Judiciário

OAB entregará estudo ao Congresso contra 10 medidas do pacote anticrime de Moro

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) vai ao Congresso entregar um estudo que se opõe ao pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro.

O documento elaborado por juristas e associações do direito, como IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros) e Condege (Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais), tece críticas ao projeto e apresenta sugestões.

A entidade, agora, negocia uma data, provavelmente até a primeira quinzena de maio, com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para a entrega do estudo.

Para o grupo de trabalho da OAB, ao menos dez medidas do plano do governo Jair Bolsonaro (PSL) precisam ser revistas, pois ferem a Constituição.

São elas: 1) execução antecipada da pena; 2) execução antecipada de decisões do Tribunal do Júri; 3) modificações nos embargos infringentes; 4) mudanças no instituto da legítima defesa, em especial aos agentes de segurança pública; 5) alterações no regime de prescrição; 6) mudanças no regime de cumprimento da pena; 7) mudanças em relação ao crime de resistência; 8) criação do confisco alargado; 9) interceptação de advogados em parlatório; 10) acordos penais.

A que mais provocou contrariedade entre os conselheiros é a possibilidade de interceptação de advogado em parlatório –gravação de conversas entre advogado e cliente preso.

Um trecho do pacote de Moro altera a lei que regulamenta presídios federais de segurança máxima e estabelece a instalação de câmera no parlatório e nas áreas comuns, para fins de preservação da ordem interna e da segurança pública. As gravações entre advogado e cliente só poderão ser autorizadas por decisão judicial.

A interceptação, segundo o relatório da OAB, fere o Estatuto da Advocacia, que garante o sigilo profissional. Os pareceristas Alberto Toron e Lenio Streck também dizem que o projeto de Moro vai contra o artigo 133 da Constituição, “que confere status indispensável à figura do advogado para a administração da Justiça, destacando-se a inviolabilidade de seus atos e manifestações no exercício da profissão”.

Escanteada pelo ministro da Justiça, a OAB também reclama que poderia ter contribuído tecnicamente para elaboração do texto que altera 14 pontos do Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral.

“Há convergência total por parte da comunidade científica de que a proposta do Ministério da Justiça não foi precedida do indispensável debate público que se esperava em um projeto com esse impacto sobre o sistema penal, processual penal e penitenciário”, diz o documento.

O advogado criminalista Juliano José Breda, presidente da Comissão de Garantia do Direito de Defesa e relator do estudo, diz que o Conselho Federal convidou Moro para participar de reunião da entidade em 8 de abril. Mas, segundo ele, o ministro disse que não teria agenda e foi acompanhar Bolsonaro nos EUA.

“O projeto do ministro já começa com uma série de erros. O primeiro deles é a ausência de um debate aprofundado com os advogados especializados. Não foi construído democraticamente”, afirma Breda. “A segunda observação, a mais grave, é que o pacote veicula matérias de indiscutível inconstitucionalidade.”

A Folha procurou a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, enviou perguntas e solicitou uma entrevista com Moro. A assessoria respondeu, na quarta-feira (17), que Moro nem outro porta-voz atenderiam ao pedido.

Outros nove trechos do pacote anticrime de Moro não sofreram rejeição entre os conselheiros da OAB.

São eles: 1) a criminalização do caixa dois; 2) criação do banco de perfil genético de condenados; 3) regulamentação da conexão de crimes da competência da Justiça Eleitoral; 4) criação do informante do bem; 5) alteração do regime jurídico dos presídios federais; 6) interrogatório e audiências por videoconferências; 7) aperfeiçoamento do conceito de organizações criminosas; 8) regulamentação das escutas ambientais; e 9) modificação do sistema de cobrança das multas penais.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Não precisa ser gênio para saber que essa crítica tem um motivo bem especial: a queda nos honorários.
    Advogado criminalista cobra elevados honorários para empurrar o processo para a eternidade e com isso nunca seu cliente ser preso. Simples assim.
    Eles não ganham para enfrentar a acusação com argumentos. Ganham para promover chincanas.
    Com o pacote a chance de sucesso dessa manobra vai a zero e a zero irão os honorários também.
    Como a OAB seria a favor disso?

  2. A diferença da OAB para outras entidades é o fato dela ser "abusada", nunca recebeu procuração da sociedade e só fala pelos advogados (apenas uma parte deles, diga-se de passagem) – canalhas que estavam entocados durante os desmandos do PT agora ressurgem para criticar o pacote anti crime.
    Façam me o favor.

