Uma mulher afirmou, em uma publicação nas redes sociais, que foi responsável por atear fogo no carro de um servidor da Câmara Municipal de Natal. O veículo foi incendiado na quarta-feira (19), na Avenida Campos Sales à sede do Legislativo Municipal.
Na publicação, a mulher relata que a atitude não teria sido motivada por ciúmes, mas por “falta de respeito e consideração” após um relacionamento de aproximadamente 30 anos.
O incêndio provocou muita fumaça e mobilizou populares, que tentaram conter as chamas com extintores. Agentes da STTU isolaram a área e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre a identidade dos envolvidos, as circunstâncias do caso ou eventual investigação policial. O carro ficou danificado, mas o valor do prejuízo ainda não foi informado.
Integrantes do PT e da campanha de Lula encomendaram pesquisas internas para medir o impacto das denúncias envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Marco Aurélio Santana, o Marcola, ex-chefe de gabinete e homem de confiança do presidente.
Segundo o Metrópoles, os levantamentos indicam que, até agora, as denúncias contra os dois não provocaram impacto significativo na imagem de Lula. A maior preocupação da campanha, porém, é com Marcola, devido à proximidade que mantinha com o presidente. Ele circulava pela sala de Lula e atuava inclusive como intermediário de ligações.
Em relação a Lulinha, a avaliação interna é de que o filho do presidente já teve o nome envolvido em episódios de eleições anteriores e, por isso, as denúncias atuais ainda não teriam causado desgaste relevante. Esse cenário pode mudar caso novos fatos sejam revelados.
Lulinha e Marcola estão na mira da Polícia Federal por relações com a lobista Roberta Luchsinger. Conforme já revelou o Metrópoles, ela comprou joias de diamantes e deu presentes a Marcola, que também recebeu R$ 249 mil em empréstimo da lobista.
A Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Norte (PRF-RN) ainda não possui drogômetro, equipamento usado para detectar o consumo de drogas como maconha e cocaína por motoristas. Segundo a corporação, também não há previsão para a chegada do aparelho ao estado.
A falta do equipamento ocorre após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovar novas regras para as fiscalizações da Lei Seca, que passam a incluir procedimentos para identificar o uso de outras substâncias psicoativas, além do álcool.
A PRF-RN informou que já testou cinco marcas de drogômetros desde 2019. No entanto, mesmo sem o aparelho, a fiscalização pode identificar alteração da capacidade psicomotora por outros meios, como avaliação de sinais apresentados pelo motorista, exames, imagens e vídeos.
As novas regras entram em vigor após publicação no Diário Oficial da União, com prazo de 60 dias para adaptação dos órgãos de trânsito.
Lula desembarca nesta quinta-feira (20) no Rio Grande do Norte para participar de um ato político da campanha do PT ao Governo do Estado, Cadu Xavier, às 17h, na Arena das Dunas, em Natal. A vinda do presidente é a grande aposta do partido para turbinar a candidatura de “Cadu de Lula”, que vem crescendo nas pesquisas e sonha em chegar ao segundo turno.
A aposta não é à toa. A Pesquisa BG/Instituto Perfil, divulgada pelo Blog do BG, mostra Lula com 62,38% de aprovação entre os potiguares e quase 57% das intenções de voto no cenário estimulado. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 13 e 16 de agosto, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais, margem de confiança de 95% e está registrado no TSE sob os números BR-06188/2026 / TRE RN-00522/2026.
O problema para Cadu é que o mesmo palanque que traz Lula também carrega Fátima Bezerra, que apresenta números bem menos favoráveis. A governadora aparece com 56,18% de desaprovação, contra 34,63% de aprovação, segundo a mesma pesquisa BG/Perfil.
Enquanto o PT tenta explorar a força eleitoral de Lula para impulsionar Cadu, terá de lidar ao mesmo tempo com o peso negativo da avaliação do governo estadual. É uma equação delicada para a campanha: Lula pode funcionar como motor para levar Cadu ao segundo turno, enquanto Fátima pode atuar como âncora, puxando o candidato para baixo.
