As novas regras para monitoramento de transações envolvendo o Pix, sistema de pagamentos contínuo e em tempo real, e cartões de crédito têm causado revolta nas redes sociais. A medida traz mais um desgaste ao governo Lula (PT), já sendo comparada à “taxa das blusinhas”.
A taxação das compras on-line, marcada por idas e vindas da equipe econômica, provocou grande alvoroço entre 2023 e 2024 (relembre abaixo).
No entanto, embora a oposição utilize esse argumento para atacar o governo, as novas regras das transações financeiras, diferentemente das normas do e-commerce, não preveem qualquer elevação ou criação de impostos.
Nas redes, a narrativa é que as novas regras válidas para movimentações via Pix são uma forma de “controle” do cidadão pelo governo e há até também quem comece a desincentivar o uso da modalidade.
O governo considera que o assunto ocasionou mais um erro de comunicação. Por isso, a Receita Federal entrou em campo para esclarecer que as regras não visam interferir no sigilo bancário de pessoas e empresas, tampouco gerar novas taxas.
O governo não explica as coisas direito, e a normativa foi bem incisiva. Não é motivo de desespero, como a gadaiada do zap quer inventar, mas não está tudo azul, como a esquerdalha pelega gosta de falar.
Aguardemos de fato as ações da receita, mas de antemão muita gente já poderia entrar no MEI. Espero benefícios cortados de pessoas que declaram isentos mas movimentam mais de 5k. De negativo, o valor é irrisório (800USD?), a receita deveria focar nos grandes… fora o fato que um mês atípico já manda o “movimentandor” pro radar do Leão
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A intensão é fiscalizar sim, de início ver direitinho quanto de imposto eles podem arrecadar, anotem aí!! Sentem e depois irão me dizer,,, loucos para gerar imposto sim.
O maior problema é a burocracia para dar explicações a receita federal, algo que não era necessário e agora qualquer um corre o risco de ser chamado para prestar esclarecimentos de qualquer movimentação que eles considerem suspeito, tanto de pagamento como de recebimento. Imagine um marceneiro que fabrica um móvel e recebe o valor no Pix, ele recebe tudo junto, o valor do material e o valor da mão de obra dele e de seus ajudantes, agora ele poderá ter que explicar e provar na receita federal que dos “dez mil” que ele recebeu, cinco foi gasto com material (tem de ter as notas), mil e quinhentos foi gasto com salário do ajudante, duzentos foi gasto com energia, mil foi gasto com aluguel e tudo isso tem de ter notas comprobatórias. Imagine agora que este marceneiro não tenha nem o ensino médio completo ( mesmo que tivesse não ia adiantar de nada)
Esse desgoverno é um desastre de cabo a rabo, pense numa coisa desmantelada, é negócio de amante ou pé de lã como o presidente disse gostar, so acredita nele, os filhos da bolsa família, os cegos de paixão ou os que estão mamando em alguma teta, não é de se estranhar o tamanho da maquina federal, a carga de impostos, a vontade de estatizar, os incentivos a lei Rouanet para ludibriar os abestalhados, ao passo que beneficia os artistas ricos, secontinuarem bricando, vao fechar o Brasil e quem não conseguir ir embora a pé, como os venezuelanos ou alguns residentes de paises africanos, vai morrer de fome e sede, os esquerdistas e petistas de alto coturno, vão se locupletar.
Enquanto BOLSONARO oficializou o PIX no Brasil, vem ele LARÁPIO DOS INFERNOS, cobrar imposto PQP! É cruel ter que pagar por um monte de jumentos que o colocaram na presidência.
A partir de janeiro de 2027, o Brasil iniciará a transição para um novo sistema tributário com a substituição parcial dos antigos PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Contudo, estimativas apontam que a alíquota total do imposto sobre o consumo, somando a CBS e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) poderá superar a marca de 30%, o que colocaria o país com a maior carga tributária sobre consumo do mundo.
Enquanto a projeção inicial calculava a CBS em torno de 9% a 11,3%, o novo modelo de cálculo e o debate em torno de alíquotas seletivas para produtos prejudiciais à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas geraram forte preocupação no setor produtivo. Entidades empresariais e representantes do setor de serviços alertam que o impacto nos custos poderá ser repassado aos preços finais.
Impasse no Senado
O Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu uma alíquota de referência de 11,3% para manter a arrecadação dos tributos federais, mas o martelo final cabe ao Senado Federal. Os senadores têm até o dia 15 de dezembro para definir e votar as regras, caso contrário prevalecerão os percentuais indicados pelo TCU.
