Uma balsa com um tanque de 90 mil metros cúbicos de oxigênio líquido, abastecido pela empresa White Martins, atracou neste sábado (6) no porto Encontro das Águas, em Manaus (AM), acompanhada pelo navio-patrulha Fluvial Roraima, do Comando da Flotilha do Amazonas.
O tanque, com o equivalente a 9 mil cilindros de oxigênio, foi abastecido pela empresa em Belém (PA). O navio-patrulha iniciou o acompanhamento da balsa, que foi contratada pela indústria de gás, a partir da cidade de Santarém (PA) até Manaus (AM).
De acordo com a White Martins, essa foi a maior carga de oxigênio líquido já transportada por vias fluviais no país. Durante a ação, o principal propósito do Navio da Marinha foi evitar interferências de outras embarcações durante a navegação da balsa, no Rio Amazonas.
Ao todo, o navio percorreu 400 milhas náuticas a partir de Santarém garantindo a segurança da embarcação. “Por se tratar de um cilindro de peso muito elevado, a todo instante buscou-se evitar que a balsa fizesse guinadas bruscas, permitindo o mínimo de deslocamento do cilindro”, explicou o comandante do navio-patrulha, capitão de corveta Gabriel Moraes.
A ação da Marinha faz parte da Operação “Covid-19”, conduzida pelas Forças Armadas sob coordenação do Ministério da Defesa.
Mais do que certo, demorou.
E a FAB tb era pra ser notícia de envio de oxigênio em seus aviões, mas infelizmente nós sabemos que notícias e sobre quais produtos que os aviões estavam sendo usados para tranaportar.
Os Governos dos Presidentes FHC , Lula e Dilma acabaram com as Forças Armadas e graças ao Presidente Bolsonaro as Forças Armadas vem se recuperando do sucateamento provocado pelos governos de esquerda.
MITO eterno
O Relatório de Benefícios de Empresas Estatais Federais, do Ministério da Economia, revela que é fácil adivinhar onde estava o dinheiro público que faltou no oxigênio para pacientes de coronavírus em Manaus. Só o benefício de assistência à saúde de diretores e funcionários do Banco do Brasil, de R$2,3 bilhões por ano, equivale a quase dez vezes tudo o que a prefeitura da capital do Amazonas conseguiu juntar (R$244 milhões), tirando leite de pedra, para o combate à pandemia de coronavírus. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Assistência à saúde na Caixa Econômica Federal custa R$1,6 bilhão por ano, suficientes para 60 hospitais de campanha totalmente equipados. No Banco da Amazônia, o plano de saúde de diretores e funcionários, de R$25 milhões, equivale a mais de 1,6 milhão de litros de oxigênio.
O Banco do Nordeste gasta sem pudor R$90,3 milhões/ano na saúde de diretores e funcionários. Preço de 4 hospitais com 50 leitos de UTI cada. A lista de penduricalhos nos bancos federais, listados no relatório do Ministério da Economia, deveria envergonhar até os beneficiários.
Incrível. Pelos comentários aqui, graças a esta publicação, será possível, como num passe de mágica, privatizar o BB e a Caixa de pandora do PT ?
Parabéns BG, não sabia desta sua enorme influência e poder ?????
Quantos destes que aqui comentam, devem ser os mesmos que reclamavam dos penduricalhos do judiciário ? ????
Mas se calam quanto aos penduricalhos do executivo e do STF .
Perdeu credibilidade ao reposta uma reportagem tendenciosa, que visa a venda de instituições que dão lucro e querem privatizar. Agora as mordomias do legislativo e judiciário nada se fala não é? BG, eu o tinha com mais credibilidade, mas no momento que apenas refaz uma reportagem com claro interesse de outros bancos, mas fica pianinho com as verdadeiras mordomias do país, vc demonstra que é sem caráter como muitos outros.
BG, para de falar besteira e ser tendencioso. Quem paga pelo plano de saúde dos bancos públicos são os próprios funcionários, descontado direto do contracheque! A parte que o Banco Estatal paga é uma porcentagem mínima do lucro obtido às custas da saúde de seus funcionários.
Quer falar de penduricalhos de verdade pagos com dinheiro dos nossos impostos, vamos falar dos funcionários fantasmas da Assembléia Legislativa do RN! #ficaadica; #façajornalismosérioporfavor
Ótima resposta. Nunca vi comentários ou reportagens dele sobre a nossa assembleia legislativa e os fantasmas e a apuração com devolução do dinheiro. Por que será hein?
Perdeu a chance de postar algo produtivo. Que matéria tendenciosa.
Reportagem tendenciosa em momento oportuno. Não podendo bater de frente com os gastos de mordomia de parlamentares e membros dos outros poderes, volta-se contra o funcionalismo de empresas que contribuem para o desenvolvimento do País e são superavitárias. Sou aposentasdo do BB e continuo a contribuir para a Previ-Caixa de Previdencia e Cassi-Plano de Saúde.
Se esses são penduricalhos, saibam os que criticam, são exemplos a serem seguidos por empresas que se precupassem com seus funcionários, dividindo responsabilidades. Mas, criticar e nivelar por baixo, é mais fácil.
Seria justo que o blog tivesse a seriedade no trato da noticia, não servindo a interesses escusos. É muita coincidencia assuntos desse naipe virem à tona, justo quando a ala e conômica do governo fala em privatização de estatais.
