Política

‘Nunca ninguém vai me ver envolvido com corrupção’, diz futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que diz não temer ‘canetada’

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, participa de evento com empresários, em São Paulo — Foto: Aloisio Mauricio/ FotoArena/Estadão Conteúdo

Investigado por suposto recebimento de caixa 2, o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou nesta sexta-feira (7), em São Paulo, que nunca teve “nada a ver com corrupção” e que ninguém nunca vai vê-lo “envolvido com corrupção”.

Em uma entrevista coletiva concedida após encontro com empresários na capital paulista, o futuro ministro disse que não teme nada em relação às suspeitas de caixa 2.

“Eu sempre fui um combatente da corrupção. Nunca ninguém vai me ver envolvido com corrupção”, enfatizou aos repórteres. Em seu discurso com os empresário, ele pediu uma “trégua” à imprensa.

Onyx foi citado em depoimentos de acordo de delação premiado de executivos do grupo J&F. Delatores da holding dos irmãos Batista entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma planilha que, segundo os colaboradores, comprova que o futuro ministro recebeu repasse de R$ 100 mil por meio de caixa 2 em 2012.

Em apuração prévia, a partir de delação premiada do grupo J&F, a PGR analisa se houve repasse de caixa dois a Onyx e a outros políticos. Ao final da apuração prévia é que o Ministério Público decidirá se abre inquérito ou arquiva o caso.

Na última terça (4), o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o fatiamento da delação de executivos do grupo J&F e mandou instaurar procedimentos individuais de apuração de citações a dez parlamentares nos depoimentos dos delatores, entre os quais Onyx.

“Agora, com a investigação autônoma, eu vou poder esclarecer isso tranquilamente [denúncia de caixa 2], porque eu nunca tive nada a ver com corrupção”, disse o parlamentar gaúcho, responsável pela transição do novo governo.

“A gente não pode querer ser hipócrita de querer misturar um financiamento e o não registro do recebimento de um amigo. Esse erro eu cometi e sou o único que teve coragem de reconhecer”, complementou o futuro ministro.

Caneta ‘Bic’

Onyx Lorenzoni também disse aos jornalistas nesta sexta que não tem medo de ser “canetado” pelo presidente eleito Jair Bolsonaro em razão de denúncias de caixa 2.

Na quarta-feira (5), ao ser questionado por repórteres sobre a autorização do STF para investigar o futuro ministro da Casa Civil, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que vai “usar caneta” se houver “denúncia robusta” contra Onyx.

“Eu gosto tanto da caneta Bic dele que eu subscrevo a declaração dele [Jair Bolsonaro]”, ironizou o futuro chefe da Casa Civil.

No mesmo dia em que Bolsonaro deu o alerta para Onyx, o vice-presidente da República eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), havia dito que é “óbvio” que Onyx “terá que se retirar do governo” caso seja comprovado o envolvimento do deputado em irregularidades.

“Uma vez que seja comprovado que houve a ilicitude é óbvio que o ministro Onyx, ele terá que se retirar do governo, mas por enquanto é uma investigação e ele prossegue aí com as tarefas dele. Nada mais do que isso”, disse Mourão em um evento em Belo Horizonte.

Motorista de Flávio Bolsonaro

Em meio à entrevista, Onyx Lorenzoni foi indagado pelos jornalistas sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que identificou operações suspeitas por um ex-motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro. Ao responder, o futuro ministro afirmou que o caso “seguramente será sepultado com a verdade”.

“A gente precisa saber separar o joio do trigo. Neste governo é trigo, não dá para achar que esse governo vai ser igual ao do PT. Não é e nunca vai ser. A turma do mal está do lado de lá. O problema é que a aliança ideológica que se construiu no Brasil faz com que vocês queiram misturar um governo decente, que está apenas no seu alvorecer, com a lambança que o PT fez por 14 anos”, declarou.

“O presidente [Bolsonaro] é um homem que não teme a verdade assim como eu não temo a verdade. A pergunta é onde que estava o cofre do mensalão”, acrescentou.

Quando questionado sobre a origem do dinheiro do motorista, Onyx disse que não é um investigador e devolveu a pergunta ao repórter: “Quanto o senhor recebeu esse mês? Essa pergunta não tem a menor relevância”, disse o futuro ministro, antes de se retirar da entrevista.

Reformas

Mais cedo, na conversa com empresários, Onyx Lorenzoni afirmou que o governo eleito deverá ter muita cautela na condução das reformas dentro do Congresso Nacional a partir do próximo ano. Ele destacou ainda que o esforço que o governo terá que fazer para alcançar o equilíbrio fiscal será “gigantesco” e que reformas, como a da Previdência, serão feitas pela próxima gestão.

