O novo texto da reforma da Previdência, o relatório da comissão especial da Câmara divulgado no último dia 13, reduz o tempo que os atuais professores teriam que esperar para obter sua aposentadoria.
Isso ocorre por causa da criação de uma nova transição —regras que permitem que quem já está no mercado de trabalho consiga se aposentar antes do que será exigido para os novos trabalhadores.
O relatório também alterou as idades de aposentadoria da professora mulher, tanto nas regras definitivas quanto as de transição.
Na proposta original enviada pelo governo Bolsonaro, professores homens e mulheres se aposentariam com a mesma idade, aos 60. No novo texto, a idade mínima para mulheres passou a ser 57.
Pela regra vigente hoje, professores do setor privado se aposentam sem idade mínima, ao cumprir o tempo mínimo de contribuição: 25 anos para mulheres e 30 para homens.
No setor público, o tempo de contribuição é o mesmo, mas é preciso atingir 50 anos (mulheres) ou 55 anos de idade (homens).
Nas calculadoras da Previdência da Folha é possível simular a idade a partir da qual será possível se aposentar se o texto atualmente em discussão no Congresso for aprovado sem alterações —ele precisa ter três quintos de votos favoráveis (308 deputados de 49 senadores), em duas votações em cada Casa.
Folhapress

Professor não melhor que ninguém portanto regras deve ser iguais.
Há muito que professor é atividade obsoleta e rara em avançado processo de extinção. Tal fato só não percebe quem é desonesto – a pelegada da sindicalha sanguessuga, por exemplo.
Mas da prática docente tradicional, do "mestre" em sala de aula, resta tão somente a nomenclatura, e olhe lá.
Concretamente professores foram substituídos por preceptores, mediadores, facilitadores, orientadores, tutores ou coisa que os valham. E em larga escala já são substituídos – com louvor, diga-se de passagem – por modernos aplicativos.
A verdade é que professor é uma atividade que capitulou como ofício. Mesmo porque suor e silício não combinam. E insistir no contrário é tão anacrônico quanto a linguagem mesoclítica apreciada por Jânio Quadros e o vice "gopista" Michel Temer.
Você vive em que planeta, criatura sem noção? Professor virou tão obsoleto que a demanda de necessidade nunca diminui, pelo contrário, sempre há carência em diversas áreas. O problema é que a carreira não é atraente e muitos não querem seguir ou abandonam no meio do caminho. Viver em mundinho de conspiração e balela virtual geram ideias desconexas do mundo real como as suas….
Assuma uma sala de aula em uma escola pública da periferia com quarenta ou mais alunos, com diversas realidades, alunos especiais, com graves problemas familiares, com depressão, fome, abandono (esccola pra muitos é sinônimo de depósito de alunos). E em meio a tudo isso, o professor administra todos os problemas, trabalha os conteúdos propostos, sistematiza os conhecimentos, utiliza tic's, inclusive redes sociais, repetindo essa rotina no mínimo três vezes por turno. Duvido um aplicativo substituir o meu trabalho. Qualquer hora do dia ou da noite tem sempre um aluno se comunicando, tirando dúvidas.
Tenha decência e lave a boca, as mãos e o cérebro antes de falar algo que não é da sua competência, caso tenha.