvel tinha acabado de ser introduzida e ainda estava na era analógica. Portanto não compare sinal de fumaça com raio laser que uma coisa não nada a ver com a outra. Faço lhe uma sugestão pra saber se o serviço é bem mantido ou não: faça uma visita a Assu ou a Barra de Tabatinga (aquela la no alto da ladeira do mirante) e veja as torres de transmissão de concreto da Oi lá existentes. Ainda estão gravadas com o nome da Telern. Quer dizer, até hoje a empresa privada nem uma mão de cau deu nessas estruturas. Se o que é visível é assim, avalie os equipamentos que dão suporte à rede. As Telecomunicações no Brasil foram sucateadas, essa que é a verdade.
Sr Jose Augusto.. nao sei se vc é uma zelite que para ter uma linha telefonica no passado, precisava conhecer alguem da estatal para evitar esperar 1 anos pelo direito de uma unica linha. Talvez seja de uma epoca que ainda se declarava linha telefonica no Imposto de renda de tao cara que era. Ou talvez seja de uma epoca que pra fazer uma ligacao local, custava o minuto o equivalente a uma garrafa de 1 litro de coca cola. Deve dar uma saudade danada essa epoca das estatais pra o pessoal do PT. Fico imaginando que seria do Brasil se ainda existisse estatal telefonica, ainda usariamos internet discada e pagariamos uma fortuna pelas intervencoes estatais na vida das pessoas. Sem contar que o salario desse povo todo seria de maraja, e estaríamos submetidos a ditaduras sindicais pra ter o serviço funcionando. realmente deve dar saudades pra alguns isso. Viva as privatizações.
É inegável que as telecomunicações evoluíram bastante após a privatização. O mesmo ocorreu com as distribuidoras de eletricidade e ocorrerá com qualquer outra estatal. O resto é papo furado de alguma "viúva" do passado. Estatal não deve existir. Nenhuma.
Muito bom!!!