Não me lembro do blog atacar o BB, quando por determinação do sr. Paulo Guedes, o min istro que na célebre reunião de abril do ano passado, referiu-se à institui'ção Banco do Brasil como PORRA, determinou a venda da carteira de ativos duvidosos dos BB para uma institui'ção privada, por 10% de seu valor. O beneficiário do penduricalho, sabe quem foi ? Um banco privado ligado ao Ministro.
BG!!
Vc é um defensor do uso da Ivermectina, ja ouvi vc falar várias vezes do assunto.
AGORA!!!
Vc já pensou se for mesmo confirmado eficácia de 70% como aponta alguns estudos, QUANTAS VIDAS NÃO TERIA SIDO SALVAS??
hoje o número de mortos passa de 200 mil aqui no Brasil, ou seja 140. Mil no mínimo poderia ter sido salvas.
Vamos aguardar!!!
O tempo é o senhor da razão.
Se der tudo certo, quero saber a onde vão ENTERRAR A CARA ESSES ESQUERDISTAS.
Só quero vê!!
bola pra frente.
Bozo afirmou: "pelo menos não matei ninguém…"
Errado, matou milhares de pessoas. Não tem como fugir dessa (ir)responsabilidade, tá tudo gravado. É como substituir o medicamento apropriado para câncer, por melhoral.
Geremias.
Quem foi que morreu tomando ivermectina e cloroquina???
Agora, sem tomar tem muitos.
Kkkkkkkkk
Gostaria que a reportagem fosse mais detalhada. Mas parece que o objetivo é colocar a sociedade contra os funcionários dos bancos estatais. Fui funcionário do BB e eu pagava a minha previdência privada (PREVI) e também parte do plano de saúde (Cassi), como acontece em várias empresas privadas, tudo descontado do meu salário. Não sei que tantos penduricalhos são esses que a matéria cita.
Banco do Brasil lucra mais de 1 BILHAO DE REAIS POR MES. 1 BILHAO. Idem para Bradesco, Itau, etc. Mas a culpa pela pandemia agora é dos funcionários que tem "privilegios". Me permitam repetir que esse lucro é mensal. 2019 chegou a lucrar quase 18 BILHOES no ano. É notorio que isso é noticia fabricada para vender esses bancos. E quem vai comprar? Adivinha? Bradesco e Itau. O que so vai aumentar ainda mais a concentracao bancaria no pais.
Esses penduricalhos fazem parte da SAÚDE e vida de pessoas que carregam nos ombros os altos lucros do setor bancário, sem falar que a parte paga pelo funcionário é bem maior que os valores pagos pelos bancos.
Vocês quer falar de PENDURICALHOS grandes, com letras maiúsculas, dê uma passada nos Tribunais de Justiça, no Congresso, nas Assembléias Legislativas, no Ministério público Federal, Estadual, sem falar no mundo paralelo, que tem tudo isso acima, das forças armadas e militares, que toda arrecadação vem dos tributos arrecadados pelo Executivo.
Essa matéria é mais uma daquelas que tem cara de não querer esclarecer e sim, defender o indefensável, a irresponsabilidade de um mandatário de uma nação que joga contra o seu povo, um rececionista.
Os penduricalhos dos ex-presdenres, ex-governadores, ex-Parlamentares, Anistiados políticos, ex-deputados condenados, diretores de Estatais e autarquias e fundações Estaduais dariam para construir quantos hospitais?
Como parte de uma espécie de minirreforma ministerial, o Ministério da Cidadania deve vir a ser ocupado por um político do Republicanos, partido do Centrão que integra a base aliada do governo no Congresso Nacional. A pasta é responsável por gerir o Bolsa Família, e coordenava o auxílio emergencial – benefício para atingidos pelos efeitos da pandemia do coronavírus que pode voltar nas próximas semanas. A princípio, o órgão terá um orçamento de R$ 104,2 bilhões em 2021, segundo o projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) em análise pelo Legislativo.
O atual ministro, Onyx Lorenzoni, deve ser remanejado para a Secretaria-Geral da Presidência da República, deixando aberta a vaga na Cidadania. A troca está prevista para ocorrer após o feriado de Carnaval.
Entre os cotados para o cargo, estão três deputados federais da sigla: Jhonatan de Jesus (RR), Marcos Pereira (SP) e João Roma (BA). Jhonatan foi líder do partido na Câmara em 2020 e Pereira é o presidente nacional da sigla. O Planalto tem preferência por Roma, já que o parlamentar é ligado ao presidente do DEM, ACM Neto, de quem Bolsonaro se aproximou fortemente durante as negociações para as eleições do novo comando do Congresso.
Procurado, o deputado Jhonatan de Jesus disse que, por enquanto, tudo não passa de especulação. “A escolha vem do presidente da República. Qualquer cidadão no nosso país ficaria feliz em ser ministro, mas neste momento tenho outros projetos”, disse ele ao Metrópoles.
Os deputados Marcos Pereira e João Roma não responderam aos pedidos de comentário da reportagem. O espaço está aberto para manifestações.
Outro deputado da legenda, Lafayette de Andrada (MG), também vinha sendo uma aposta, mas esta semana ele passou a ser sondado para lançar candidatura a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a fim de fazer frente à indicação controversa da deputada Bia Kicis (PSL-DF).