“Temos que saber que teremos uma maratona de quatro anos pela frente, e não uma corrida de 100 metros”, observou o futuro ministro da Casa Civil ao comentar dúvidas dos convidados em torno da governabilidade do governo Bolsonaro.

Onyx acrescentou que maiores detalhes sobre reformas, como a tributária, ficam por conta de seu “guru”, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que não compareceu ao evento por conta de uma gripe.

O futuro chefe da Casa Civil também destacou que o governo eleito precisa da oposição. “Ela é o contrapeso da vida democrática. A oposição vai nos mostrar quando a gente erra e a gente corrige, porque humildade o governo de Bolsonaro tem.”

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Tem uma letra da musica de Sirano e Sirino, que diz! Sei que errei estou aqui pra te pedir perdão……….Santo "moro" perdoou

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Política

MEIO/IDEIA: Em 2º turno, Lula tem empate com Flávio ou Tarcísio

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)surge empatado tecnicamente com o senadorFlávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas(Republicanos), em eventuais disputas de segundo turno pelo Palácio do Planalto. É o que mostra pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (11).

No cenário contra Flávio, Lula aparece com 47,4% das intenções de voto, enquanto o senador registra 45,3%, configurando empate técnico. Votos brancos ou nulos são 4,1%. Não sabe ou não responderam, somam 3,2%

Já em uma disputa contra Tarcísio, o presidente teria 46,4% e o governador paulista, 44,8%. Apesar de ser cotado para a corrida presidencial, Tarcísio tem afirmado que pretende concorrer à reeleição em São Paulo. Votos brancos ou nulos são 5,5%. Não sabe ou não responderam, somam 3,3%.

Metodologia

Foram ouvidos 1.500 eleitores, entre os dias 6 e 10 de março, por meio de entrevistas representativas. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00386/2026.

CNN

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Política

Lula trata convite de Kast a Flávio como “indelicadeza” diplomática

Foto: Marcelo Camargo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu como “indelicadeza” o convite feito pelo presidente eleito do Chile, José Antônio Kast, para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compareça à cerimônia de posse, nesta quarta-feira (11).

A avaliação feita pelo presidente brasileiro a aliados é de que, apesar do gesto inicial de ponderação feito por Kast, o convite ao adversário do petista no processo eleitoral deste ano demonstra falta de diplomacia por parte do novo presidente chileno.

Além de Flávio, Kast convidou Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o que irritou ainda mais Lula. O ex-deputado é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por coação em processo judicial.

O episódio, no entanto, segundo diplomatas brasileiros, não deve representar uma interrupção no diálogo entre Lula e Kast, já que é considerado menor em comparação às críticas a Lula feitas pelo presidente da Argentina, Javier Milei.

CNN

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Economia

Raízen pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65 bilhões em dívidas

Foto: Photo Art Fotografias/Raízen

A Raízen protocolou na madrugada desta quarta-feira (11) um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 65 bilhões em dívidas não operacionais. A empresa é uma joint venture entre a Shell e a Cosan.

Segundo a companhia, o plano já conta com a adesão de credores que representam cerca de 40% da dívida. Para que o acordo seja homologado, é necessário o apoio de pelo menos 50% mais um dos credores. A proposta envolve apenas obrigações financeiras e não inclui dívidas operacionais, como pagamentos a fornecedores.

Entre os principais credores estariam grandes bancos, como Itaú Unibanco, Santander Brasil e Bradesco, além de detentores de títulos de dívida da empresa. A empresa possuía cerca de R$ 17,3 bilhões em caixa no fim de dezembro.

O plano prevê ainda aportes de capital dos controladores, incluindo cerca de R$ 3,5 bilhões da Shell e R$ 500 milhões do empresário Rubens Ometto, por meio da holding Aguassanta. Com a medida, a companhia ganha proteção por até 90 dias para negociar com credores e tentar reorganizar sua estrutura financeira.

Considerado um dos maiores processos de reestruturação de dívidas do país, o caso da Raízen passa a figurar entre os maiores já registrados no Brasil, ao lado de recuperações envolvendo empresas como Oi e a antiga Novonor.

Com informação do Estadão

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Política

VÍDEO: Divisões internas travam reação do STF ao escândalo do Banco Master, diz Waack

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

O Supremo Tribunal Federal enfrenta dificuldades para reagir ao desgaste provocado pelo escândalo envolvendo o Banco Master. Segundo análise do jornalista William Waack, as profundas divisões internas na Corte têm paralisado qualquer tentativa de resposta institucional.

