Economia

Senado aprova em 1º turno texto-base da PEC que libera até R$ 44 bilhões para novo auxílio

Apesar de desidratar medidas fiscais da equipe econômica, o Senado aprovou por 62 votos a 16 em primeiro turno nesta quarta-feira (3) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial com um teto, de R$ 44 bilhões, para os gastos com a nova rodada do auxílio emergencial neste ano. A votação do segundo turno, inicialmente prevista para o mesmo dia, acabou adiada para a manhã desta quinta-feira (4), assim como um único destaque para esse turno. Os demais destaques foram rejeitados.

Depois, caso aprovada no segundo turno, seguirá para a Câmara, onde também precisa passar por dois turnos e com apoio de 60% dos parlamentares. A ideia de travar o custo da renovação do auxílio emergencial foi defendida pelo líder do governo, Fernando Bezerra (MDB-PE), em entrevista à Folha publicada nesta semana. Se aprovado, esse limite dependerá de outra PEC no futuro para ser elevado.

Técnicos do Ministério da Economia avaliam que, embora a versão final seja mais enxuta da considerada ideal para o ministro Paulo Guedes (Economia), o governo conseguiu aprovar, no mesmo texto, a liberação do auxílio junto com os gatilhos —medidas a serem acionadas, por um período determinado, em caso de crise nas contas públicas.

Guedes havia indicado a interlocutores que poderia deixar o governo, caso a PEC Emergencial não fosse aprovada pelo Congresso. Líderes do Senado queriam autorizar apenas a nova rodada do auxílio -sem a sinalização de compromisso com o ajuste fiscal no futuro. Interlocutores do governo então negociaram para evitar uma ampla derrota do ministro da Economia.

O governo avalia criar faixas com valores distintos do auxílio emergencial a depender do perfil do beneficiário. A proposta em estudo prevê parcela padrão de R$ 250, mas o benefício mensal seria maior para mulheres chefes de família e menor para pessoas que se declararem sozinhas.

No desenho em elaboração, beneficiários que atendam aos critérios e não tenham filhos ou dependentes terão direito a parcelas mais baixas. Há modelos com valores de R$ 125, R$ 150 ou R$ 175 para essas pessoas. O patamar de R$ 150 atualmente é o mais provável.

Aproveitando a disposição do Congresso para aprovar o auxílio, Guedes condicionou a nova rodada à PEC Emergencial, que estava parada no Senado desde o fim de 2019. A proposta era mais rígida no controle de gastos públicos, prevendo, por exemplo, o corte de jornada e de salários de servidores quando as contas públicas entrarem em situação de forte aperto.

Para conseguir apoio no Senado, o governo teve que ceder, mas manteve pontos considerados vitais para a equipe econômica. Os gatilhos agora são mais brandos, como barreira a concursos públicos, reajuste salarial do funcionalismo e à criação de despesas obrigatórias.

Na Câmara dos Deputados, o presidente Arthur Lira (PP-AL) já indicou que a proposta vai direto a plenário, sem passar por comissões, para acelerar a tramitação e a consequente liberação do auxílio emergencial.
A PEC, como defende Guedes, prevê um protocolo a ser acionado em caso de calamidade pública. No ano passado, por causa da crise da Covid-19, foi decretado estado de calamidade, por exemplo.

No protocolo previsto, serão acionados os gatilhos durante o período de calamidade, ou seja, medidas que visam barrar o aumento de gastos com funcionalismo, como criação de cargos e progressão nas carreiras, além de criação de benefícios tributários. Numa versão anterior, essas medidas, como vedação a reajustes salariais de servidores, valeriam por dois anos após o fim da calamidade, mas, para aprovar a PEC, a vigência dos gatilhos foi reduzida.

Na calamidade, estados e municípios poderão adotar essas medidas. Caso não acionem os gatilhos, não terão acesso a garantias da União ou a empréstimos.

Os gatilhos também podem ser acionados pela União, estados e municípios nas situações de aperto nas contas públicas: despesa obrigatória primária passar de 95% da despesa obrigatória total ou despesas correntes estiverem acima de 85% das receitas correntes. A expectativa é que esse cenário se concretize apenas em 2024 ou 2025.

A PEC autoriza o uso do saldo financeiro dos fundos públicos para compensar a dívida pública. A medida é uma forma de balancear o endividamento a ser realizado para pagar o novo auxílio emergencial e outras consequências da crise do coronavírus.

Durante a tramitação no Senado, provocou polêmica a inclusão no texto do relator Márcio Bittar (MDB-AC) de proposta que extinguia os mínimos constitucionais para saúde e educação. O dispositivo provocou pronta reação de senadores, governistas e oposição.

Bittar, parlamentar muito próximo a Paulo Guedes e que trabalha em sintonia com a equipe econômica, precisou recuar para evitar a derrubada da PEC Emergencial. Em uma sessão na semana passada, senadores ameaçaram aprovar requerimento determinando que a PEC fosse encaminhada para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o que atrasaria a tramitação em pelo menos duas semanas. “Na semana passada, tivemos aqui uma discussão e foi retirada da pauta a questão da desvinculação. Não era um jabuti. Eu tenho o convencimento da matéria, mas teremos oportunidades de debater isso. E disse, logo em seguida, que entendia a derrota e tinha muita coisa ainda para ser salva nesse relatório”, afirmou o relator, ao ler seu relatório, na terça-feira (2).

“Eu quero aqui mais uma vez reconhecer, como disse ontem, que, embora em alguns momentos me salta a vontade, o desejo de que as coisas aconteçam como eu gostaria, eu dobro a cabeça, dobro a cabeça, com resiliência e com respeito, porque as coisas não são exatamente como eu quero ou como ninguém quer, nem o presidente da República”, afirmou no dia seguinte.

O governo e o relator também precisaram desidratar a PEC ainda mais para viabilizar a sua aprovação. Bittar também recuou no corte nos repasses do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para o BNDES, atendendo a pedidos de diversos partidos, inclusive da base do governo.

A versão original da PEC, apresentada por Guedes, previa gatilhos mais duros a serem acionados temporariamente em caso de aperto nas contas públicas, como corte de jornada (e de salário) de servidores públicos em até 25% e redução de pelo menos 20% dos cargos de confiança.

​O relatório final, por outro lado, manteve a desvinculação de receitas para atividades de administração tributária. Isso poderá enfraquecer o funcionamento e a autonomia dos órgãos de fiscalização tributária no âmbito da Receita Federal e dos demais entes federados, segundo auditores fiscais.

Após negociação com líderes, Bittar recuou em outro ponto e manteve na Constituição a possibilidade de a União intervir em um estado para reorganizar as finanças da unidade da federação.

A PEC também determina um prazo para que o governo apresente um plano para redução gradual dos benefícios tributários. No entanto, após negociação com partidos, esse corte não deverá afetar fundos de desenvolvimento regional, o Simples Nacional, a Zona Franca de Manaus, incentivos tributários a entidades sem fins lucrativos, redução de encargos sobre a cesta básica, o Prouni (Programa Universidade para Todos) e bolsas de estudo para estudantes de nível superior.

Com aval do Ministério da Economia, foi incluída na PEC um dispositivo que desobriga o governo a ajudar, por meio de um programa de financiamento, estados e municípios a pagarem precatórios (dívidas judiciais a empresas e pessoas físicas).

Representantes de prefeituras e governos estaduais tentaram derrubar essa medida no Congresso, pois argumentam que, sem o apoio financeiro da União, não conseguirão quitar esses débitos —que somam mais de R$ 100 bilhões— até 2024, prazo determinado na Constituição.

Em acordo com líderes, Bittar então decidiu estender o prazo para o fim de 2029, mas manteve o fim da obrigatoriedade de a União abrir uma linha de financiamento para esses entes.

Horas antes da votação, senadores sinalizavam uma mudança estrutural com potencial para comprometer a imagem de responsabilidade fiscal do governo Jair Bolsonaro. Senadores, mesmo líderes do governo no Congresso, sinalizavam apreço pela hipótese de se retirar do teto dos gastos os recursos destinados ao Bolsa Família.

A origem da proposta estava numa emenda do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que não previa a retirada dos gastos com o programa social do teto dos gastos e sim dos gatilhos previstos na PEC. No entanto, o mal entendido resultou em uma pressão para que o Bolsa Família fosse retirado do teto dos gastos.