Esta semana, o Republicanos iria se reunir para decidir o nome a ser apresentado ao presidente Bolsonaro como indicação do partido, mas a reunião acabou não acontecendo, e deve ser adiada para depois do Carnaval. Deputados e senadores ainda negociam as presidências das comissões permanentes, o que deve impactar na definição de demais indicações.
O embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez, afirma que o veto à livre exportação de vacinas contra covid-19 fabricadas num dos 27 Estados-membros do bloco poderá durar seis meses. Em entrevista ao Estadão, ele disse que poderá analisar algum pedido do governo brasileiro, já que haverá exceções para remessas a países pobres e que não dispõem de capacidade de produzir imunizantes no próprio território. Países dos Bálcãs devem escapar, assim como aqueles que fazem parte da Covax Facility, aliança da Organização Mundial da Saúde (OMS) para ajudar os países em desenvolvimento a ter acesso a vacinas contra a covid-19.
Apesar do aval para participar da Covax Facility, o Brasil está inicialmente incluído na lista de restrição imposta pelos europeus, segundo o embaixador, por dispor de capacidade de fabricação das próprias vacinas e pelo nível de renda superior. Até agora, o Brasil importou doses prontas da Coronavac, feitas na China, e da AstraZeneca/Oxford, produzidas na Índia. Ele, no entanto, afirma que haverá sensibilidade política para atender a apelos do governo brasileiro se houver necessidade.
“Se chegar o momento que o Brasil precise importar alguma dessas vacinas, se tiver necessidade, a União Europeia vai levar em conta a preocupação brasileira e poderia autorizar a exportação”, afirma Ybáñez. “Não é uma decisão contra os países, mas para conseguir que as empresas farmacêuticas cumpram os contratos. O esforço dos contribuintes europeus foi imenso para conseguir essas vacinas. Gastou dinheiro antes de ter o produto, na pesquisa. É uma limitação muito dirigida às empresas.”
A Europa vinha defendendo, em linha com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a “distribuição igualitária” das vacinas. No entanto, o bloco sofreu atrasos no contrato com a fabricante AstraZeneca/Oxford, uma das sete com a qual fechou contrato e, por isso, decidiu impor restrições. O prazo dura três meses e poderá ser estendido por mais três.
O embaixador diz que não há uma mudança de discurso político por parte do bloco. “O discurso continua sendo o mesmo. Queremos assegurar que as vacinas vão chegar a todos os europeus, mas também a todo o mundo”, disse Ybáñez.
A maioria dos brasileiros apoia uma política de avaliação do desempenho para os servidores públicos e defende que todos sejam afetados pelas mudanças na regra de estabilidade, incluindo os que já estão em serviço, mostra pesquisa do Instituto Ideia Big Data sobre a reforma administrativa. A proposta, resgatada na lista de prioridades do novo comando do Congresso, tem o objetivo de reformular o RH do Estado, com novas regras para contratar, promover e demitir os servidores.
Encomendada pelo movimento liberal Livres, a pesquisa entrevistou 1.688 pessoas por telefone celular, entre os dias 6 e 11 de janeiro, com recortes de classe social, faixa etária, gênero, escolaridade e região. A reforma administrativa foi enviada ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro do ano passado, mas não andou. Agora, o novo presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), disse que dará prioridade ao texto.
A proposta enviada pelo Executivo não afeta a estabilidade dos atuais servidores da ativa, uma exigência colocada pelo presidente para assinar a reforma preparada pela equipe econômica. A estabilidade é a garantia de que, depois de três anos da posse e de uma avaliação de desempenho protocolar, os chamados servidores estatutários não possam ser demitidos.
A maior parte dos entrevistados quer que as mudanças nessa prerrogativa sejam aplicadas ao funcionalismo que já está na ativa, mas 45% dos ouvidos defendem a manutenção da estabilidade para todos servidores. Outros 13% dizem que apenas algumas carreiras essenciais devem continuar com o benefício e 29% afirmaram que restrições à estabilidade devem atingir todas as categorias.
Avaliação
Sete em cada dez entrevistados disseram ser favoráveis à avaliação de desempenho para servidores públicos. A avaliação de desempenho evita que as progressões na carreira, como aumento salarial, sejam feitas automaticamente e por tempo de serviço como ocorre hoje na maioria dos casos. Na reforma administrativa proposta, esse é um dos poucos pontos em que as mudanças também afetam os servidores da ativa. Ao entregar a proposta, o Ministério da Economia informou que o projeto de lei complementar que regulamenta a possibilidade de desligamento de servidor público por “baixo desempenho” estava em fase de elaboração e que logo seria enviado ao Congresso – ainda não foi. Hoje, a possibilidade de exoneração por mau desempenho não existe.
Segundo análise do Ministério da Economia, o processo de aferição da performance não funciona: numa escala de 0 a 10, a nota média atribuída aos servidores pelos colegas é 9,8. Na prática, a avaliação entre pares foi convertida em mera formalidade. A pesquisa também quis saber sobre a avaliação da população em relação ao salário. Para 31% dos entrevistados, as remunerações são injustas porque têm valores muito superiores aos rendimentos pagos na iniciativa privada. Outros 21%, no entanto, consideram que os salários são inferiores aos pagos por empresas no setor privado.