Pronto, agora vai!
Luladrão, também veio à Natal para “alavancar” a Patrinha Bolivariana à Prefeitura de Natal.
Perdeu feio.
Fique tranquilo Cadu, vc terá o mesmo destino.
Pronto, agora vai!
Luladrão, também veio à Natal para “alavancar” a Patrinha Bolivariana à Prefeitura de Natal.
Perdeu por mais de 40.000 votos.
Fique tranquilo Cadu, vc terá o mesmo destino.
Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para solicitar o voto em trânsito nas Eleições 2026. No Rio Grande do Norte, Natal, Mossoró e Parnamirim estão aptas a receber eleitores que estarão fora de seu domicílio eleitoral nos dias de votação.
O pedido pode ser feito pela internet, na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na opção de transferência temporária do local de votação, ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral, com apresentação de documento oficial com foto.
Quem votar em trânsito dentro do próprio estado poderá escolher candidatos para todos os cargos em disputa. Já quem estiver em outro estado poderá votar apenas para presidente da República.
Também termina nesta quinta o prazo para alterar ou cancelar pedidos já realizados. Quem solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local escolhido terá de justificar a ausência pelo aplicativo e-Título.
O Banco do Brasil suspendeu novos depósitos judiciais destinados ao pagamento de dívidas de precatórios do Governo do Estado. A decisão ocorreu após o Estado, comandado por Fátima Bezerra (PT), não recompor o Fundo Garantidor dentro do prazo estabelecido.
A suspensão foi comunicada pelo banco ao presidente da Assembleia Legislativa,
Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB). O bloqueio ocorreu porque o Governo Fátima Bezerra (PT) não fez, dentro do prazo regulamentar de 48 horas, a recomposição do chamado Fundo Garantidor, que funciona como uma garantia para assegurar a devolução dos valores dos depósitos judiciais quando necessário.
É mais um calote do governo do PT, que também não paga há meses fornecedores e prestadores de serviço. O terceirizados da saúde, por exemplo, entraram em greve porque estão sem receber.
As empresas que estão fazendo a recuperação das rodovias estaduais também vão paralisar as obras por falta de pagamento do Governo Fátima, como publicou ontem o Blog do BG.
A Secretaria de Estado da Fazenda do RN (Sefaz-RN) negou em nota que Banco do Brasil teria bloqueado depósitos e escareceu que está em dia com o pagamento de precatórios.
Leia a íntegra abaixo:
Nota de esclarecimento
Não procede a informação publicada pelo Blog do BG de que o Banco do Brasil teria bloqueado depósitos após o Governo do Estado não recompor o Fundo Garantidor.
Os depósitos judiciais e o Fundo Garantidor são geridos pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). Atualmente, não há qualquer impedimento para que o Governo do Estado tenha acesso aos recursos destinados ao pagamento de precatórios.
O Governo do Estado também esclarece que está em dia com o plano de pagamento de precatórios, cumprindo regularmente os compromissos estabelecidos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o inquérito sobre a suposta participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em uma ação de lobby no governo seja enviado à primeira instância da Justiça.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, a PGR argumenta que não há investigados com foro privilegiado no caso. A decisão caberá ao ministro André Mendonça, relator de dois inquéritos no STF envolvendo o filho do presidente Lula.
A investigação apura a relação de Lulinha com a lobista Roberta Luchsinger, que atuou na tentativa de vender um projeto de canabidiol ao Ministério da Saúde. Diálogos analisados pela Polícia Federal apontam que ela dizia falar em nome do filho do presidente e buscava remuneração de 20% no negócio.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 1.103 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral desde o início oficial da campanha, no último domingo (16). Os registros foram feitos pelo aplicativo Pardal e os dados estão atualizados até esta quarta-feira (19).