  3. Mais democrático seria uma audiência pública com os envolvidos. E não usar de subterfúgios com parte dos que serão atingidos. Canalhice sem tamanho!

  4. E o norte e Nordeste, o que dizem?
    Coitados, em sua maioria são petistas que querem o Brasil quanto mais pior, melhor.

  5. E a OAB e a Folha são contrata é pq o pacote é bom para o cidadão de bem.

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Geral

CV executa comerciante após recusa em pagar “taxa do crime” e polícia prende cinco em operação

Foto: Reprodução

O comerciante conhecido como “Cascudo do Gás”, identificado como Carlos Henrique Paula de Souza, foi executado por traficantes do Comando Vermelho (CV) após se recusar a pagar uma taxa imposta pela facção criminosa em Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ex-candidato a vereador no município, ele foi morto a tiros no dia 27 de dezembro de 2025, em frente ao próprio estabelecimento, no centro da cidade.

A informação é da coluna Na Mira, do Metrópoles. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima, sacaram armas de fogo e efetuaram os disparos. Carlos Henrique morreu no local. As investigações indicam que traficantes vinham exigindo pagamentos ilegais de comerciantes da região para permitir o funcionamento dos negócios, e a execução teria sido motivada pela recusa do comerciante em atender às exigências.

Além da cobrança de propina, o grupo criminoso também controlava a venda de produtos como água, carvão e cigarros, restringindo o comércio local para ampliar os lucros do tráfico. O esquema fazia parte de uma estratégia de domínio territorial e intimidação de comerciantes.

Nesta quinta-feira (8), a PCRJ deflagrou uma operação contra os envolvidos, resultando na prisão em flagrante de cinco suspeitos e na apreensão de grande quantidade de drogas, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie. A ação também visa cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV investigados por associação criminosa, extorsão, homicídio e tortura.

Com informações do Metrópoles

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Política

Oposição se articula para derrubar veto de Fátima a lei que garantia repasses aos municípios

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O veto integral da governadora Fátima Bezerra (PT) ao Projeto de Lei nº 632/2025, que estabelecia regras e prazos para o repasse do ICMS, IPVA e Fundeb aos municípios, provocou reação imediata da oposição na Assembleia Legislativa. Deputados como Gustavo Carvalho e Tomba Farias, ambos do PL, classificaram a decisão como um desrespeito aos municípios e ao Legislativo e afirmaram que já há articulação para derrubar o veto em plenário.

A proposta havia sido aprovada por unanimidade em dezembro e tinha como objetivo garantir previsibilidade e regularidade nos repasses constitucionais. Para os parlamentares oposicionistas, o veto contraria inclusive a posição da própria base governista, que votou favoravelmente ao projeto. A Federação dos Municípios do RN (Femurn) e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), também criticaram a medida, alegando que atrasos nos repasses afetam diretamente serviços como educação, saúde e pagamento de servidores.

O governo do Estado justificou o veto com base em parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que apontou risco fiscal, insegurança jurídica e interferência indevida na gestão financeira estadual. Segundo a PGE, o projeto engessaria a administração da Conta Única do Estado e extrapolaria a competência estadual ao inovar sobre regras já previstas em legislação federal, especialmente no caso do Fundeb.

Apesar da justificativa do Executivo, a oposição e representantes municipais demonstram confiança na derrubada do veto. A avaliação é de que dificilmente os deputados manterão uma decisão vista como prejudicial às prefeituras, sobretudo após a aprovação unânime do projeto e a pressão direta dos gestores municipais.

Com informações da Tribuna do Norte

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Segurança

VÍDEO: Esquadrão Águia prende cinco suspeitos e apreende drogas na Vila de Ponta Negra

 

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Vídeo: Via Certa Natal

Uma ação do Esquadrão Águia resultou na prisão de cinco indivíduos e na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento da equipe na região, após denúncias de tráfico de drogas no local.

De acordo com a Polícia Militar, ao entrar na rua indicada, os agentes se depararam com cinco suspeitos, sendo que um deles carregava uma mochila. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem abandonou o material e tentou fugir, mas acabou alcançado e abordado pelos policiais.

Na mochila, os militares encontraram drogas em quantidade significativa, além de dinheiro fracionado, característico da comercialização de entorpecentes. Diante da situação, todos os envolvidos foram detidos no local.

Os cinco suspeitos foram conduzidos à delegacia de plantão, onde ficaram à disposição da Justiça para a realização dos procedimentos legais. A PM reforçou que o Esquadrão Águia segue atuando de forma ostensiva para coibir crimes e reforçar a segurança na capital potiguar.

