Geral

Região de Caraúbas-RN registra novo tremor de terra

Mapa de Localização. Foto: Divulgação

Na última sexta-feira (21), um tremor de terra, de magnitude preliminar 1.3 mR, foi registrado no município de Caraúbas(distante 296 km de Natal), no estado do Rio Grande do Norte. O evento, que ocorreu às 14h 09 UTC (11h09, hora local), teve sua magnitude preliminar calculada em 1.3 mR. Esse evento e de baixa intensidade, não houve nenhuma noticias por parte de populares da região que o mesmo tenha sido ouvido ou mesmo sentido. No dia 12, sismógrafos também registraram abalo sísmico na região.

O Laboratório Sismológico segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra no estado do Rio Grande do Norte e também da região Nordeste do país, bem como, mantendo contato com a Defesa Civil local.

Com LabSis

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Receita libera nesta segunda-feira consulta a restituição do Imposto de Renda

Foto: © Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A partir das 10h desta segunda-feira (24), o contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física no início do prazo saberá se vai receber dinheiro do Fisco ainda este mês. Nesse horário, a Receita Federal libera a consulta ao primeiro dos cinco lotes de restituição de 2021.

Será o maior lote de restituição da história, tanto em valor desembolsado quanto em número de contribuintes. Ao todo, 3.446.038 contribuintes receberão R$ 6 bilhões.  Desse total, R$ 5.548.337.897,41 serão pagos aos contribuintes com prioridade legal, sendo 96.686 idosos acima de 80 anos, 1.966.234 entre 60 e 79 anos, 127.783 contribuintes com alguma deficiência física, mental ou doença e 891.421 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

O restante do lote será destinado a 263.914 contribuintes não prioritários que entregaram declarações de exercícios anteriores até 28 de fevereiro deste ano.

O dinheiro será pago em 31 de maio. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar no campo “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar Restituição”. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS.

A consulta ao site permite a verificação de eventuais pendências que impeçam o pagamento da restituição – como inclusão na malha fina. Caso uma ou mais inconsistências sejam encontradas na declaração, basta enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

Calendário

Inicialmente prevista para terminar em 30 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física passou para 31 de maio por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês.

A restituição será depositada na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado, como no caso de conta informada desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

Nesse caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Hospital do Coração passa a oferecer a Pesquisa de Anticorpos Neutralizantes que identifica imunidade ao Covid-19

Foto: Divulgação

O Hospital do Coração passa a oferecer em seu laboratório a Pesquisa De Anticorpos Neutralizantes para o Covid-19, com resultado em até 12 horas.

O teste IgC-S1 feito pelo Hospital é o exame laboratorial mais preciso para medir a resposta imunológica para o Covid-19. O exame detecta se a pessoa está imunizada ( por já ter se vacinado ou por já ter tido a doença).

Os exames podem ser colhidos todos os dias, das 6h às 17h, incluindo domingos e feriados. Não é necessário jejum e o exame é totalmente automatizado e de alta performance.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Ao menos 10 vacinas em spray e pílulas anticovid estão em fase de testes

Pesquisadores apostam em tecnologias alternativas às vacinas injetáveis, aplicadas com seringas, para facilitar o transporte e o acesso aos imunizantes. Uma das formas que vêm sendo estudadas são as vacinas em versões intranasais e orais.

Hoje existem 8 candidatas a vacinas contra covid-19 por via nasal e mais duas por via oral sendo testadas em humanos com respostas imunológicas de longa duração, segundo dados do painel da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Vacinas que estão sendo aplicadas no mundo todo –como as das empresas Pfizer, Moderna e Sinovac– precisam ser transportadas e armazenadas a baixas temperaturas. Em alguns casos, precisam ser aplicadas em duas doses, com intervalos de tempo que variam de 15 dias a 3 meses, o que torna as campanhas de vacinação mais demoradas.

As novas propostas de vacinas pretendem oferecer mais facilidade para aplicação, transporte e armazenamento. Estas são chamadas de vacinas de nova geração.

VACINAS INTRANASAIS

Essas vacinas ganham atenção devido ao seu potencial de gerar imunidade sistêmica e por alcançarem os tecidos da mucosa dos pulmões, onde o coronavírus se replica. O imunizante intranasal pode ser “autoadministrado”, o que pode agilizar a vacinação.

O laboratório chinês Beijing Wantai Biological desenvolve uma dessas vacinas. Os estudos estão na 2ª fase. Se comprovada sua eficácia, a previsão é que até setembro de 2021 o imunizante esteja pronto.

Outras 2 das 7 candidatas a novas vacinas estão um passo à frente. Uma delas é da farmacêutica Altimmune (EUA). A AdCovid, como foi batizada, usa o adenovírus para induzir uma resposta imune, que inclui a produção de anticorpos no sangue. O imunizante é estável em temperatura ambiente por vários meses, o que permite distribuição sem refrigeração.

A outra candidata é desenvolvida pelo CIGB (Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia) de Cuba. O imunizante Mambisa está sendo desenvolvido em plataforma de tecnologia de antígenos recombinantes. Esta tem como principais vantagens a segurança e a possibilidade de doses múltiplas para reforçar a resposta ao longo do tempo. Cuba já tem uma vacina aplicada em via nasal registrada pela OMS, a HeberNasvac, contra a Hepatite B crônica.

Outras vacinas da nova geração contra a covid ainda estão na 1ª fase de testes. O Brasil tem uma em desenvolvimento pela USP (Universidade de São Paulo). Os pesquisadores pretendem realizar testes em humanos a partir de julho deste ano.

Israel e Nova Zelândia aprovaram o NORS (não listado pela OMS), uma vacina em spray nasal de óxido nítrico desenvolvida no laboratório SaNOtize, no Canadá.

VACINAS ORAIS

Uma vacina contra a covid-19 aplicada por via oral pode acelerar campanhas de imunização e permitir distribuição rápida e em larga escala, principalmente porque permite que as pessoas tomem a vacina em casa. “Ela se torna ainda mais valiosa caso seja recomendada a renovação anual, como a vacina contra gripe padrão”, disse Nadav Kidron, presidente da Oramed.

Segundo a OMS, existem duas vacinas orais em fase de testes pelo mundo. Uma delas é a vacina da Vaxart, dos Estados Unidos, que já concluiu a 1ª fase de estudos. O laboratório está avaliando como a 2ª fase será aplicada. Também está em estudo a Oravax, da farmacêutica Premas Biotech, da Índia, que foi considerada eficaz com uma única dose em estudo piloto em animais. Deve iniciar o ensaio clínico no 2º trimestre de 2021.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Ótima matéria. Que venha essas duas novas opções. Lembrando, que às atuais vacinas, foram digamos, fritas da noite para o dia. E, são eficientes. Essas com certeza, estão sendo melhores “trabalhadas”. Em outras palavras, pesquisadas. Graças a Deus! João Macena.

  2. BOLSONARO, o melhor Presidente que o Brasil já teve já passou no teste e vocês ainda com o mesmo assunto de 2019 – COVID!

    1. Passou no teste de pior presidente de todos os tempos com o eleitorado mais tacanho e sabujo que já se viu. Parabéns 👏

    2. Imagine a roubalheira que estaria esse país se o PT tivesse vencido a eleição. Muitos governadores estão roubando e sendo pegos. Imagina o “Andrade” na presidência, sob as ordens do bandido cachaceiro. Renan seria ministro, claro. O Brasil estaria a caminho do caos, como a Argentina.

    1. Ainda eh piada! Os grandes “cientistas ” que foram pra Israel na comitiva mostram que foram lá só passear!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

22 hospitais públicos do RN estão com taxa de 100% de ocupação de leitos de UTI

REGULARN/LAIS/SESAP

22 hospitais públicos do RN estão com taxa de 100% de ocupação de leitos de UTI no início da manhã desta segunda-feira (24). Os dados são da plataforma RegulaRN e foram retirados às 6h15.