São Paulo lidera o número de ocorrências, com 193 denúncias, seguido por Pernambuco (106), Paraná (102), Rio Grande do Sul (95) e Minas Gerais (89). Entre os cargos, candidatos a deputado estadual concentram o maior número de registros, com 424, seguidos pelos candidatos a deputado federal, com 325.
O impulsionamento irregular de conteúdo aparece como a principal infração denunciada, com 339 registros, o equivalente a 30,73% do total. Em seguida estão irregularidades na propaganda pela internet, com 289 casos. Também há denúncias envolvendo propaganda em bens públicos e particulares, propaganda antecipada, banners, cartazes, boca de urna e showmícios.
Das 1.103 ocorrências, 596 ainda estão em análise pela Justiça Eleitoral, 383 foram baixadas do sistema e 124 já foram transformadas em processos no Processo Judicial Eletrônico (PJe).
As denúncias podem ser feitas pelo Pardal Móvel, com identificação pelo e-Título ou Gov.br. O denunciante pode anexar fotos, vídeos, áudios e links, e a Justiça Eleitoral mantém sua identidade sob sigilo.
Enquanto a crise na saúde pública do Rio Grande do Norte se agrava, a Sesap promete reabrir na próxima semana os leitos da Clínica Médica 2 do Hospital João Machado, interditada pelo Coren-RN.
A secretária adjunta da Sesap, Leidiane Queiroz, reconheceu problemas na unidade, mas afirmou à 98 FM que a situação não representava “grande gravidade” com risco à vida dos pacientes.
O Coren, porém, apontou problemas na estrutura física, risco de acidentes, climatização inoperante, falta de insumos e exposição de profissionais e pacientes a agentes físicos, biológicos e químicos. Leidiane também admitiu a presença de mofo e falha na comunicação com o conselho.
A promessa ocorre em meio a uma sequência de problemas na rede estadual: greve de terceirizados por atrasos nos pagamentos, corredores do Walfredo Gurgel constantemente lotados, filas diárias na Unicat, cirurgias eletivas paralisadas, dívidas com fornecedores e a recente interdição no João Machado. Em Macaíba, o Hospital Alfredo Mesquita ainda registrou um surto de microrganismos multirresistentes, com oito mortes entre os pacientes atingidos no período.
A campanha à reeleição do presidente Lula (PT) decidiu aumentar a pressão sobre o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, diante da divulgação de informações de investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Segundo o jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, a coordenação da campanha considera que o ministro está inerte diante dos vazamentos e quer identificar todos os agentes da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF) que tiveram acesso aos dados.
Lulinha é alvo de três inquéritos diferentes na Polícia Federal, órgão subordinado administrativamente ao Ministério da Justiça. As apurações envolvem suspeitas que podem levar a acusações por tráfico de influência, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A estratégia jurídica da campanha inclui cobrar a cadeia de custódia das informações e pressionar PF e STF para interromper novas divulgações. A preocupação já foi levada ao presidente Lula, que publicamente defende a continuidade das investigações, mas afirma que não devem ocorrer abusos.
Leonardo Avalanche, presidente do PRTB e indicado como vice na chapa presidencial de Pablo Marçal, é réu na Justiça de São Paulo por associação criminosa, ameaça, violência política e manipulação de sistema público. Ele também é investigado em pelo menos outros cinco inquéritos da Polícia Federal.
O colunista Demétrio Vecchioli informou em sua coluna no portal Metrópoles que o Ministério Público Eleitoral (MPE) aponta Avalanche como “mentor intelectual” de um esquema envolvendo filiações fraudulentas, falsificações, ameaças e coação dentro do PRTB.
Uma das acusações envolve a ex-vice-presidente do partido Rachel de Carvalho. Ela relatou ter sido levada a uma espécie de “tribunal do crime”, com a presença de pessoas que se apresentaram como integrantes do PCC, onde teria sido pressionada a assinar sua renúncia ao cargo partidário.
Marçal está inelegível, mas conseguiu uma liminar para se filiar retroativamente ao PRTB. O partido requereu o registro de sua candidatura a presidente, mas o MPE a impugnação ao TSE.
