Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o professor da UFRN, Tassos Lycurgo, faz revelações sobre o que está por trás das perseguições que vem sofrendo universidade.
O professor afirma que a universidade se tornou um ambiente hostil para o cristão e para o conservador. Tassos explica porque pessoas com pensamento livre são atacadas por grupos de alunos comunistas.
“Existe um processo histórico e deliberado de subversão cultural em que estas instituições mergulharam e deixaram de ser, em grande parte, centro de buscas pela verdade para se tornarem laboratórios de engenharia social e doutrinação ideológica”, explica Tassos.
Nem tanto o céu, nem tanto o mar. Os alunos estão exagerando nessas caça as bruxas, bem como o professor está exagerando nessa universidade “subversiva”. A maioria dos cursos passa longe dessas coisas. O professor é a versão de direita dos alunos alienados.
Conheço bem esse cenário na UFRN. Passei dez anos lá, e senti na pele esse ambiente tóxico e militante. Conheço o professor Tassos, e ele descreveu exatamente a verdade, sem tirar, nem por. Tassos é um monstro do conhecimento e me junto à ele.
A UFRN com suas visceras ideológicas exposta.
Inaceitável a Reitoria não se posicionar em defesa do direito ao controditório ao pensamento ideológico que ocupou as cadeiras e cátedras de uma altarquia federal!
Quem tem que serem expulsos são alunos cretinos que passam anos se concluirem seus cursos, toimando vagas de quem quer estudar, décadas na universidade agarrados nos dce’s da vida, futricando e fazendo atos nocivos, prrescisam serem JUBILADOS e afastados do ambiente estudantil. A gestão(reitoria) da universidade tem o DEVER de afastar esses sujeitos hostis ao ambiente plural e educacional da instituição.
Um passageiro que retornava dos Estados Unidos pelo aeroporto de Fortaleza teve um Rolex Datejust de aproximadamente US$ 12 mil retido pela Receita Federal, que aplicou cerca de R$ 45,7 mil em tributos sob alegação de excesso de bagagem. A autuação se baseou no fato de que, além do relógio de pulso, o viajante trazia um Apple Watch na bagagem, o que levou o fiscal a considerar que havia dois “relógios” e que o Rolex ultrapassaria o limite de isenção.
Na ação judicial, a defesa sustentou que o Rolex era bem de uso pessoal, utilizado de forma contínua durante toda a viagem e que a legislação de bagagem acompanhada isenta bens de uso ou consumo pessoal independentemente de valor, desde que compatíveis com o perfil do viajante e sem indícios de destinação comercial. Também argumentou que a cota de US$ 1 mil não se aplica a bens de uso pessoal em trânsito e que a mera presença de outro dispositivo eletrônico na bagagem não descaracteriza o caráter pessoal do item em uso.
O juiz federal reconheceu que normas internas da Receita Federal não podem restringir direitos previstos em lei e que não há limite de quantidade por tipo de bem quando se trata de uso pessoal, desde que não haja intenção comercial. O magistrado ainda observou que, segundo entendimento técnico da própria Receita Federal, smartwatches como o Apple Watch são classificados como aparelhos de comunicação, não como relógios convencionais, reforçando que o Rolex deveria ser tratado como único relógio de uso pessoal do viajante.
Com isso, a cobrança de aproximadamente R$ 45,7 mil em tributos foi anulada, o Rolex foi liberado sem qualquer pagamento adicional, e a União informou que não recorreria da decisão, consolidando o precedente em favor do viajante de alto padrão que utiliza bens pessoais durante a viagem. A decisão reforça para o público de alta renda que, embora a legislação preveja isenção para bens pessoais em uso, a fiscalização continua atuando de forma rigorosa, o que torna a documentação adequada e o suporte jurídico especializado elementos relevantes no planejamento de viagens internacionais com itens de luxo.
Faria Lima News com informações da Receita Federal e Justiça Federal
Por que a receita federal não procura autoridades que usam relógio de R$500 mil ?????? Se recebem salários de R$45 mil ???
Por que donos de jatinhos, iates e helicópteros não pagam impostos equivalentes ao IPVA ???
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), explicou por que manteve no Supremo o processo da segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.
Toffoli foi sorteado relator após uma reclamação da defesa de Daniel Vorcaro, dono do banco, que alegou possível envolvimento de um deputado — o que atrai a competência do STF por causa do foro privilegiado.