Apenas quatro hospitais ainda tem vagas segundo a Sesap. São eles: Hospital Municipal de Natal, Hospital Maria Alice Fernandes, Unidade Mat Infantil Integrada de São Paulo do Potengi e Hospital Dr. José Pedro Bezerra.

Opinião dos leitores

  1. Parafraseando Pereira no post anterior:
    Esse é o reflexo do LIBERA GERAL, para AGRADAR aos empresarios e o FAZ de CONTA, na FALTA de FISCALIZAÇÃO RIGOROSA e EFETIVA para combater a disseminação do covid-19 e o USO OBRIGATORIO de MASCARAS. Todos uns NEGCIONISTAS Embutidos e IRRESPONSAVEIS. Que DEUS tenha MISERICORDIA de NÓS.

  2. “Lockdown” não ajuda, apenas destrói a vida das pessoas. A Argentina é grande exemplo disso. Vários estados e cidades brasileiras, também. São Paulo enfrenta a pior situação no país, apesar do governador trancar o povo e criar um sistema de cores para isso. Só marketing, só politicagem.

  3. Só para lembrar que a nossa (des)Governadora não abriu novos leitos; fechou o hospital Rui Pereira e para piorar, ainda sumiu com 5 milhoes destinado a compra de respiradores…

  4. Para Felicidade do bolsonaro, do prefeito alvirus e todo gado que mugi contra o isolamento social. Deve ter sido isso que o bolsonaro comemorou ontem no Rio.

  5. Sem falar que a Governadora Fátima Cadeado, fechou os hospitais de Canguaretama e o Hospital Rui e o Hospital de Campanha nem abriu e os poucos leitos e UTIs que abriu já fecharam.
    Essa Governadora Fátima Bezerra é uma vergonha.

  6. E a governadora Fátima do PT NÃO ABRIU novos leitos. Recebeu bilhões do governo Bolsonaro mas, suas únicas ações são impedir as pessoas de trabalhar e fechar as escolas. Por último, está proibindk a venda de certos artigos até mesmo em supermercados (na região oeste). É uma sucessão de absurdos.

    1. Para quê? Não há vacina suficiente nem para o sistema de saúde, pois falta direto.

    2. Hospitais militares são para servir aos militares e suas famílias. Ou vc acha que eles nãoestào adoecendo também??

    3. Estamos nessa situação critica com UTI a mais de 90 dias.
      Quantas UTI novas foram providenciadas? Quantas UTI novas foram instaladas?
      Quais providências foram, efetivamente tomadas nesse sentido?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN amanhece com 75 pessoas com Covid na fila por UTI; taxa de ocupação é de 98%

O Rio Grande do Norte registrou início da manhã desta segunda-feira (24) 83 pacientes com Covid-19 com perfil de leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado. O levantamento foi feito às 6h15.

Diante do número de leitos disponíveis (8), o número de pacientes em espera até a publicação desse post, com a devida subtração de números, registra 75 pessoas na fila por leitos críticos.

Taxa de ocupação

Ainda no início desta manhã, a taxa de ocupação apontada é de 98%. Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 660.

 

Até o momento desta publicação são 8 leitos críticos (UTI) disponíveis e 385 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 116 disponíveis e 289 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 96,7% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 100% e a Região Seridó tem 100%.

Opinião dos leitores

  1. Cada nova fase devgrande vacinação, os casos graves explodem. São as vacinas.

    1. Esse “isolamento” não deu certo em lugar algum e destrói a vida das pessoas. Mas, é isso mesmo que a esquerdalha quer. Só politicagem. Nunca foi pela saúde.

  2. Temos que abrir tudo sim. Mas muitos da população não está nem aí para os outros e estes tem que ser penalizados. A economia para muitos está quebrando onde suas empresas já somam milhões em prejuízo. Temos que ter empatia e tbm pensar nos outros mas com certeza PUNIR os que não querem respeitar. Advertir e logo PUNIR com multas e outras coisas. A maioria não pode pagar pela minoria irresponsável. Temos e precisamos trabalhar, mas tenhamos empatia com o próximo e punição para os irresponsáveis.

  3. O bolsonarista repete a mesma mentira várias vezes até que ela passe a ser mentira mesmo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Já era de esperar com o rumo que a esquerda deu ao dinheiro recebido.
    CHAMA BOLSONARO 2022 que ele resolve…

  5. Mas graças a Deus, eu to podendo tomar minha cervejinha no final de semana pra ajudar na minha saúde mental! Principalmente depois de um passeio de moto!

  6. Só para lembrar que a nossa (des)Governadora não abriu novos leitos; fechou o hospital Rui Pereira e para piorar, ainda sumiu com 5 milhoes destinado a compra de respiradores…

  7. esse é o reflexo do LIBERA GERAL, para AGRADAR aos empresarios e o FAZ de CONTA, na FALTA de FISCALIZAÇÃO RIGOROSA e EFETIVA para combater a disseminação do covid-19 e o USO OBRIGATORIO de MASCARAS. Todos uns NEGCIONISTAS Embutidos e IRRESPONSAVEIS. Que DEUS tenha MISERICORDIA de NÓS.

  8. Se abrir mil leitos de uti o problema pesistirá. Enquanto continuar as aglomeraçoes e as pessoas vivendo como se tudo estivesse normal, o virus vai continuar comandando o circo de horrores e de mortes que estamos assistindo. É mais facil culpar o poder publico do que praticar regras sanitarias.

  9. O importante para FATAO GD é reforma da concha acústica e teatro , saúde pode esperar , o VAGABUNDO LULA preferiu construir estádios ao contrário de hospitais , ela está seguindo o ladrao Lula

  10. A governadora NÃO CRIOU novos leitos e ainda extinguiu leitos já existentes. Na região oeste do estado, PROIBIU A VENDA de bebidas alcoólicas até em supermercados e mercearias. Mero autoritarismo, supressão dos direitos das pessoas, que irá prejudicar a economia do RN e sem efeito no combate à COVID. Já vivemos numa ditadura de esquerda. Para quem não sabia, é assim que funcionam.

    1. Deixa de ser apaixonado pelo negacionista mor. A China está aplicando 10 milhões de vacinas por dia. O que está fazendo o Brasil?

    2. Se ditadura de esquerda for só proibir o álcool, tá ótimo. Quando tínhamos a de direita era prisão, censura e tortura. Prefiro ficar sem cachaça!

    3. Ninguém na sua casa leva você a sério, você serve de chacota para todos, por esse motivo, você palestrar aqui?
      Para abrir leitos, tem que ter médicos, você com certeza não é, se tiver o ensino fundamental, tem muito.

    4. Vcs esquerdopatas falam muito em democracia mas adoram uma ditadura, desde que “vermelha”. Proibir alguém de comprar algo é o ápice do autoritarismo. E qual efeito teria contra o vírus? Debate saudável pressupõe boa índole, bom caráter. Com moleques, não dá. “Vade retro”!

  11. Ontem, no Carrefour de Candelária, um idiota entrou com a máscara, mas depois resolveu “bailar” sem a máscara. Foi advertido pelo funcionário,e tentou esquentar com o rapaz. Esse tipo de imbécil é o que lasca a sociedade.

    1. Verdade. Essa é a típica situação em que a máscara é necessária. Ambiente fechado e com frequência pública.

    2. 100% que era PTralha querendo tumulto, aí toma uma surra, depois aparece os direitos humanos ( da vagabundagem ) defender um rato desses

    3. Um serviço oferecido pelo 190 resolve rapidinho a situação, e acalma qualquer nervosinho.

  12. A Governadora Fátima Bezerra PT , disse que não adianta abrir UTI não resolve é enxugar gelo.

  13. Vamos abrir tudo! Talvez, os irresponsáveis que não querem usar máscaras, que querem estar em aglomerações em bares e restaurantes morram primeiro.

