Ministros e assessores do governo Lula se reúnem na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão à Venezuela e o anúncio da captura de Nicolás Maduro, feito mais cedo pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A informação é coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.
A reunião está marcada para as 10h, no Itamaraty. Há expectativa de que o presidente Lula participe por videoconferência, já que está de férias na base da Marinha em Marambaia (RJ).
Lula já foi informado sobre o anúncio de Trump e avalia antecipar o retorno a Brasília, segundo apurou a coluna Igor Gadelha. Inicialmente, o presidente pretendia encerrar o recesso apenas na segunda-feira (6).
Presidente TRUMP Faz o grande favor aos brasileiros faz um limpa aqui no Brasil lula, morais, gilmar, toffoli, dino, gonet comece a limpeza por esses a e comandante das forças armadas se pegar esse a limpeza começa o resto nos brasileiros faremos
Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.
Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.
O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.
O governo da Rússia classificou como um “ato de agressão armada” a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada neste sábado (3). A reação ocorre após o presidente Donald Trump confirmar ataques ao país e a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou estar profundamente preocupado com a escalada do conflito e defendeu que as partes busquem uma solução por meio do diálogo, evitando novos confrontos.
A ofensiva norte-americana atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Outros países também reagiram. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou a ação, enquanto a Colômbia demonstrou preocupação com a segurança da população civil.
No plano interno, o governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa após os bombardeios.
O que é que esses meninos bonzinhos estão fazendo com a UCRÂNIA, por ventura eles mandam balas da cacau show todos os dias e estão fazendo acampamento festivo no vizinho? Bando de hipócritas.
A capital da Venezuela, Caracas, viveu momentos de caos durante a madrugada deste sábado, após uma série de explosões e intenso sobrevoo de aeronaves militares. Moradores relataram ao menos sete detonações fortes, com colunas de fumaça vistas em áreas estratégicas da cidade.
Regiões como Fuerte Tiuna, base militar considerada uma das mais importantes do país, La Carlota e os arredores do Palácio de Miraflores, sede do governo, foram apontadas como alguns dos locais afetados pelos ataques.
Em meio ao pânico, centenas de civis tentaram deixar a capital às pressas. Longos congestionamentos se formaram nas principais vias de saída de Caracas, enquanto famílias abandonavam bairros próximos a instalações militares em busca de refúgio em áreas mais afastadas ou em estados vizinhos.
A situação foi agravada por apagões que atingiram grande parte da cidade, dificultando a comunicação e ampliando o clima de insegurança entre a população, que segue sem informações oficiais claras sobre a extensão dos ataques.
Quatro cidades da Venezuela foram bombardeadas pelos Estados Unidos na manhã deste sábado (3), segundo informações divulgadas pela televisão estatal venezuelana. Os ataques teriam atingido Caracas, capital do país, La Guaira, além de municípios nos estados de Miranda e Aragua, regiões que concentram áreas civis e estruturas militares estratégicas.
De acordo com o canal oficial, o governo venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora ao ler um comunicado atribuído às autoridades do país.
Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a ofensiva militar e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado e retirado da Venezuela. A declaração foi feita na rede Truth Social, onde Trump disse que a operação foi “bem-sucedida” e realizada em larga escala contra o regime venezuelano.
Em resposta, o governo da Venezuela acusou os EUA de agressão militar e convocou a população a se mobilizar. Em comunicado, Maduro declarou emergência nacional e afirmou que o país deve reagir para “derrotar a agressão imperialista”. O ataque ocorre dois dias após o presidente venezuelano sinalizar disposição para dialogar com o governo norte-americano.
Uma imagem que circula nas redes sociais neste sábado (3) mostra Nicolás Maduro já em território dos Estados Unidos, sob custódia de forças militares americanas. Na foto, o líder venezuelano aparece escoltado por agentes armados ao lado de uma aeronave, em cenário que indica uma operação militar.
A divulgação ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar publicamente que Maduro foi capturado durante uma ofensiva de larga escala contra alvos do regime na Venezuela e retirado do país por via aérea, junto com a esposa.
Até o momento, o governo norte-americano não informou oficialmente o local exato onde Maduro estaria detido, nem quais medidas legais serão adotadas. Já autoridades venezuelanas divergem sobre o paradeiro do presidente e pedem provas de vida.
A situação elevou drasticamente a tensão internacional, com países da região reagindo à ofensiva e o governo da Venezuela decretando estado de emergência, denunciando o que chama de agressão militar e violação do direito internacional.