O estudo mostra que 48% são a favor da aplicação de provas práticas para servidores, 29% nem a favor nem contra e 6% contra. Para 55% dos entrevistados, servidores em função obsoleta devem manter contrato e salário, mas devem ser transferidos para uma outra função e 44% acham que o servidor deve trabalhar em qualquer lugar que houver necessidade de sua mão de obra e não apenas para onde prestou o concurso.
“A pesquisa mostra que a população é bastante favorável que o servidor público seja avaliado e que tenha flexibilidade para exercer diferentes funções no serviço público, não fique atrelado a uma função que possa ter ficado obsoleta e que faça provas práticas”, diz Paulo Gontijo, diretor executivo do movimento. Segundo ele, o objetivo do Livres com a pesquisa é dar subsídio para os parlamentares sobre a reforma administrativa.
“Nós entendemos que deva ser revista, mas não acho que seja viável no Brasil acabar com a estabilidade. E está claro que a população entende que não”, afirma o diretor. O Livres é uma associação civil sem fins lucrativos que atua como um movimento político suprapartidário em defesa do liberalismo.
RESPEITAR OS DIREITOS TB!!!!!!
SERVIDORES DA PREFEITURA DE NATAL ESTÃO A 6 ANOS COM SALARIOS CONGELADOS!!!!!
SERÁ QUE HJ VC FAZ. A MESMA FEIRA QUE VC FAZIA A 6 ANOS ATRÁS COM O MESMO VALOR EM DINHEIRO?????????????
A avaliação de desempenho de funcionários e servidores é necessária. Mas não com a intenção de demití-los, mas de melhorar o desempenho efetivo desses.
No entanto sabemos, tudo que for implantado por esse (des)governo bolsonaro (minúsculo, mesmo) será no sentido de prejudicar…
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, avalia que não é o “melhor quadro para o Brasil” ter um réu na linha sucessória da Presidência da República. Em entrevista ao Estadão, Fux foi questionado sobre a situação do novo presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), que responde a denúncias na Corte por corrupção passiva e organização criminosa – ainda em análise de recursos.
“Eu acho que realmente uma pessoa denunciada assumir a Presidência da República, seja ela qual for, é algo que até no plano internacional não é o melhor quadro para o Brasil”, afirmou o ministro.
Segundo na linha sucessória, Lira pode ser impedido de substituir o presidente Jair Bolsonaro e o vice Hamilton Mourão. Um precedente do tribunal já impediu o então presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), de ocupar interinamente a cadeira no Planalto por ser réu na época. Em sua primeira entrevista após a abertura do Ano Judiciário, Fux disse que o impeachment de Bolsonaro seria “um desastre” para o País.
Bandido com a toga de Ministro do STF, não envergonha o país? Hoje temos o pior STf de todos os tempos, antes de falar de fora o Ministro Fiz deveria olhar para dentro, não passa ele de mais matador de bola no peito.
Facil resolver o problema Fux. Julguem. Aí nao sera mais reu. Será condenado ou inocente. Facim, Facim. Mas voces do STF que querem julgar coisas sem futuro. EX.: quem foi campeao brasileiro em 1987? Flamengo ou Sport. Sem entrar no merito, isso é coisa para uma suprema corte constitucional julgar? Deve ser motivo de piada em toda corte suprema no mundo. Enfim, julguem e esta resolvido o problema.
O problema foi o MINTOmaníaco apoiar um condenado em segunda instância pra presidência da Câmara ! Sem contar que ele representa o mesmo centrão que o inepto era filiado e que dizia ser contra … O MINTOmaníaco esqueceu que disse q iria priorizar a emenda da prisão em segunda instância e agora não fala mais nada sobre combate à corrupção… Pq será?
Chora titia. A verdade dói. Teu mito que se elegeu contra os bandidos, precisa deles pra se manter vivo. É o chefe da quadrilha. kkkkkkkkk
Engraçado que podem ter todo tipo de parlamentares envolvidos em escândalos, presidiários assumindo cargos de vereadores e prefeitos.
Renan Calheiros foi presidente do Senado por vários anos, tá na hora do congresso Nacional impor limites à esses 11 Ministros que se acham donos da verdade.
Como parte do pacote anticrise implementado em 2020, o governo deixou de cobrar R$ 242,6 bilhões em débitos tributários inscritos na dívida ativa da União. O objetivo foi dar fôlego a empresas e pessoas impactadas pela pandemia do novo coronavírus. Assim como em outras medidas emergenciais, o Ministério da Economia não deu continuidade a essas suspensões em 2021 e iniciou a retomada das cobranças.
No entanto, com setores ainda impactados pela crise sanitária e a retomada de parte das políticas restritivas em capitais, empresários cobram a reedição das medidas. Documento produzido pala PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) analisou os valores que deixaram de ser cobrados entre março e setembro do ano passado, por tipo de mecanismo. “A gente suspendeu protestos, ajuizamentos de execução fiscal, encaminhamentos para órgãos de restrição a crédito. […] O rito normal de cobrança foi afetado”, disse o procurador-geral-adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União, Cristiano Neuenschwander.
O maior impacto vem da suspensão dos chamados procedimentos de responsabilização de terceiros —quando alguém passa a ser cobrado por dívidas de uma empresa que foi dissolvida de forma irregular. Nesse caso, débitos de R$ 159,9 bilhões deixaram de ser atribuídos. No período, também não foram feitos 781 mil protestos de dívidas em cartório. Essa conta somou R$ 45,5 bilhões.
