Foto: Divulgação/Sinmed
O Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, voltou a ter pacientes nos corredores em meio à superlotação, à falta de leitos e à dificuldade para liberar vagas de UTI. A unidade é referência em urgência e emergência para mais de 60 municípios da região Oeste do RN.
Os problemas também afetam os profissionais que atuam no hospital. Médicos da cooperativa SAMA afirmam que estão há quase cinco meses sem receber pelos plantões. Eles dizem que podem interromper os atendimentos caso os pagamentos não sejam regularizados.
O Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed-RN) confirmou os atrasos e que o caso é acompanhado pela entidade e pelo Conselho Regional de Medicina. Também classificou a situação como grave.
Em entrevista à Tribuna do Norte, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta, reconheceu atraso no repasse à cooperativa, mas contestou o prazo apontado pelos médicos.
Segundo o secretário, o Estado faz o repasse à empresa contratada, responsável pelo pagamento dos profissionais. Ele afirmou que o atraso é de cerca de um mês e atribuiu o problema a dificuldades financeiras.
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