Número de MEIs aumenta no RN

Empreender se tornou a saída para vencer a crise financeira provocada pela pandemia do novo coronavírus para 20.688 potiguares ao longo do ano passado. Esse é o número de novas formalizações nessa categoria de empreendedorismo registrada pela Receita Federal no Rio Grande do Norte, perfazendo crescimento de 17% em relação a 2019. Hoje, o Estado conta com pouco mais de 141,4 mil empreendedores individuais.

Por trás dos números de microempreendedores individuais que registram crescimento no Estado, há sonhos diversos de acordo com o gerente do Escritório Metropolitano do Sebrae no Rio Grande do Norte. “As pesquisas GEM (Global Entrepreneurship Monitor) sempre indicaram que os dois maiores sonhos dos brasileiros eram ter uma casa própria e o próprio negócio. Oscilava a cada ano o que aparecia em primeiro lugar, no entanto, sempre eram esses dois os maiores sonhos”, afirma Medeiros. Conforme aponta, o quantitativo crescente de desempregados no mercado formal de trabalho contribuiu para que mais pessoas formalizassem microempreendimentos localmente.

“Sempre que há perda de postos de trabalho, há um movimento natural de as pessoas empreenderem por necessidade para compensar essa perda do emprego”, ressalta o gestor do Sebrae/RN. Há, ainda, um diferencial que alavanca o percentual: o processo de formalização está mais simples e completamente digitalizado. Em menos de uma hora, qualquer cidadão que cumpra os requisitos mínimos exigidos pelo Governo Federal pode se tornar um microempreendedor individual. “Em menos de uma hora, é possível abrir uma empresa como MEI e ter seu CNPJ sem muita burocracia. Isso favorece muito a formalização”, sublinha Thales Medeiros.

Confira matéria completa na Tribuna do Norte.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José, o arquiteto do universo! disse:

    Historicamente a maioria dos Norte Riograndenses temem serem donos dos seus próprios negócios ou com medo de não dá certo,e essencialmente por não terem capitais próprios,isso é inacreditável,mas boa parte dos empresários comerciais mais ou menos bem sucedidos principalmente do bairro do alecrim e também da Cidade Alta e do antigo e hoje decadente Centro comercial da Ribeira são oriundos dos vizinhos estados da Paraíba e de Pernambuco,ou são da segunda e terceira geração com pais e avós migrantes paraibanos e em menor proporção de Pernambucanos.

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