À Justiça de São Paulo, onde também correm investigações contra Vorcaro e atores da Faria Lima, o ministro explicou que:
“Ante a determinação pela prévia submissão de novas medidas ao crivo do STF, a remessa da atual apuração à Corte mostrou-se necessária, na mesma linha acautelatória já adotada nos autos da Reclamação n. 88.121/STF, para que, enquanto não delimitada a real participação da autoridade com foro de prerrogativa no STF, as medidas investigativas sejam conduzidas de forma a evitar futuras alegações de nulidade“, afirmou.
Ao assumir o caso, o ministro suspendeu novas decisões em instâncias inferiores, mas manteve válidos os atos já realizados. Segundo Toffoli, qualquer nova medida deve ser analisada pelo Supremo para evitar questionamentos futuros de nulidade.
O ministro também determinou o envio das investigações da Justiça de São Paulo ao STF, enquanto não for esclarecida a participação da autoridade com foro.
As apurações apontam indícios de:
organização criminosa
gestão fraudulenta de instituição financeira
manipulação de mercado
uso de informação privilegiada
lavagem de dinheiro
Da compra à prisão
As investigações começaram na Justiça de São Paulo, envolvendo empresários da Faria Lima. O caso ganhou dimensão federal após negociações do Banco Master com o Banco de Brasília (BRB) e a tentativa de venda para um consórcio internacional liderado pela Fictor.
Daniel Vorcaro foi preso em novembro de 2025, mas depois solto com medidas cautelares. Após a reclamação da defesa, Toffoli assumiu o processo, que agora segue sob sigilo no STF.
Um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (16) pelo ministro Alexandre de Moraes, que se declarou impedido de julgar o pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro.
Segundo Moraes, como ele próprio é a autoridade apontada como responsável pelas decisões urgentes durante o recesso do Judiciário, não pode analisar o caso.
“Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, diz Moraes na decisão de encaminhar a questão para Gilmar Mendes.
O pedido foi apresentado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não faz parte da defesa oficial de Bolsonaro.
No habeas corpus, o autor solicita que o Conselho Federal de Medicina (CFM) avalie se o local onde Bolsonaro está preso oferece condições adequadas de atendimento médico. Também pede que o ex-presidente possa cumprir eventual pena em prisão domiciliar.
O processo havia sido inicialmente distribuído à ministra Cármen Lúcia por prevenção, conforme regras internas do STF.
Os Correios já articulam a captação de R$ 8 bilhões extras até junho para sustentar seu plano de reestruturação e evitar uma nova crise financeira em pleno ano eleitoral. O valor pode vir por meio de novo empréstimo ou aporte da União.
Os R$ 12 bilhões obtidos em 2025 com cinco bancos só serão suficientes sustentar a empresa apenas até meados deste ano.
Mesmo com medidas como o PDV, a avaliação interna é que será necessário reforçar o caixa para evitar problemas durante a campanha eleitoral.
O plano total de reestruturação prevê R$ 20 bilhões, usados para quitar dívidas, financiar ajustes e manter as operações. Do empréstimo atual, R$ 10 bilhões já entraram no caixa, e R$ 2 bilhões serão liberados até o fim de janeiro.
O contrato com os bancos prevê ainda um aporte de R$ 6 bilhões da União até 2027, confirmado pelo Tesouro Nacional. Esse repasse não depende de novos empréstimos e pode ocorrer de forma parcelada.
Agora, os Correios tentam antecipar parte desse valor para 2026, a fim de evitar uma crise semelhante à de 2025, quando houve risco até de atraso no 13º salário.
Bancos demonstram pouco apetite para uma nova operação de crédito, e especialistas alertam que mais endividamento pode comprometer ainda mais a recuperação da estatal.
Dívida atual começará a ser paga em 2029
Com parcelas acima de R$ 1 bilhão por ano, a dívida atual da empresa só começa a ser paga em 2029.
O governo também estuda outras formas de socorrer a empresa, como criar uma compensação financeira pelo serviço postal universal, hoje um dos principais custos da estatal.
Os Correios afirmam que a primeira etapa do plano de reestruturação está em andamento e que novas captações só serão feitas se estiverem alinhadas à estratégia da empresa.
A coisa mais fácil era ter colocado o presidente dos correios da gestão Bolsonaro.
Saia muito mais barato do que essa tal de reestruturação.
Ele pegou os correios falido do governo Dilmanta e entregou dando lucros e com dinheiro em caixa.
Três anos depois, quebraram de novo.