Lá na Brazuela e cá no país dos burros e analfabetos, com certeza, tem muita gente com a pulga atrás da orelha. Lá com cá, muitos se arvoram a deuses e intocáveis, e esquecem que o mundo gira, fazer maldades e agredir o próximo tem preço, se cuidem e lembrem dos tiranos do mundo, a conta as vezes é alta.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o paradeiro de Nicolás Maduro é desconhecido e cobrou uma prova de vida do presidente. A declaração foi dada em entrevista à emissora estatal Telesur, em meio à escalada de tensão após ataques militares registrados em Caracas na madrugada deste sábado (3).
As explosões e o intenso sobrevoo de aeronaves na capital venezuelana ocorreram horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumir a autoria de uma operação militar “de larga escala”. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que Maduro teria sido capturado junto com a esposa e retirado do país por via aérea.
Diante da ofensiva, o governo venezuelano decretou estado de emergência e confirmou que os ataques também atingiram os estados de Miranda, La Guaira e Aragua, regiões estratégicas que concentram importantes bases militares. Parte de Caracas ficou sem energia elétrica após as explosões, registradas por volta das 2h no horário local (3h em Brasília).
Em comunicado oficial, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de tentar tomar o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. A gestão chavista classificou a ação como uma “violação flagrante do direito internacional” e convocou a comunidade internacional a se manifestar contra os ataques, alertando para riscos à vida de milhões de pessoas.
O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, se pronunciou após a captura de Nicolás Maduro e afirmou que o país “não irá se render”. Em declaração oficial, ele disse que a Venezuela continuará lutando e que, ao final, “vencerá”, mesmo diante da ofensiva militar atribuída aos Estados Unidos.
Padrino López anunciou a ativação plena das capacidades das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) para a defesa do território e da população. Segundo o ministro, mísseis atingiram instalações militares e também áreas residenciais em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira durante os ataques.
No pronunciamento, o chefe da Defesa classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e fez um apelo direto à comunidade internacional. Ele pediu que organismos multilaterais e governos condenem os Estados Unidos por, segundo ele, violarem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional. “Trata-se de um ataque vil e covarde que ameaça a paz e a estabilidade da região”, afirmou.
O ministro informou ainda que o governo venezuelano decretou estado de comoção externa em todo o país, com base na Constituição e nas leis de emergência e segurança nacional. A medida, de acordo com Padrino López, autoriza a mobilização integral das forças militares para a defesa da nação e para o restabelecimento da ordem interna.
Um homem morreu e outro foi preso após um arrastão registrado em Pirangi do Sul, no litoral do Rio Grande do Norte, nesta sexta-feira (2). A ocorrência envolveu uma ação do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que foi acionado após relatos do crime.
De acordo com as informações apuradas, um dos suspeitos foi baleado durante a intervenção policial e socorrido pelos próprios policiais para o Hospital Municipal Dr. Márcio Marinho. O homem chegou à unidade de saúde sem documentos e não teve a identidade confirmada até o momento.
Apesar do atendimento médico, o suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu logo após dar entrada no hospital. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) foi acionado para recolher o corpo, enquanto a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou os procedimentos no local para dar início às investigações.
O segundo envolvido no arrastão foi detido pelo Batalhão de Choque e encaminhado à delegacia para os procedimentos legais. A Polícia Civil ficará responsável por apurar as circunstâncias do crime, do confronto e a possível participação de outros envolvidos na ação criminosa.
Imagens registradas por um grupo de campistas no Parque Nacional Warairarepano flagraram o ataque aéreo dos Estados Unidos que atingiu alvos do regime de Nicolás Maduro em Caracas, durante a madrugada. Nos vídeos, é possível observar explosões na capital venezuelana sem qualquer sinal de resposta militar imediata.
Chamou atenção a ausência total de atividade antiaérea. Não há registros de disparos de mísseis, uso de artilharia defensiva ou qualquer tentativa visível de interceptação das aeronaves responsáveis pelos bombardeios. A cena reforça a percepção de que o sistema de defesa não reagiu ao ataque.
O episódio contrasta com a propaganda frequente do regime, que costuma divulgar treinamentos e exibições de unidades de defesa aérea como demonstração de força e prontidão militar. Na prática, porém, a ofensiva americana ocorreu sem resistência aparente.
