Cidades

MPF vai à Justiça para apagar marcas da ditadura militar em ruas e bens de Natal

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra o município do Natal para garantir a alteração do nome de bens e logradouros públicos que fazem apologia ao golpe militar de 1964 ou a agentes da ditadura (que durou até 1985). A iniciativa busca enfrentar os chamados ‘legados da ditadura’, que ainda persistem na capital potiguar, e foi tomada depois de a prefeitura e a Câmara Municipal demonstrarem omissão sobre o assunto.

De acordo com a ação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Emanuel Ferreira, a manutenção de homenagens a figuras ligadas à repressão não é apenas uma questão de nomes em placas, mas uma prática que ajuda a naturalizar ideologias extremistas, como as que levaram à tentativa recente de golpe de estado, em janeiro de 2023, que teve em Natal um dos núcleos de apoio, com os acampamentos e protestos realizados na avenida Hermes da Fonseca, em frente a um quartel do Exército.

Celebrar o período autoritário enfraquece o regime democrático e pode incentivar movimentos que buscam a abolição violenta do Estado de Direito. A existência de homenagens como as das ruas “31 de Março”, “Presidente Costa e Silva” e “Presidente Médici” em bairros de Natal fere a Constituição Federal e os direitos humanos.

Lei específica

A ação destaca que a alteração de nomes de bens públicos depende apenas de um ato do prefeito, enquanto a mudança no nome de ruas exige que a Câmara Municipal crie uma lei específica. A prefeitura, no entanto, sequer respondeu à recomendação encaminhada pelo MPF, “mesmo diante de reiterações do expediente e da ressalva de que a ausência de resposta seria interpretada como recusa”.

Ao mesmo tempo, a Câmara Municipal também nunca aprovou normas que retirem as homenagens indevidas e proíbam novas irregularidades do tipo, apesar de já haver precedentes, como a lei que impede homenagens a pedófilos e estupradores em Natal.

O procurador reforça que o Brasil já foi condenado em cortes internacionais por não tratar adequadamente os reflexos da ditadura e a mudança desses nomes é um passo essencial para a justiça de transição e para a preservação da memória das vítimas.

Além de a Constituição Federal já estar em vigor há 37 anos, a expectativa para que todas as instâncias legislativas do país adotem legislações nesse sentido se intensificou nas últimas décadas, com a publicação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, em 2014, e devido a mais uma tentativa de golpe de estado, em 8 de janeiro de 2023.

“Nenhum desses eventos, infelizmente, foi capaz de sensibilizar o poder legislativo local para que, exercendo o necessário papel de guardião político da democracia, editasse lei proibindo as homenagens objeto desta ação”, lamenta Emanuel Ferreira. Uma proposta de lei sobre o tema só surgiu após a recomendação do MPF, porém, mais de um ano depois, ainda não foi aprovada. Além disso, a proposta chegou a ter parecer contrário na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.

Pedidos – Na ação apresentada à Justiça, o MPF requer que a prefeitura e a Câmara Municipal de Natal sejam obrigados a:

* Realizar um estudo técnico, em até 90 dias, para identificar todos os bens públicos com nomes de colaboradores da ditadura, sejam prédios, salas, auditórios, centros culturais, escolas, vias, bairros e qualquer outro bem ou monumento público.

* Modificar, no prazo de 120 dias, do nome desses bens e logradouros indicados no estudo técnico.

* Publicar, também no prazo de 120 dias, nos sites, redes sociais e no diário oficial, os bens e logradouros renomeados e as razões das mudanças.

Além disso, o MPF pede que a Justiça Federal fixe um prazo para que a Câmara Municipal elabore uma norma proibindo nomes de vias e logradouros públicos que contenham referências, elogios ou homenagens a colaboradores da ditadura.

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Opinião dos leitores

  1. A quantidade de pessoas que não sabem nada da ditadura impressiona. A ditadura não foi apenas uma luta entre comunistas e puxa sacos dos americanos. A ditadura foi um regime altamente corrupto onde quem não se alinhava podia ser morto. Graças a Deus , corruptos como o Maluf não se alinharam 100% e passaram a roubar num nível que fez a ditadura desistir de ser ditadura. Sim, era um período de corrupção em cima de corrupção. E quem chiasse morria e era acuado de ser comunista e guerrilheiro

  2. É muita falta de trabalho sério deste mpf.O que ainda temos de bom e útil na nossa cidade e estado é fruto do período militar.Gostaria também de saber onde foi esta famosa tentativa de golpe de estado.Aqui no Brasil é que não foi.