Aprendam a votar bando de jumentos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (16) que os eleitores devem votar com responsabilidade e alertou para que não coloquem “uma raposa no galinheiro”.
“Não precisa ter estudo, precisa ter responsabilidade. Não coloquem uma raposa no galinheiro. Ele não vai cuidar das galinhas, vai comê-las”, disse o presidente.
Segundo Lula, é preciso saber o que esperar de deputados, senadores e governadores antes de escolher um candidato. A declaração foi feita durante a cerimônia de 90 anos do salário mínimo, na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.
Que ironia um cara condenado em 3 instâncias por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha dizendo uma coisa dessas kkkkkkkkkkkkk a raposa das raposas
Mais de 200 indústrias brasileiras já se instalaram no Paraguai, atraídas por incentivos fiscais e custos operacionais mais baixos. O movimento marca uma mudança na economia paraguaia, antes focada no comércio e na agricultura, e agora em forte processo de industrialização.
O assunto foi tema do comentário e de críticas do jornalista Eduardo Oinegue, da Band: “Olha a que ponto a gente chegou. O Brasil perder empresas para o Paraguai, que até outro dia era um patinho feio. O Brasil que já foi mais rico que a China, o Brasil que já foi a grande aposta da América Latina, o país do futuro, vendo empresários montando fábricas do outro lado da fronteira. É um movimento que está començando mas tem tudo para continuar. Não que a gente deva copiar todas as práticas paraguaias, longe disso. Mas não é possível achar normal insistir no caminho que o Brasil adotou. O Estado balofo, que gasta sem limites, afoga a sociedade com impostos e ainda trata que produz como se fosse vilão. Não é uma boa escolha”.
O principal atrativo é a Lei de Maquila, que permite importar máquinas e matérias-primas sem impostos e cobra apenas 1% sobre o valor do produto exportado. Hoje, o país conta com 320 indústrias maquiladoras, que somam US$ 1,2 bilhão em exportações.
Carga tributária é o fator decisivo
Enquanto no Brasil impostos sobre insumos podem chegar a 35%, no Paraguai a taxação é mínima. As empresas também são isentas de Imposto de Renda e de taxas sobre remessas ao exterior.
Um exemplo está na indústria de fitas para cargas: no Brasil, a importação de poliéster da China era taxada em 18%. No Paraguai, o imposto é zero. Com isso, os custos caíram até 40%, aumentando a competitividade.
Além dos impostos menores, empresários citam mão de obra mais barata e leis trabalhistas menos burocráticas. No Brasil, o chamado “Custo Brasil” pode consumir até 50% dos ganhos.
Especialistas avaliam que a mudança é definitiva. Com o certificado de origem paraguaio, as empresas conseguem vender ao Brasil com isenção de impostos no Mercosul, consolidando o Paraguai como um novo polo industrial para empresários brasileiros.
Desde quando o Paraguai virou referência de alguma coisa?
Aqui não é bagunça. Se quer “produzir”, tem que seguir as regras ambientais e fiscais. Senão, que vão poluir e sonegar no Paraguai, não faz falta aqui. Quem está achando ruim?
BASTA VER A CRISE DO LEITE QUE NINGUÉM TÁ FALANDO.
QUEDA NOS ÚLTIMOS OITO MESES CONSECUTIVOS.
PRODUTORES BRASILEIROS INVESTINDO EM VACAS DE ALTA GENÉTICA TRABALHANDO DURO PARA PRODUZIR E O GOVERNO ABRINDO AS PERNAS PARA ENTRADA DO LEITE IMPORTADO.
QUEBRADEIRA AS VISTAS.
PAÍS TOTALMENTE DESGOVERNADO.
O RIO GRANDE DO NORTE, NEM SE FALA, JÁ FALTA DINHEIRO PARA PAGAR O PESSOAL.
IMORAL!
PRA PIORAR, FICA OS DESINFORMADOS, VOTANDO ERRADO A CADA ELEIÇÃO.
TRISTE!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o único chefe de Estado do Mercosul a não participar da assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia, marcada para este sábado (17), em Assunção, no Paraguai.
Estarão presentes os presidentes Santiago Peña (Paraguai), Javier Milei (Argentina), Yamandú Orsi (Uruguai) e Rodrigo Paz (Bolívia). O Brasil será representado pelo chanceler Mauro Vieira. Do lado europeu, participam Ursula von der Leyen e António Costa.
