O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) “puniu” com aposentadoria compulsória 93 magistrados desde 2008, os números foram levantados pela coluna com o próprio CNJ. A aposentadoria é uma das penalidades mais graves aplicadas aos magistrados, como a desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima, do TJ-BA, aposentada este mês após ser investigada por suposta venda de sentenças em um rolo com grilagem de terras, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.
O máximo
O pico das “punições” ocorreu em 2010, 19 magistrados. Este ano, foram mais cinco que não precisam dar expediente e têm a grana garantida.
Vai ficando
Na Câmara, iniciativas para acabar com essa sanção não prosperam. Na reforma administrativa, emenda do tipo sequer teve assinatura suficiente.
De saída
Proposta mais recente para acabar com a aposentadoria compulsória foi apresentada por Flávio Dino, um dia antes de assumir vaga no Supremo.
Juntando poeira
Desde que foi apresentada na CCJ do Senado, em 21 de fevereiro deste ano, a proposta não se moveu. Está “aguardando designação do relator”.
Diário do Poder

Aposentadoria para esses juízes é presente. Só resta a desmoralização para o mesmo e família.
Normal normal normal, país onde se tem um ministério da corrupção instalado, e diariamente realiza dilapidação do dinheiro público, e a justiça abona absolutamente todos esses crimes, natural eles se beneficiarem também, quando são pagos com a mão na massa(bufunfa, grana , dinheiro)
Misericordia. que puniçao, dar pena dessa turma pelas dificuldades que vao passar na vida.
“Pune”, isso é um prêmio. O juiz comete erros comprovados, não é punido e ainda é aposentado. Onde está a punição?????????
Aposentadoria não é penalidade e sim um benefício sonhado por milhões de humildes e honestos trabalhadores. No caso dos magistrados, é uma premiação pelo delito cometido.
Se isso é o conselho nacional de “justiça “, e é uma vergonha dessas. Agora todos sabem porque ninguém acredita nesse país de merda. Agora imaginem como não deve ser o conselho nacional de políticos, composto só por políticos. Cabaré perde.