    1. Tem que abrir tudo mesmo. Vc não é obrigado a frequentar. Fique em casa e não vá a lugar algum nem peça nada por “delivery”. Dispense eventuais colaboradores, inclusive os empregados do condomínio, se for o caso. Dispense também os garis. E continue a pagar os salários de todos, igual acontece com os servidores públicos. Dá certo prá vc? Ou sua vida vale mais que as dos outros?

  14. E os leitos que a governadora Fátima do PT NÃO ABRIU, mesmo tendo recebido bilhões do governo Bolsonaro, continuam fazendo falta. Ao invés de adequar a rede pública de saúde, ela opta por impedir as pessoas de trabalhar e estudar. Está destruindo o RN.

    1. E as vacinas que Bozo NÃO comprou? Brinde-nos com seu comentário sempre honesto.

    2. O “Bozo” já comprou cerca de 560 milhões de doses de vacinas e já foram distribuídas quase 100 milhões. Somos o 4° pais que mais vacina no mundo. Não adianta mentir pois a realidade está aí. O que falta no Brasil são LEITOS. Cadê a governadora Fátima, não vai abrir?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes é alvo de investigação por lavagem de dinheiro

O novo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), é investigado pela Polícia Civil por suspeita de participar de um esquema de lavagem de dinheiro desviado da Prefeitura no período em que foi vereador. Os investigadores apuram detalhes sobre depósitos na conta da empresa do emedebista, de sua mulher e de seus filhos, após alerta de órgãos de controle.

As evidências foram levantadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que também mapeou movimentações financeiras suspeitas de entidades comandadas por ex-funcionários do prefeito. Elas gerenciavam creches da cidade, mas parte dos recursos recebidos da Prefeitura foi parar em contas de seus próprios gestores, depois de passar por contas de empresas que, para a polícia, são de fachada.

Um dos pontos da investigação são dois depósitos em dinheiro, que totalizam R$ 150 mil, feitos na conta de uma dedetizadora registrada em nome do prefeito e seus familiares. O Coaf emite alertas para transação em espécie em valores elevados para prevenir lavagem de dinheiro. Os investigadores apuram as circunstâncias dos depósitos atípicos.

Questionado pelo Estadão, Nunes afirmou, por meio de nota, que “não há depósitos sem origem” na conta de sua empresa, mas não informou quem fez os pagamentos que levaram o Coaf a emitir o alerta.

O Ministério Público já se manifestou favoravelmente à continuidade do inquérito, que está em segredo de Justiça e teve início em dezembro de 2020. A apuração é uma nova frente de investigação contra o prefeito, que já foi alvo de um processo na Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de São Paulo por suspeitas com a “Máfia das Creches”. Esta primeira apuração, de cunho civil, não encontrou indícios contra ele.

Ricardo Nunes comanda a Prefeitura desde o início do mês, quando o prefeito Bruno Covas (PSDB) se afastou para se tratar de um câncer. Ele assumiu o cargo em definitivo na semana passada, após a morte de Bruno. Antes de ser eleito vice, ele foi vereador da cidade por dois mandatos (entre 2012 e 2020). A investigação está relacionada aos seus dois últimos anos na Câmara Municipal.

Esquema

No esquema investigado pela polícia, a organização social Associação de Moradores Jacinto Paz, que recebe dinheiro da Prefeitura para administrar creches na zona sul de São Paulo, fez pagamentos a duas empresas: uma construtora, WMR, e uma distribuidora de material escolar, Águia. Os repasses somam R$ 1,5 milhão. O montante chamou a atenção do Coaf porque ambas são registradas como empresas de pequeno porte.

Entre 2019 e 2020, período da investigação, a associação Jacinto Paz recebeu R$ 20,6 milhões da Prefeitura para atender cinco creches em Santo Amaro, reduto eleitoral do prefeito. A entidade é presidida pelo casal Andrea Miranda e Gilson dos Santos. Ela trabalhou na campanha que reelegeu Nunes na Câmara Municipal, em 2016. O Estadão identificou que Andrea consta na prestação de contas entregue pelo prefeito à Justiça Eleitoral. Os pagamentos foram registrados como “despesas com pessoal”.

Os repasses da associação comandada por Andrea e o marido às duas empresas foram feitos sem licitação, uma vez que entidades dessa natureza são dispensadas da obrigação de fazer processos licitatórios.

O Coaf, no entanto, apontou que tanto a WMR quanto a Águia também fizeram transferências consideradas suspeitas em suas contas. Além de saques em espécie e compensações de cheques, que dificultam o rastreamento do dinheiro, o órgão de controle identificou uma série de pagamentos para a conta de uma outra empresa de Gilson dos Santos (o administrador da associação Jacinto Paz e marido de Andréa), que depois foram parar na conta pessoal dele.

Confira matéria completa no Estadão.

Opinião dos leitores

  1. Tem que acabar a figura do vice. Hoje com todos os meios de tecnologia e comunicação não é mais necessário que o vice assuma por pouco tempo de ausência no executivo. E se o prefeito, governador ou presidente morrer, faz novas eleições.

  2. Calma, é só dividir o ROUBO com o advogado do ladrao Lula, esperar o stf e correr para o abraço, SIMPLES

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Vacinados contra a covid-19 no Brasil chegam a 41,9 milhões, 19,8% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste domingo, 23, a 41.961.572, o equivalente a 19,82% da população total. Nas últimas 24 horas, 130.938 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 19 Estados e Distrito Federal.

Entre os quase 42 milhões de vacinados, 20.659.187 receberam a segunda dose, o que representa 9,76% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 86.642 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 217.580 imunizantes neste domingo.

Em termos proporcionais, o Mato Grosso do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 25,47% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Rondônia, onde 12,25% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (10,48 milhões), seguido por Minas Gerais (4,45 milhões) e Bahia (3,13 milhões).

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. O Brasil atingiu no dia 18 a marca de 90 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas no país, conforme informou o Ministério da Saúde em mensagem no Twitter. Por que só foram aplicadas 41 milhões?

    1. Verdade, essa conta nunca fecha. A difet entre distribuida e aplicada é muito grande, tem wue baixar as idades para o pessoal de 50 anos e aumentar o ritmo de vacinação. I são significa mais vidas salvas.

    2. (0 milhões são o total de doses. 41 milhões são as pessoas vacinadas (incluindo 1ª e 2ª dose), entendeu? É o melhor que consigo desenhar pra você. Se não entendeu…

    3. 20 milhões receberam 2 doses (40 milhões). Foram aplicadas, então, 61 milhões de doses de um total de 90 milhões (no dia 18). Ainda há muitas vacinas “estocadas”. Por que?

  2. Oh Véio habilidoso é o Presidente Bolsonaro e os Ministros da Saúde, Pazuello e Queiroga.
    Antes do final do ano, toda população brasileira vai está vacinada.
    MITO 2022

    1. A real: temos menos de 10% da população vacinada. Tudo porque um governo irresponsável não tomou as medidas corretas em tempo. Um crime contra a saúde publication que levou a 450 mil mortes.

    2. O Brasil é o 4° país que mais vacina no mundo e já comprou cerca de 560 milhões de doses. As vacinas foram compradas logo que existentes, aprovadas pela ANVISA e quando a legislação brasileira permitiu (caso da Pfizer). Os óbitos são culpa do virus em si, da corrupção, da politicagem e falta de atitude dos governadores de oposição. Vide o RN. O que a governadora fez contra a pandemia?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Após derrota, técnico Evaristo Piza é demitido do América

O América demitiu o técnico Evaristo Piza neste domingo (24). A demissão ocorreu após a derrota contra o ABC, na última partida da sexta rodada do Campeonato Potiguar, que teve como resultado 3 a 1 para o time alvinegro.

