Em entrevista à coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta terça-feira, a cantora pop americana Jennifer Lopez disse que não é do tipo que bebe cerveja, apesar de ter amigos que bebem.
Questionada pelo motivo que aceitou participar da campanha, ela respondeu: “Porque era sobre o Brasil, sobre o Carnaval, sobre a celebração da vida. Era mais sobre essas coisas boas do que qualquer outra. E eu nunca tinha estado no Carnaval. Pensei que era uma boa maneira de ter essa experiência”.
Luís Eduardo Correia Valle, conhecido como Dudu, faleceu às 17h desta segunda-feira (2), aos 56 anos. Ele lutava nos últimos cinco anos contra diferentes tipos de câncer e, segundo familiares, descansou nesta segunda-feira.
Filho de Pedro Valle (in memoriam) e de Tereza Valle, conhecida no RN pela habilidade na arte de fazer bolos, Dudu deixa um legado de afeto e lembranças entre familiares e amigos.
Ele era irmão de Sérgio Valle e Alexandre Valle, era casado com Lorena Gregório da Costa e pai de Luiz Henrique Costa Valle.
O deputado Rogério Correia (PT) usou seu perfil nas redes sociais para publicar uma montagem com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Na legenda, escreveu: “A foto é o retrato da roubalheira do Banco Master. E a Papudinha vai ficar pequena para tanto cidadão de bem”.
Em nota, Correia disse que a “foto expressava, de forma simbólica, a proximidade e a articulação política entre o dono do Banco Master e figuras centrais da extrema direita”.
Ele admitiu que a imagem foi criada por inteligência artificial e foi apagada depois: “Como a imagem era de IA e pode ter levado parte do público a interpretar a imagem como se fosse real, apaguei”. O deputado não informou na postagem que se tratava de IA.
A publicação provocou reação da oposição. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) criticou Correia no X: “Abertura de inquérito sobre fake news, buscas e apreensões… essa várzea se transformou numa republiqueta de décima categoria!”.
Abertura de inquérito sobre fakenews, buscas e apreensões, Polícia Federal revirando a casa dos outros, envio de helicóptero e agentes fortemente armados para buscar um celular, cassação de mandato, prisão, ameaças institucionais democráticas e tudo que que se vê quando acusam os… pic.twitter.com/CqocBES5Tq
O historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, voltou a causar polêmica nas redes sociais com declarações que questionam o direito de voto dos evangélicos. Em vídeos publicados em seu canal no YouTube, Bueno afirmou: “Evangélico, evangélico, evangélico tem que ficar no culto, tem que ficar no templo, tem que ficar pastando junto com o pastor. Deveria ser proibido evangélico votar? … Não, eles não têm que votar!”
O professor criticou diretamente a participação política de evangélicos, afirmando que eles “elegem uma escumalha perigosa e violenta”. Ele também atacou o deputado federal Nikolas Ferreira, alegando que o parlamentar “não deveria ser ninguém” na política e seria lembrado apenas como parte do “substrato mais baixo” da história política brasileira.
Bueno relativizou ainda os mais de 1,4 milhão de votos recebidos por Nikolas em 2022 e associou sua atuação a um tipo de cristianismo que reforçaria obediência e intolerância.
As declarações reacendem lembranças de um episódio de 2025, quando Eduardo Bueno reagiu de forma irônica à morte do ativista conservador Charlie Kirk, morto a tiros durante um discurso nos Estados Unidos.
O presidente Lula afirmou, nesta segunda-feira (2), durante a abertura do Ano Judiciário no STF, que o Judiciário não busca protagonismo nem assume funções de outros Poderes.
Segundo Lula, nos últimos anos, o STF atuou como “guardião da Constituição, do Estado Democrático de Direito e da soberania do voto popular”. Ele destacou que o tribunal garantiu a integridade das eleições e a liberdade do voto, dentro de suas responsabilidades institucionais.
Disse ainda que os ministros enfrentaram pressões e ameaças, mas mantiveram o compromisso com a Constituição. Para Lula, divergências políticas devem ser resolvidas pelas urnas, pelo diálogo institucional e pelo cumprimento das leis.