  3. Na verdade os militares nos livraram de uma ditadura comunista que estava sendo imposta pela união soviética. Teve excessos, teve mas é relativo pois foi proporcional aos ataques terroristas de guerrilheiros em prol da implantação de uma ditadura do proletariado. As homenagens são justas…..

    1. Pura verdade Paulo, parece que não tem o que fazer?

  4. Sinceramente, tantos problemas que assolam o nosso País, como a corrupção que se instalou em todas as esferas do Poder, inclusive na nossa Suprema Corte, fica os representantes do Ministério Público, “impombando”, com nome de ruas…
    Inclusive, vivi essa época, e podíamos sair tranquilo nas ruas e viver a vida…
    Esses Procuradores deveriam buscar algo mais produtivo, para fazerem jus ao salário que recebem…

  5. Acredito que uma ação dessas, seja para justificar os salários dessa turma, igualzinho ao documento de viviane para o Master, afinal, a grana faz milagres.

  6. O MPF não tem coisa mais importante prá fazer? Já erraram em alterar o Nome da Av Bernardo Vieira para Av.Nevaldo Rocha.Poderiam homenageava Dr.Nevaldo de outra forma não tocando nome de Rua ou Avenida.

  7. Bota o nome da Av Dheodoro da Fonseca, de Av LulaLadrão da Silva.
    Aí fica bonito.
    Lembrando que tudo que exister em Natal ,ou foi os Alves ou os Maias no governo Militar que fizeram.
    De lá pra cá, só remendos nas ruas e nada mais de espressivo.
    Pra não ser injusto, a engorda da praia de ponta negra que também foi uma grande obra.
    Natal cresceu?
    Sim, mas tudo feito pelas mãos de empresarios.
    Simples Assim.

  8. Bota o nome da Av Dheodoro da Fonseca, de Av LulaLadrão da Silva.
    Aí fica bonito.
    Lembrando que tudo que exister em Natal ,ou foi os Alves ou os Maias no governo Militar.
    De lá pra cá, só remendos nas ruas e nada mais de espressivo.
    Pra não ser injusto, a engorda da praia de ponta negra que também foi uma grande obra.
    Natal cresceu?
    Sim, mas tudo feito pelas mãos de empresarios.
    Simples Assim.

  9. Tem coisa muito mais séria nos serviços públicos prestados no estado do RN pra esse Procurador se preocupar. Ele está sem ter o que fazer, é?

  10. Em Natal temos o conjunto Leningrado, assentamento Olga Benário e ocupação 08 de outubro – Ernesto Che Guevara (organizada pelo Movimento de Luta nos Bairros – MLB), todos fazendo referência a ícones da esquerda.
    Além disso, as sedes do IFRN e da UFRN foram construídas pelo regime militar.
    Será que o MPF vai tomar providências também quanto a isso? Vai pedir para rebatizar os conjuntos e ocupação, e para demolir o IFRN e UFRN, já que foram obras da ditadura?

  11. LEGADO DA DITADURA MEUS EGGS! BOM TÁ AGORA, O PAÍS DOMINADO PELO CRIME ORGANIZADO, BOTA ORGANIZADO NISSO!!!

  12. Não esqueçam o patronato que assola o Estado, empregadores que se fingem de bonzinhos. Substituíram o nome da Avenida Bernardo Vieira por Nevaldo Rocha. Dêem uma passadinha, ou conversem com trabalhadores da Guararapes. Naonwsrou defendendo a ditadura, mas gostaria que ia senhores olhassem pra vida dura de algun6wue agora trabalhsm…

  13. Vivi na época do “regime militar”, onde a gente andava nas ruas até de madrugada sem problemas…

    1. Mentira sua, não podia ficar depois das 22:00 e ficasse fazendo graça a pm sentava o cacetete seja comunista ou não

    2. Prezado Cid…
      Você viveu isso, ou leu em algum lugar. .
      Vivi nessa época e nunca houve toque de recolher às 22 horas…

  14. Se calar diante da atual ditadura do judiciário também não enfraquece a democracia? É somente uma pergunta.

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Eleições 2026

Álvaro Dias mobiliza Natal em grande adesivaço ao lado de Paulinho Freire, Joana Guerra, Eriko Jácome, Ezequiel Ferreira e Styvenson Valentim

O primeiro domingo oficial de campanha de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte foi marcado por uma grande mobilização política em Natal. O candidato percorreu diferentes pontos de adesivação espalhados pela capital e encontrou forte presença de eleitores, amigos, apoiadores e lideranças políticas, em uma demonstração de força da candidatura do 22.