O time anunciou que o auxiliar técnico Leandro Sena assumirá interinamente.

Opinião dos leitores

  1. Rogério Marinho, aqui no RN você não consegue se eleger nem mais pra vereador, aproveite esse mandato que é o último da sua carreira política.

  2. COM O MAGO SEMPRE TEM PIZA NAS PAKITAS ROSADAS 💃💃💃💃, ALEX, RESPEITA O MAGO.

  3. Esta tudo normal em Natal, nos últimos 20 anos, com esta demissão, já são 13 técnicos, pós derrotas para o ABC. Tudo esta no seu lugar, mais uma taça a caminho de Ponta Negra!

  4. Nada surpreende. É a mesmice do futebol, que é de resultados. Desde novembro, Piza assumiu o comando do time e não conseguiu em seis meses de trabalho dar um padrão de jogo ou, pelo menos, definir uma equipe. A cada jogo era uma escalação diferente. Junte-se a isso, o descompromisso isso patente dos jogadores com a tradição da camisa do clube que defendem. O time passeia em campo, burocraticamente, sem vontade de brigar, de lutar, de conquistar. Jogadores em boa parte medíocres, que deveriam ser dispensados tal qual o técnico. Isso vai resolver a situação do América ? Honestamente, não. Chega outro técnico, chegam outros jogadores, a motivação rende alguns bons resultados, depois vem a mesmice. É estrutural, é cultural. Não se muda da noite para o dia. É um filme visto e reprisado.
    Vários clubes do futebol brasileiro que já foram grandes, hoje vivem da história, porque não souberam entender que era preciso mudar. Diz a canção, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Vasco, Botafogo, Cruzeiro entre outros, já foram estrelas de primeira grandeza e hoje vão brigar na série B. Com o América não é diferente. As nuvens para o próximo ano são negras. Se não ganhar pelo menos o vice-campeonato, o que é possível acontecer, no próximo só terá o campeonato estadual no calendário. Esperar sucesso na série D deste ano com o futebol de bola murcha que vem apresentando no mambembe campeonato estadual, é querer muito. Só um milagre.

  5. Já vai tarde. O time precisava de um empate, perdeu para o Globo, vencer o Palmeira seria líder com 3 pontos diante do rival , empatou e por fim perdeu para o bc de 3×1. O caminho agora é ficar fora de série em 2022.
    Porque com esse time não sobe para a C, e agora tem que vencer o Potiguar e depender de outros resultados. É lamentável mas é VERDADE.

  6. Tudo que é vermelho tá sendo derrotado, o próximo ser a o PT kķkkk.
    MITO 2022 Presidente
    ROGÉRIO MARINHO 2022 Senador

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Trânsito

Brasil deixa de cumprir compromisso de redução de 50% das mortes no trânsito

O Brasil ficou longe de cumprir a meta da Organização Mundial de Saúde de reduzir em 50% o número de mortes em acidentes de trânsito de 2009 a 2019. Considerando apenas as rodovias, o País teve diminuição nos óbitos de pouco mais da metade desse objetivo, apesar da queda acentuada sobretudo depois da promulgação da Lei Seca e da obrigatoriedade do uso de cadeirinha para as crianças.

Um novo mapeamento feito pela agência 360º CI para a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), com base em dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da agência 360, revela que entre 2009 e 2019 foram relatados nas estradas federais 1.507.645 de acidentes e 79.085 mortes. Dados preliminares de 2020 indicam pelo menos 5,3 mil mortos, apesar da redução de tráfego causada pela pandemia. “Embora o número de acidentes tenha caído significativamente, se pudéssemos aplicar a meta da ONU só às estradas, ainda assim o Brasil estaria em desvantagem. Conseguimos baixar apenas 26% das mortes nas rodovias”, afirmou o diretor científico da Abramet, Flávio Adura. “Projetando a expectativa da ONU, era de se esperar que o número de vítimas não ultrapassasse 3,6 mil.”

 

As principais causas de fatalidades são evitáveis. “Observamos redução consistente do número de mortos”, admite Adura. “Mas o Brasil continua sendo o quarto país do mundo com o maior número absoluto de mortes, atrás só de China, Índia e Nigéria. Nos chamados países em desenvolvimento os acidentes com mortes são muito mais prevalentes. Isso ocorre porque pelo menos metade da mortalidade vem dos chamados ‘vulneráveis do trânsito’: pedestres, motociclistas e ciclistas.”

Entre as maiores vítimas estão as crianças. Os acidentes de trânsito são a principal causa de morte de 0 a 14 anos. A obrigatoriedade da cadeirinha e do cinto no banco de trás até melhorou a perspectiva – segundo a OMS, isso reduz em até 60% a chance de óbito.

Mas, segundo os especialistas, é possível fazer mais. “Ainda nos preocupa muito o uso crescente de patinetes, que são muito perigosos”, afirma o pediatra Abelardo Bastos Pinto Junior, presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio. “E há a forma irreverente com a qual muitos costumam dirigir. Acho que seria importante ter campanhas de conscientização dentro das escolas, ao longo da formação do estudante.”

Riscos

O mapeamento se divide em dois momentos. Entre 2009 e 2014, houve, em média, 180 mil acidentes por ano. Entre 2015 e 2019, ficou em torno de 86 mil casos anuais, em média. No topo da lista das causas de acidentes aparece a falta de atenção, anotada como causa provável em 38,5% dos acidentes. Na segunda posição está a velocidade excessiva para determinados trechos, com 9,4% dos registros.

Destaca-se, ainda, o fato de que em 24,7% dos casos as causas permanecem indefinidas. “Um terço dos motoristas dirige distraído, conversando, vendo a paisagem e, muitas vezes, falando no celular e mandando mensagens. Mas a falta de atenção também pode estar relacionada a doenças e ao uso de medicamentos que podem causar sedação ou sonolência. Problemas cognitivos, como o Alzheimer, também podem provocar falta de atenção. Sem falar no uso de drogas para viagens mais longas (sobretudo entre motoristas profissionais)”, pontua Adura.

Outro problema frequente é o excesso de velocidade. “Trabalhos científicos sobre a tolerância humana a impactos mostram que em um acidente envolvendo um veículo viajando a até 30 km/h a chance de sobrevivência dos envolvidos em atropelamento ou colisão é de praticamente 100%”, explica o presidente da Abramet, Antonio Meira Jr. “Mas a partir de 50 km/h, a chance de um vulnerável (pedestre, motociclista ou ciclista) morrer é de 100%.”

O álcool surge numa categoria à parte – sua ingestão, conforme a OMS, é causa de até 35% dos acidentes mais graves. São as ocorrências que deixam mais mortos e mais pessoas com sequelas graves. “Não é só uma questão de perder os reflexos, o que já seria grave”, explica Adura. “O álcool interfere na direção, na perda da noção de velocidade, na perda da visão lateral. Além disso, torna a pessoa mais agressiva. Em um acidente, aqueles que estão alcoolizados são sempre os que têm mais chances de morrer, seja pela própria reação no momento do acidente, seja depois, no hospital, pelas condições médicas.”

Presidente da Associação Brasileira de Psicologia de Tráfego, Patrícia Sandri complementa, ressaltando que “até 90% dos acidentes são causados por falhas humanas”, diz. Uma forma complementar de evitar os efeitos mais graves dessas falhas, segundo o presidente da Abramet, seria ter estradas inteligentes, como algumas da Europa. “Já sabemos que todo ser humano comete erros. Então deveríamos projetar as vias pensando nessa possibilidade, como na Suécia”, diz Meira Jr. “As estradas brasileiras são péssimas, mal planejadas, têm sinalização inadequada, iluminação insuficiente e são mal conservadas.”