A Avenida Coqueiros, uma das principais vias de Extremoz, passa a se chamar Avenida Edson Oliveira dos Santos. A mudança foi oficializada por meio da Lei nº 1.425, de 17 de agosto de 2026, originada de projeto apresentado pelo vereador Rafael Correia.
A homenagem reconhece a trajetória do pastor Edson Oliveira, que esteve por mais de 18 anos à frente da Assembleia de Deus em Extremoz (AD Extremoz). Ao longo de quase três décadas, o líder religioso desenvolveu um trabalho que alcançou diferentes gerações e consolidou sua importância para a comunidade evangélica e para a história do município.
O projeto que deu origem à lei foi aprovado pela Câmara Municipal. Diante da ausência de sanção e promulgação pelo Poder Executivo no prazo previsto na legislação municipal, a norma foi posteriormente promulgada pelo Poder Legislativo, nos termos da Lei Orgânica de Extremoz.
Para o autor da iniciativa, vereador Rafael Correia, a denominação da avenida representa o reconhecimento institucional a uma personalidade que dedicou grande parte de sua vida ao trabalho religioso e social no município.
A escolha de uma das mais importantes vias de Extremoz para receber o nome do pastor também simboliza uma homenagem à presença e à contribuição histórica do segmento evangélico, que possui participação expressiva na formação religiosa e social da cidade e do Rio Grande do Norte.
Com a promulgação da nova lei, o nome de Edson Oliveira dos Santos passa a integrar oficialmente a história urbana de Extremoz, preservando a memória de um líder religioso cuja atuação marcou mais de duas décadas da vida da comunidade local.
Durante um evento político do PL, o candidato à vice-presidente da República de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, disparou contra Lula e destacou a importância da união da oposição em torno de lideranças como Michelle Bolsonaro.
O parlamentar chamou o atual presidente de “caloteiro da esperança” e o acusou de prejudicar aposentados, pensionistas e de abrir espaço para esquemas de corrupção em ministérios.
Ainda tecendo críticas ao presidente Lula, Gaspar argumentou que o nordeste brasileiro aguarda há anos por promessas governamentais e afirmou que a chapa oposicionista buscará reestruturar o desenvolvimento econômico local, valorizando programas assistenciais e a tecnologia.
Elogios a Michelle Bolsonaro
A ex-primeira dama foi apontada por Gaspar como uma liderança nacional, com forte presença política nacional e destacou que ela é reconhecida também no estado de Alagoas, onde aconteceu o evento político desta quinta-feira (19).
Na última terça-feira (18), Alfredo Gaspar afirmou à coluna Igor Gadelha, do Metrópoles que, como relator da CPMI do INSS, vê indícios de que Lulinha, assim como Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula, serão investigados e presos no caso.
A minuta de contrato enviada pela lobista Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tinha como objetivo a venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde por valores que poderiam alcançar até R$ 626 milhões. Um documento detalhando o plano de negócios aponta o interesse da empresária e do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em fornecer ao governo federal 1,2 milhão de frascos divididos em 36 tipos diferentes de remédios, sem a realização de licitação.
O material foi descoberto pela Polícia Federal (PF) nos telefones celulares de Luchsinger e Antunes, ambos investigados por suspeita de tráfico de influência. De acordo com o inquérito policial, a empresária foi contratada pelo lobista para facilitar as tratativas no governo e teria contado com a proximidade de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Mensagens obtidas pela corporação mostram que Luchsinger enviou o modelo contratual ao ex-chefe de gabinete, que confirmou a interlocutores o recebimento do arquivo, embora tenha afirmado que nunca negociou ou encaminhou a proposta.