Mesmo lideranças governistas se animaram com a possibilidade, que abriria margem para investimentos. No entanto, a ideia foi totalmente abandonada após uma reunião com o presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o ministro Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), entre outras lideranças. “Esta fala é para deixar bem claro que todas as especulações que rondaram ou sondaram o dia de hoje são infundadas”, afirmou Lira, após o encontro. “Tanto o Senado quanto a Câmara votarão as PECs sem nenhum risco ao teto de gastos, sem nenhuma excepcionalidade ao teto de gastos, para que fique claro que essas notícias sempre especulativas não contribuem para o clima de estabilidade, de previsibilidade do nosso país”, completou.

Também houve iniciativas parlamentares, como um requerimento do Cidadania, para que a proposta fosse “fatiada”. Isso significaria apenas votar uma proposta com a cláusula de calamidade, para permitir o pagamento do auxílio emergencial, mas deixando as medidas de ajuste fiscal para o futuro.

O ministro Eduardo Ramos havia descartado essa hipótese, ao deixar o Congresso, o que representaria a maior derrota do governo na tramitação da PEC. O requerimento acabou rejeitado pelos senadores, por 49 votos contra 25.

Um dos senadores que havia defendido o fatiamento, Major Olimpio (PSL-SP), participou da sessão a partir de um leito de hospital, com a voz demonstrando abatimento, por causa da Covid-19. Sua assessoria informou que o senador está bem, em fase de acompanhamento apenas por precaução.

​O que prevê a proposta?

Permite nova rodada do auxílio emergencial em 2021, com custo de até R$ 44 bilhões
Novo auxílio fica fora do teto de gastos
Cria gatilhos a serem acionados temporariamente em caso de aperto nas contas públicas (despesa obrigatória primária passar de 95% da despesa obrigatória total)
Gatilhos são, por exemplo, barreira a aumentos de gastos com servidores e à criação de despesas obrigatórias e de benefício tributário
Cria dispositivos para enfrentamento de novas calamidades públicas, como regras para contratação de pessoal
Em caso de calamidade pública, gatilhos de controle de despesa também são acionados
Prevê que uma lei complementar traga regras e medidas visando a sustentabilidade da dívida pública
Uso do saldo financeiro dos fundos públicos para abater a dívida pública
Determina um prazo para que o governo apresente um plano para redução gradual dos benefícios tributários
Acaba com a vinculação de receitas para atividades da Receita Federal
Limita a vinculação de receita para fundos públicos
Prorroga para 2029 o prazo para que estados e municípios paguem precatórios
Acaba com a obrigatoriedade para que União crie financiamento para ajudar no pagamento desses precatórios

O que saiu da PEC?

Fim do gasto mínimo para saúde e educação
Gatilhos mais rígidos, como corte de jornada -e de salário- de servidores públicos em até 25%, redução de pelo menos 20% dos cargos de confiança
Fim das transferências de recursos do FAT ao BNDES
Fim da obrigatoriedade de reajuste anual dos servidores
Limite à correção de valores das emendas parlamentares
Extinção de municípios pequenos
Criação do Conselho Fiscal da República
TCU (Tribunal de Contas da União) passa a ser instância superior aos tribunais de contas estaduais e municipais
Fim de vinculações de receita
Extinção dos fundos públicos
Necessidade de dotação orçamentária para o cumprimento de determinação judicial ou de lei que implique aumento de despesa
Fonte: Senado

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Saúde

Próximas faixas prioritárias da vacina têm mais gente do que o total de idosos vacinados até agora

Imagens de filas de carros e de pessoas à espera da vacina contra a Covid-19 se tornaram comuns nas etapas mais recentes da campanha. Mas, com o avanço da oferta para pessoas cada vez mais jovens, o público que terá direito ao imunizante vai aumentar consideravelmente e o processo se tornará ainda mais complexo —e provavelmente lento.

No último sábado (27), início da vacinação dos idosos de 80 a 84 anos em São Paulo, a espera foi longa na imunização drive-thru do Pacaembu, um dos principais pontos de vacinação da capital paulista. A fila de carros fechou a avenida Pacaembu e idosos chegaram a aguardar por mais de cinco horas.

A alta procura levou à ampliação do horário de funcionamento dos drive-thrus até as 19h e ao funcionamento dos mesmos no domingo.

De acordo com projeções populacionais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o maior salto percentual entre faixas etárias já ocorreu na etapa atual da vacinação em São Paulo, com a expansão para as pessoas entre 80 e 84 anos, grupo com 79% a mais de pessoas do que na faixa de 85 a 89. Os dados apresentados pelo governo paulista não são muito distantes da projeção do IBGE. Segundo eles, porém, o aumento no número de pessoas vai para 82%.

A quantidade de pessoas das próximas faixas etárias prioritárias é consideravelmente maior do que a população idosa já vacinada. Há, por exemplo, mais idosos paulistas de 70 a 74 —mais de 1,3 milhão— do que todas as faixas etárias vacinadas até o momento, inclusive a de 80 a 84, em curso —mais de 1,1 milhão, segundo projeções do IBGE para 2021.

Ainda não há uma data para o início da vacinação na população de 70 a 74. Começou nesta quarta-feira (3), porém, a imunização dos idosos de 77 a 79 anos. Os idosos dessa faixa etária também formaram filas e tiveram que esperar por mais de uma hora, sob o sol, para receberem a primeira dose da vacina contra Covid.

A faixas etárias anteriores são ainda maiores. A casa dos 60 aos 69 anos tem mais de 4,1 milhões de pessoas no estado de São Paulo. Na dos 50, são mais de 5,6 milhões de paulistas. A maior quantidade de pessoas está na faixa de 35 a 39 anos —são mais de 3,8 milhões de paulistas, segundo o IBGE.

Hoje há três vacinas contra a Covid-19 aprovadas no Brasil, duas delas já disponíveis: a Coronavac (do Instituto Butantan e da Sinovac) e a Covishield (da AstraZeneca e da Universidade de Oxford). Ambas receberam aval para uso emergencial e só podem ser aplicadas num grupo menor, de maior risco, como idosos, trabalhadores de saúde, cuidadores, pessoas com doenças crônicas e população indígena e quilombolas.

A vacina da Pfizer recebeu o registro definitivo, mas ainda não está disponível no país —o governo federal decidiu comprá-la nesta quarta-feira (3).

FOLHAPRESS

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Saúde

‘No que depender de mim nunca teremos lockdown’, diz Bolsonaro

No dia em que o Brasil registrou mais um recorde de mortes pela Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (3) que, no que depender dele, o país nunca terá um lockdown. “No que depender de mim nunca teremos lockdown. Nunca, uma política que não deu certo em lugar nenhum do mundo. Nos Estados Unidos vários estados anunciaram que não têm mais [lockdown]. Não quero polemizar esse assunto aí”, disse o presidente.

“Não aguenta mais. O cara quando fecha uma empresa, 10, 12 pessoas mandadas embora, dificilmente arranja emprego novamente.”

As declarações de Bolsonaro ocorreram em frente ao Palácio da Alvorada, em conversa com apoiadores. O Brasil atravessa o momento mais duro da pandemia do coronavírus.

O país mais uma vez bateu o recorde de mortes registradas em um único dia, com 1.840 óbitos. Além disso, pelo quinto dia consecutivo, o país tem recorde na média móvel de mortes, 1.332. O Brasil já está há 42 dias seguidos com média móvel acima de 1.000. O recorde de mortes anterior ocorreu na terça: 1.726 óbitos, no maior salto da pandemia.

Desde o início da crise sanitária Bolsonaro minimizou o vírus, criticou medidas defendidas por especialistas, como o isolamento social, e defendeu medicamentos que são ineficazes para o tratamento da doença. Com o sistema de saúde operando no limite, diversos estados decretaram medidas mais rígidas —entre elas o fechamento de serviços não essenciais— para tentar conter a transmissão do vírus.

Ao contrário do que diz Bolsonaro, políticas de distanciamento são eficazes na contenção da disseminação da doença. Outra prática defendida por especialistas, o uso de máscara de proteção facial, também é frequentemente questionada pelo presidente. Na segunda (1), secretários estaduais de Saúde divulgaram uma carta em que afirmam que o Brasil vive o “pior momento da crise sanitária” provocada pela Covid e pedem maior rigor em medidas para evitar um colapso em todo o país.