O governo ainda suspendeu a regra que determinava a rescisão de acordos de parcelamentos tributários em casos de atraso no pagamento. Foram poupados 271 mil devedores, com débito total de R$ 20,5 bilhões. Por fim, a PGFN deixou de pedir na Justiça a execução fiscal de 2.745 dívidas, que totalizam R$ 16,8 bilhões.
Com as medidas, o governo abriu mão de parte da arrecadação que poderia conseguir com a recuperação de débitos da dívida ativa. Porém, isso não significa que todos esses valores retornariam aos cofres públicos se a cobrança fosse feita normalmente. Muitos dos débitos cobrados pelo governo acabam não sendo pagos, engordando a dívida ativa da União.
O presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, afirma que o setor vive agora o momento mais delicado desde o início da pandemia. Segundo ele, os empresários ainda enfrentam dificuldades e tiveram que voltar a pagar os tributos ordinários e aqueles que haviam sido suspensos. “Veio uma segunda onda de restrições nas cidades, as contas agora estão dobradas, o aluguel voltou a ser o que era, com reajustes pelo IGP-M. A sobrevivência está mais ameaçada agora do que já esteve antes”, disse.
Solmucci vem negociando pessoalmente com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a equipe econômica a retomada de medidas emergenciais. Segundo ele, as suspensões de cobrança foram essenciais para a manutenção das atividades em 2020 e deveriam ser reeditadas. “Um número enorme de empresas não está conseguindo pagar essa folha salarial de janeiro. A retomada de medidas como essas, além de aumentar a carência para pagar impostos, vai ser fundamental para manter a solvência do setor”, disse.
Em relação ao retorno dos procedimentos de cobrança, a PGFN informou que vem adotando uma abordagem gradativa, priorizando casos com constatada capacidade de pagamento do devedor ou prática de fraudes. O órgão afirma ainda que está atento ao cenário e adotará medidas sempre que necessário, com o objetivo de assegurar receitas públicas e dar assistência a contribuintes em situação de crise econômica.
No caso da indústria, o gerente de política econômica da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Mário Sérgio Carraro Telles, afirma que o setor vem em trajetória de recuperação expressiva depois de queda acentuada no primeiro semestre de 2020. Segundo ele, as medidas do governo deram fôlego às empresas no ano passado. “Essas ações da PGFN e da Receita Federal foram no sentido de deixar o máximo possível de recursos nas empresas, dar a maior liquidez possível”, disse.
Telles afirma que a indústria conseguiu voltar à atividade e que grande parte das empresas já não precisa mais das medidas emergenciais, e sim de reformas estruturantes. Para ele, a retomada dessas ações pontuais pode ser mais necessária para o setor de serviços, que ainda sofre para se recuperar.
Por conta da adoção das medidas emergenciais no ano passado, a PGFN espera que um volume relevante de tributos não pagos durante a pandemia ainda sejam incorporados à dívida ativa. Como a Receita também suspendeu prazos de cobranças, os trâmites internos se alongaram.
Dos impostos adiados por alguns meses em 2020, quase R$ 21 bilhões encerraram o ano sem pagamento. Parte desse montante ainda deve chegar à dívida ativa. “Foi um ano muito difícil, é natural que a inadimplência aumente, aumentou para todo mundo. O reflexo seria a dívida ativa também ter um aumento substancial, mas para a dívida chegar aqui na PGFN, ela passa ainda por uma cobrança na Receita que leva até 120 dias. Existe um passivo que vai chegar, principalmente esse formado na pandemia”, disse o procurador.
Entre 2019 e 2020, o montante da dívida ativa foi de R$ 2,44 trilhões para R$ 2,57 trilhões, um crescimento de R$ 130 bilhões. Ainda assim, Neuenschwander afirma que houve uma melhora de perfil, com crescimento dos débitos em situação regular porque 268 mil dívidas foram renegociadas pelos devedores e inseridas no programa de parcelamento.
A prova surgida na Operação Lava Jato que talvez mais tenha preocupado o novo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ainda pode ser usada contra ele em um dos processos a que responde no STF (Supremo Tribunal Federal). Registros de entrada em um dos escritórios do doleiro Alberto Youssef em São Paulo mostram que o deputado esteve quatro vezes no local em 2010 e 2011.
Youssef, pivô da deflagração da Lava Jato em 2014 e um de seus primeiros delatores, diz que as visitas foram para entrega de dinheiro em espécie, com origem em esquema do PP na Petrobras, e pedidos de auxílio no pagamento de dívidas eleitorais. Lira, já ouvido sobre o assunto, negou que tenha ido ao local para retirar dinheiro vivo.
Os dados obtidos junto à portaria do edifício onde Youssef antigamente tinha uma de suas bases, na zona sul de São Paulo, apontam que o novo presidente da Câmara tentava ser discreto. Segundo informações anexadas em inquéritos, ele omitia na recepção o sobrenome Lira, com o qual é conhecido. Apresentava-se como Arthur Cesar Pereira.
A presença dele no escritório do doleiro foi mencionada pela Procuradoria-Geral da República na denúncia do chamado “quadrilhão do PP”, que acusa parlamentares e ex-parlamentares do partido de integrar uma organização criminosa responsável por desvios de recursos públicos. O STF aceitou receber a acusação em 2019, mas o caso até agora pouco andou.