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Geral

Ministros e cúpula do poder fizeram quase 1.800 voos pela FAB em 2025

Foto: Divulgação

Os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram ao menos 1.778 decolagens em 2025 para transportar autoridades da República, consolidando mais um ano de uso intenso da frota oficial por integrantes da elite do poder em Brasília. Têm direito formal ao benefício ministros de Estado, chefes das Forças Armadas e presidentes da Câmara, do Senado e do STF — mas, no governo Lula, a prática foi ampliada e passou a incluir também ministros do Supremo, mesmo sem previsão legal. Os deslocamentos do presidente Lula e da primeira-dama Janja não entram na conta, protegidos por sigilo.

Entre os principais usuários aparece o presidente da Câmara, Hugo Motta, que mesmo possuindo avião próprio realizou ao menos 141 viagens em aeronaves da FAB ao longo do ano. O volume chama atenção pelo caráter recorrente dos deslocamentos e reforça críticas sobre o uso da estrutura pública para agendas políticas e pessoais.

Na Esplanada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também figura entre os que mais utilizaram os aviões oficiais: foram 132 voos em 2025, 20 a mais do que no ano anterior. O número contrasta com o discurso de austeridade fiscal e contenção de gastos defendido pelo próprio ministro.

O Supremo Tribunal Federal também ampliou o uso da frota. Apenas a Presidência da Corte realizou 100 decolagens no ano, enquanto outros ministros somaram mais 19 voos. No total, o número de viagens em 2025 supera o registrado em 2024 (1.553) e só fica abaixo de 2023, quando foram contabilizadas 1.997 decolagens, mantendo o debate sobre privilégios e transparência no uso de recursos públicos.

Com informações do Diário do Poder

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Geral

Brasil segue em dezenas de organismos que Trump decidiu retirar os EUA

Foto: Molly Riley/White House

O Brasil mantém algum tipo de participação em 34 das 66 organizações internacionais das quais o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump determinou a saída do país, segundo levantamento feito a partir de dados oficiais da Casa Branca. A decisão, anunciada na última quarta-feira (7), envolve tanto organismos ligados ao sistema da ONU quanto entidades independentes, sob a justificativa de que atuariam contra os interesses norte-americanos.

Entre essas organizações, o Brasil atua como país-membro, parceiro institucional ou beneficiário direto de projetos em áreas como democracia, direitos humanos, comércio internacional, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Do total, 19 entidades não fazem parte da ONU e outras 15 integram a estrutura das Nações Unidas, com presença brasileira em fóruns, conselhos e programas de cooperação.

Um dos casos de maior repercussão é o do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA Internacional), que observou as eleições brasileiras de 2022 e atestou o funcionamento do sistema eletrônico de votação. Também figura na lista o Fundo da ONU para a Democracia (UNDEF), que financiou cerca de US$ 2 milhões em projetos no Brasil voltados à participação cidadã, direitos humanos e fortalecimento institucional.

Além disso, iniciativas ligadas ao comércio, à inclusão de mulheres exportadoras, à proteção ambiental, à pesquisa científica e ao desenvolvimento urbano seguem ativas no país, mesmo após a decisão americana. Especialistas avaliam que a saída dos EUA não implica, automaticamente, no encerramento das ações no Brasil, mas pode impactar financiamento, governança e o peso político dessas organizações no cenário internacional.

Com informações do G1

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Política

VÍDEO: Veto de Lula à dosimetria aprofunda tensão com Congresso e STF, afirma Waack

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou nesta quinta-feira (8) o Projeto de Lei da Dosimetria das penas, aprovado pelo Congresso Nacional, e optou por um gesto de confronto institucional ao transformar a decisão em um ato de caráter político no Palácio do Planalto. A proposta reduzia penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e poderia beneficiar, inclusive, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A cerimônia contou com baixa participação popular e foi interpretada como um comício, marcado pela ausência dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além de lideranças partidárias fora do PT. O projeto vinha sendo tratado nos bastidores como uma tentativa de acomodação entre os Poderes, com o objetivo de reduzir tensões e abrir espaço para outras agendas no Congresso.

Ao rejeitar o texto, Lula contrariou o Legislativo e reforçou o embate político. A expectativa agora é que deputados e senadores derrubem o veto, o que deve levar o tema novamente ao STF, prolongando o impasse institucional. Juristas e parlamentares avaliam que o ciclo tende a aumentar o desgaste entre os Poderes.