Ao longo da manhã, Álvaro Dias esteve acompanhado do prefeito de Natal, Paulinho Freire; da vice-prefeita, Joana Guerra; do presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome; do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira; e do senador Styvenson Valentim, além de deputados estaduais, vereadores e outras lideranças políticas. A presença conjunta reforçou a articulação política em torno da candidatura e deu dimensão estadual à mobilização.

Os adesivaços ocorreram simultaneamente em diferentes regiões da capital. Os pontos ficaram movimentados durante a manhã, reunindo eleitores, apoiadores e lideranças em torno da campanha e levando para as ruas a identidade do 22 e o lema “Pra mudar o que taí”.

A mobilização também reforçou a estratégia de comunicação apresentada no início da campanha, baseada em uma linguagem simples, direta e centrada no debate político. A proposta é manter uma conversa próxima e sincera com o eleitor potiguar.

Praça Cívica concentra grande mobilização

O ponto alto da manhã foi na Praça Cívica, onde Álvaro Dias encerrou o roteiro de adesivaços diante de uma grande concentração de eleitores, apoiadores e lideranças políticas. A presença expressiva no local marcou o encerramento de uma manhã de intensa movimentação pelas ruas de Natal.

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O JOGO COMEÇOU: Candidatos ao Governo do Estado iniciam campanhas nas redes sociais e revelam estratégias para conquistar eleitores do RN


Imagens: reprodução/Instagram

Antes mesmo de irem às ruas, os principais candidatos ao Governo do Estado iniciaram a campanha nas redes sociais, nos primeiros minutos deste domingo (16), revelando as estratégias que usarão para tentar conquistar o apoio dos eleitores do Rio Grande do Norte.

Álvaro Dias (PL) abriu a campanha publicando um vídeo com críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) e apresentando o slogan que sintetiza o discurso que usará durante a disputa eleitoral: “Pra mudar o que tá aí”.

Allyson Bezerra (União Brasil) também apostou no discurso da mudança como estratégia de campanha. Em publicação nas redes sociais, ele disse que é preciso “coragem para mudar” e que “a mudança vem do povo”.

Já Cadu Xavier (PT) jogou todas as cartas da defesa da continuidade da gestão da governadora Fátima Bezerra, que, segundo as pesquisas, é reprovada pela maioria da população: “O Rio Grande do Norte quer seguir no rumo certo”, disse. Além disso, ele procurou reforçar a associação com o presidente Lula (PT).

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[VÍDEO] DESAFINOU? Lula aposta em pastor e jingle gospel cantado por Janja para tentar conquistar eleitorado evangélico

Em uma tentativa de se aproximar dos eleitores evangélicos, que majoritariamente apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro, Lula levou ao primeiro ato oficial de sua campanha à reeleição o cantor gospel e pastor Kleber Lucas.

Diante do público presente no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), neste domingo (16), o pastor cantou um jingle da campanha presidencial com uma pegada gospel ao lado de Janja, a primeira-dama que, apesar de não ter cargo oficial, dá pitaco em tudo no governo, agora também parece ter resolvido virar cantora.

Vale ressaltar que ao longo dos quatro anos do atual mandato, Lula se manteve distante desta parcela do eleitorado, enquanto o governo petista defendeu pautas que contrariam valores associados aos evangélicos, principalmente a defesa da família tradicional.

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[VÍDEO] CAI QUEM QUER: Depois de enrolar quatro anos, Lula promete criar Ministério da Segurança Pública para “dividir responsabilidade com estados e municípios” e “prender todo mundo”

Depois de enrolar por quatro anos, Lula prometeu criar o Ministério da Segurança Pública, caso seja reeleito, para “dividir responsabilidade com estados e municípios”, “libertar o povo” e “prender todo mundo”, referindo-se aos integrantes das facções criminosas que dominam esses territórios.