Ao analisar a denúncia naquele ano, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, afirmou que as visitas de Lira e de outros políticos confirmam o elo entre filiados do PP e “o operador financeiro responsável pelo escoamento das vantagens indevidas”.
Há uma discussão sobre o fato de Lira ser alvo de processo penal em aberto o impediria de assumir a Presidência da República em caso de ausência do presidente e do vice. Ele foi eleito para o cargo de presidente da Câmara na última segunda-feira (1º), com votos de 302 dos 513 deputados. Em uma segunda denúncia em tramitação contra Lira, as visitas a Youssef também são mencionadas. Essa acusação trata da apreensão em 2012 de R$ 106 mil levados no corpo por um assessor que tentava embarcar no Aeroporto de Congonhas.
Para o Ministério Público, o dinheiro tinha Lira como beneficiário e havia sido enviado por meio do secretário parlamentar pelo então dirigente da estatal CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) Francisco Colombo, que morreu em 2014. Youssef, também como delator, depôs nesse caso e afirmou que sabia do esquema nesse órgão.
O doleiro, que deixou o regime fechado em 2016 devido a seu acordo de colaboração, operava o caixa de recursos ilícitos do PP na época em que o partido tinha influência na Diretoria de Abastecimento da Petrobras, por meio do então diretor Paulo Roberto Costa. O ex-diretor foi o primeiro delator da Lava Jato e relatou que negociava pagamentos das empreiteiras com contrato na estatal. Parte era destinada a ele e parte abastecia o partido.
Arthur Lira foi líder da sigla na Câmara na época em que o esquema revelado na Lava Jato estava em funcionamento. Seu pai, Benedito de Lira, hoje prefeito de Barra de São Miguel (AL), também foi delatado. Fora da esfera penal, pai e filho são alvos de ação de improbidade na Justiça Federal do Paraná que trata dos desvios na Petrobras. Eles tiveram R$ 10,4 milhões bloqueados por ordem do juiz responsável e tentam reverter a medida nas instâncias superiores.
O deputado foi ouvido em investigações em 2015 sobre as visitas ao escritório e negou as acusações. Explicou-se afirmando que a primeira visita ocorreu em uma época em que que coordenou a arrecadação da campanha do pai ao Senado, em 2010. Então líder do partido, José Janene, segundo contou Lira, articulou um encontro em São Paulo para tratar de doações oficiais eleitorais com uma pessoa chamada de “Primo”, que, soube posteriormente, se tratava de Youssef.
No ano seguinte, disse o agora presidente da Câmara, esteve no escritório de Youssef para agradecer a contribuição oficial de campanha obtida por meio da empreiteira UTC/Constran. Também diz ter voltado ao local para um encontro com um representante da empresa doadora. Auxiliar do doleiro, Carlos Alexandre de Souza Rocha, também delator, ironizou em depoimento a presença de políticos no edifício: “Ninguém ia ao escritório de Alberto Youssef para rezar”.
Foi o escolhido do Mito para ser presidente da Câmara, o mesmo mito que o gado diz ser contra a corrupção.
Estranho, cadê os comentarios das vaquinhas nessa notícia?????
Bora bovinada, deixem de serem covardes igual ao Bozo, comenta aqui….chamem o Minto de arroxado….
Cambada de fracassados.
Os poderes são independentes.
O PR não vota.
O PR governa.
Vc queria era que fosse nhonho né??
Faz o seguinte.
Fala com o povo de Alagoas pra deixar esse corrupto fora em 2022.
Só assim nunca mais e Presidente da Câmara dos Deputados.
A decisão é nossa entendeu????
Aprenda a votar.
Vc tá doidinho pra votar no maior ladrão do mundo.
Olhe aí de quem é o erro.
Babaca vc!!!
O ritmo do programa de imunização nacional contra a Covid-19 se tornou um dos principais fatores que estão embasando as projeções de crescimento da economia em 2021. A avaliação é que não há como sepraar as duas questões, principalmente diante do recrudescimento da pandemia neste início de ano e da falta de espaço no Orçamento para bancar um programa robusto de estímulos fiscais.
Há divergências, no entanto, em relação ao cenário atual na área de saúde. Algumas instituições e consultorias estão revisando para baixo suas estimativas devido à demora no processo de vacinação e ao aumento no número de casos e mortes neste início de ano. Outras avaliam que o país terá doses suficientes para imunizar rapidamente a parcela mais idosa da população e possui um sistema de saúde capaz de agilizar esse programa.
A economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria, afirma que tem uma projeção mais cautelosa em relação ao crescimento projetado para este ano, de 2,9%, abaixo da mediana do mercado de 3,5% apurada pelo Banco Central na pesquisa Focus. “Uma das razões é justamente a pandemia e o ritmo de vacinação. Ainda que você consiga vacinar ao longo do primeiro semestre os principais grupos de risco, dado que a maior parte da população ainda não estará vacinada, o receio em relação à pandemia, inclusive o medo de consumo de alguns serviços, ainda estará presente”, afirma Ribeiro.
Ela considera que somente ao longo do segundo semestre haverá um percentual mais expressivo da população vacinada. A projeção para o PIB é a mesma do Santander Brasil, que anteriormente tinha uma estimativa de crescimento de 3,4%, mas reviu o dado após o aumento no número de infecções e mortes neste ano.