Entre as ações recomendadas, está a adoção de um toque de recolher nacional das 20h às 6h, a suspensão das aulas presenciais e um lockdown nas regiões “com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação de casos e mortes”. O documento é assinado pelo Conass, conselho que reúne os 27 gestores da área.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. No que depender dele todos terrão ,tratamento preventivo, manterão seus empregos, pagarão suas contas, levarão comida para casa, a economia continuará saudável.
    O que tem que ser combatido são esses pancadão, bailes funks e baladas de playboys.
    Por quê estes eventos não são combatidos?
    Alguém está levando um dinheiro para deixar?
    Os eventos são de alguém importante que não pode ser preso?
    Todos sabem onde essas aglomerações acontecem, porque a polícia não chega com antecedência para não deixar iniciar?
    Muito estranho isso.
    No comércio há a prevenção com álcool, controle de temperatura e máscara. Além de levar o sustento de casa para a família, se o comércio fechar corre o risco de falir, aumentando a quantidade de desempregados em milhares ou milhões pelo país.
    Para os esquerdopatas e midiaslixo, do quanto pior melhor esse lockdown é a alternativa ideal.

  2. Só defende Lockdown, os bundas moles que recebem salário do poder público no final do mês. Esses parasitas não sabem o que é ter que produzir para poder viver.

  3. CERTÍSSIMO está o Presidente da República. Tem que ser estimulado o Isolamento Vertical (idosos e pessoas que, mesmo jovens, sejam portadoras de comorbidades). Obedecer os protocolos mediante o uso de máscaras, higienização das mãos manter certo distanciamento, evitar aglomeração etc. Tem pessoas que não entendem que a economia não pode parar. O dinheiro, inclusive o que vai para as mãos desses que querem lockdown, vem da atividade econômica. Isto é elementar.

  4. A empatia passou longe dessa criatura! Esse cara quer ver o circo pegando fogo. Loucura total

    1. Várias pessoas precisam matar um leão por dia para sobreviver. Se não trabalharem não comem e não pagam suas contas. Falta empatia daqueles que decretam e defendem o Lockdown como única medida. Por quê os governantes que impõe essa medida não dão uma contra partida suspendendo ou prorrogando impostos e taxas ? Olhe um pouco acima do seu umbigo !!!

  5. No que depender dele é hidrozocloroquina e ivermiticida no rab@ e povão nas ruas… mas o filho dele acabou de comprar uma mansão de 6 milhões de reais. O presidente e sua família tem acesso aos melhores hospitais com os melhores médicos, é fácil manda o povo pra rua quando hospitais públicos e privados estão comprometidos. Presidente sempre negou essa doença, desde o principio e continua com esse discurso, pois sequer tem competência pra inventar desculpa melhor para a icapacidade de lidar com a situação. Um moleque!

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Mundo

Brasil é o 2º país com mais barreiras de entrada no exterior por conta do coronavírus

Reino Unido, Brasil e África do Sul são os países que somam mais restrições de entrada em outros países por conta da pandemia, aponta levantamento feito pela Folha a partir dos dados da Iata (associação internacional de transporte aéreo). Entre 150 países analisados, 25 colocaram restrições específicas ao Reino Unido, 17 ao Brasil e 17 à África do Sul. A soma considera os locais que baniram a entrada de passageiros que estiveram nesses países antes da viagem ou que vetaram voos vindos a partir deles, e só inclui medidas válidas atualmente.

Já alguns outros, como a Índia, apenas pedem testes ou quarentena extra para quem vem desses três lugares, mas a entrada é permitida se o passageiro comprovar que não está contaminado. Os outros 27 primeiros postos da lista são ocupados por países europeus, com Portugal (13 vetos) e Irlanda (12) à frente. Diversos governos anunciaram restrições em bloco às nações do continente, que têm circulação liberada entre elas, pois a maioria delas integra o Espaço Schengen.

As medidas contra países específicos ganharam força no fim de 2020, como forma de conter a disseminação de novas variantes mais contagiosas do coronavírus. Cientistas identificaram cepas surgidas no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul.

Os dados da Iata mostram que ao menos 55 governos nacionais mantêm fechamentos praticamente completos à entrada de viajantes, com algumas exceções, como o acesso para seus próprios cidadãos e residentes.

A Arábia Saudita, que barrou a entrada de modo geral, colocou uma restrição extra: mesmo residentes que tenham passado pelo Reino Unido, Brasil ou África do Sul nos últimos 14 dias não podem entrar.

Na América do Sul, os viajantes vindos do Brasil enfrentam restrições na Argentina, Colômbia e Peru. O acesso aos EUA segue proibido desde maio de 2020. O Brasil é alvo de vetos também por parte da Alemanha, Arábia Saudita, Áustria, Espanha, Iraque, Madagascar, Marrocos, Moldova, Omã, Paquistão, Reino Unido, Tunísia e Turquia.

No sentido oposto, o Brasil barrou voos vindos da África do Sul e do Reino Unido, desde janeiro, e impede a entrada de passageiros que tenham estado nesses dois locais nos últimos 14 dias. Há exceções para cidadãos e residentes brasileiros, mas eles precisam apresentar teste negativo de Covid e cumprir quarentena após a chegada.

“Estudos feitos sobre os surtos de ebola e de zika mostram que os fechamentos de fronteira são, em geral, paliativos. Essas medidas apenas ganham tempo, umas duas ou três semanas, mas não são capazes de impedir a importação de patógenos”, aponta Marcelo Gomes, coordenador do Infogripe (sistema nacional de monitoramento de doenças respiratórias, ligado ao Ministério da Saúde) e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz.

“É uma barreira porosa, porque alguns grupos, como diplomatas, conseguem entrar, e a circulação de mercadorias prossegue”, avalia. O pesquisador explica que o ideal é apostar em uma soma de estratégias, incluindo o controle de transmissão no local onde a nova cepa se originou, a realização de testes e o isolamento dos viajantes por alguns dias após a chegada. “O teste PCR pode dar falsos negativos. Ao determinar uma quarentena rígida para quem chega, eu praticamente garanto que ele não vai conseguir transmitir para ninguém”, aponta o pesquisador.

Já os EUA, local com mais casos de Covid no mundo —28,7 milhões—, é alvo de restrições de apenas três países: Arábia Saudita, Madagascar e Moldova. A Índia, segunda nação com mais contágios —11,1 milhões— também soma três vetos (de Arábia Saudita, Madagascar e Iraque). “A reciprocidade é o princípio mais valioso da diplomacia. Mas, como o momento é excepcional, não imagino que seja favorável uma política de isolamento total, pois pode gerar dificuldade na importação de insumos, inclusive da própria vacina”, analisa Fernanda Magnotta, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Faap.

Os fechamentos de fronteiras também afetam setores como comércio e turismo, cujos empresários podem pressionar pela reabertura. Ao mesmo tempo, as barreiras podem ser usados de modo político. “Governos podem adotá-las como forma de mostrar que estão protegendo suas sociedades de perigos externos. Não deixa de ser um tipo de nacionalismo”, aponta Magnotta. “O ideal é que o Brasil fizesse uma boa governança da crise. Quanto mais deixamos de fazer a lição de casa, pior fica nossa reputação internacional”, lembra a coordenadora.

O Brasil, que enfrenta seu pior momento na pandemia, é terreno fértil para o surgimento de novas variantes, que poderão levar a novos bloqueios externos. “Quanto mais casos ocorrem, maior é a quantidade de mutações. E, com isso, cresce a chance de ter uma nova variante que se torne mais forte e consiga escapar de imunidade prévia ou da proteção de algumas das vacinas”, alerta Gomes, do Infogripe. “Tendo menos casos no país, é muito mais fácil controlar isso.”

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Povo burro, adoradores de corruptos, ignorantes, sem educação. Pixuleco e seus codinomes é um exemplo clássico. Ridículo.