Por sua vez, o Ministério da Fazenda argumenta que diversos produtos e serviços contarão com alíquotas zeradas ou reduzidas, fazendo com que a efetiva sobre o consumo final seja menor do que a soma nominal máxima.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sustenta que eventuais provas extraídas de seu celular podem ser totalmente anuladas caso se confirme que o aparelho sofreu alterações após ter sido apreendido pela Polícia Federal. A declaração foi feita à CNN pelo advogado Sergio Leonardo, que lidera a equipe jurídica do empresário.
Segundo o analista de Política da CNN, Caio Junqueira, a adulteração de provas se confirmada pode anular o processo. “O que a gente está vendo nessa notícia, ela é extremamente relevante, não é poucorelevante, ela é extremamente relevante dentro de todo esse processo.Porque a partir desse laudo, se comprovado o que está descrito nesse laudo pericialcontratado pelo doutor Sérgio Leonardo, que é o advogado que lidera a defesa do DanielVorcaro, tudo pode ser anulado, basicamente é isso”, comenta.
Nesta quinta-feira (29), os advogados formalizaram um pedido para ter acesso ao material bruto mantido sob custódia da PF. O objetivo da defesa é confrontar os dados originais da investigação com o laudo pericial técnico encomendado por um especialista contratado pelo próprio banqueiro.
Segundo a defesa, a garantia do acesso à íntegra dos arquivos digitais é indispensável para contestar a integridade da cadeia de custódia das provas no processo.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acelerou as articulações políticas com a base aliada e com a oposição para pavimentar sua reeleição ao comando da Casa em 1º de fevereiro de 2027. O movimento, no entanto, ocorre sob um ambiente de desconfiança generalizada: de um lado, governistas temem acenos a pautas sensíveis, como a eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro; de outro, a direita exige entregas concretas antes de chancelar o apoio ao amapaense.
Mesmo com as fricções, aliados do parlamentar garantem que ele já dispõe de votos suficientes para consolidar a vitória. A estratégia de Alcolumbre baseia-se em atrair dissidências da oposição por meio de conversas diretas com parlamentares reeleitos e novatos, contornando a necessidade de um acordo formal com todo o bloco bolsonarista.
Atualmente, a candidatura de Alcolumbre soma o respaldo oficial de cinco legendas: MDB, PSD, PT, União Brasil e PP. Juntas, essas bancadas contabilizam 33 senadores para a próxima legislatura — faltam oito votos para alcançar a maioria absoluta de 41 necessária para a eleição. Como a votação é secreta e individual, o senador aposta na fidelidade dessas siglas e no avanço sobre parlamentares de partidos adversários.
O peso da bancada do PL e a disputa na oposição
A partir de 2027, o PL passará a ser a maior força do Senado, com 29 das 81 cadeiras — uma vantagem expressiva sobre a segunda maior bancada, a do PT, que contará com 10 senadores. A legenda tem reunião marcada para o início de novembro para definir se lançará candidatura própria, tendo como principais cotações o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e a senadora Tereza Cristina (PP-MS).
A adesão formal do PP ao projeto de Alcolumbre colocou entraves à postulação de Tereza Cristina, mas parte da oposição ainda prega a unificação dos nomes para evitar o fracionamento dos votos conservadores.
Ajuste de rota com o Planalto
Paralelamente às negociações na oposição, Alcolumbre articula uma nova agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é alinhar a relação institucional entre o Palácio do Planalto e o Congresso a partir do próximo ano, priorizando uma pauta legislativa pragmática e mitigando pontos de conflito direto entre o Poder Executivo, o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Fotos: Aaron Schwartz/EFE/EPA/POOL; Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que a recusa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras coloca o líder americano em uma posição de isolamento diplomático.
Integrantes do Executivo federal apontam que não há margem para contestar a lisura do pleito. A vitória de Lula no último domingo, selada com 64 milhões de votos contra 59,8 milhões dados ao senador Flávio Bolsonaro (PL) foi chancelada de forma célere por líderes globais, representantes do Legislativo e Judiciário brasileiros e pelo próprio PL, partido da oposição.
A postura de Trump é acompanhada por um grupo restrito de governos alinhados, como Israel e Argentina. O presidente argentino, Javier Milei, tornou-se o único chefe de Estado sul-americano a não cumprimentar Lula pela reeleição. Em contraste, outros nomes de destaque da direita na região — entre eles Santiago Peña (Paraguai), Daniel Noboa (Equador), José Antonio Kast (Chile) e Abelardo de la Espriella (Colômbia) — reconheceram prontamente o resultado das urnas.
Cenário político e fortalecimento interno
A leitura no Palácio do Planalto é de que o governo entra nesta nova etapa em posição consideravelmente mais forte do que no ano passado, período marcado pelas tensões diplomáticas e comerciais geradas pela “crise do tarifaço”. Naquela ocasião, a pressão sobre o Brasil se intensificou após o julgamento de Jair Bolsonaro por envolvimento em tentativas de golpe e pelas articulações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro junto a Washington para incentivar sanções econômicas contra o país.