A fala foi feita durante discurso no evento de lançamento da campanha à reeleição do petista, neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP). Lula afirmou que, para criar o novo ministério, é preciso primeiro aprovar a PEC da Segurança Pública e mudar a Constituição Federal.

“Se for aprovada a PEC da Segurança Pública, que o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre mandou ontem para a comissão, eu vou criar o Ministério da Segurança Pública, para dividir responsabilidade com estados e municípios, para a gente libertar o povo da vila mais pobre, em que tem quadrilha que manda na vila, tem quadrilha que aporrinha a vida do povo e nós vamos libertar o povo, prendendo todo mundo, todo mundo que acha que é dono de uma favela ou de um bairro pobre. Por isso, eu quero criar o Ministério da Segurança Pública, mas primeiro eu tenho que mudar a Constituição”, discursou.

O governo Lula, vale lembrar, foi contra a classificação das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas. A medida foi anunciada no final de maio pelo governo dos Estados Unidos.

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[VÍDEO] NA BRONCA: ‘Tá bem ruim’, diz Janja ao reclamar do som durante discurso no lançamento da campanha de Lula

A primeira-dama Janja da Silva deu uma bronca na equipe técnica responsável pelo som durante o discurso que fazia no evento de lançamento da campanha à reeleição do presidente Lula (PT), neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP).

Janja iniciou a fala com a voz embolada. Ao perceber o problema, ela interrompeu a leitura do discurso e reclamou com a equipe. “Gente, o som tá um pouquinho ruim. Tá bem ruim. Vamos começar de novo? Senão ninguém vai entender o que a gente está falando aqui”, disse, retomando a leitura em seguida.

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[VÍDEO] CLIMÃO: Janja causa constrangimento ao citar Marisa Letícia em discurso ao lado de Lula no lançamento da campanha do PT


A primeira-dama Janja Lula da Silva protagonizou um momento de constrangimento durante o lançamento da candidatura à reeleição do presidente Lula (PT), neste domingo (16), ao citar a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em 2017.

Ao discursar sobre a participação das mulheres na trajetória política do presidente, Janja fez uma homenagem à ex-esposa de Lula e destacou o papel dela desde o período das mobilizações sindicais até a criação do PT.

“Eu gostaria de lembrar especialmente de uma Silva, presidente: Dona Marisa”, afirmou Janja.

Apesar do afago à memória de Marisa, Janja nunca teve uma boa relação com os filhos da ex-primeira-dama com o presidente. Em 2024, o portal Metrópoles revelou mensagens atribuídas a Luís Cláudio, filho mais novo de Lula, com xingamentos à atual primeira-dama.

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PESQUISA DATA CENSUS/CAICÓ: Gestão do prefeito Dr. Tadeu é aprovada por 89,6%

Pesquisa realizada pelo Instituto Data Census Potiguar na cidade de Caicó e divulgada neste domingo (16) pelo Blog do Jair Sampaio mostra que a gestão do prefeito Dr. Tadeu é aprovada por 89,6% dos caicoenses.

Na avaliação, 62,8% dos entrevistados classificam a gestão de Dr. Tadeu como ótima ou boa. Outros 26,8% avaliam a administração como regular e 7,6% avaliam como ruim ou péssima.

A pesquisa ouviu 500 eleitores da cidade entre os dias 8 e 10 de agosto de 2026, dividindo os entrevistados por zona, sexo, idade e grau de instrução. A margem de erro da pesquisa é de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registro: RN-07572/2026.

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[VÍDEO] BENÇÃO: Flávio diz ter recebido “manto de Bolsonaro” em primeira fala de campanha


O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (16) ter recebido o “manto” do ex-presidente Jair Bolsonaro ao dar a largada oficial à campanha pela Presidência da República. Em vídeo publicado nas redes sociais, o candidato anunciou o início da corrida eleitoral e reforçou o vínculo político com o pai.

Na gravação, publicada com a legenda “que comecem os jogos”, Flávio destacou que faltam 45 dias para o primeiro turno e afirmou que Bolsonaro está fora da disputa por ser vítima do que classificou como uma “farsa”.

“Na impossibilidade dele, ele me passa seu manto e estou aqui diante de todos para reafirmar que estou mais que preparado para comandar esse país”, declarou.

Flávio também apresentou a disputa eleitoral como uma escolha entre o projeto petista e a oposição. “Estas eleições não são sobre Bolsonaro e PT, mas sobre o Brasil vencer ou o PT acabar com o Brasil”, afirmou.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: Veja o que é permitido e proibido aos candidatos no período de campanha eleitoral, a partir deste domingo (16)

Foto: reprodução/TSE

A campanha eleitoral para as eleições de 2026 começa oficialmente neste domingo (16). A partir da data, candidatos estão autorizados a pedir votos e realizar propaganda nas ruas e na internet, conforme as regras da Justiça Eleitoral.

Podem ser realizados comícios, caminhadas, carreatas, passeatas e distribuição de material gráfico. A propaganda de rua será permitida até 3 de outubro, véspera do primeiro turno. Em caso de segundo turno, a campanha poderá seguir até 24 de outubro.

Na internet, candidatos poderão utilizar sites, redes sociais, blogs e aplicativos de mensagens. A publicidade paga continua proibida, com exceção do impulsionamento, desde que respeite as regras eleitorais.

As lives de candidatos também passam a ser consideradas atos de campanha, mesmo quando não houver pedido explícito de votos.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa em 28 de agosto e segue até 1º de outubro no primeiro turno.

Leia abaixo o que é permitido e proibido aos candidatos:

Permitido

  • Pedir votos: a partir de 16 de agosto, candidatos podem fazer pedido explícito de voto como parte da propaganda eleitoral.
  • Fazer propaganda eleitoral: campanhas podem divulgar candidatos e propostas nas ruas e na internet, respeitando as regras da Justiça Eleitoral.
  • Usar redes sociais e aplicativos de mensagens: candidatos podem utilizar sites, blogs, redes sociais e aplicações de mensagens para propaganda eleitoral, dentro das regras previstas pelo TSE.
  • Realizar caminhadas, carreatas e passeatas: essas atividades estão autorizadas a partir de 16 de agosto.
  • Distribuir material gráfico: santinhos e outros materiais podem ser distribuídos, desde que respeitadas as exigências legais.
  • Realizar comícios: eventos com aparelhagem de sonorização fixa podem ocorrer entre 8h e 24h, dentro do período permitido.
  • Fazer impulsionamento na internet: o impulsionamento de propaganda eleitoral é permitido, desde que respeite as regras específicas da Justiça Eleitoral.

Proibido

  • Fazer propaganda eleitoral antes de 16 de agosto: a propaganda geral, inclusive na internet, só está autorizada a partir dessa data.
  • Veicular propaganda paga livremente na internet: a legislação proíbe a publicidade eleitoral paga na internet, com a exceção prevista para o impulsionamento de conteúdo dentro das regras eleitorais.
  • Usar propaganda irregular: materiais, publicações e ações de campanha precisam seguir as exigências previstas pelo TSE.
  • Divulgar conteúdo ofensivo ou fatos sabidamente inverídicos: a liberdade de manifestação na internet encontra limites quando há ofensa à honra ou à imagem de candidatos, partidos e coligações ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos.
  • Realizar práticas que caracterizem abuso de poder: condutas que comprometam a igualdade entre os candidatos podem ser alvo da Justiça Eleitoral.
  • Fazer propaganda no dia da votação: existem regras específicas para o dia da eleição, inclusive restrições à divulgação de propaganda e à publicação de novos conteúdos eleitorais na internet.

Com informações de R7

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[VÍDEO] “Mudar o Brasil para não ter que mudar do Brasil”: Nikolas Ferreira lança campanha com vídeo impactante e alcança milhões de visualizações e curtidas em poucas horas

Foto: reprodução

Após remover todas as publicações do Instagram e gerar especulações entre seguidores, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) retornou à 00h01 deste domingo (16) para oficializar o início de sua campanha à reeleição, com o número 2222.

Em uma produção digna de cinema, o parlamentar aborda problemas como custo de vida, perda do poder de compra, segurança pública e liberdade de expressão, com referências do ministro do STF Alexandre de Moraes e ao presidente Lula.

Em pouco mais de 8 horas no ar, o vídeo já havia alcançado 12,9 milhões de visualizações e tinha quase um milhão e meio de curtidas.

Ao final da produção, Nikolas afirma: “Vamos juntos mudar o Brasil, pra não ter que mudar do Brasil”. Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com 1.492.047 votos e busca a reeleição.

Assista:

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