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Saúde

Lockdown em Fortaleza: governador Camilo Santana anuncia fechamento de comércio e serviços


Foto: Thiago Gadelha/SVM

Lockdown volta a ser decretado em Fortaleza. O governador Camilo Santana (PT) e o prefeito José Sarto (PDT) anunciaram nesta noite o reinício do chamado isolamento social rígido, com proibição do funcionamento de comércio e serviços não essenciais. O lockdown valerá por 14 dias e entrará em vigor na próxima sexta-feira, 5. Camilo recomenda aos municípios em estado grave de transmissão do coronavírus que também adotem a medida.

O governador disse que a decisão foi tomada após dia inteiro de reuniões com o comitê que decide ações contra Covid-19 e, nesta noite, com o setor produtivo. A medida foi anunciada em transmissão ao vivo ocorrida nesta quarta-feira, 3, durante a qual Camilo e Sarto estavam acompanhados do secretário da Saúde, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Cabeto. Este reforçou que as medidas de redução da circulação viral são fundamentais no combate à Covid-19, pois a solução definitiva da pandemia, a vacina, não é universal no momento.

Camilo ressaltou a abertura de leitos, mas informou que aquilo que tem sido aberto imediatamente vem sendo preenchido. A velocidade de abertura de leitos não tem sido suficiente. Hoje, Fortaleza tem 10 hospitais com 100% de ocupação dos leitos de UTIs. A ocupação média na Capital é de 91,23%. Na rede Unimed Fortaleza, o número de internações nesta quarta-feira foi maior que no pior momento da pandemia no ano passado.

Conforme dados atualizados no fim da tarde de hoje pela plataforma IntegraSUS, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), o Ceará chegou a 434.154 casos confirmados de Covid-19, enquanto os óbitos somam 11.432. Houve seis mortes apenas nas últimas 24 horas. Dados da mesma pasta apontam que um total de 46.534 profissionais da saúde de Fortaleza já receberam a segunda dose (D2) da vacina contra a doença.

Desde janeiro, regras cada vez mais duras contra a pandemia têm sido adotadas no Ceará. O decreto que está em vigor foi adotado no último sábado, 27 de fevereiro, e havia antecipado o horário do toque de recolher para as 20 horas e também reduzido ainda mais o horário do fechamento de comércio e serviços. Já haviam decretado lockdown no Ceará os municípios de Pentecoste, Palhano, Meruoca, Mombaça e Santa Quitéria.

O Povo

Opinião dos leitores

  1. Já era para o RN ter fechado tudo também.
    Ou fecha tudo, ou muita gente ainda vai morrer.
    Porque o POVO não sabe o que é distanciamento social. Então só vai com o LOCKDOWN
    #lockdownja

  2. Lock down com o auxílio do governo federal, o que vai juntar de gente nas filas de bancos. É muito mais aglomeração q gente andando no comércio

  3. será que ele vai dar auxilio aos trabalhadores do comercio? é só uma pergunta.
    quem tem seu salário garantido é muito bom, fica só mandando fechar tudo.
    PQ Não teve a capacidade gerir seu estado e quer jogar a culpa pro Presidente.
    fechado com Bolsonaro 2022

  4. Esses governadores de esquerda só fazem jogar gasolina na fogueira, form e São incompetentes para gerir a pandemia e agora só pensam em fazer política contra a economia dos seus estados, tudo isso para responsabilizar as suas incompetências administrativas nas vistas do presidente Jair Bolsonaro, esses governadores de esquerda na sua maioria são verdadeiros canalhas.

    1. Que quebre o país e desempregue pais de famílias??
      Vc tem que deixar estudarem o seu cérebro.

  5. Tão querendo bagunçar a pátria, fecha tudo, fecha fecha.
    Tão querendo GLO pelo visto.

  6. Por isso o Ceará está muito a frente do RN. Governador e prefeito da capital juntos!
    Aqui é cada um por si, querendo passar um por cima do outro.
    Mente mesmo de província que somos!!!

  7. Olhem o exemplo: Governador e Prefeito JUNTOS tomaram essa decisão. Esse momento precisa de UNIÃO de todos. Deixem a politica de lado e pensem nas vidas.

  8. Kkkkkkkk
    O plano de Ciro Gomes tá saindo da língua e sendo posto em prática.
    Fechar até supermercado pro povo passar fome e jogar a culpa no Pr. Bolsonaro.

  9. É o caminho que o RN vai trilhar daqui uns dias, infelizmente. Por culpa de muitos, menos de Fátima que não tem medido esforços para combater a pandemia.

    1. Você como um bom cargo comissionado não mede esforço para uma bela puxada de saco, não se preocupa em passar vergonha, beirando ao ridículo. A (des)Governadora mostrou sua total incompetência e corrupção na administração da saúde do RN, infelizmente. Votei nessa infeliz, mas hoje se pudesse tirava ela do poder a paulada!

    2. Fátima ruim ? Lembram dos concorrentes ?
      Robinson – ex governador que atrasava salários e Henrique Eduardo Alves – ex presidiário!
      Que futuro vcs acham que teriam ? Fátima era e é a melhor opção para o RN.

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Tecnologia

Inpe divulga primeiras imagens feitas pelo satélite brasileiro Amazonia 1


Foto: reprodução

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta quarta-feira (3) as primeiras imagens feitas pelo satélite Amazonia 1, lançado na madrugada de dia 28 de fevereiro do Centro Espacial Satish Dhawan, na cidade de Sriharikota, na província de Andhra Pradesh, na Índia.

O lançamento foi resultado de uma parceria entre o Brasil e a Índia.

O satélite brasileiro Amazonia 1 marcou dois avanços tecnológicos do país: o domínio completo do ciclo de desenvolvimento de um satélite – conhecimento dominado por apenas vinte países no mundo – e a validação de voo da Plataforma Multimissão (PMM), que funciona como um sistema adaptável modular que pode ser configurado de diversas maneiras para cumprir diferentes objetivos.

O Amazonia 1 foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) – órgãos ligados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

Veja as primeiras imagens de teste do satélite Amazonia 1.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Agora este satélite não será notícia na mídia até uma queimada, onde, mesmo que combatida em tempo recorde, dirão que gastou milhões para algo que não cumpriu o objetivo.
    Seria como se o satélite tivesse uma mangueira para apagar o fogo e não o fez.

  2. A imprensa marrom tinha dito que o satélite estava fora de órbita.
    Essa imprensa não cansa de passar vergonha.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO REELEITO NO 1° TURNO.
    O Véio Bolsonaro vai dar outra piza no lombo dos jumentos do PT kkk

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Saúde

Governo federal oficializa intenção de comprar 138 milhões de doses da Pfizer e Janssen

O governo brasileiro oficializou, na noite desta quarta-feira (3), a intenção de compra de 138 milhões de doses das vacinas da Pfizer e da Janssen, para o combate à pandemia da covid-19. O documento publicado no Diário Oficial da União prevê a dispensa de licitação na compra, ou seja, ela será feita diretamente com as empresas.

De acordo com o documento, o governo de Jair Bolsonaro planeja adquirir 100 milhões de doses da Pfizer e outras 38 milhões de doses da Janssen. As entregas das doses devem ocorrer até dezembro de 2021.

O governo federal chegou hoje a um acordo para a aquisição dos imunizantes da Pfizer/BioNTech e também da Janssen contra a covid-19. O acordo para compra das doses foi fechado hoje em reunião do ministro Eduardo Pazuello com o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco.

O imunizante da Pfizer é o único a ter registro para uso definitivo no Brasil autorizado pela Anvisa (Agência Nacional e Vigilância Sanitária), mas o governo não havia adquirido até então porque discordava de cláusula que isenta a farmacêutica de responsabilidade em caso de efeitos adversos.

Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um projeto aprovado pela Câmara dos Deputados —que facilita a aquisição de vacinas ao autorizar União, Estados e municípios a assumir a responsabilidade civil por eventuais eventos adversos decorrentes da imunização durante a emergência em saúde pública— facilitou as negociações com as duas empresas.