Lucas Maynard, economista da instituição, afirma que o ritmo de vacinação é fundamental para permitir a retomada dos segmentos mais afetados pela pandemia. “O canal para fazer essa ponte entre vacinação e atividade econômica é a mobilidade. Com o recrudescimento da pandemia, já se pode observar a partir de janeiro uma reversão daquele processo de reabertura”, afirma Maynard. “Se a vacinação atrasar, a gente entende que as medidas restritivas permanecerão por mais tempo. Demorará mais para voltar à trajetória ascendente que a gente vinha observando ano passado.”
Gabriel Barros, sócio e economista-chefe da RPS Capital, afirma que o plano nacional de imunização está atrasado, mas diz que houve algum progresso nas últimas semanas e que as informações já divulgadas apontam para uma oferta de cerca de 400 mil doses neste ano, entre vacinas que demandam uma ou duas aplicações.
Segundo Barros, o país tem atualmente uma média de 250 mil pessoas vacinadas por dia, mas possui capacidade para vacinar até 700 mil. Para ele, a velocidade da imunização é importante para que não se perca, por exemplo, o resultado do programa de suspensão e redução de jornada e salário, que preservou cerca de 10 milhões de empregos em 2020.
Barros afirma que muitas das empresas que aderiram ao programa, que deu também estabilidade temporária aos trabalhadores, estarão livres para cortar esses postos a partir do final deste trimestre. Por isso, é importante que elas tenham a perspectiva de retomar suas atividades. “A previsibilidade do delivery da vacina influencia na decisão das empresas de demitir ou não. Como a gente está tendo algum progresso nesse front de vacinas, isso deve influenciar positivamente para que as empresas consigam manter os empregados. Por outro lado, se a vacinação atrasar, a gente pode jogar fora todo esse esforço que foi feito no ano passado”, afirma Barros, que projeta crescimento de 4% em 2021.
Nesta semana, o novo presidente do Itaú, Milton Maluhy Filho, afirmou que a instituição projeta alta de 4% do PIB em 2021, mas que um atraso no plano de vacinação de seis meses, por exemplo, pode reduzir o crescimento pela metade.
O economista do Itaú Unibanco Luka Barbosa afirma que o avanço no programa de vacinação será importante para a recuperação de setores que respondem por 40% do PIB e que foram os mais afetados pela queda na atividade devido à pandemia, como educação, saúde, alimentação fora de casa, entretenimento e cultura. “Pode ser que seja mais rápido e você tenha uma normalização já no segundo trimestre. Com certeza esse vai ser um motor de crescimento importante para a economia brasileira e mundial.”
Para ele, outros fatores já colocaram o Brasil em uma trajetória de recuperação econômica, como juros baixos, mercado imobiliário em expansão, recuperação da economia global com muito estímulo fiscal e monetário, comércio global acelerando e puxando preço de commodities. “Não é só a vacina que vai gerar a recuperação. Há vários motores contribuindo para o crescimento, compensando a retirada dos estímulos. Não é algo que estou projetando, é algo que já está acontecendo”, afirma Barbosa.
O economista José Márcio Camargo, da Genial Investimentos, também está entre os que revisaram a projeção de crescimento do PIB para este ano, de 3,5% para 3%, devido ao avanço da pandemia, mas avalia que as perspectivas para o processo de vacinação são positivas. Ele diz que a expectativa é ter mais de 300 milhões de doses ao longo de 2021 e que a atual trajetória aponta para a imunização de 100% da população com mais de 60 anos em quatro meses.
“Se tiver vacina —esse é o ponto mais importante. O processo de vacinação no Brasil não está tão rápido quanto todo o mundo gostaria, mas também não está tão lento. Está muito melhor que em alguns países europeus e da América Latina, mas pior que em Israel e nos EUA”, afirma Camargo. “Nosso cenário parte do pressuposto de que o governo vai conseguir as vacinas. Os contratos estão assinados, os insumos já estão vindo. Todos os países têm algum problema com a oferta de vacina. O Brasil está em uma posição relativamente boa em relação à maior parte dos países”, encerra.
O Ministério da Saúde solicitou ao Ministério da Economia um reforço de caixa de R$ 5,2 bilhões para custear principalmente leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados a pacientes com covid-19 no País. O número de leitos financiados pelo governo federal vem caindo desde o ano passado.
Os recursos emergenciais não estavam previstos originalmente no orçamento proposto para a pasta em 2021. O Ministério da Saúde classificou o pedido como “algo normal”.
A pasta vinculou o pedido de reforço à falta de aprovação da Lei Orçamentária Anual, pendente de votação no Congresso. O Ministério da Saúde promete repassar o dinheiro o mais rapidamente possível se houver a liberação por parte da Economia.
“Uma vez obtidos os créditos extraordinários, os repasses são feitos com a maior brevidade possível, atendendo a critérios objetivos, pelo governo federal a Estados, Distrito Federal e municípios”, diz a Saúde. “Considerando que ainda não foi aprovada a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2021, o MS tomou a iniciativa de buscar recursos financeiros para o aprimoramento contínuo dos serviços públicos ambulatoriais e médico-hospitalares do Brasil para o enfrentamento à pandemia, em complemento às ações do governo federal desenvolvidas desde 2020.”