Analistas avaliam que a resposta absolutamente nula expõe fragilidades operacionais das Forças Armadas venezuelanas e levanta dúvidas sobre a real capacidade do regime de proteger pontos estratégicos do país diante de uma ação militar externa coordenada.
Mesmo em meio aos ataques americanos contra alvos ligados ao regime de Nicolás Maduro, venezuelanos foram às ruas de Caracas para comemorar o que classificam como o fim do governo do líder chavista. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas celebrando, buzinando e gritando palavras de ordem contra o regime.
A mobilização ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar ações militares na Venezuela e afirmar que Maduro teria sido capturado e retirado do país. A informação, ainda cercada de incertezas, provocou reações imediatas tanto de apoiadores quanto de opositores do governo venezuelano.
Enquanto parte da população demonstra alívio e esperança por mudanças políticas, outra parcela permanece apreensiva com a escalada militar e os impactos dos ataques, que atingiram diferentes regiões da capital e causaram interrupções no fornecimento de energia.
O governo venezuelano, por sua vez, classificou as ações como uma agressão estrangeira e decretou estado de emergência, convocando as Forças Armadas e a população a se mobilizarem em defesa da soberania nacional.
Os presidentes da Colômbia e de Cuba se manifestaram publicamente diante da escalada de tensão na Venezuela, após o governo de Nicolás Maduro acusar os Estados Unidos de promoverem ataques militares no país. As declarações reforçam a preocupação regional com o agravamento do conflito e seus possíveis impactos sobre a população civil.
Em publicação nas redes sociais, o presidente colombiano Gustavo Petro afirmou que o seu governo “rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil”. Petro disse ainda que a Colômbia acompanha o cenário com “profunda preocupação” e pediu contenção de todas as partes envolvidas, sem citar diretamente os Estados Unidos.
Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, adotou um tom mais duro ao classificar como “criminoso” o que chamou de ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela. Segundo ele, a ofensiva representa uma ameaça direta à paz regional e exige uma reação da comunidade internacional.
A crise ganhou novo patamar após o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmar ações militares em território venezuelano e afirmar que Nicolás Maduro teria sido capturado e retirado do país. Nos últimos meses, a tensão entre Washington e Caracas se intensificou, com o reforço da presença militar americana no Caribe e ataques a embarcações na região.
Foto: Jesus Vargas e Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.
Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.
Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.
Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.
Venezuela acusa os EUA
Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.
“O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”
O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.
Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
Grande dia! Até que enfim os Venezuelanos serão liberto da ditadura Narcoterrorista! Quem devem estar chorando são os esquerdopatas, cumplices desse sistema nefasto! Que consigamos nos livrar aqui no Brasil também!
Mais imagens do ataque aéreo contra a base Generalissimo Francisco de Miranda, perto de Caracas. No vídeo podemos ver que a bomba cai exatamente na base de uma coluna de fumaça de uma explosão anterior, confirmando tratar-se de munição de precisão, provavelmente uma JDAM guiada a… pic.twitter.com/XtEaWOb0M3
Explosões foram ouvidas na madrugada deste sábado (3) em Caracas, capital da Venezuela, segundo relatos de equipes da CNN e da agência Reuters. Testemunhas afirmaram ter visto colunas de fumaça e helicópteros sobrevoando a cidade, além de quedas de energia em diferentes regiões após as detonações.
Jornalistas no local relataram que a primeira explosão ocorreu por volta de 1h50 no horário local (2h50 em Brasília) e teve forte impacto. “Uma delas foi tão forte que minha janela tremeu”, afirmou a correspondente da CNN Español, Osmary Hernández. Após os estrondos, também foi possível ouvir o som de aeronaves militares sobre a capital.
O governo de Nicolás Maduro classificou o episódio como uma “grave agressão militar” dos Estados Unidos e afirmou que ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Diante da situação, Maduro decretou estado de emergência, ordenou a ativação dos planos de defesa nacional e anunciou que levará o caso ao Conselho de Segurança da ONU e a outros organismos internacionais.
A escalada ocorre em meio ao aumento das tensões entre Caracas e Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, vinha alertando sobre novas ações contra supostas redes de narcotráfico na Venezuela, após reforçar a presença militar no Caribe e ampliar sanções, incluindo um bloqueio ao petróleo venezuelano. Líderes regionais reagiram: o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou preocupação, enquanto o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou o que chamou de ataque “criminoso” contra a Venezuela.