Lula optou por se reunir a sós com Ursula no Rio de Janeiro, na sexta-feira (16), priorizando o impacto político do encontro e da imagem conjunta, segundo auxiliares.
Durante a reunião, a presidente da Comissão Europeia elogiou o papel do Brasil nas negociações, que duraram 26 anos. “O senhor é um líder comprometido com a democracia e a ordem internacional”, afirmou.
A decisão irritou líderes do Mercosul. A imprensa local relatou incômodo de Javier Milei e Santiago Peña com a ausência do presidente brasileiro.
A cerimônia em Assunção inclui discursos, a assinatura do acordo às 12h50 e uma foto oficial.
Para entrar em vigor, o tratado ainda precisa ser aprovado pelos parlamentos da União Europeia e dos países do Mercosul.
Judicialização na Europa
O Parlamento Europeu votará, na quarta-feira (21), pedidos para levar o acordo ao Tribunal de Justiça da UE. Se aprovado, o processo pode atrasar o tratado por até 18 meses. Caso a Corte rejeite os fundamentos jurídicos, o acordo precisará ser alterado.
Principais ganhos do acordo
O tratado criará a maior zona de livre comércio do mundo, com:
720 milhões de habitantes
PIB de US$ 22 trilhões
O Mercosul eliminará tarifas sobre 91% das exportações europeias em até 15 anos. A UE fará o mesmo com 92% das exportações do Mercosul em até 10 anos.
O acordo também protege cerca de 350 indicações geográficas, como o uso exclusivo do nome “Parmigiano Reggiano” para queijos italianos.
O chef Karim Gosson, do La Brasserie — eleito um dos 10 melhores restaurantes do mundo pela TRIP — chega com três receitas na brasa pra arretá qualquer um: robalo na brasa com aspargos, tartine de camarão com brie e banana na brasa com chocolate pra fechar com chave de ouro!
E ainda tem um bom papo com João Valduga, da Casa Valduga.
Perde não, visse? Aperta o play e vem curtir esse sabor!
O TSE acendeu o sinal vermelho: candidaturas ligadas a milícias e facções criminosas podem ficar fora das eleições de 2026. O tribunal criou uma regra firme para barrar quem tenta usar o crime organizado como atalho para o poder.
Em 2025, a Corte manteve a decisão que impediu Fábio Augusto Brasil de concorrer a vereador em Belford Roxo (RJ). Mesmo sem condenação em segunda instância — exigência da Ficha Limpa —, ele foi barrado por envolvimento comprovado com milícias. O TSE usou a Constituição para vetar “qualquer interferência de grupos criminosos no processo eleitoral”.
A tese criada pelo tribunal afirma que a norma tem eficácia plena: partidos não podem apoiar ou se beneficiar de organizações paramilitares, direta ou indiretamente. É um recado claro: quem se alinha com o crime não terá vez nas urnas.
Agora, os ministros se preparam para detalhar ainda mais os limites dessa regra. A meta é impedir que a política seja tomada por quem age à margem da lei, e deixar claro que, em 2026, milicianos e facções terão caminho fechado para cargos públicos.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Papudinha desde esta quinta-feira (15), está prestes a ganhar um acompanhamento religioso especial. O bispo Robson Rodovalho, autorizado a visitá-lo, disse que quer montar um plano espiritual e emocional para ajudar Bolsonaro a lidar com a “muita mágoa no coração” que carrega.
Rodovalho afirma que o estado de saúde do ex-mandatário é crítico. “Estou esperando esse desfecho porque quero fortalecer o emocional dele, e isso passa pelo espiritual. Ele estava sem energia e tinha dificuldade até para falar”, contou.
Para tornar o projeto realidade, Rodovalho pretende pedir autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para levar um violão à prisão. A ideia é unir fé e música como parte da recuperação emocional de Bolsonaro, enquanto ele enfrenta isolamento e críticas.
O bispo também planeja conversar com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para organizar os encontros, que só devem começar efetivamente na próxima semana. A visita religiosa promete ser um capítulo inédito dentro da rotina do ex-presidente na Papudinha.
O investidor João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag, liquidada pelo Banco Central, está no olho do furacão. Segundo investigação do Ministério Público Federal (MPF), Mansur teria usado os próprios filhos – Lucas, Marina e Alex Falbo Mansur – para praticar crimes financeiros no caso Banco Master.
Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que o Master recebeu investimentos bilionários do Hans 95, maior fundo da Reag. A apuração aponta “participação coordenada” entre a gestora e o banco para inflar ativos, simular liquidez e desviar recursos para o dono do Master, Daniel Vorcaro.
