
Foto: Divulgação/MST
Em reunião com Fernando Haddad nesta quinta-feira (20) em São Paulo, o MST fez novas exigências ao governo federal e reivindicou mais recursos para compra de terras destinadas à reforma agrária e melhores créditos para a agricultura familiar, entre outras pautas, informa o Estadão.
A reunião ocorreu após o governo Lula ceder à pressão dos sem-terra, que reivindicavam “pessoas comprometidas com a reforma agrária”, e nomear 19 novos superintendentes do Incra nos estados.
Nos últimos dias, integrantes do MST invadiram fazendas da Suzano e uma área de pesquisas da Embrapa, dentro do que o movimento chama de “Abril Vermelho”.
Ao final do encontro com o ministro da Fazenda, João Paulo Rodrigues, coordenador nacional do MST, afirmou que Haddad vai “estudar um aumento da verba destinada à obtenção de terras para a reforma agrária para R$ 400 milhões”, escreve o jornal paulistano.
Rodrigues disse ainda que o grupo se comprometeu a desocupar as áreas invadidas da Embrapa e da Suzano até o final de semana.
O Antagonista
As pessoas não são minhocas Tem que conceder a terra,casa e dinheiro para investir na perfuração de um poço que beneficie 4 lotes para sacear a sede das famílias e pequenas irrigacoes com plantações de feijão carioca ou preto hoje quase todo importado de Minas Gerais e da Bahia e também popularizar a produção de arroz da terra irrigado que é produzido em alguns municípios do oeste estado do RN em sequeiro e existe um amplo mercado para o desenvolvimento da produção de frango industrial em grande escala para desenvolver a avicultura porque agente olha no rótulo dos frangos vem do longínquo estado de Santa Catarina tem que haver a construção de aviários que contemple quatro famílias assentadas ou também investir na criação de porcos também importados de Santa Catarina de forma comunitaria pela quatro famílias beneficiadas com os poços nos lotes limítrofes,isto no assentamentos do semiarido do RN e do Nordeste.
vamossss coloca mais dinheiro….. não era isso que vcs estavam querendo, votou no bando …agora aguente os saques.
Arrocha! Mete dinheiro no bolso dessa cambada! Não era isso que os retardados queriam? Vão trabalhar pra sustentar MST, sindicatos, luxo da esbanja, países do foro de São Paulo e altos salários dos cumpanheiros do pinguço.
Pelo visto o amigo não conhece a produção de alimentos que os assentamentos liderados pelo MST produzem para abastecer as cidades. Também desconhece quem fica do lado do trabalhador pequeno quando o chicote, a intolerância e a arrogância do seu chefe, gerente ou empresário pipoca no seu lombo. É fácil criticar quando não se conhece o que passa e sofre o trabalhador e os agricultores familiares para sobreviverem num país desigual e desumano como o nosso tem se tornado.