Uma declaração antiga do rapper Emicida voltou a repercutir nas redes sociais e reacendeu críticas ao artista. Em um show, ele afirmou que “a burguesia fede”, frase que ganhou novo peso diante do contexto: o evento tinha ingressos que chegavam a R$ 1.000, enquanto o cantor usava uma blusa da grife Gucci avaliada em cerca de R$ 5.000.
A cena provocou questionamentos sobre a coerência entre o discurso antielitista e a inserção do artista em um circuito marcado por preços elevados e consumo de luxo. Para críticos, há um descompasso evidente entre a retórica de combate às elites e a realidade de apresentações voltadas a um público majoritariamente de alto poder aquisitivo.
Nas redes, o episódio foi usado como exemplo do que alguns chamam de “militância gourmet”, em que discursos políticos fortes acabam diluídos quando associados a marcas caras e eventos exclusivos. A crítica central aponta que a mensagem perde impacto quando emitida a partir de um palco cercado por símbolos de status.
Defensores de Emicida argumentam que a fala não é direcionada ao consumo individual, mas às estruturas de poder e desigualdade social. Ainda assim, o episódio reforça um debate recorrente no meio cultural: até que ponto um discurso político se sustenta quando passa a coexistir com um mercado altamente elitizado e lucrativo.
é tão radical que se quer deu conta de que a dita BURGUESIA FEDE, referia-se a si próprio, coisa de quem quer viver as custas dos outros, sem ter nada a apresentar, a não ser complexo de inferioridade.
Uma confusão envolvendo jipeiros nas dunas de Búzios, em Nísia Floresta, terminou na delegacia de Parnamirim nesta semana. O desentendimento ocorreu na entrada da área de dunas, que é particular e pertence à família Gosso, e teria começado após um grupo impedir o acesso de outros profissionais, inviabilizando passeios turísticos, incluindo o tradicional pôr do sol.
Segundo relato de uma das jipeiras envolvidas, o conflito gira em torno da atuação de condutores que teriam feito cursos sem autorização da Prefeitura de Nísia Floresta, mas que se consideram aptos a trabalhar no local. Ela afirma que apenas jipeiros credenciados no município poderiam circular em determinados trechos das dunas, enquanto os demais estariam sendo alvo de tentativas de intimidação e bloqueios de vias.
A situação se agravou com a menção a uma medida protetiva envolvendo o presidente de uma associação de jipeiros. De acordo com a versão apresentada, o dirigente já estaria no local quando o outro grupo chegou, e há alegação de que houve uma tentativa de armadilha para acusá-lo de descumprimento da ordem judicial. A Polícia Militar foi acionada e acompanhou a ocorrência no local.
Ainda conforme os depoimentos, áudios apresentados à polícia indicariam pedidos para que o proprietário da área impedisse o acesso de determinados profissionais às dunas, além de relatos de coação a turistas. A jipeira afirma que não existe, até o momento, uma lei municipal que proíba a atuação dos chamados “não credenciados”, destacando a existência de legislação estadual recente que prevê a futura regulamentação da atividade.
A Polícia Militar confirmou que a ocorrência mobilizou várias viaturas por se tratar de uma área de dunas e por relatos iniciais de disparos de arma de fogo e confronto entre os envolvidos em outros pontos, como na Rota do Sol e na região do Cajueiro. Todos os participantes foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos, e caberá agora à autoridade policial decidir sobre eventuais medidas judiciais.
Presidente TRUMP Faz o grande favor aos brasileiros faz um limpa aqui no Brasil lula, morais, gilmar, toffoli, dino, gonet comece a limpeza por esses a e comandante das forças armadas se pegar esse a limpeza começa o resto nos brasileiros faremos
Será que Maduro vai delatar os malfeitos criminosos de Lilinha e da turma da esquerda brasileira?
Que alguém a avisar a Trump que falta Columbia e Brasil.
Vai ladrão… Chamei Trump de bandido. Declare guerra aos Estados Unidos. Vai deixar o chapa da bandidagem de lado. Vai vagabundo… Seja macho
Os EUA agora estão lascados.
Poderiam aproveitar a viagem, e levar uns corruptos e ladrões, que temos de sobre em nosso guvernu.
O lixo acuado , o imundo ladrao está com medo
Lula vai mandar o MST pra Venezuela? Kkkkkk
Vai Lula, convoque o MST e vá resgatar Maduro, mostre para o mundo que você é um macho arrochado.
Quem tem c* tem medo… Kkk pense num galego arretado!