Entre abril e maio de 2024, o Banco Master desembolsou R$ 1,45 bilhão, mas R$ 1,38 bilhão retornaram à própria instituição via compra de CDBs pelos fundos da Reag. Para o MPF, a manobra mostra o uso de fundos como fachada para desviar dinheiro do conglomerado para interesses alheios ao banco.
O Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Master em novembro de 2025, citando “grave crise de liquidez” e “violação de normas financeiras”. A decisão agora é questionada pelo Tribunal de Contas da União, que aponta indícios de precipitação no processo e determinou inspeção no caso.
A defesa de Jair Bolsonaro avisou o STF nesta sexta-feira (16): o ex-presidente corre risco real de morte súbita no sistema prisional. O pedido, entregue ao ministro Alexandre de Moraes, detalha que doenças crônicas e a falta de cuidados adequados podem tornar o cárcere perigosíssimo para a vida de Bolsonaro.
O documento lista problemas cardíacos, respiratórios, apneia do sono grave e várias comorbidades. A defesa alerta que sem acompanhamento contínuo, uso correto de CPAP, controle da pressão e vigilância médica permanente, Bolsonaro estaria exposto a infarto, AVC e outras complicações fatais. Para os advogados, não é teoria: é um “risco concreto e previsível”.
Moraes determinou que a perícia da Polícia Federal seja feita em dez dias. O perito deve responder se a permanência de Bolsonaro na prisão configura “grave enfermidade”, hipótese que poderia liberar o cumprimento da pena em regime domiciliar, conforme a Lei de Execução Penal.
A defesa questiona ainda se o sistema prisional tem estrutura mínima para atender Bolsonaro: dieta específica, prevenção de quedas, atendimento emergencial imediato e monitoramento contínuo. A conclusão dos advogados é direta: o cárcere comum não oferece nenhuma segurança para a saúde do ex-presidente.
A população carcerária do Brasil é de cerca de 700 mil pessoas, qualquer um desses pode sofrer um mal súbito, então inovemos a nossa legislação e mandemos todo mundo para casa, ora, ora… Alias, qualquer cidadão pode ter mal súbito, quantos atletas já vimos morrer dentro de campo jogando futebol?
Todo ser humano pode ter morte súbita, inclusive quem tem histórico de atleta. Dito isto, chamam um coveiro pra ficar de sobreaviso, vai que esse velho mimisento queira ir sentar no colo de Ustra ao lado de Olavo,
A tentativa do PT de convocar o pastor Silas Malafaia para depor na CPMI do INSS travou dentro da própria comissão. Mesmo dizendo ter votos, petistas admitem que o principal obstáculo é o presidente do colegiado, senador Carlos Viana, que resiste a pautar qualquer investigação envolvendo igrejas evangélicas.
Segundo parlamentares governistas, Viana sustenta que líderes religiosos estariam “fora do escopo” da CPMI, criada para apurar fraudes no INSS.
O problema, para o PT, é que há pedidos de convocação e quebra de sigilo de pastores ligados à Igreja Batista da Lagoinha, frequentada pelo senador, que também teria relação pessoal com André Valadão, um dos nomes citados.
A ofensiva contra evangélicos virou mais um capítulo da guerra política em Brasília. A senadora Damares Alves divulgou uma lista com igrejas e pastores mencionados em documentos da CPMI e acabou sendo alvo de críticas de Malafaia, que, curiosamente, não aparece entre os citados oficialmente.
Na lista estão igrejas como a Adoração Church e a Assembleia de Deus Ministério do Renovo, além de pastores como André Valadão e Fabiano Zettel, cunhado de um banqueiro citado nas investigações.
Para o deputado Rogério Correia, há indícios de lavagem de dinheiro e envolvimento de parlamentares da direita — acusação que inflama ainda mais a disputa e reforça a leitura de perseguição política a lideranças conservadoras.
“…reforça a leitura de perseguição política a lideranças conservadoras.”
Mesma conversa quando descobrem larápios da direita…sempre é “perseguição política”
As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram divulgadas nesta sexta-feira (16) e trouxeram um resultado histórico para a educação potiguar. O estudante Thiago Rios Bezerra, de 17 anos, aluno da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Porto, conquistou a maior nota do Brasil na prova de Linguagens, alcançando também a maior TRI (Teoria de Resposta ao Item) do país nessa área do conhecimento, somando 794,5 pontos.
