A divulgação de milhões de novos documentos do caso Jeffrey Epstein, liberados recentemente pela Justiça dos Estados Unidos, levou o Ministério Público Federal (MPF) a abrir uma investigação para apurar uma possível conexão do Brasil com o esquema, envolvendo uma mulher de Natal.
O procedimento foi instaurado a partir de uma denúncia registrada no MPF do Rio Grande do Norte e passou a ser analisado pela Unidade Nacional de Enfrentamento do Tráfico Internacional de Pessoas e do Contrabando de Migrantes (UNTC), em Brasília. O órgão informou que as investigações correm em sigilo, devido à sensibilidade do caso e à necessidade de proteção das vítimas.
Segundo o MPF, a UNTC acompanha a divulgação dos arquivos e monitora informações que envolvam cidadãos brasileiros ou fatos ocorridos no país.
Mensagens datadas de 2011, incluídas nos documentos, mostram o interesse de Epstein por uma jovem de Natal após ser apresentada por uma conhecida brasileira. Os diálogos citam organização de viagem aos Estados Unidos, tratativas sobre emissão de passaporte e pedidos de fotos em lingerie ou trajes de banho, embora não confirmem aliciamento nem indiquem a idade da jovem.
As investigações também apontam que a intermediadora brasileira mantinha relação próxima e dependência financeira com Epstein e teria apresentado outras mulheres ao bilionário ao longo dos anos.
O caso envolvendo Natal integra um conjunto mais amplo de denúncias contra Epstein, acusado de liderar uma rede internacional de exploração sexual de menores. O empresário foi encontrado morto na prisão em 2019, antes do julgamento, mas autoridades americanas afirmam que outros envolvidos ainda podem ser responsabilizados.

Tanta baleia sendo importunada pelo pessoal de jet ski e o MPF perdendo tempo essa bobagem de tráfico internacional de pessoas…me poupem..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O Potiguar noticias fala disso fazem 15 dias.