A vacina da Pfizer tem eficácia global de 95% e sua segurança foi atestada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

UOL

Opinião dos leitores

  1. Antes tarde do que nunca! Mesmo com esse atraso tão propagado pela imprensa, o Brasil, um País de dimensão continental, já vacinou mais de 7 milhões de brasileiros, praticamente o mesmo número de Israel, que tem uma população estimada em 10 milhões de habitantes. Importante ressaltar também, que o Brasil com mais de 210 milhões de habitantes, é o 23º no mundo, quando se refere a mortes por milhão de habitantes (fonte: poder360). Então, sejamos razoáveis nas críticas ao governo federal! Deixem o cara trabalhar! Mesmo com esse jeito rude, por vezes tosco, ele vem distribuindo verba e insumos, como nunca visto antes no Brasil, em períodos de crise. Vamos combinar que uma crise como essa da pandêmia, é sem precedentes na história do Brasil, nas últimas décadas! O Brasil precisa de união. O RN precisa de união.

  2. Trump falou água mas assinou contrato com todas as empresas possíveis… agora balde recebeu a bola na área e só está fazendo gol… enquanto isso o falso mesias mandou fazer milhares de cloroquina e o resultado foi uma casa de 6milhoes…

  3. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
    O homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO até 2026

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Saúde

COVID: Região Oeste do RN chega a 100% de ocupação de leitos de UTI

Segundo dados da plataforma RegulaRN consultados às 21h desta quarta-feira (3), a ocupação de leitos de UTI destinados ao tratamento contra a Covid-19 na região Oeste do Rio Grande do Norte chegou a 100%.

Hospital São Luiz (Mossoró), Hospital Regional Dr Cleodon Carlos de Andrade (Pau dos Ferros), Hospital Rafael Fernandes (Mossoró), Hospital Regional Dr. Tarcísio de Vasconcelos Maia (Mossoró) e o Hospital Regional Hélio Morais Marinho (Apodi) atingiram sua capacidade máxima.

 

Opinião dos leitores

  1. Abram 30 leitos, cai pra 70% rápido.
    Agora fechando acontece isso aí ó.
    Ô governo ruim da gota serena esse do PT do RN.
    Fraco!!
    Em plena pandemia fecha leitos e hospitais.
    Um crime!

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Saúde

Brasil registra 9.591.590 pacientes recuperados do coronavírus


Foto: divulgação

O Brasil registrou nesta quarta-feira (3) mais 64.417 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 9.591.590 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 89,5% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de onze vezes superior ao número de casos ativos (867.769), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 91,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Ô coisa maravilhosa!!
    O nome de Jesus Cristo, pra sempre seja louvado!!!
    Obrigado meu Deus.
    Proteja esses guerreiros da linha de frente nesses hospitais Brasil a fora.
    Porque não dizer, mundo a fora.
    Amem!!
    Jesus.

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Saúde

Natal imuniza 4.416 idosos acima de 80 anos e abre mais uma sala de vacinação


Foto: divulgação

As salas de vacinação e unidades de drive-thru disponibilizadas pela Prefeitura de Natal nesta nova etapa de imunização dos idosos de 80 anos e mais, tiveram uma procura acima da média no primeiro dia. Até o final desta quarta-feira (3), Natal havia vacinado 4.416 idosos que compareceram a uma das estruturas disponíveis  na capital.

A Secretaria Municipal de Natal fez o monitoramento dos pontos de vacinação de maior fluxo de público. Caso da zona Leste, que teve uma demanda superior aos outros Distritos Sanitários da capital.  “Para suprir esta demanda e evitar filas, nós abrimos às 12h três pontos fixos para pedestres no Palácio dos Esportes, que será mantido durante essa etapa de vacinação”, informou o secretário George Antunes, da SMS Natal.  O secretário adiantou que já nesta quinta-feira (04) será aberta mais uma sala de vacinação na Unidade Básica de Saúde das Rocas.

Como houve uma procura maior também na Unidade Básica São João e Candelária, a Prefeitura vai destinar espaços alternativos para evitar aglomeração. “Para o segundo dia de vacinação vamos montar tendas exclusivas para vacinação dessa faixa etária, evitando assim aglomeração em nossas UBS”, acrescentou Rayanne Araújo, Secretária Adjunta da SMS Natal.

Dona Francisca Oliveira de Freitas,de 83 anos, foi uma das vacinadas na sala para pedestres instalada nesta quarta-feira no Palácio dos Esportes. “Eu agradeci muito por ter tomado a vacina. Vou esperar agora a segunda dose, e enquanto isso precisamos ter muito cuidado, não está no meio de muita gente, se resguardar um pouco, e manter as medidas de segurança.”, comentou.

Para serem imunizados, os moradores de Natal que pertencem ao público dessa fase devem se dirigir a uma das estruturas e apresentar cartão de vacina, comprovante de residência e documento original com foto. A SMS Natal reforça que a segunda dose da vacina de Oxford deve ser aplicada em um intervalo de 12 semanas após a aplicação da primeira dose, e que os moradores da capital fiquem atentos ao cartão vacinal e às redes oficiais da Prefeitura do Natal.

Onde se vacinar?

Três drives-thrus estão sendo disponibilizados para a população se vacinar sem precisar sair do veículo, e garantir as medidas de prevenção contra a Covid-19. Os drives funcionam de 8h às 16h, de segunda a quinta-feira, e na sexta-feira até 13h, e estão montados no Palácio dos Esportes, no Shopping Via Direta e no Ginásio Nélio Dias, os três espaços contam também com sala de vacinação para pedestres.

A SMS Natal também disponibiliza 11 salas de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde do município que podem ser procuradas para a vacinação. São elas: Distrito Sanitário Norte I: UBS Pajuçara; UBS Nova Natal; Distrito Sanitário Norte II; UBS Panatis; UBS Vale Dourado; Distrito Sanitário Leste; UBS São João; UBS Brasília Teimosa;  UBS Rocas; Distrito Sanitário Oeste; UBS Felipe Camarão II; UBS Nazaré; Distrito Sanitário Sul; UBS Candelária; UBS Rosângela Lima. As salas funcionam de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h30 e de 13h30 às 16h.

Acamados

Desde segunda-feira (01) também estão sendo aplicadas a segunda dose da vacina para os idosos acamados. Na primeira etapa, 2.631 pacientes receberam a vacina em domicílio, com estratégia iniciada em 10 de fevereiro, e agora recebem o reforço da Coronavac. Caso algum idoso acamado com cadastro realizado não tenha recebido ainda a primeira dose, a família deve procurar uma Unidade Básica de Saúde comunicando o fato que será agendado um dia para vacinação.

Profissionais de Saúde

Os profissionais de saúde que não tomaram a segunda dose da Coronavac, podem comparecer em um dos pontos de vacinação da Prefeitura do Natal e tomar o imunizante.

Opinião dos leitores

  1. Acho que agirá vai , a competente governadora Fátima , está comprando vacinas para aumentar a velocidade de imunização. Se depender de JACARÉ ? DOIDO , vai demorar um bocado .

  2. Levei meu pai para se vacinar hoje no Via Direta e não demorei nem meia hora. Fui para a vacinação de pedestres que foi muito mais rápida do quê a do drive. Parabéns à prefeitura.

    1. Vai comemorar num churrasco na casa nova do filho corrupto dele.

    2. A vaca vagabunda do Bozo demonstra mais uma vez que o gado do Bozo é uma penca de fracassados…..

    1. Quando terminar os demais.
      Devem fazer por faixa etária.
      75-80, 70-75.
      Quanto mais baixa a faixa etária, mais gente e demora mais.
      A China ficou dificultando o envio das vacinas.
      A Fiocruz já começou o envase de 12 milhões de doses.
      O Butantã também está produzindo.
      Em breve chega mais 9 milhões de doses da OMS.

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Economia

Câmara aprova programa emergencial para setor de eventos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (3) o projeto de lei que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Os deputados chegaram a aprovar o texto-base na terça-feira (2), mas a votação foi cancelada por uma questão regimental e remarcada para esta quarta.

De autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) e outros sete parlamentares, o projeto prevê o parcelamento de dívidas de empresas do setor de eventos relativas a tributos federais, entre outras medidas para compensar a perda de receita em razão da pandemia de covid-19.

Na forma do substitutivo da deputada Renata Abreu (Pode-SP), o texto concede alíquota zero de alguns tributos por 60 meses e estende, até 31 de dezembro de 2021, o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) para as empresas do setor.

Felipe Carreras lembrou que o setor de eventos foi o mais penalizado pela pandemia. “Pela primeira vez, o setor de entretenimento não foi tratado como invisível e teve o respeito da Câmara dos Deputados”, comemorou. O deputado espera que o programa dê esperança ao setor.