Pontos críticos

Outro achado relevante da investigação científica foi o delineamento de uma lista de rodovias com maior concentração de acidentes e a definição de pontos críticos em termos de segurança para motoristas, passageiros e pedestres. Em números absolutos, as dez rodovias com mais acidentes foram: BR-101,BR-116, BR-381, BR-040, BR-153, BR-364, BR-262, BR-316, BR-163 e BR-230. Nessas, houve 926.676 incidentes.

“Existem problemas que vão da própria via (como uma curva mal projetada), da densidade de veículos, do tipo de carro que circula em maior número, se cruza áreas urbanas”, enumera Flávio Adura. “Nos Estados do Nordeste, por exemplo, temos mais acidentes com vítimas porque a frota de motociclistas por lá já supera a de outros veículos – e a moto é muito vulnerável. O Estado que mais registra fatalidades é Minas, por causa da alta densidade de caminhões circulando. Já no Sul do País há muitos registros de acidentes graves porque as vias atravessam cidades.”

Ciente de que a maioria dos países não conseguiu alcançar a meta de redução de mortes no trânsito estabelecida pela OMS para a década passada, a última Conferência Global da ONU sobre Segurança no Trânsito, realizada em fevereiro, definiu os anos de 2021 a 2030 como a segunda década de ação pela segurança no trânsito. E manteve a meta de redução de 50% das fatalidades.

Diminuição

Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) indicam o oposto do que se esperava com a pandemia de 2020: uma redução mínima da violência no trânsito. Em 2019, o número de pessoas que sofreu acidente de carro e foi levado a hospital foi de 219.449. Em 2020, foram 212.058, retração de 3%. A tendência se confirma nos gastos do SUS com o atendimento a acidentados. Foi de R$ 313.445.848 em 2019 para R$ 311.936.574 no ano passado.

“No primeiro momento da pandemia, houve uma redução dos acidentes”, avalia Flávio Adura da Abramet. “Mas logo depois começou a aumentar novamente, sobretudo com a grande circulação de motocicletas de entrega, mais sujeitas a acidentes.

 

Legislação

A nova legislação que entrou em vigor em 12 de abril não é exatamente a que os defensores de um trânsito mais seguro esperavam. “Foi a lei possível de ser aprovada no Congresso”, diz Armando de Souza, presidente da Comissão Especial de Direito do Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil.

Especialistas criticam vários pontos. Agora, todos os documentos emitidos passam a valer por 10 anos para condutores de até 50 anos – e não mais por 5 anos. Pela lei anterior, o motorista podia acumular até 20 pontos na CNH para não ter a carteira suspensa. A partir de agora, contudo, há uma gradação e a perda ocorre com 20, 30 ou 40 pontos. E com a nova lei quem for flagrado dirigindo em uma velocidade acima de 50% do limite permitido pela via não terá mais a suspensão e a apreensão imediata da CNH. Haverá processo administrativo.

Mas também houve avanços. Antes de o texto chegar à Câmara, o presidente Bolsonaro queria desobrigar o uso da cadeirinha ou assento de elevação para bebês e crianças. Contudo, a obrigatoriedade foi mantida. O que mudou é o limite de altura para utilização dos dispositivos de segurança. Crianças de 1,45 metro de até 10 anos devem usar o dispositivo de retenção por lei. Pela lei anterior não havia limite de altura.

Outro avanço é a determinação de que motos, ciclomotores e motonetas só podem transportar crianças com mais de 10 anos. Pela lei anterior, eram 6 anos. “No que diz respeito à segurança das crianças, a nova lei foi positiva”, diz o pediatra Abelardo Bastos Pinto Junior.

Ultrapassar ciclistas agora é um ato passível de multa gravíssima. Também pode ser multado quem usar as ciclovias como lugar de embarque ou desembarque. E a nova norma impede que ocorra uma substituição da prisão por penas alternativas aos condutores que, sob efeito de álcool ou substâncias psicoativas, causarem morte ou lesão corporal.

 

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Antigamente ainda víamos “Operação Tapa-Buraco”; “Recapiamento dos principais trechos…”
    Mas com a chegada de Fátima ao governo, o que vemos são muitas crateras e diversos acidentes, estradas (RNs) totalmente abandonadas.

  2. Se depender das Rodovias Estaduais, esses índices nunca baixarão. As do RN São as piores entre todos os Estados, culpa de Fátima Bezerra PT.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Dívida das empresas abertas cresce 50% em 10 anos e chega a R$ 1,2 trilhões

Entre empresários, executivos e economistas, já virou lugar comum dizer que as empresas brasileiras têm vantagem competitiva no mercado global por atuar em meio a turbulências constantes e estar melhor preparadas para enfrentar as adversidades. Mas, mesmo acostumadas a navegar em mar revolto, elas tiveram de se desdobrar para se manter à superfície nos últimos anos, com a economia em marcha à ré, o dólar nas nuvens, o desemprego batendo recordes históricos e a renda da população em queda livre. Para completar, ainda tiveram de lidar com as incertezas e as mudanças trazidas pela pandemia.

Muitas empresas, incluindo as de grande porte, precisaram recorrer aos bancos e ao mercado de capitais para reforçar o caixa e honrar os seus compromissos. O endividamento deu um salto. Ao contrário do que se poderia imaginar, porém, os números mostram que o aumento do endividamento não é um fenômeno de curto prazo, decorrente da pandemia, mas um movimento que vem se acentuando desde o início da década passada.

Segundo um estudo feito para o Estadão pela Economatica, uma empresa de dados de mercado, a dívida bruta das companhias de capital aberto mais que dobrou em dez anos. De dezembro de 2011 a março de 2021, o total dos “papagaios” na praça passou de R$ 486 bilhões para R$ 1,213 trilhão – um aumento de 149,6%. Em termos reais (descontada a inflação acumulada, de 66,7%), o crescimentos chegou a quase 50%. Em relação ao patrimônio líquido, a dívida chegou a 115,4% em março – eram 75,9% em 2011.

Mesmo levando em conta que parte do resultado está inflada pela alta do dólar, já que muitas empresas de capital aberto têm dívidas em moeda forte e elas são obrigadas a convertê-las em reais nos balanços pela cotação atualizada, o quadro não se altera de forma significativa.

“Teve muito solavanco no meio do caminho”, afirma o economista Adriano Pitoli, ex-diretor de análise setorial e regional da Tendências Consultoria e ex-chefe do núcleo da Secretaria de Indústria e Comércio do Ministério da Economia em São Paulo. “Muitas empresas não tinham alternativa e tomaram crédito para sobreviver.”

Falta de liquidez. O levantamento incluiu 239 empresas não financeiras, de diferentes ramos de atividade, que divulgaram os balanços do 1.º trimestre de 2021 até 10 de maio. Como as dívidas da Petrobrás e da Vale – de R$ 404,3 bilhões e de R$ 78,7 bilhões, respectivamente, no fim de março – provocariam uma forte distorção, as duas companhias foram excluídas da amostra. Se fossem incluídas, a dívida bruta total alcançaria R$ 1,7 trilhão, 40% a mais.

O cenário ganha contornos mais claros quando se observam também outros indicadores relacionados à situação financeira das empresas. Desde 2011, o caixa das companhias, ou seja, o dinheiro disponível para o pagamento de gastos correntes, teve uma redução de 44,1% – o equivalente a 13,6%, em termos reais. Com isso, a dívida líquida (dívida bruta menos caixa), cresceu 325% desde 2011 – 155,4% em termos reais.