Antes de chegar ao ex-assessor, a minuta foi debatida pela equipe de Antunes, preso por suspeita de participação em um esquema de desvios de aposentadorias e pensões. Segundo testemunhas e registros localizados pela PF, o plano consistia em entregar termos de referência prontos — manuais técnicos que fundamentam compras governamentais — para que o Ministério da Saúde os adotasse. Áudios e diálogos interceptados evidenciam que a dupla discutia o uso de artifícios legais, como a alegação de cenário de emergência, para justificar a dispensa de licitação.
Em nota oficial, o Ministério da Saúde declarou que a investida não gerou efeitos práticos, ressaltando que o canabidiol não está incorporado ao SUS, que a pasta não realiza compras ou fornecimentos do produto e que nunca houve discussões na atual gestão para inseri-lo na rede pública. Especialistas explicam que aquisições desse tipo ocorrem pontualmente apenas por meio de determinações judiciais para importação direta. Enquanto a defesa do filho do presidente reforçou confiança nas instâncias de apuração, o caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar eventuais irregularidades na atuação dos investigados junto a órgãos federais.
As campanhas dos pré-candidatos à Presidência já articulam medidas para evitar que a Band permita a participação de Pablo Marçal (PRTB) no debate presidencial. Integrantes das equipes argumentam que o partido do influenciador não participou das reuniões que definiram as regras do encontro e questionam a presença dele devido à sua inelegibilidade perante a Justiça Eleitoral.
Nos últimos dias, representantes de diferentes frentes políticas procuraram emissoras organizadoras de debates para ponderar que a inclusão de candidatos com pendências jurídicas esvazia o debate democrático. A avaliação nos bastidores é de que a presença de nomes com alto potencial de impugnação pelo Tribunal Superior Eleitoral desvia o foco das propostas programáticas.
Enquanto os debates organizados por canais de televisão passam por ajustes de cronograma e confirmações de presença, o cenário para o primeiro confronto entre os presidenciáveis segue em aberto, com articulações intensas nos bastidores políticos de Brasília e São Paulo.
O debate da Band, que está marcado para a noite do domingo (23), deve reunir apenas três candidatos: Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Lula indicou que não irá comparecer. E, devido a ausência do presidente, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) também recusou o convite da emissora e disse que só irá a debates que o petista comparecer.
O volume financeiro de dívidas negativadas no Rio Grande do Norte atingiu R$ 2,03 bilhões em junho, o maior patamar do primeiro semestre de 2026, de acordo com dados da Serasa Experian. O levantamento aponta que 92.167 empresas estavam endividadas no estado no período, o que representa um crescimento de 3,5% em relação a janeiro, quando o número era de 89.020. Deste total, as micro e pequenas empresas respondem por 95,6%, somando 88.194 negócios nesta situação.
Em média, cada empresa inadimplente acumulou 6,2 contas em atraso, com uma dívida média de R$ 22,08 mil por CNPJ e um tíquete médio de R$ 3,5 mil. No panorama regional do Nordeste, o estado ocupou a sexta posição no ranking geral de empresas inadimplentes e a quinta colocação quando considerado apenas o recorte de micro e pequenas empresas. Em âmbito nacional, a inadimplência superou 9,1 milhões de CNPJs, registrando o maior marco da série histórica iniciada em 2016, com um volume financeiro total de R$ 232,9 bilhões.
Especialistas e representantes de entidades setoriais alertam para os riscos do endividamento à economia potiguar. Para o diretor-técnico do Sebrae/RN, João Hélio Cavalcanti, o acúmulo de dívidas compromete a capacidade de investimento, a compra de estoques e a manutenção de postos de trabalho. Já o diretor de Inovação e Competitividade da Fecomércio-RN, Luciano Kleiber, destaca que o setor de pequeno porte é mais vulnerável devido a dificuldades no acesso a crédito e ao fato de responder por grande parte da economia local.
O economista Helder Cavalcanti acrescenta que margens estreitas e custos elevados de financiamento pressionam o caixa dessas empresas, tornando a gestão financeira e o diagnóstico rigoroso das contas ferramentas essenciais para a sobrevivência no mercado.
Qual a culpa de veiculo?