Morre o empresário Kléber Açucena, dono da Movelaria

Foto: reprodução

O empresário Kléber Bezerra Açucena, proprietário das lojas de móveis Movelaria, não resistiu aos efeitos da covid-19 e faleceu na noite desta segunda-feira (3), em Natal. Kléber tinha 75 anos.

A esposa dele, Juliene Nóbrega, comunicou através do Facebook:

Com o coração dilacerado, informo que meu marido, Kleber Bezerra Açucena acaba de falecer. Ao tempo em que rendo minhas sinceras e singela homenagem a esse ser que amava a vida, tinhas amigos incontáveis, era extremamente querido, prestativo e muito simpático . Mostro neste pequeno vídeo os inúmeros momentos felizes que passamos, nos amamos, nos curtimos, éramos felizes. Dei e recebi muito amor, fica a saudade é lembranças de momentos, viagens que desfrutamos juntos. Que Deus o receba de braços abertos na sua nova morada. Sei que o céu estará em festa.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando Antonio disse:

    UM HOMEM EDUCADO E DE VOZ BAIXA NAO MERECIA ISSO. VÁ COM DEUS ANIGO

  2. ROBERTO EIDER LIRA disse:

    Lamento PERCA do Amigo Kleber. Tivemos uma juventude saldavel curtimos muit3de labretta quando ele morava da descida do baldo.Depois bancario.ficamos distantes quando seguimos atividades diferente.Senpre muito cordial. Meus pesamos a toda família. ROBERTO LIRA E FAMÍLIA E FAMÍLIA.

  3. Dr. Veneno disse:

    Kleber era uma pessoa radiante. Muitíssimo atencioso e simpático, tive a oportunidade de conhecê-lo através de um amigo em comum.
    Perde o mundo um bom sujeito.
    Mas a vida tem q seguir.

  4. Pepe disse:

    Que pena !
    Gente boa,fiquei triste agora!
    Que DEUS o receba de braços abertos e que conforte a família e amigos ….

  5. Raimundo disse:

    Que Deus o tenha.
    Que Deus conforte a família.
    Infelizmente percebemos mil óbitos no Brasil todos os dias, mas as pessoas tentam viver normalmente.
    Por exemplo, muita gente indo a restaurantes.
    Nesse caso específico, visitar amigos, parentes, ir a churrascos, jantares é arriscado.
    Na hora da refeição, se retira a máscara.
    Acredito que se o Brasil passasse duas semanas em quaretena de verdade, a contaminação cairia muito.
    Vejo em muitas lojas vendedores próximos de clientes, clientes próximos uns dos outros.
    Muita gente nas praias, muita gente caminhando nas ruas, próximas umas das outras, muitos sem máscaras.
    Só chama nossa atenção quando alguém conhecido morre.
    Mas precisamos ter muito cuidado.
    Se eu fosse Bolsonaro, faria um acordo nacional para parar tudo, de verdade, por duas semanas.
    Poderia ser uma semana em agosto e uma em setembro.

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