Só nos últimos 15 meses, do fim de 2019 a março de 2021, em meio à pandemia, a dívida líquida das empresas listadas em Bolsa chegou a 15,1% – 8,4% reais. “Dá para perceber uma intenção das empresas de fortalecer os seus balanços para enfrentar a crise. O pior de tudo seria morrer por falta de liquidez”, diz o economista Evandro Buccini, diretor de gestão de fundos de renda fixa e multimercado da Rio Bravo, empresa de investimentos da qual o economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, foi um dos fundadores.

Embora o aumento progressivo do endividamento das empresas nos últimos dez anos tenha a ver, em boa medida, com a busca de recursos para atravessar a pasmaceira e as incertezas da economia, isso não explica tudo, de acordo com os economistas ouvidos pelo Estadão. “No Brasil, a gente tem o cacoete de ver sempre dívida como algo negativo”, afirma Pitoli. “Mas não necessariamente o aumento do endividamento acende uma luz amarela.”

Endividamento saudável. Em sua visão, houve uma transformação estrutural na economia na última década com a redução dos juros, principalmente depois de 2016, que também levou muitas empresas a aumentar o endividamento. Ele diz que a mudança se iniciou no fim dos anos 1990, com a liberação cambial, foi interrompida no governo Dilma, em especial no segundo mandato, retomada com o ex-presidente Michel Temer e se mantém até hoje, apesar da alta recente da taxa básica de juros (Selic). “Uma empresa toma crédito quando acredita que tem oportunidades de investimento que vão trazer um retorno maior do que o custo do endividamento”, diz. “Sob essa ótica, é natural e até saudável as empresas ficarem mais endividadas.”

Ao destrinchar os dados da pesquisa, ele observou que os setores que tiveram os maiores aumentos de endividamento, como petróleo e gás, papel e celulose, software e dados, minerais não metálicos, agronegócio e assistência médica, vêm realizando investimentos vultosos e crescendo mais do que a média da economia.

A exceção do grupo, segundo ele, é a área de educação, que enfrenta dificuldades, em razão da digitalização crescente e da disseminação do ensino a distância, e está tendo de repensar o seu modelo de negócio. “As empresas que mais tomaram recursos de terceiros, para não depender só de capital próprio, foram as que fizeram as maiores apostas em relação ao futuro.”

Buccini, da Rio Bravo, vai na mesma linha. Para ele, o aumento do endividamento revela “uma intenção do empreendedor de se alavancar mais”. “Com a queda dos juros, muitos projetos que antes eram inviáveis se tornam mais viáveis”, afirma. “Como a gente fala, a queda dos juros aproxima o futuro do presente e é possível vislumbrar um pouco melhor o sucesso dos projetos de investimento que a empresa tem.”

Por ora, esse alegado interesse das empresas pela realização de novos projetos e pela compra de novas máquinas e equipamentos ainda não se refletiu num aumento da taxa de investimento do País. No período da pesquisa, entre 2011 e 2020, o índice foi, em média, de 17,9% do PIB (Produto Interno Bruto), até abaixo da média de 18,8% registrada de 1980 a 2018, de acordo com dados do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), ligado à FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Em 2020, com a pandemia, a taxa de investimento teve uma queda de 0,8%, depois de ter subido 2,2% em 2019, e ficou em 16,4% do PIB, abaixo até do que a média da década. “Esse quadro aparentemente paradoxal, que contrapõe o aumento da dívida das companhias de capital aberto e o não crescimento da taxa de investimento se deve ao fato de que a gente está falando de grandes empresas, campeões nacionais, que não são uma amostra do Brasil”, diz Buccini. “Quando elas crescem, não necessariamente o Brasil cresce também. Em períodos de volatilidade, elas podem até ganhar participação de mercado, enquanto a maior parte das empresas é afetada de forma negativa.”

Produtividade. Um outro ponto que parece estranho nos números das empresas de capital aberto é que o alegado crescimento dos investimentos também não resultou em aumentos de produtividade. Para o economista Adriano Pitoli, isso não se refletiu ainda nas estatísticas do PIB, porque nesse período o Brasil viveu “uma recessão atrás da outra” e os ganhos de produtividade só aparecem em períodos de retomada, e não de baixa no nível de atividade.

Ele discorda de muitos de seus pares, para quem uma recessão tão longa quanto a que o Brasil enfrentou compromete estruturalmente o aumento da produtividade. “Há muito ganho de produtividade estocado”, diz. “Não tem como segurar ganho de produtividade. A pandemia, por exemplo, travou a economia, mas acelerou uma série de transformações digitais que representam ganhos de produtividade ainda não refletidos nas estatísticas.”

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Mas não disseram que bastava tirar a Dilma, fazer a reforma trabalhista, depois a previdenciária, que tudo estaria resolvido e ficaríamos as mil maravilhas?

    1. Ninguém disse isso, meu caro. Mas, sem as reformas, o país entraria em colapso. Acpropósito, a governadora Fátima do PT fez uma reforma da previdência estadual ainda mais dura que a federal (veja as alíquotas dos aposentados), mesmo dizendo que não era necessária. E TODOS os governadores também fizeram as suas.

    2. Ninguém falou que tirasse dilma a coisa ia melhorar, disse que a ladroagem iria desaparecer. Agora prometeram que após a reforma trabalhistas e a previdenciária, o país começaria a andar, no entanto temos um inepto incompetente na presidência, daí o porque o país não anda. Mas já estamos com a nação pronta pra entrar nos trilhos, é só eleger um presidente honesto, com visão administrativa aguçada e estrategista pra negociar com esse congresso repleto de bandidos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Países ricos detêm 45% das doses de vacinas contra covid disponíveis

O avanço das campanhas de vacinação contra a covid-19 no mundo, que bateu nesta semana a marca de 1,6 bilhão de doses aplicadas, ampliou a desigualdade entre países ricos e pobres. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os países de alta renda, com 15% da população mundial, compraram 45% de todas as vacinas disponíveis. Cerca de dez países, a maioria na África, sequer aplicaram uma única dose.

 

O Chade é um deles. Com 15 milhões de habitantes, o país só deve receber as primeiras doses da Pfizer em junho. Médicos e enfermeiros ainda não foram vacinados. Também não começaram a vacinação Burkina Faso, Eritreia, Burundi e Tanzânia – que, em fevereiro, disse que não pretendia “aceitar” vacinas. Pequenas ilhas do Pacífico, como Vanuatu, também não iniciaram campanha de vacinação, mas têm menos urgência porque não registraram grandes surtos.

O cenário preocupa especialistas. A OMS estima que a lenta vacinação em alguns países pode prolongar a pandemia. Os grandes laboratórios afirmam que seria possível imunizar a maioria da população mundial até o fim de 2021, mas especialistas alertam que países mais pobres podem conseguir terminar a inoculação apenas em 2024.

O cenário favorece o surgimento de novas variantes, mais contagiosas e letais, como as cepas identificadas na África do Sul e na Índia, que podem ser resistentes às vacinas, comprometendo a imunidade em todo o mundo. “Nós já sabemos que uma variante, a sul-africana, é menos suscetível à proteção da vacina da AstraZeneca”, afirma o epidemiologista Chris Beyrer, da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins. “Enquanto as pessoas mais suscetíveis não forem imunizadas, o vírus continuará evoluindo, e isso pode minar a geração atual de vacinas”.

As causas para a desigualdade no acesso às vacinas são muitas. A primeira, mais óbvia, é de ordem econômica. Países mais pobres têm dificuldades para comprar doses e enfrentam problemas de infraestrutura e distribuição. O ‘nacionalismo da vacina’, ou concentração de vacinas por parte de países ricos, é outra – como poucas vacinas foram aprovadas e a capacidade de produção é limitada, nações que conseguiram encomendar grandes estoques saíram na frente.