A informação é do jornalista William Waack, da CNN. De acordo com a avaliação, conflitos entre ministros sempre existiram, mas o atual cenário é marcado por desconfiança mútua entre integrantes do tribunal. Esse ambiente dificulta a construção de uma estratégia comum para recuperar a credibilidade da Corte diante das denúncias e repercussões do caso.

Uma das propostas em discussão é a criação de um código de conduta para ministros, defendida pelo presidente do STF, Edson Fachin. Parte dos magistrados, no entanto, avalia que a medida teria pouco efeito prático, enquanto outros acreditam que o caminho seria aprofundar investigações, inclusive envolvendo colegas da própria Corte.

Há ainda uma ala que rejeita a ideia do código por considerar que ele poderia ser interpretado como uma admissão de culpa. Para esses ministros, o STF estaria sofrendo ataques de interesses externos e não deveria ceder à pressão política ou midiática.

No atual cenário, segundo Waack, a combinação de divisões internas e avanço das investigações dificulta qualquer reação coordenada da Corte. O escândalo também já teria reflexos no ambiente político, recolocando o tema da corrupção entre as principais preocupações do eleitorado e ampliando a pressão sobre instituições e autoridades.

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Geral

Planalto diz não ter registros de reunião entre Lula e Vorcaro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Divulgação/Banco Master

A Presidência da República do Brasil informou que não possui registros formais das reuniões realizadas no Palácio do Planalto envolvendo o ex-ministro Guido Mantega enquanto ele atuava como consultor do Banco Master, pertencente ao empresário Daniel Vorcaro.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. A resposta foi enviada após um pedido feito via Lei de Acesso à Informação no fim de janeiro. Segundo o Planalto, não foram produzidas atas, filmagens, gravações ou qualquer outro documento sobre as reuniões — incluindo um encontro ocorrido em 4 de dezembro de 2024 entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com registros da agenda do chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, Mantega se reuniu com ele pelo menos seis vezes, sendo quatro encontros já na condição de consultor do Banco Master. Um desses encontros ocorreu justamente no dia da reunião em que Lula também esteve presente.

Os registros oficiais indicam apenas que os encontros trataram de “encaminhamento de pauta”, sem detalhar os temas discutidos. Nas agendas, Mantega aparece identificado apenas como ex-ministro da Fazenda, sem menção ao vínculo com o Banco Master.

Em entrevista ao portal UOL, Lula confirmou que participou da reunião com Vorcaro e afirmou que garantiu ao empresário uma investigação “técnica” por parte do Banco Central do Brasil sobre questionamentos envolvendo a instituição financeira, assegurando que não haveria interferência política no caso.

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Política

Flávio critica ausência de Lula em posse no Chile e diz que presidente “não respeita quem pensa diferente”

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não comparecer à cerimônia de posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast. Em entrevista ao canal chileno 24 Horas, da Televisión Nacional de Chile, o parlamentar afirmou que Lula “não respeita quem pensa diferente”.

Flávio está em Valparaíso, onde acompanha a posse de Kast no Congresso chileno. Durante a entrevista, o senador declarou que o presidente brasileiro “fala o tempo todo com muito ódio e ressentimento no coração” ao comentar a ausência do petista na cerimônia.

Questionado sobre relatos de que sua presença no evento teria influenciado na decisão de Lula de cancelar a viagem, o senador afirmou considerar a situação “muito triste”. Segundo ele, o presidente deveria priorizar relações diplomáticas com o Chile, que classificou como um importante parceiro comercial do Brasil.

Apesar das críticas, apuração da CNN Brasil aponta que a ausência de Lula está ligada à agenda política interna. O presidente teria optado por permanecer no país para tentar avançar em negociações com o Congresso Nacional.

Na entrevista, Flávio Bolsonaro também declarou apoio a José Antonio Kast e elogiou o novo líder chileno, destacando seu perfil conservador e a defesa de pautas como segurança pública, família e valores tradicionais.

Com informações da CNN

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Geral

PESQUISA IPSOS-IPEC: 42% dos brasileiros veem piora na economia do país

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (10) pelo Ipsos-Ipec aponta que 42% dos brasileiros consideram que a situação econômica do país piorou nos últimos seis meses. Outros 30% avaliam que a economia permaneceu igual, enquanto 25% afirmam que houve melhora no período.

O levantamento indica que a percepção negativa supera a positiva em 17 pontos percentuais. De acordo com o estudo, esse número aumentou em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, reforçando a avaliação crítica de parte da população sobre o momento econômico do país.

A pesquisa também mostra diferenças entre os perfis de entrevistados. A percepção de piora aparece com maior frequência entre eleitores de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, pessoas com renda mais alta, evangélicos e entrevistados com ensino superior.