Renata Abreu apresentou um parecer reformulado em que amplia o rol de contribuintes que podem aderir ao Perse, incluindo os prestadores de serviços turísticos e os parques de diversão, temáticos e aquáticos e atrações turísticas.

Efraim Filho agradeceu a compreensão da relatora e do presidente da Câmara. “A decisão do presidente representa o respeito que o Plenário deve ter na condução da Casa. A relatoria reconheceu a importância de que, neste projeto, ninguém pode ficar pelo caminho. Todos sofreram. É preciso ter um olhar que não pode ser egoísta neste momento”, declarou.

R7

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Educação

MEC pede a universidades punição para atos político-partidários


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em ofício enviado a dirigentes da rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), no último dia 7 de fevereiro, o Ministério da Educação (MEC) pediu que fossem tomadas “providências” com o intuito de “prevenir e punir atos político-partidários nas instituições públicas federais de ensino”.

O Metrópoles teve acesso ao documento nesta quarta-feira (3/3), um dia após professores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) assinarem um termo de ajustamento de conduta (TAC), em troca do arquivamento do processo instaurado por terem feito críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo o documento enviado pelo MEC às universidades federais, caberia punição a comentário ou ato político-partidário ocorrido “no espaço físico onde funcionam os serviços públicos; bem assim, ao se utilizarem páginas eletrônicas oficiais, redes de comunicações e outros meios institucionais para promover atos dessa natureza”.

Segundo o documento enviado pelo MEC às universidades federais, caberia punição a comentário ou ato político-partidário ocorrido “no espaço físico onde funcionam os serviços públicos; bem assim, ao se utilizarem páginas eletrônicas oficiais, redes de comunicações e outros meios institucionais para promover atos dessa natureza”.

Em outra parte do texto, assinado por Eduardo Gomes Salgado, diretor de Desenvolvimento da Rede de Ifes, o MEC caracteriza como “imoralidade administrativa” a promoção de “eventos, protestos, manifestações etc. de natureza político-partidária, contrários ou favoráveis ao governo“.

O ofício foi baseado em recomendações de 2019 do procurador-chefe da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza. Autodeclarado conservador, o procurador já protagonizou outras ações em defesa do que é divulgado pelo governo Bolsonaro, e foi apontado pelo site de fact-checking aosfatos.org como um dos principais propagadores de conteúdo sobre cloroquina.

Em janeiro, Souza abriu um inquérito civil para investigar o Twitter, após a rede social classificar como “enganosa” uma publicação do Ministério da Saúde sobre “tratamento precoce” contra a Covid-19.

Neste mês, Benedito abriu investigação contra o Facebook, por suposta censura a posts sobre a Covid-19. Em dezembro de 2020, o procurador também requisitou informações à Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) acerca da publicação “Atualizações e Recomendações sobre a Covid-19”, questionando os estudos clínicos que embasaram as orientações divulgadas pela entidade.

Na recomendação do Ministério Público Federal (MPF), emitida em 2019 e citada no ofício, o procurador Ailton Benedito disse que uma manifestação política contrária ou favorável acabaria por ferir o “princípio da impessoalidade”.

O órgão ainda afirmava que atos públicos de natureza político-partidária, nas dependências das instituições de ensino, culminam na “paralisação das atividades escolares, danos ao patrimônio público, prejuízo ao calendário estudantil, intimidação dos estudantes e funcionários, invasões ou ocupações dos prédios por supostos estudantes e outras pessoas, bem como integrantes de movimentos sociais, em protesto contra diversas ações do governo”.

“Tais práticas violam, à primeira vista, as normas constitucionais e legais, além de caracterizarem impedimentos ao exercício dos direitos sociais fundamentais à educação dos estudantes e ao trabalho dos professores e técnicos do sistema de ensino”, diz a recomendação do MPF.

O texto ainda reforça que a liberdade de expressão encontra “limites expressos e implícitos” no direito brasileiro, “não sendo, pois, assim como qualquer direito, considerado valor absoluto, imune a controle”.

Em maio do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que são inconstitucionais atos que vão contra a liberdade de expressão de alunos e professores, assim como tentativas de impedir a propagação de ideologias ou pensamento dentro das universidades.

O Metrópoles questionou o MEC sobre o envio do ofício, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

OFÍCIO – 7 DE FEVEREIRO by Thaís Moura

Opinião dos leitores

  1. Qualquer semelhança com a Venezuela não é mera coincidência. Bolsonaro segue a cartilha de Chaves e Maduro, implantando a censura e proibindo manifestações em espaços públicos.

  2. Infelizmente, a cada dia a tentativa da volta ditatorial, fica mais claro.
    Engraçado, que defenderam um louco de um "Deputado", com direito a liberdade de expressão, agora querem calar os componentes das Universidades.
    Abaixo ao bolsonarismo.

  3. E aí..?
    Tem vídeo do nosso querido reitor eleito do IFRN, falando um monte de besteiras contra o CHEFE. Não sei se aquilo era no proprio ambiente de trabalho tentando fazer média com um monte de adolescente…caso verdade merece responder coforme previsto em legislação do Servidor Público
    COM A PALAVRA O MPU.
    Nossos deputados? tem alguém com a mesma coragem do Bibo Nunes do RS?

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Política

Aprovação ao governo federal é de 40%; desaprovação é de 51%, mostra pesquisa PoderData


Foto: Sérgio Lima/Poder360

Pesquisa PoderData realizada nesta semana (entre os dias 1 e 3 de março) indica que as taxas de rejeição ao trabalho de Jair Bolsonaro e ao seu governo seguem sem variações além da margem de erro do levantamento (de 2 pontos percentuais).

A aprovação ao governo federal (“você aprova ou desaprova o governo do presidente Jair Bolsonaro?”) é de 40%. A desaprovação é de 51%. Outros 9% dizem não saber.

Há duas semanas, no levantamento do PoderData de 15 a 16 de fevereiro, esses percentuais eram de 43% (aprovação), 49% (desaprovação) e 8% (não sabe).

Mesmo tendo variado negativamente de 43% para 40% em duas semanas, a aprovação do governo federal deve ser considerada estável, como mostram as curvas do quadro a seguir.

Também é importante notar que a margem de erro (2 pontos) vale para mais e para menos. Portanto, os 40% atuais podem ser até 42% (no limite máximo) e 38% (no limite mínimo). E os 43% de duas semanas atrás poderiam ser de 41% a 45%.

O PoderData também pede que os entrevistados respondam se o trabalho de Bolsonaro como presidente é ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.

No levantamento divulgado nesta 4ª feira (3.mar), os percentuais são os seguintes: 47% dizem que o mandatário é ruim ou péssimo; 31%, bom ou ótimo; e 18%, regular.

A avaliação negativa em relação ao desempenho pessoal do presidente está em um patamar elevado –com tendência de alta desde o início de dezembro (leia no gráfico abaixo).

Destaques demográficos: Avaliação do governo

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.

A administração federal sempre teve altas taxas de aprovação na região Norte. Nesta rodada, o indicador virou ao contrário, e há mais pessoas descontentes do que contentes com o governo (leia os percentuais abaixo), mesmo que com proporções parecidas à média geral.

Os estratos que apresentam as mais altas taxas de desaprovação são: mulheres (55%); os que têm de 25 a 44 anos e os que têm 60 anos ou mais (55% em ambos os grupos); os com ensino superior (64%); moradores do Nordeste (58%); e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (63%).

Já os que mais aprovam são: os que têm de 45 a 59 anos (46%); moradores da região Sul (53%); e os que ganham de 2 a 5 salários mínimos (46%). As taxas dos demais grupos estão emboladas dentro da margem de erro com as proporções da avaliação geral.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Não há dúvida que Bozo, assim como qualquer candidato do PT, têm uma votação expressiva, afinal o número de analfabetos e ignorantes do país é enorme. Mas duvido que consiga a quantidade de votos obtidos na sua eleição, onde parte significativa dos eleitores só queria a saída do PT, com certeza o único benefício de sua eleição. Mas agora acabou. O povo se deu conta que não há diferença entre as quadrilhas e que, com todo o roubo feito nos governos anteriores, este consegue fácil ser muitíssimo pior.