Além disso, a logística é um grande problema. “As vacinas que usam RNA mensageiro (como Pfizer e Moderna) são muito eficientes e muito seguras. Mas são difíceis de fazer, armazenar, distribuir”, explica Beyrer. A quebra de patentes, posição agora defendida pelos EUA, não seria uma solução mágica, acredita. “É uma ciência muito avançada, e levantar as patentes não mudaria nada no curto e médio prazo, porque precisaria haver uma transferência significativa de tecnologia e de capacidade de construção (de laboratórios). É um investimento que vale a pena, mas levará tempo.”

A preocupação se estende a países que já adquiriram vacinas, mas não conseguem acelerar suas campanhas. Quase 30, entre eles África do Sul, Austrália e Armênia, aplicaram a primeira dose em menos de 1% da população. Só 20 países ultrapassaram a marca de 50%. A imunização com vacinas de menor eficácia – como a russa Sputnik e a chinesa Sinovac – também pode ser um problema.

“Há múltiplas vacinas agora, mas poucas têm alta eficácia. Temos casos como o do Chile, onde há alta cobertura, mas não há diminuição em taxas de infecção e hospitalização”, afirma Beyrer. Mais de 90% das doses administradas no país até o momento são da Coronavac.

A falta de investimento em produção e distribuição de vacinas também têm consequências econômicas. De acordo com a Statista, empresa alemã especializada em mercado, a previsão é de que as principais economias do mundo registrem uma perda de 4,5% do PIB em razão da pandemia.

Um estudo publicado em março na revista Science afirma que investimento extra no desenvolvimento e aplicação de vacinas poderia ter economizado trilhões de dólares em todo o mundo. De acordo com o estudo, se os governos tivessem investido para acelerar as campanhas em três meses, US$ 700 bilhões seriam economizados – ou US$ 1,3 trilhão, se forem contabilizados os custos de saúde, em um cálculo conservador.

Algumas ações vêm sendo tomadas para reverter o cenário. O consórcio Covax, mecanismo da OMS para distribuição de vacinas, forneceu 71 milhões de doses, a maioria para países pobres. Alguns governos, como EUA e Suécia, anunciaram doações excedentes. Pfizer e União Europeia doaram 100 milhões de doses para países de baixa e média renda.

Para a diretora do Departamento de Imunização da OMS, Katherine O’Brien, as medidas são bem-vindas, mas outras precisam ser tomadas. “A doação de países que compraram muitas doses precisa acontecer em grande escala”, afirma. “Eles também podem trabalhar com as empresas que fornecem as vacinas para que elas sejam prioritariamente entregues ao Covax.”

O’Brien destaca que não há vacina suficiente para imunizar toda a população global. Por isso, defende prioridades. “Os meios de alocar vacinas precisam ser baseados em termos de necessidade e de impacto para a saúde pública, não em base de competição por contratos e em quem pode pagar”, afirma. Produtores de vacina, segundo ela, deveriam priorizar o compartilhamento de insumos com outros países, que também poderiam fabricar suas doses.

Para O’Brien, o desenrolar das campanhas de vacinação amplia as desigualdades. “Se falharmos em responder à desigualdade que já existe em relação às vacinas, com certeza isso poderia tornar a desigualdade geral ainda pior”, afirma. “Nenhum país está salvo até que todos estejam a salvo.”

Para a professora do Coppead/UFRJ Cláudia Araújo, países menos desenvolvidos, como o Brasil, enfrentam desafios específicos. “Sofremos mais com questões de transporte e armazenagem do que países menores, mais desenvolvidos, que têm infraestrutura e estradas melhores”, afirma. “Temos dimensões continentais. Então, nosso grande desafio é manter as propriedades e a qualidade da vacina por todo o deslocamento dentro do território nacional.”

Para ela, a pandemia evidenciou uma grande dependência em relação aos países mais ricos. “O setor de saúde é muito dependente de poucos fabricantes. Vimos isso não só com a vacina, mas com materiais, equipamentos, EPIs”, afirma. “Com a pandemia, o mundo se deu conta de que a estrutura produtiva precisa ser repensada.”

ESTADÃO

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Celebridades

Morte de MC Kevin foi acidental, diz laudo da perícia

O laudo pericial sobre a morte de MC Kevin concluiu que a queda “teve como causa aparente um acidente”. O funkeiro morreu na noite do último domingo, ao cair da varanda de um quarto de hotel no Rio de Janeiro. A informação foi obtida pelo jornal O Globo. O documento ainda aponta que não havia indícios de briga ou ações violentas no quarto 502 do hotel onde o cantor estava hospedado.

O quarto de onde ocorreu a queda teve foi acessado quatro vezes no intervalo de cerca de uma hora, revelou a perícia. Para isso, foram usados quatro cartões diferentes ainda antes da chegada do resgate.

O cantor morreu após cair da varanda do quinto andar de um hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, no domingo (16). Ele foi socorrido ainda com vida ao lado da área da piscina, após bater a cabeça em uma barreira de vidro, que cercava o local. Levado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Miguel Couto, o funkeiro não resistiu aos ferimentos e morreu.

O laudo do IML (Instituto Médico Legal) do Rio de Janeiro indica que a causa da morte do cantor Kevin Nascimento Bueno, conhecido como MC Kevin, 23, foi traumatismo craniano provocado por ação contundente (violenta). O exame toxicológico ainda é aguardado pela polícia que investiga o caso.

Segundo o laudo, ao qual o F5 teve acesso, o músico apresentava três fraturas na região da face –osso nasal, maxilar e mandibular–, e em outras dez costelas, sendo nos “sétimos primeiros arcos costais anteriores a esquerda e três primeiros posteriores a esquerda”.

Ainda de acordo com o laudo do IML, MC Kevin apresentava também hemorragia subaracnóidea difusa (no espaço entre o cérebro e a membrana que o reveste) e hemorragia subdural em região occipital (entre o encéfalo e o crânio).

CARREIRA

Conhecido por sucessos como “Cavalo de Troia”, “Favelado Vencedor” e “O Menino Encantou a Quebrada”, Kevin contava com 8,6 milhões de seguidores no instagram e 537 mil no YouTube. O artista já fez parcerias com outros artistas do gênero como MC Guimê e Igu.

Nascido na Vila Ede, bairro da zona norte de São Paulo, lançou o último álbum “Fênix”, recentemente.

Pouco mais de um mês antes de morrer, MC Kevin lançou a faixa “Minha Última Música”. A letra, que trata de alguém que trocou o crime pela música e que “vê o melhor da vida sempre andando pra frente” traz também momentos melancólicos. Em um trecho a canção fala sobre “parar”, “dar um tempo” para repensar a vida.

“Eu tô cansado de cantar, vou dar um tempo. Eu posso parar. Depois eu volto pro funk. Joga o tapete vermelho pra eu passar. Vou ficar um tempo distante, paz. Na minha vida, eu tô cansado de inveja. Eu vou aproveitar pra gastar meus milhões bem longe. Tô só pedindo um tempo pra minha vida repensar
É hora do descanso do gigante. É que a liberdade, tá f*** a realidade, vê que o mundo tá acabando”, diz a música.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Processo de Lula sobre o sítio em Atibaia tramita em vara com decisões contrárias à Lava Jato

A 12ª Vara Federal em Brasília é o destino do processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 17 anos e 1 mês de prisão por ter aceitado obras no sítio que frequentava em Atibaia (SP) realizadas pela OAS e Odebrecht. O envio foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal, que entendeu a 13ª Vara de Curitiba como incompetente para julgar o caso.

Dois juízes poderão assumir o processo: o titular, Marcus Vinicius Reis Bastos, ou a substituta, Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves.

Os dois são considerados garantistas e têm dado decisões contrárias à Lava Jato.