Tem mais é que babar os eggs dos sinistros mesmo, pois foi o cumpanhêro Fachin que o descondenou através do salto triplo carpado baseado no CEP, e como ele mesmo já falou publicamente sem o STF ele não governaria. Próximo….
Essa não é a visão do cidadão, convivemos com uma Suprema Corte ideológica, a serviço de um partido político. Tomando decisões ao arrepio das leis. Triste realidade.
O Tribunal de Justiça do RN suspendeu a decisão que paralisava a emissão de licenças e alvarás de construção na Via Costeira, em Natal. O efeito veio após o desembargador Saraiva Sobrinho conceder liminar favorável à Prefeitura, restabelecendo a validade da Lei Municipal nº 7.801/2024, que regula construções em áreas turísticas da capital.
A suspensão anterior havia sido determinada em primeira instância, a pedido do Ministério Público, e bloqueava temporariamente novas autorizações na área. Para o relator do recurso, a decisão inicial não apresentou fundamentação concreta e se apoiou apenas em princípios gerais, sem demonstrar probabilidade do direito alegado. Ele afirmou que a decisão “aparentemente não se encontra fundamentada”.
Segundo o desembargador, travar licenças e alvarás sem base técnica ou jurídica detalhada poderia gerar impactos administrativos e comprometer a segurança jurídica de empreendedores e interessados. Com isso, a Prefeitura conseguiu retomar imediatamente a aplicação da lei até que o colegiado do TJ julgue o mérito do recurso.
O processo ainda será analisado pela Procuradoria-Geral de Justiça, que poderá se manifestar em até 15 dias. Até lá, a Via Costeira segue liberada para novas construções, obedecendo as regras previstas na legislação municipal.
A conservadora Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo, foi eleita presidente da Costa Rica neste domingo (1º), no 1º turno, com ampla vantagem sobre o segundo colocado, Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional (PLN). Com 94% das urnas apuradas, Fernández conquistou 48,3% dos votos contra 33,3% de Ramos. Ela assumirá o cargo em 8 de maio e será a segunda mulher a governar o país.
Aos 39 anos, Laura é cientista política e especialista em políticas públicas e governança democrática e já ocupou cargos de ministra da Previdência e do Planejamento no governo do atual presidente Rodrigo Chaves. Após a vitória, ela reafirmou que dará continuidade às políticas do governo atual.
Segurança pública e combate ao narcotráfico foram os pilares da campanha de Laura Fernández, que também acenou com a construção de megaprisões, nos moldes das de El Salvador.
A vitória de Laura reforça a presença de líderes de direita na América Central, em um contexto de governos mais firmes contra a criminalidade. Com sua eleição, a Costa Rica entra na história como o segundo país a ter uma mulher na Presidência, depois de Laura Chinchilla, do PLN, que governou entre 2010 e 2014.
O TCU recomendou a suspensão de recursos federais destinados à escola de samba Acadêmicos de Niterói, após representação do Partido Novo apontar possível desvio de finalidade. O enredo da escola para o Carnaval de 2026 será sobre o presidente Lula.
O caso envolve contrato da Embratur com a Liga Independente das Escolas de Samba do RJ (Liesa), prevendo R$ 1 milhão para cada uma das 12 escolas do Grupo Especial. Foram identificados indícios de afronta aos princípios da impessoalidade, moralidade e indisponibilidade do interesse público.
O auditor responsável avalia que, se confirmado desvio de finalidade, o contrato pode ser anulado e os valores devolvidos aos cofres públicos.
Ainda há dúvidas sobre o destino exato da verba: não se sabe se a Acadêmicos de Niterói já recebeu o repasse ou se o valor foi para outra escola do Grupo de Acesso, como a Unidos de Padre Miguel.
Apesar disso, o TCU entende que há urgência e risco ao interesse público e propõe medidas cautelares, incluindo a suspensão parcial dos repasses e a oitiva da Embratur, Ministério da Cultura, Liesa e das escolas envolvidas.
Escola desfilará em 15/2
O desfile do Grupo Especial do Rio de Janeiro começa em 15 de fevereiro.
A Acadêmicos de Niterói, estreante na elite, apresentará o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que narra a trajetória da mãe de Lula, dona Lindu, em viagem de “13 noites e 13 dias” pelo interior de Pernambuco até a periferia de Guarujá, em São Paulo.
O Detran do Rio Grande do Norte anunciou nesta segunda-feira (2) que vai se adequar às novas regras do exame prático para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da baliza como etapa isolada e eliminatória da prova. O órgão, no entanto, não informou quando o novo modelo começará a valer no estado.
Segundo o Detran-RN, antes da implantação das novas regras será realizada uma atualização técnica e a requalificação dos examinadores de trânsito, conforme as normas da Senatran. Somente após essa etapa as avaliações passarão a seguir os novos critérios.
Com as mudanças, a baliza deixa de ser um teste decisivo e passa a ser avaliada apenas como parte da manobra de estacionamento ao final do percurso, sem reprovação automática. O foco da prova passa a ser o desempenho do candidato em situações reais de trânsito, principalmente em vias públicas.
Entre os principais critérios de avaliação estão a leitura do trânsito, o respeito à sinalização, a tomada de decisões seguras em conversões e mudanças de faixa, a atenção a pedestres e ciclistas e a convivência com outros veículos. De acordo com o órgão, a proposta é valorizar a condução segura no dia a dia, e não apenas a execução mecânica de manobras.
O Detran-RN informou ainda que o exame prático poderá ser realizado com veículo de transmissão automática, desde que o automóvel esteja regularizado e equipado com todos os itens obrigatórios previstos na legislação de trânsito.
Outra mudança diz respeito à pontuação da prova. O sistema deixa de adotar faltas eliminatórias pré-definidas e passa a considerar apenas as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com pesos diferentes conforme a gravidade. Infrações leves somam 1 ponto, médias 2, graves 4 e gravíssimas 6. Para ser aprovado, o candidato poderá perder até 10 pontos.
Segundo o órgão, a recomendação aos candidatos é intensificar a prática em vias públicas, manter domínio dos controles do veículo e atenção constante à sinalização e às situações de risco durante o exame.
Na abertura do ano Judiciário, nesta segunda-feira (2), o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que “os ministros respondem pelas escolhas que fazem” e ressaltou que decisões, prioridades e a forma de comunicação da Corte “importam”.
“Os ministros respondem pelas escolhas que fazem. As decisões que tomamos, os casos que priorizamos, a forma como nos comunicamos — tudo isso importa”, declarou.
Em meio à crise envolvendo o Banco Master, que colocou ministros em evidência, Fachin afirmou que “as dúvidas sobre conflitos de interesses devem ser tratadas sempre com transparência”.
O presidente do STF também disse que “momentos de adversidade exigem mais do que discursos” e destacou que “unidade” não significa “unanimidade”.
“O todo não se confunde com a parte. O que nos une é o compromisso com a instituição”, completou.
A cerimônia marcou a retomada dos trabalhos após o recesso e reuniu autoridades dos Três Poderes, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do presidente da OAB, Beto Simonetti.
O presidente do STF, Edson Fachin, anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora do novo código de ética da Corte, na sessão que marcou a retomada dos trabalhos após o recesso.
A indicação ocorre em meio à crise de imagem do Supremo, agravada por questionamentos sobre a atuação do tribunal na investigação do Banco Master.
Segundo Fachin, a escolha busca construir consenso interno. “É para o cidadão que todo o sistema de Justiça deve se orientar”, afirmou, ao reiterar o compromisso ético no exercício das funções públicas.
A aprovação do código é uma das prioridades da gestão Fachin, mas enfrenta resistência entre ministros. O presidente classificou o texto como um “compromisso” de sua administração à frente do STF.
Fachin e Cármen Lúcia são conhecidos por evitar eventos com empresários e não costumam participar de congressos e encontros privados, especialmente no exterior — prática que se intensificou nos últimos anos.
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