O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes rejeitou neste sábado (22) o pedido feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para concessão de prisão domiciliar humanitária em substituição ao regime inicial fechado estabelecido na condenação de 27 anos e 3 meses pela trama golpista.
Moraes explicou que não aceitou o pedido porque decretou a prisão preventiva do ex-presidente neste sábado.
A decisão deste sábado ainda não marca o início do cumprimento da pena imposta no julgamento da trama golpista.
Segundo Moraes, a prisão preventiva de Bolsonaro foi necessária após uma suposta tentativa de violação da tornozeleira eletrônica às 0h08min deste sábado.
Na decisão, o ministro afirmou que o ex-presidente pretendia fugir durante a manifestação convocada pelo filho Flávio Bolsonaro, que chamou apoiadores do pai para fazer uma vigília na frente do concomínio onde Bolsonaro mora.
Por que a defesa de Bolsonaro pediu prisão domiciliar humanitária?
Os advogados fizeram o pedido de prisão domiciliar humanitária na sexta-feira (21), afirmando que Bolsonaro tem um quadro de saúde “grave e complexo”, incompatível com o encarceramento comum.
Segundo a petição, o ex-presidente permaneceria em casa, sob monitoramento eletrônico, e estaria sujeito a todas as restrições que o ministro considerasse adequadas.
A defesa também tinha pedido autorização para deslocamentos exclusivamente médicos, desde que comunicados previamente — ou justificados em até 48 horas em casos de urgência.
“É certo que a manutenção da custódia em ambiente prisional representaria risco concreto e imediato à integridade física e à própria vida do peticionário, motivo pelo qual a concessão da prisão domiciliar em caráter humanitário é medida de rigor”, afirmam os advogados no documento apresentado a Moraes.
Defesa cita diferentes doenças do ex-presidente
Os advogados sustentam que a ida de Bolsonaro ao regime fechado representaria risco à vida, em razão de múltiplas comorbidades e da necessidade de acompanhamento médico contínuo.
O documento relata que ele já foi ao hospital três vezes desde que teve a prisão domiciliar decretada.
Entre as condições listadas estão:
- Sequelas permanentes do atentado a faca de 2018, como hérnias residuais, aderências intestinais e perda de parte do intestino grosso;
- Episódios recorrentes de pneumonia aspirativa relacionados à Doença do Refluxo Gastroesofágico;
- Soluços que exigem ajuste diário de medicamentos e já provocaram falta de ar e desmaios;
- Hipertensão, doença aterosclerótica do coração e obstruções nas carótidas;
- Diagnóstico de apneia do sono grave, que demanda uso de CPAP, aparelho que trata distúrbios respiratórios do sono;
- Ocorrência recente de carcinoma de células escamosas “in situ”, detectado em setembro de 2025.
“O certo é que a alteração da prisão domiciliar hoje já cumprida pelo peticionário terá graves consequências e representa risco à sua vida”, afirma a defesa de Bolsonaro.
R7

No país em que terroristas estão soltos, 200 fuzis são apreendidos nas mãos dos bandidos, quem rouba o país e devolve dinheiro tem o processo anulado, a falsificação atinge vários produtos, a única saída é calar a boca do líder da oposição. Chegamos no fundo do poço. A Venezuela é aqui!
A sociedade precisa se organizar para pressionar a justiça no sentido de ter um pouco de humildade nesse caso. Bolsonaro realmente não tem saúde psicológica e nem física de suportar essa condenação. Bolsonaro inclusive não tem mais capacidade de exercer mandato político. Não há motivo para essa perversidade.
Meu Deus quem vai parar esse ministro Alexandre de Moraes o cara ta extrapolando tudo , o judiciário desrespeitado a insegurança jurídica no Brasil indo de água abaixo, como o povo as forças armadas não tomam nenhuma providência, esse sr não teve nenhum voto e rasga a nossa constituição quase q diariamente, o povo clama por ajuda
Deus