Já a avaliação de melhora é mais comum entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, moradores do Nordeste, pessoas com menor renda e entrevistados com 60 anos ou mais.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 5 e 9 de março em 131 municípios brasileiros. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Além disso, o estudo indica que 51% dos brasileiros desaprovam a forma como Lula governa o país, enquanto 43% aprovam a atual gestão.

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Política

PT pressiona Lula para criar Ministério da Segurança após avanço de PEC no Congresso

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Integrantes do Partido dos Trabalhadores pretendem pressionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criar o Ministério da Segurança Pública após o avanço da proposta que trata do tema no Congresso Nacional.

A informação é da colunista Milena Teixeira, do portal Metrópoles. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e agora deve ser analisada pelo Senado Federal nos próximos dias.

Segundo apuração nos bastidores, parlamentares petistas defendem que o governo antecipe a criação da nova pasta antes das eleições de outubro, quando Lula deve disputar a reeleição.

A avaliação dentro do partido é que a medida foi uma promessa de campanha do presidente em 2022 e poderia servir para demonstrar ações mais concretas na área de segurança pública, considerada uma das maiores preocupações da população.

Dirigentes do PT também defendem que, caso o ministério seja criado, a pasta seja comandada por um nome com perfil técnico ligado às forças de segurança, como um delegado ou profissional com experiência policial.

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Geral

VÍDEO: Criminosos violam túmulo, retiram corpo e ateiam fogo em cemitério no RN

 

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Vídeo: Via Certa Natal

Um caso chocante foi registrado na madrugada desta terça-feira (10) no município de Areia Branca. Criminosos invadiram um cemitério na comunidade Casqueira, violaram uma sepultura e atearam fogo no corpo que estava enterrado no local.

Segundo informações preliminares, o cadáver seria de José Maciel da Silva Dantas, que havia morrido no último domingo após um confronto com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte em Mossoró.

Após a morte, o corpo passou por exames no Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte e foi liberado para a família. O sepultamento ocorreu na segunda-feira, um dia antes da violação registrada durante a madrugada.

A ação criminosa só foi percebida por moradores nas primeiras horas da manhã, quando encontraram o túmulo violado e o corpo queimado dentro do cemitério.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que busca identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.

Opinião dos leitores

  1. É esse o legado que o desgoverno Fátima deixara para o RN, a violência escalou ao seu mais alto grau na administração do PT.

    1. Bom dia , E ainda tem vermes que defendem esse desgoverno da lacraia paraibana.

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Geral

Moraes manda idosa doente do 8/1 de volta para a prisão e manda investigar juiz que autorizou soltura

Foto: Arquivo pessoal/Renan Possa

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, revogou a prisão domiciliar da aposentada Sônia Teresinha Possa, de 68 anos, condenada pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão também determina o envio do caso ao Conselho Nacional de Justiça para investigar o juiz que autorizou a medida.

Sônia, que enfrenta um câncer de pele e outras complicações de saúde, havia recebido prisão domiciliar em setembro de 2025 por decisão do juiz José Augusto Guterres, da Vara de Execuções Penais de Curitiba, com base em laudos médicos que indicavam necessidade de tratamento fora do presídio. Ela utilizava tornozeleira eletrônica e estava em Guarapuava (PR), onde mora seu filho.

Em janeiro deste ano, ao comparecer ao Departamento Penitenciário para apresentar uma resenha de livro para remição de pena, acabou sendo presa novamente por determinação de Moraes. O ministro havia negado anteriormente o pedido de prisão domiciliar com base em parecer da Procuradoria-Geral da República, que avaliou que o tratamento médico poderia ser realizado com escolta a partir do presídio.

Na decisão posterior, Moraes afirmou que o juiz da execução penal cometeu “clara usurpação de competência” ao conceder a domiciliar sem autorização do STF, já que, segundo ele, as execuções das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro permanecem sob supervisão da Corte. O ministro também determinou o afastamento do magistrado da condução dos atos processuais ligados ao caso.

A defesa da aposentada, por outro lado, sustenta que a execução da pena deveria ser conduzida pela Vara de Execuções Penais e não diretamente pelo STF. Advogados afirmam que, até a nova prisão em janeiro, não havia execução penal aberta na Suprema Corte e que a concessão da domiciliar pelo juiz estadual seguiu a legislação vigente.

Com informações da Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Rapaz puro suco de Brasil !!! Cadeia nessa senhora idosa , altamente perigosa e liberdade para André do rap , para a esposa de um líder de faccao por ser mãe !!! Eita Brasil que não tem jeito

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