Fotos: reprodução/redes sociais
Enquanto João Pessoa e Recife enfrentam fortes chuvas com alagamentos generalizados, protestos e pontos de calamidade, Natal registrou precipitações nas últimas 48 horas sem os impactos graves vistos nas duas capitais vizinhas.
Entre 1º e 28 de abril de 2026, a estação A304 do INMET em Natal acumulou 448 mm de chuva — três vezes a média histórica de 141 mm (período 2003-2025). Mesmo assim, a cidade lidou com o volume sem registrar os estragos significativos de João Pessoa e Recife.
Em João Pessoa, a oposição do PT – com figuras como Ricardo Coutinho e vereadores como Marcos Henriques – cobra duramente a prefeitura. As críticas são intensas, mas partem de um confronto político consistente com a gestão atual.
O mesmo vale para Recife. Ali, deputados e vereadores da oposição (principalmente do PP, PL e Novo) questionam drenagem e planejamento urbano. É um embate visível, mas dentro dos limites do jogo democrático. Não há torcida pela tragédia, e se ela chega há um mínimo de solidariedade em respeito aos afetados pelas chuvas.
Esse uso político das crises faz parte do debate. Não há como negar: oposição existe para fiscalizar e pressionar. O problema surge quando a cobrança vira exploração pura.
E é exatamente isso que diferencia Natal.
Na capital potiguar, a deputada Natália Bonavides e setores do PT costumam transformar qualquer chuva em oportunidade para atacar o prefeito Paulinho Freire. Há uma clara impressão de “quanto pior, melhor”. Parece haver uma torcida velada para que os problemas se agravem, de modo que o PT possa explorar o momento de forma mais conveniente.
Prova disso é o que estamos vendo agora. Choveu em Natal nos últimos dois dias, mas sem os estragos significativos registrados em João Pessoa e Recife. E, convenientemente, o oportunismo que marca presença em dias de maior crise simplesmente não aparece.
Quando não há estragos graves para explorar, o silêncio é eloquente. Isso revela que não se trata apenas de cobrança legítima por melhorias, mas de uma estratégia que se beneficia do caos.
As oposições em João Pessoa e Recife atuam dentro de um jogo político mais equilibrado. Em Natal, infelizmente, o nível de exploração parece ultrapassar o debate saudável e entrar no terreno do puro oportunismo.
A população merece oposição responsável – que cobre, fiscalize e proponha soluções. Não quem pareça comemorar as dificuldades alheias para colher vantagens eleitorais.
BG
Chamar atenção aos acertos
Parabenizar
A honestidade e resiliência não pertence a política ( nem de direita e nem de esquerda).
Olha Bg, por que vc não assume uma secretária em Natal?
Fiquei ilhado em Neópolis com 15 lagoas transbordaram no caminho pra Felipe Camarão, Av Airton Senna, Av das Alagoas, entrada do viaduto da copa, túneis, alagamento da Lemos, e todas as lagoas na xavantes transbordaram,Av 6, Jerônimo câmara e km 6. Era impossível transitar na cidade. Agora se milhares de pessoas perdem seus bens, pasam20 dias com suas casas alagadas e o BG não viu aí algo tá errado
A diferença não tá nos políticos mas sim na nossa imprensa vendida que serve a quem lhes paga.
Os esquerdistas estão enchendo as lagoas com a choradeira.
Parabéns BG pelo comentário!! Esse povo não sabe olhar pro próprio rabo…