Thiago acertou todas as 45 questões na prova de Linguagens, desempenho máximo que o colocou no topo do ranking nacional. A nota final é calculada a partir da TRI, metodologia adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que considera não apenas a quantidade de acertos, mas a coerência das respostas e o nível de dificuldade das questões, tornando a avaliação mais justa e precisa.
O resultado reforça a excelência acadêmica do Colégio Porto, instituição que está há apenas seis anos no mercado potiguar, mas que já vem acumulando grandes resultados no Enem, em vestibulares de outros estados e até em processos seletivos internacionais. Thiago realizou todo o seu Ensino Médio no Colégio Porto, onde ingressou em 2023.
A conquista é motivo de orgulho para a escola, para a família do estudante e para o Rio Grande do Norte. “O Colégio Porto celebra o desempenho de Thiago como um marco em sua história e reafirma o compromisso com a formação integral de seus alunos, preparando-os para os principais desafios acadêmicos do Brasil e do mundo”, disse o diretor acadêmico da escola, André Cury.
A Prefeitura do Natal anunciou que o Carnaval de Natal 2026 terá transporte gratuito entre os polos da festa, medida confirmada nesta sexta-feira (16) pelo prefeito Paulinho Freire. A proposta é facilitar a circulação do público entre os diferentes pontos do evento e ampliar o acesso da população à folia.
A programação começa com uma prévia carnavalesca nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro. A abertura oficial será no dia 12, no Largo do Atheneu, com o tradicional Baile de Máscaras e a entrega simbólica da chave da cidade ao Rei Momo e à Rainha. Já os trios elétricos da Avenida da Alegria, na Redinha, desfilam entre 14 e 17 de fevereiro.
Segundo Paulinho Freire, o investimento total no Carnaval pode chegar a R$ 17 milhões, somando recursos públicos e da iniciativa privada.
O evento terá dois palcos principais: um no estacionamento do Ginásio Nélio Dias, na Zona Norte, e outro na Orla de Ponta Negra, na Zona Sul, além dos trios elétricos e atividades do pré-carnaval.
Expectativa econômica
A expectativa econômica também é alta. Dados da Fecomércio apontam que o Carnaval de 2025 movimentou cerca de R$ 196 milhões na economia da capital.
Para 2026, a projeção é ainda maior, com uma programação robusta que inclui nomes como Grafith, Raí Saia Rodada, Alceu Valença, Xanddy Harmonia, É o Tchan, Raça Negra, Carlinhos Brown, Olodum e Jorge Aragão, além de blocos tradicionais, escolas de samba e 60 orquestras de frevo selecionadas por edital.
UFRN A CASA DO COMUNISTAS RADICAIS E DRO@D&$
Certíssima a análise do que se tornou o ambiente universitário.
Universidade, ambiente plural, exceto se vc pensa diferente.
Quem fala a verdade é perseguido, olhe o exemplo de Jesus
falou tudo, jesus foi esquecido
Nem tanto o céu, nem tanto o mar. Os alunos estão exagerando nessas caça as bruxas, bem como o professor está exagerando nessa universidade “subversiva”. A maioria dos cursos passa longe dessas coisas. O professor é a versão de direita dos alunos alienados.
Conheço bem esse cenário na UFRN. Passei dez anos lá, e senti na pele esse ambiente tóxico e militante. Conheço o professor Tassos, e ele descreveu exatamente a verdade, sem tirar, nem por. Tassos é um monstro do conhecimento e me junto à ele.
Triste realidade.
Falou a verdade que realmente ocorre, pois sofri isso pessoas.
2027 isso começa a se acabar, a direita sabe resolver!
Para essa rota dar uma guinada na direção, levará anos. Infelizmente.
Tassos, as pessoas do bem estão do seu lado.
A UFRN com suas visceras ideológicas exposta.
Inaceitável a Reitoria não se posicionar em defesa do direito ao controditório ao pensamento ideológico que ocupou as cadeiras e cátedras de uma altarquia federal!
Quem tem que serem expulsos são alunos cretinos que passam anos se concluirem seus cursos, toimando vagas de quem quer estudar, décadas na universidade agarrados nos dce’s da vida, futricando e fazendo atos nocivos, prrescisam serem JUBILADOS e afastados do ambiente estudantil. A gestão(reitoria) da universidade tem o DEVER de afastar esses sujeitos hostis ao ambiente plural e educacional da instituição.