Com o respaldo institucional doméstico e a aceitação majoritária da comunidade internacional, o Planalto avalia que as tentativas da oposição de buscar apoio externo para questionar as eleições perderam substância política.
O Santander confirmou nesta quinta-feira (29) que também vai elevar as taxas do crédito imobiliário, seguindo o movimento iniciado pelo Bradesco e seguido pelo Itaú. A partir desta sexta-feira (30), os financiamentos terão taxas a partir de 12,49% ao ano, mais Taxa Referencial (TR).
O reajuste ocorre em meio à alta dos juros futuros após a reeleição do presidente Lula (PT), encarecendo as condições de financiamento para quem pretende comprar um imóvel.
Na prática, o valor final dos imóveis financiados sofre um salto astronômico, encarecendo o valor de cada parcela mensal e exigindo uma renda familiar muito maior para conseguir a aprovação do crédito junto aos bancos.
O encarecimento das linhas habitacionais também trava o setor da construção civil, diminui a oferta de empregos na ponta e desacelera o mercado imobiliário em todo o país.
A dívida bruta do setor público consolidado do Brasil manteve a tendência de alta e fechou o mês de setembro atingindo o montante de R$ 11,1 trilhões, o equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central. O indicador, que serve como o principal termômetro da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros, atingiu o seu pior patamar desde março de 2021 e acumula uma alta expressiva de 11,2 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o índice marcava 71,7% do PIB ao final da gestão anterior.
O avanço contínuo do endividamento reflete o descompasso das contas públicas, puxado pelo aumento das despesas do governo e pelos déficits acumulados no setor público. Apenas no acumulado do ano, a dívida bruta subiu mais de 6 pontos percentuais em relação ao PIB, enquanto a dívida líquida do setor público saltou para 70% da riqueza produzida no país. O resultado fiscal de setembro reforçou a pressão sobre as finanças do Estado ao registrar um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, evidenciando o desafio permanente do país para equilibrar arrecadação e gastos estruturais.
Um relatório publicado pela Controladoria-Geral da União apontou R$ 49 milhões em sobrepreço e inconsistências orçamentárias nas obras de adequação do Terminal Portuário de Outeiro, em Belém. O projeto foi contratado pela Companhia Docas do Pará por R$ 233,8 milhões, sob modalidade de dispensa de licitação, para adequar o local ao recebimento de navios de cruzeiro durante a conferência COP30. Segundo o órgão de controle, o montante contratado superou em 29% o orçamento inicial previsto no plano de trabalho, que era de R$ 181,3 milhões, sem alteração no escopo dos serviços.
A principal irregularidade apontada foi a cobrança duplicada de serviços de içamento e cravação de estruturas metálicas, no valor de R$ 22,7 milhões. A auditoria também identificou preços acima das referências de mercado, acréscimos indevidos na quantidade de aço e outras despesas questionadas.
A Companhia Docas do Pará reconheceu R$ 10,54 milhões dos valores questionados e contestou os R$ 38,53 milhões restantes. A CGU também apontou falhas na supervisão, já que a mesma empresa participou da elaboração do projeto e do orçamento e depois assumiu a fiscalização da obra.
Um laudo pericial encomendado pela defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, identificou inconsistências nos registros extraídos do celular do empresário. O documento técnico apontou que centenas de arquivos sofreram modificações e criações de dados após a data da prisão de Vorcaro, incluindo quase mil registros alterados posteriormente.
Segundo o laudo, 657 arquivos tiveram registros de modificação em 18 de novembro de 2025, dia da prisão de Vorcaro. Outros 999 arquivos teriam sido alterados em datas posteriores, incluindo 340 registros de maio de 2026.
A perícia também identificou 207 ativações de tela, 33 acionamentos da câmera frontal e três conexões USB após a apreensão. A defesa questiona a preservação da cadeia de custódia e afirma que não recebeu os arquivos brutos necessários para verificar a integridade dos dados.
O questionamento pode afetar o uso de mensagens atribuídas a Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes, cujo nome aparece no contexto da investigação sobre os contatos com o empresário e os contratos do Banco Master com o escritório de advocacia de sua esposa.
Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou ter repassado R$ 40 milhões em dinheiro vivo ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em operações relacionadas às eleições de 2022 e 2024.
Segundo o relato apresentado em uma tentativa de negociar colaboração premiada, R$ 20 milhões teriam sido entregues nas eleições de 2022, quando Silveira disputou o Senado, e outros R$ 20 milhões em 2024, para campanhas municipais de candidatos apoiados pelo PSD em Minas Gerais.
Vorcaro afirmou que os valores não foram declarados à Justiça Eleitoral e que os repasses ocorreram de forma fracionada, em espécie. Ele também apontou o pastor Fabiano Zettel, seu cunhado, como responsável por disponibilizar o dinheiro.
O jornal norte-americano The Washington Post publicou um editorial nesta quarta-feira (28) no qual critica a atuação do Judiciário brasileiro no caso de Flávio Bolsonaro (PL). O texto fala em “perseguição” à família Bolsonaro e questiona a concentração de poderes no Supremo Tribunal Federal (STF).
Com o título “Quando juízes se tornam promotores”, o editorial afirma que investigações contra Flávio podem ser legítimas, mas alerta para possíveis excessos na atuação da Corte, especialmente do ministro Alexandre de Moraes.
O jornal também critica a possibilidade de juízes acumularem funções de investigadores, acusadores e julgadores. Ao mesmo tempo, faz ressalvas à postura de Flávio, afirmando que ele deveria se preparar para liderar a oposição, em vez de se instalar no sul da Flórida.
O editorial conclui que uma democracia saudável depende tanto de adversários que aceitem o resultado das urnas quanto de um sistema de Justiça no qual possam confiar.
A fome por dinheiro desse desgoverno Lula é revoltante! A vontade de lascar a classe média brasileira é enorme! Fazueli!
O governo não explica as coisas direito, e a normativa foi bem incisiva. Não é motivo de desespero, como a gadaiada do zap quer inventar, mas não está tudo azul, como a esquerdalha pelega gosta de falar.
Aguardemos de fato as ações da receita, mas de antemão muita gente já poderia entrar no MEI. Espero benefícios cortados de pessoas que declaram isentos mas movimentam mais de 5k. De negativo, o valor é irrisório (800USD?), a receita deveria focar nos grandes… fora o fato que um mês atípico já manda o “movimentandor” pro radar do Leão
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A intensão é fiscalizar sim, de início ver direitinho quanto de imposto eles podem arrecadar, anotem aí!! Sentem e depois irão me dizer,,, loucos para gerar imposto sim.
O maior problema é a burocracia para dar explicações a receita federal, algo que não era necessário e agora qualquer um corre o risco de ser chamado para prestar esclarecimentos de qualquer movimentação que eles considerem suspeito, tanto de pagamento como de recebimento. Imagine um marceneiro que fabrica um móvel e recebe o valor no Pix, ele recebe tudo junto, o valor do material e o valor da mão de obra dele e de seus ajudantes, agora ele poderá ter que explicar e provar na receita federal que dos “dez mil” que ele recebeu, cinco foi gasto com material (tem de ter as notas), mil e quinhentos foi gasto com salário do ajudante, duzentos foi gasto com energia, mil foi gasto com aluguel e tudo isso tem de ter notas comprobatórias. Imagine agora que este marceneiro não tenha nem o ensino médio completo ( mesmo que tivesse não ia adiantar de nada)
Concordo plenamente com você 👏👍
Esse desgoverno é um desastre de cabo a rabo, pense numa coisa desmantelada, é negócio de amante ou pé de lã como o presidente disse gostar, so acredita nele, os filhos da bolsa família, os cegos de paixão ou os que estão mamando em alguma teta, não é de se estranhar o tamanho da maquina federal, a carga de impostos, a vontade de estatizar, os incentivos a lei Rouanet para ludibriar os abestalhados, ao passo que beneficia os artistas ricos, secontinuarem bricando, vao fechar o Brasil e quem não conseguir ir embora a pé, como os venezuelanos ou alguns residentes de paises africanos, vai morrer de fome e sede, os esquerdistas e petistas de alto coturno, vão se locupletar.
Enquanto BOLSONARO oficializou o PIX no Brasil, vem ele LARÁPIO DOS INFERNOS, cobrar imposto PQP! É cruel ter que pagar por um monte de jumentos que o colocaram na presidência.
JUMENTO, Que imposto do PIX é esse? Viu no grupo de ZAP da gadaiada foi?
Essa foi igual ao DPVAT. O LARÁPIO foi pressionado e desistiu. Mas a ideia era essa mesmo. Quer enganar quem, jumento?
Né isso! Tem que liberar geral para o tráfico, milicianos e demais criminosos lavarem dinheiro A vontade gente… Pra que controle ?
Procura outra justificativa, seu canalha! Retardado mental.
Radical, você está sendo irônico ou você é idiota mesmo? Diga aí? Só para tirar essa dúvida
Não seja bobo! Todos sabemos que o único objetivo do governo do ladrão lule é arrecadar mais dinheiro, por que é isso que sustenta o governo.
Faz o L manada de jegues