Em janeiro, Reis Bastos anulou provas de uma investigação contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, após o STF entender que a Justiça do Paraná era incompetente julgar o caso, como no caso do Lula. Ele também absolveu recentemente o ex-presidente Michel Temer no chamado “quadrilhão do MDB”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. É muita grana que rola ali , infelizmente, basta pagar alto , por isso esse país nunca irá mudar , é uma lástima

  2. Enquanto no Brasil vigorar uma aberração ideológica chamada de Garantismo Penal, todo bandido, criminoso, psicopata, ladrão, corrupto, assassino, estuprador que tenha condições de pagar milhões de honorários a advogados garantistas, terá garantia de IMPUNIDADE.

  3. Esse é o país em que roubar é virtude e a única justiça que funciona é a das facções, essa todos tem medo. Vivemos um pesadelo sem fim.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Kassio Nunes Marques vai substituir Gilmar Mendes na presidência de turma no STF

O ministro Kassio Nunes Marques vai ser o próximo presidente da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.

Ele, que vai suceder Gilmar Mendes, assumirá na volta do recesso, na primeira sessão do segundo semestre, em agosto.

O presidente da turma é responsável por agendar os julgamentos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Com piora do cenário regional, China vacina mais de 10 milhões por dia contra Covid

Habituada a apresentar ao mundo número superlativos qualquer que seja a área, a China mais uma vez provocou espanto nos últimos dias com o número de vacinas contra a Covid-19 aplicadas, que já chega a meio bilhão. Mais até do que o volume, o que tem impressionado é a aceleração frenética da imunização no gigante asiático.

Em maio, até este sábado (22), a média diária de doses aplicadas superou os 10 milhões, segundo dados compilados pelo projeto Our World in Data, da Universidade de Oxford (Reino Unido). É mais do que o dobro do ritmo diário de abril e quase cinco vezes o de março. Dos 497 milhões de vacinas administradas desde o início do esforço de imunização contra o coronavírus, em 15 de dezembro do ano passado, 46% ocorreram apenas neste mês.

Na última semana, o país pisou ainda mais no acelerador, chegando ao recorde de 17,2 milhões de doses aplicadas na última quinta-feira (20). Isso corresponde, num único dia, a 30% de todas as vacinas administradas no Brasil desde 17 de janeiro, quando a primeira pessoa recebeu imunização no país. Em breve, dizem autoridades chinesas, o país deve romper a marca dos 20 milhões de vacinados por dia.

Com a pandemia em patamares relativamente baixos em comparação com o resto do mundo, a China vinha adotando até agora uma atitude de certa complacência com relação à vacinação, embora seja um dos principais centros mundiais de fabricação dos imunizantes. O país tem 3,2 mortos por milhão de habitantes, contra mais de 2.000 por milhão no Brasil, por exemplo.

Como resultado, a China vinha priorizando a chamada “diplomacia da vacina”, destinando grande parte de sua produção à exportação, para cerca de 100 países, entre eles o Brasil. Além de dividendos econômicos, essa estratégia valoriza a imagem internacional chinesa, dentro da política de “poder suave” do país asiático.

Até 19 de maio, haviam sido vendidos a mercados externos 300 milhões de doses, seja em vacinas prontas ou matéria-prima, conhecida pela sigla IFA (Insumo Farmacêutico Ativo). Isso equivale a quase 40% de toda a produção.

O cenário agora mudou, no entanto, e pode ter reflexos no Brasil. A nova corrida chinesa para vacinar sua população coincide com a disseminação de novas variantes da doença, sobretudo a que tem origem na Índia, país que hoje é, ao lado do Brasil, o epicentro da pandemia.

Além disso, houve aumento expressivo das taxas de contágios no sul e sudeste asiáticos, regiões com laços estreitos de comércio com os chineses, e intenso fluxo de pessoas.

No Vietnã, por exemplo, o número de casos de Covid-19 aumentou 75% em maio, crescimento que chegou a 84% no Camboja e 93,5% na Tailândia.

Taiwan, que Pequim considera uma província rebelde, também tem visto uma subida meteórica de casos, com elevação de 178% no mês de maio, embora partindo de uma base pequena.

Já na China continental, o cenário por enquanto é de estabilidade no número de casos, mas o contexto regional levou a uma mudança de atitude.

A meta é vacinar completamente com duas doses 1 bilhão de pessoas até o final do ano. A população total do país é de 1,4 bilhão, mas muitos são jovens, vivem em zonas afastadas, ou se recusam a se imunizar.

Segundo um representante do governo chinês, há neste momento a necessidade de um maior “equilíbrio” entre a nova demanda interna e os compromissos com exportações de vacinas. O cenário é de que cronogramas previamente acertados com o Brasil e outros países podem sofrer algum atraso, que por enquanto seria de alguns dias. A prioridade é evitar que esse delay se alargue muito.

Na última quinta-feira (20), um grupo de governadores reuniu-se virtualmente com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, para pedir que novos lotes de IFA sejam liberados. Na conversa, o diplomata explicou o cenário de demanda superaquecida em seu país, mas se comprometeu a priorizar o envio da carga ao Brasil.

Segundo ele, novos lotes de insumos para a Coronavac, do Butantan, e a AstraZeneca, da Fiocruz, chegarão nos próximos dias, suficientes para produzir 16,6 milhões de doses.

Uma carga de IFA chegou da China no sábado (22),e o Ministério da Saúde anunciou nas redes sociais o recebimento de “insumos do exterior”, omitindo a origem. Em seu perfil, o embaixador chinês ironizou: “Confúcio disse, feito para amigos, fiel à sua palavra.” Depois disso, o ministro Marcelo Queiroga e o Itamaraty publicaram agradecimentos a Pequim.

A troca de comando na chancelaria brasileira também tem feito diferença. O novo titular, Carlos França, tem uma atitude mais amistosa com a China, ao contrário do tom de confronto de seu antecessor, Ernesto Araújo.

Apesar dos números grandiosos, a China ainda é uma relativa retardatária no ranking internacional de vacinação, em razão de sua imensa população. Receberam ao menos uma dose 34,5% dos habitantes, contra mais de 80% nos EUA, por exemplo. Isso indica que ainda levará algum tempo para que a demanda interna arrefeça.

Mesmo a perspectiva de esfriamento do apetite chinês pelas doses é duvidosa. A partir de dezembro, a imunização recomeça praticamente do zero, uma vez que a orientação é de que as pessoas tomem vacinas todos os anos, ao menos no médio prazo.

Para dar conta de tantas obrigações, a China investe em novas vacinas e no aumento da capacidade de produção das já aprovadas. As mais disseminadas são as dos laboratórios Sinovac (em uso no Brasil) e Sinopharm, mas há outras três em estágio avançado, incluindo uma de dose única, produzida pela empresa CanSino.

A oferta global de vacinas também deve se ampliar com o avanço da imunização nos EUA e Europa, que deve se completar no meio do ano. A partir daí, esses países deverão aumentar a exportação ou doar de imunizantes para regiões mais pobres do mundo, aliviando a carga atual sobre os chineses.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A china deve ter por volta de 1 bilhão e meio ou mais de habitantes. E vale pontuar q seus cidadãos não tomam as vacinas q eles vendem para nós. E, tem poucos casos. Pq? O mundo todo quer saber.

  2. O que falta ao Brasil? Será que o negacionismo presidencial está afetando a vacinação no Brasil? China aplica 10 milhões por dia, já o Brasil de Bolsonaro…

    1. a china não só tem vacina a muito tempo estocada, como tem remédios para combater o virus, pais de origem desde setembro de 2019 que a china já tinha vacina, mascara, respiradores e hospitais para combater o virus. O covid escapou de lá. Passei muito tempo na China, conheço muito bem. Eles protegeram a Australia pq será em ??

  3. E como a China é a maior produtora mundial de vacinas, embora sejam as piores, faltarão imunizantes para os demais países. A India também é produtora e passa por dificuldades.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *