Morre em Natal paciente com quase 300 quilos que esperou vaga em UTI durante 5 dias em colchão no chão


Foto: cedida

Carlos Alberto Félix da Silva, de 41 anos, paciente que pesava cerca de 300 quilos e aguardou cinco dias em um colchão no chão de uma unidade de saúde em João Câmara para ser internado em uma cama na UTI morreu na manhã deste sábado (28) no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal.

Ele chegou a ser reanimado após duas paradas cardiorrespiratórias, mas depois da terceira não resistiu.

“Pelo menos, teve um pouco de dignidade no fim da vida, não estava no chão e recebeu toda a atenção e cuidado possível. Infelizmente, estava muito grave”, disse o diretor do Giselda Trigueiro, André Prudente.

Carlos Alberto estava com insuficiência cardíaca e rabdomiólise, que é uma degradação do tecido muscular que libera uma proteína prejudicial no sangue. O exame dele de Covid-19, uma suspeita inicial, deu negativo.

Com informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júnior disse:

    Nesse caso a morte é uma libertação. O rapaz vivia preso em um corpo, com péssima qualidade de vida. A vida nessa terra só compensa para quem tem saúde, família estruturada e algum recurso. Esta é a verdade o resto é mimimi.

  2. Alberto faustino de moura disse:

    e porque e pelo sus o melhor plano de saude do mundo no apapel para os burocratas

  3. Iva disse:

    A família tem que pedir reparos na justiça, por negligência hospitalar.
    Fátima tá acabando com o RN.
    Fora Fátima incompetente.

  4. Cláudio disse:

    Se fosse pra internar o vagabundo do ex-presidiário Luladrão, a "gunvernadora" Fatão GD mandaria instalar uma UTI, no mesmo dia, no melhor hotel de Natal… "Tá intendendu?"

  5. Paulo disse:

    Culpa de Fátima.
    5 dias para ser atendido numa UTI. ..
    Qual a dificuldade de mandar uma UTI móvel para João Câmara?
    Ou traze-lo para uma UTI em Natal, mesmo que ficasse no chão enquanto aguardava uma cama adequada?
    Certamente esse rapaz não é o único caso de obesidade excessiva.
    Se outro precisar, em Natal, Mossoró ou Caicó, acontecerá a mesma coisa?
    Por que o HUOL não o recebeu de imediato já que é referência nesses casos?
    Por que o HUOL não faz busca ativa desses casos para tratar kpgp antes que precise de UTI?
    Sugiro que as autoridades façam campanha contra a obesidade, inclusive recomendando que barzinhos e restaurantes não ofereçam comidas excessivamente calóricas.
    Muitas lanchonetes fast food ficam empurrando refrigerante 500 ou 750 ml.
    200 ml de refrigerante é o suficiente.
    Ou sanduíches de 2, 3 andares com batata frita.
    Ou 1 litro de pipoca em cinema.
    Antigamente comiamos pipoca um saquinho pequeno de dindin…

    • Ricardo disse:

      Unhé….! Quero um estado-babá regulando o meu cardápio.

    • Manoel disse:

      O ódio ideológico é tao imoral q a pessoa fica sem o senso do ridículo.
      Vá se tratar Paulo

    • Um brasileiro disse:

      Amigo, em relação as "comidas excessivamente caloricas", ninguém é obrigado a comer não, ter uma vida saudável é uma questão de escolha e não imposição.

    • Augusto Fonseca disse:

      Kkkkkkkkkkk já pensou o Estado criando normas sobre o cardápio dos restaurantes?!?!?! É cada coisa que se lê!

  6. Calígula disse:

    Lamentável a morte desse Sr. O descaso do Estado foi crucial para o final trágico.

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