No campo político-eleitoral, aliados do presidente veem a decisão como uma aposta para fortalecer o discurso em defesa da democracia e endurecer a pauta de segurança pública, considerada sensível para o eleitorado. A estratégia, porém, é vista como arriscada, pois pode aprofundar a crise institucional e ampliar o isolamento do Planalto em relação ao Congresso.

Com informações de William Waack, da CNN

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Geral

Saiba quanto Lula repassou para o PT em 2025

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repassou aproximadamente R$ 40 mil ao Partido dos Trabalhadores (PT) ao longo de 2025, segundo dados declarados à Justiça Eleitoral. No total, foram 11 contribuições registradas em nome do presidente, que somaram R$ 40.010,74.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Cada repasse teve o valor individual de cerca de R$ 3,6 mil e foi classificado como “Contribuições – de parlamentares”. As doações seguem as normas internas do PT, que determinam contribuições financeiras obrigatórias de filiados que exercem mandato eletivo ou ocupam cargos de confiança.

Até a última quinta-feira (8), o PT informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma arrecadação total de R$ 151,5 milhões em 2025. Desse montante, cerca de R$ 126 milhões têm origem no fundo partidário.

Entre os parlamentares da legenda, o maior valor repassado foi do deputado federal Vander Loubet (PT-MS), com R$ 158 mil. Em seguida aparece a deputada Dandara (PT-MG), que contribuiu com R$ 143 mil.

Com informações do Metrópoles

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Jornalismo

Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, é diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos

Foto: Reprodução 

A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, compartilhou em suas redes sociais que foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos.

Bruna disse que recebeu, no fim de dezembro, o diagnóstico de um carcinoma mamário invasivo, do tipo não especial, hormonal, HER2 negativo e com metástase.

“Vai ser uma longa jornada de exames, quimioterapia, cirurgia e radioterapias. Mas também vai ser uma jornada de amor, felicidade e aprendizados”, escreveu ela. Bruna conta que resolveu compartilhar sua jornada depois de se informar sobre o crescimento da doença em mulheres jovens.

Por isso, pretende documentar as etapas do tratamento e continuar compartilhando a “vida normal” na rede social, para que outras jovens na mesma situação possam se identificar. “Estou no auge da minha juventude e não quero deixar meu tratamento atrapalhar minha juventude, da mesma forma que não quero deixar minha juventude atrapalhar meu tratamento”, refletiu.

“Somos jovens, somos guerreiras. E vamos botar esse câncer pra correr do jeito que apenas a nossa geração conseguiria: um dia na quimio, outro no pilates e o próximo dançando até amanhecer”, concluiu Bruna.

Bruna é filha de Vini Nóbrega, um dos seis filhos de Carlos Alberto.

Estadão Conteúdo

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Cidades

Manifestantes queimam notas falsas com rosto de Trump em ato por democracia em Natal

Foto: Reprodução 

Manifestantes queimaram notas falsas com o rosto do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante uma manifestação realizada nesta quinta-feira 8, em Natal, em defesa “da democracia e da soberania do Brasil”.

O ato foi promovido por movimentos sociais em memória aos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, na tentativa de golpe de Estado.

A mobilização teve início por volta das 15h, em frente ao shopping Midway Mall, no cruzamento das avenidas Nevaldo Rocha e Salgado Filho, na zona Sul da capital potiguar. Durante o protesto, manifestantes exibiram faixas e realizaram atos simbólicos, como a queima de notas falsas com o rosto de Trump.

Agora RN

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Brasil

Após veto de Lula, relator da Dosimetria protocola PL da Anistia no Senado

Foto: Edilson Rodrigues 

Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetar integralmente o PL da Dosimetria, o relator do texto no Senado, Esperidião Amin (PP-SC), protocolou nesta quinta-feira (8) um projeto de lei para anistiar os condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

À CNN, o senador justificou que sempre foi a favor da anistia para pacificar o país e que a redução de penas aos envolvidos no 8/1 e no plano de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, é insuficiente.

“A dosimetria foi uma negociação muito aquém do que acho que é o justo. O justo é anular o inquérito”, disse o senador.

Amin sustenta que não houve tentativa de golpe, mas atos de vandalismo facilitados por omissão de agentes públicos, o que, segundo ele, não foi devidamente investigado.

O senador ainda acusa que o inquérito do 8 de Janeiro tem nulidades, como foro inadequado no STF (Supremo Tribunal Federal), suspeição de ministros e investigação tendenciosa comandada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal.

CNN

 

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