  2. O que tem pra aprovar desse governo?
    Quem aprova por favor, cita aí.
    Não vale mentir.
    E difícil, mas tenta uma vez ser honesto e falar a verdade.

  3. O presidente Bolsonaro arrasta multidões por onde passa, pessoas que o aplaudem e torcem pelo Brasil. Qual outro governante pode fazer isso sem receber uma sonora vaia? Tentem e vejam o resultado. Enquanto isso, os políticos corruptos e lacradores juntam-se até mesmo com seus outrora inimigos, na esperança de conseguirem vencê-lo numa próxima eleição. Se fôssemos nos basear por pesquisas, Bolsonaro nem presidente seria. Essa gente não aprende mesmo.

  4. O poste vai ganhar…e Dilmanta vai ser a presidente da casa civil e João Vacari homem honesto vai ser o ministro da economia…

  5. Pesquisa poder data, Haddad é Presidente.
    Dilma Senadora em Minas Gerais.
    Bolsonaro perde para todos os candidatos no segundo turno.

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Saúde

Chefe Italiano, proprietário de restaurante em Natal faz desabafo: “Fechem mas digam qual é a solução para nós”

Não podem brincar com a vida das pessoas – as nossas – humildes donos de restaurantes, bares, lanchonetes, barracas de praia e qualquer pessoa que vende uma garrafinha de água ou um café coado.

Estamos presentes em cada canto do país, somos aqueles que têm a maior capilaridade e onde são fechados os melhores negócios, feitos pedidos de casamentos e pessoas desfrutam de momentos de lazer. Tudo que se pode pensar já foi resolvido em uma mesa de bar ou restaurante.

Somos aqueles que a maioria acha ser ricos, sonegadores de imposto. Mas somos os maiores empregadores do país.

Infelizmente, em muitos casos, somos tratados sem respeito, sem sermos ouvidos, praticamente como se nossa categoria não existisse, mesmo oferecendo e demonstrando a nossa mais ampla colaboração em dialogar e encontrar caminhos mais justos.

E o tratamento que recebemos qual é? Um anúncio que informa que seremos ainda mais penalizados sem nunca, repito nunca, oferecer uma solução para nós mesmos ficarmos em casa e cuidarmos também da saúde nossa e dos colaboradores que integram nossas empresas.

Não dá mais suportar as perdas econômicas e o estresse de não saber o que vai acontecer amanhã.

Por isso, queria deixar aqui o meu pensamento: Fechem tudo mesmo, mas pensem que há famílias que no dia seguinte terão grandes dificuldades.

Não estou falando de nossos funcionários, que justamente terão as ressalvas de lei que garantem uma renda nós próximos 6 meses. Mas e depois?

Estou falando de nós mesmos, donos de bares e restaurantes, a maioria de pequeno porte, que não temos direito a seguro desemprego, auxílio emergencial, vale gás, bolsa família. Talvez, um seguro de vida que fomos obrigados a contratar solicitando um empréstimo.

Fechem mas digam qual é a solução para nós!

Paolo Passariello – Italiano – Proprietário do restaurante Gennarí Culinária Italiana e presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes/RN

Opinião dos leitores

  1. Um estado que uma governadora vai para TV chorar e no outro faz aglomeração com seus puxa saco gritando nome de Lula. Não espere nada dessa pobre coitada hipócrita.

  2. Já estamos há UM ANO convivendo com esse vírus e o que esses governadores e prefeitos que fazem oposição ao governo federal fizeram a respeito? Onde aplicaram os polpudos recursos que receberam do governo Bolsonaro, que tanto criticam? No RN, por exemplo, a governadora do PT rasgou dinheiro com respiradores defeituosos ou que NUNCA chegaram por aqui e FECHOU leitos de UTI (cerca de 80, desde abril passado). Onde estão os novos leitos? A princípio, diziam que o tal "isolamento social" era para evitar o "pico" da curva de contaminação e dar tempo aos governantes para melhorar o sistema de saúde. E, UM ANO depois, esses governantes fajutos vêm com essa de "lockdown", que não tem comprovação de eficácia contra o vírus e vai destruir a economia e matar as pessoas de outros causas, inclusive de fome. Tempos obscuros, insanos, com pessoas sem noção que recebem "pixulecos" para escrever asneiras em redes sociais. Como por aqui.

  3. Sou da saúde e digo sinceramente a vcs, essa vacina vai ser só paliativo, conheco 2 pessoas com 2 doses da vacina, 1 esta em estado bom mas outro esta internado com quadro moderado, a variante num tá nem aí pra vacina, estamos fadados a usar mascara por bom tempo e se acostumar com o vírus como se fosse gripe, só que mata e mata muito e rápido, culpar A ou B por falta de vacina e isso ser a culpa dessa desgraça que esta acontecendo com o Brasil é politizar a situação, quem tem culpa nisso é quem não se cuida, aglomera, nao usa máscara e insiste em ir pra rua sabendo que ta doente ou nao se isola com doentes em casa, até mesmo pq o lockdown nao resolve nada, aquela velha máxima, vamoss produzir e fazer a economia girar, tudo dentro dos parâmetros de segurança.

    1. Isso mesmo, disse tudo. O Japão já adotou o anormal como normal e continua a produzir, retomando o dia-a-dia. Daqui pra frente vai ser assim mesmo.

  4. Se as vacinas tivessem sido compradas no ano passado não estaríamos revivendo isso. Se quiserem abrir restaurantes 24h por dia podem abrir pois quem é inteligente não vai se expor ao vírus.
    Uma coisa é certa. O vírus já tá mutando e mutando para ficar pior, simplesmente porque está solto por aí.

  5. Temos a sorte de ter um presidente como Bolsonaro que não rouba e nem deixa roubar e graças a isso o governo Federal já injetou bilhões, infelizmente os governadores esquerdopatas sob a liderança de Doriana desviaram esses recursos, exemplo nosso RN onde a desgovernadora Gópi fechou os hospitais Ruy Pereira, hospital de Canguaretama, não abriu nenhum hospital de campanha, fechou UTI em São Gonçalo, comprou por 5 milhões respiradores que nunca chegaram ao estado e outros desmandos. O mito é foda, Brasil terceiro país no mundo que mais vacinou.

  6. Quem tem salário garantido, pela despreocupação às vezes conversa besteira. O cara que tá na correria diária pelo ganha pão está com a mão na cabeça nesse momento. Tal medida de fechar tudo já foi comprovada que é ineficiente.

  7. O STF disse quem tem de resolver são os Estados e Municípios. Lamento Paolo . Em vez de empreender, deveria ter entrado para o serviço público. Que Deus o proteja!

    1. Gostaria de ver esse decreto ou notícias da época onde o STF afirma o que você está dizendo. O gado fica repetindo mil vezes mas a mentira não deixa de ser mentira.

  8. Governadora Fátima Bezerra PT acabando com o RN.
    Ela quer nossas ruas iguais às da Venezuela.
    Cheias de pedintes, para depois distribuir uma sopa de osso e ser considerada a salvadora da Pátria.
    #BOLSONARO TEM RAZÃO.
    MITO até 2026

  9. Cobertíssimo de Razão está o Sr. Paolo. Governadores e prefeitos lacradores estão levando o Brasil ao caos social com risco de quebra da economia. Se dona Fátima manda fechar segmentos econômicos, ela mesma tem a obrigação de oferecer alternativas de sobrevivência dos que foram obrigados a encerrar seus empreendimentos. "Pimenta no olho alheio é colírio"

  10. Lamento muito pela fase que esses estabelecimentos estão passando . Podem botar na conta do jacaré ? genocida , o bicho nem máscara usa .

  11. A solução é a vida! Se o presidente Bolsonaro fosse um homem descente e responsável esse país não estaria na lama. Sem vacina, sem estratégia de combate o Covid-19, sem dinheiro, sem emprego, sem cérebro!
    Até guando?
    Impeachment já!

    1. Ta sofrendo do mesmo virus do pixuleco? Culpar alguem e nao se culpar? O que o Estado do RN propos pra quem vai ficar sem dinheiro pra comprar comida? AOs funcionarios publicos estao sendo garantidos salarios, que é retirado do dinheiro dos que estao ficando sem trabalho.. veja por outra otica. O ideal é cortar o salario do funcionalismo nao essencial e dar marmita a todos? Por exemplo, se nao tem aula, professor pode ficar sem salario? Bom comparar a besteira que os politicos estao fazendo pra se manter no poder. Perder a renda é muito dificil.. o servidor publico manda fazer concurso, se ta reclamando que vai falir. tem vaga pra todos assim? que idiotisse. Nao tem vacina pq vacina nao tem no mundo. Se a culpa é do presidente com essa narrativa idiota, a culpa é tb da governadora, de lula, de dilma.. e de todos os brasileiros que elegem esse povo. Investimos em estadios carissimos pra 3 jogos. lembra? Hoje nao tem hospital, seguranca e educacao.

    2. João , João ! Obrigado por citar PIXU no seu comentário . PIXU fica lisongeado, PIXU. é vaidoso e já mostrou a Peito de vaca ?, esposa de PIXU .

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Política

Senado aprova MP que abre crédito extra de R$ 2,5 bilhões para vacinas contra covid-19

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (3), em votação simbólica, a MP (Medida Provisória) 1004/2020, que abre crédito extraordinário de R$ 2,5 bilhões no orçamento do governo federal para que o Brasil possa entrar no Covax Facility, consórcio internacional para distribuição de vacinas, que prevê a entrega de 42,5 milhões de doses até junho deste ano. A MP, enviada pelo governo federal, agorá será promulgada.

O governo pretende utilizar R$ 711.6 milhões para o pagamento inicial ao consórcio, seguido de investimento de R$ 91,8 milhões garantia de compartilhamento de riscos. Outro R$ 1,7 bilhão serão utilizados adicionalmente para acesso às doses de vacina.

Covax Facility

O cronograma do Ministério da Saúde prevê a remessa de 42,5 milhões de doses pelo consórcio Covax Facility, sendo 2,65 milhões da vacina AstraZeneca em março e de mais 7,95 milhões do mesmo imunizante até junho de 2021. O Brasil receberá ainda aproximadamente mais 32 milhões de doses de vacinas contra covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o final do ano, conforme cronogramas estabelecidos exclusivamente pelo Covax Facility.

Em outras remessas, a Seas informou que a previsão é receber do Instituto Butantan, de São Paulo, 100 milhões de doses da vacina CoronaVac. Em janeiro, conforme a secretaria, foram entregues 8,7 milhões de doses. Em fevereiro serão mais 9,3 milhões. O cronograma tem previsões para os meses seguintes março (18,1 milhões), abril (15,93 milhões), maio (6,03 milhões), junho (6,03 milhões), julho (13,55 milhões), agosto (13,55 milhões) e a última entrega prevista é para setembro (8,8 milhões).

Já da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o cronograma estima o recebimento de 222,4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Em janeiro, o ministério informou que recebeu 2 milhões de doses. Para fevereiro, a entrega prevista é de 4 milhões. Em março serão 20,7 milhões, em abril mais 27,3 milhões, em maio 28,6 milhões e em junho 1,2 milhão. Conforme a secretaria, a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.

O cronograma prevê ainda a entrega das 10 milhões de doses da vacina Sputnik V do Instituto Gamaleya, importadas da Rússia, pela farmacêutica União Química. De acordo com a Seas, a previsão é de que o contrato seja assinado esta semana. Quinze dias após a assinatura, o ministério deve receber 800 mil doses. Em abril, com 45 dias após a assinatura do contrato, a entrega será de mais 2 milhões. Em maio outros 7,6 milhões, com 60 dias após a assinatura e a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá passar a produzir mais 8 milhões de doses por mês.

Já para a vacina Covaxin – Barat Biotech, a previsão é de receber 20 milhões de doses importadas da Índia e o contrato também deve ser assinado nesta semana. Devem chegar ao Brasil 8  milhões de doses com dois lotes de 4,0 milhões com 20 e 30 dias após a assinatura do contrato. Em abril mais 8 milhões também em dois lotes de 4 milhões com 45 e 60 dias após a assinatura do contrato e em maio 4,0 milhões de doses com 70 dias após o contrato assinado.

R7

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Jornalismo

Justiça determina que YouTube libere canal Terça Livre


Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O canal Terça Livre voltou a postar vídeos nesta terça-feira (2), após ficar suspenso por quase um mês.

O YouTube havia encerrado as atividades do canal, a cargo do blogueiro Allan dos Santos, em 3 de fevereiro, removendo-o da plataforma. A liberação foi determinada pela Justiça de São Paulo.

Na liminar concedida pelo juiz Henrique Dada Paiva, da 8ª Vara Cível, foi considerado que a remoção das contas na plataforma YouTube “se mostra desproporcional, violando a garantia constitucional da liberdade de expressão e de informação”.

Além da liberação para que o Terça Livre volte a postar vídeos, o YouTube terá que pagar uma multa de R$ 10 mil por dia de atraso no cumprimento da decisão.

O canal, que tem 1,19 milhões de seguidores, sofreu duas advertências da companhia (“strikes”), por violar as regras da plataforma, antes de ser retirado do ar.

No YouTube, quando um canal sofre a segunda advertência, os donos não podem subir vídeos novos nem fazer lives durante uma semana.

Um dos vídeos que teve o conteúdo questionado pelo YouTube apontava supostas fraudes nas eleições presidenciais nos Estados Unidos, entretanto não apresentava nenhuma prova.

Em seu vídeo de retorno, Allan dos Santos afirmou que conseguiu um mandado judicial liberando o canal. “Ganhamos na Justiça … Mesmo assim o YouTube vai ter que pagar a multa”, disse.

No Twitter, ele pede que a plataforma “obedeça a liminar do Tribunal de Justiça integralmente” e afirma que o seu canal no YouTube não voltou com todas as funcionalidades “integralmente”.

Também no Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) postou uma mensagem, nesta quarta-feira (3), em que dizia estar dando entrevista no “novo estúdio” do Terça Livre que retornou ao YouTube “após ganhar ação judicial”. “Em pauta a perseguição de procuradores contra a família Bolsonaro”, disse.

Allan dos Santos é alvo de investigações da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele também teve sua conta no Twitter suspensa no ano passado.

O Terça Livre estava sob advertência e criou um canal reserva para burlar as sanções e publicar conteúdo novo. Isso levou ao encerramento do canal pelo YouTube.

Em vídeo postado em um canal reserva na plataforma na noite de 2 de fevereiro, um apresentador se queixava de que o Terça Livre estava impossibilitado de subir novos conteúdos porque havia recebido um “strike” e pedia doações por meio de QR code para que a receita do canal não fosse interrompida. O canal reserva, porém, também foi derrubado.

Para driblar o encerramento do canal no YouTube, o Terça Livre usou o Instagram para promover lives. Em comunicado em seu site, o Terça Livre informou na época da suspensão que o YouTube havia encerrado os dois canais e atribuía a medida à campanha do “grupo de ativismo pró-censura” Sleeping Giants, que pressiona anunciantes e plataformas.

Procurado pela Folha, o YouTube não respondeu os questionamentos até a publicação deste texto. Na época da suspensão, a plataforma enviou uma nota ao jornal afirmando que todos os conteúdos “precisam seguir nossas diretrizes de comunidade” e que a plataforma “se reserva o direito de restringir a criação de conteúdo de acordo com os próprios critérios”.

“Caso uma conta tenha sido restringida na plataforma ou impossibilitada de usar algum dos nossos recursos, o criador não poderá usar outro canal para contornar essas penalidades”, afirmava.

“Essa regra se aplicará a todo o período em que a restrição estiver ativa. Consideramos a violação dela um descumprimento dos nossos Termos de Serviço, o que pode levar ao encerramento da conta”, dizia o texto do YouTube.

FolhaPress

Opinião dos leitores

    1. Quem Lula, Dirceu, Guido Mantega, Vaccari Neto e Demais petistas? Assim vai faltar presídios kkk

  1. Em nenhum momento a FolhaFalida.reconhece ou sequer menciona a existência de censura, aspecto que se baseou a decisão judicial. Esquece o jornal que amanhã poderá acontecer com ele. Que tipo de liberdade de expressão e de democracia esse povo defende? Com certeza não é a minha é que defendo.

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