O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) disse esperar que a solicitação “seja bem-sucedida e acatada com urgência”. “Somente assim poderemos seguir com as ações de saúde frente à emergência sanitária que enfrentamos”, diz a entidade.
Além dos leitos, o dinheiro será destinado ao pagamento de médicos e profissionais de saúde residentes contratados por prefeituras e equipes de saúde indígena, além da aquisição de testes de diagnóstico e equipamentos de proteção individual. As informações constam de ofício assinado pelo coronel Élcio Franco, secretário executivo do Ministério da Saúde.
O Conass afirma que já alertou sobre a necessidade de o poder público manter a rede de leitos de UTI instalados ao longo do ano passado – que vem sofrendo redução mês a mês, ao passo que a pandemia persiste. Segundo dados da entidade, em dezembro havia 20.770 leitos em uso, mas apenas 12.003 eram financiados pelo Ministério da Saúde.
O fim dos recursos extraordinários para o enfrentamento da pandemia, segue o conselho, provocou uma queda na quantidade de leitos financiados pelo ministério em janeiro (7.717) e em fevereiro (3.187), em descompasso com o aumento no número de pacientes atendidos.
Esses leitos são considerados “habilitados”, ou seja, o governo federal, em apoio aos Estados e municípios, pode bancar parte dos recursos para custear o funcionamento das UTIs. “Tal situação exige a urgente habilitação de leitos e a garantia do financiamento necessário a seu funcionamento, inclusive para a contratação de recursos humanos”, afirma o conselho.
O ministério informou que o tema foi discutido em reunião mensal com representantes do Conass e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizada em Brasília.
Tem governadores de sorriso de orelha a orelha, de olho nas cifras.
Uma pergunta que não quer calar .
Governadora Fátima Bezerra quando os 5 milhões dos respiradores quando serão devolvidos ao Estado?
Assembleia legislativa do RN vocês irão apurar o contrato das ambulâncias feita pelo secretário de saúde do RN ou vão ficar vendo o dinheiro público sumir?
O Brasil registrou neste sábado (6) mais 36.879 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.363.677 pessoas curadas da doença.
O número de pessoas curadas já representa 88% do total de casos acumulados.
A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de nove vezes superior ao número de casos ativos (903.106), que são os pacientes em acompanhamento médico.
No mundo, estima-se que pelo menos 77,8 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.
Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro é muita gente recuperada graças ao empenho do Ministro da Saúde General Panzuello e Capitao Bolsonaro , que não medem esforços para salvar vidas e empregos.
Sete procuradores que integraram a Lava Jato no Paraná, incluindo o ex-coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol, enviaram nova manifestação aos ministros da Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que seja derrubada a liminar que garantiu o acesso da defesa do ex-presidente Lula (PT) às mensagens da Operação Spoofing. A decisão foi proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski e será avaliada pelo colegiado na próxima terça-feira (9).
O memorial foi apresentado pelos advogados Marcelo Knopfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti, que representam Deltan, Januário Paludo, Laura Tessler, Orlando Martello Júnior, Júlio Carlos Motta Noronha, Paulo Roberto Galvão de Carvalho e Athayde Ribeiro Costa.
As conversas foram obtidas por hackers presos pela Spoofing e revelam troca de mensagens entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol sobre temas que vão desde ‘sugestão de fonte’ contra o filho de Lula a pedidos de movimentação em processos envolvendo o petista. Os advogados do ex-presidente pretendem usar as mensagens para reforçar as acusações de que Moro agiu com parcialidade e encarou Lula como ‘inimigo’ ao condená-lo a nove anos e meio de prisão no caso do tríplex do Guarujá.
A Lava Jato, porém, busca reverter esse cenário e apresentou na semana passada uma reclamação ao ministro Ricardo Lewandowski. Neste sábado (6), o núcleo duro da força-tarefa levou um memorial à Segunda Turma na qual alegam que Lula busca ‘trazer credibilidade ou veracidade’ às conversas, que estão sendo periciadas, para ‘enterrar a Lava Jato’.
Para os procuradores, nenhuma perícia seria capaz de atestar que o material da Spoofing ‘corresponde àquilo que teria sido digitado entre as vítimas’. “Simplesmente porque esse cotejo jamais existiu e mesmo porque, ao tempo da busca e apreensão, muitos usuários já sequer tinham contas ativas no Telegram”, afirmam.
“Fazer perícia do que na origem já é ilícito, imprestável e sem correspondência aferida com aquilo que as vítimas supostamente digitarem ou é perda de tempo ou é jogar para a plateia para tentar desacreditar o resultado do trabalho da Operação Lava Jato”, anotam os procuradores.
Além disso, os procuradores alegam que o compartilhamento das conversas ‘amplia a lesão à intimidade das vítimas e seus familiares’, colocando os ex-integrantes da força-tarefa em ‘risco de vida, integridade e segurança’.
“Por mais que se tente fazer um eco na opinião pública para desacreditar a Operação Lava Jato, o material apreendido na Operação Spoofing jamais poderá ser utilizado como prova em defesas judiciais porque (a) se trata de uma prova ilícita, posto que obtida por meio da prática criminosa; e porque (b) se trata efetivamente de uma prova imprestável, posto que não tem correspondência aferida com aquilo que as vítimas teriam supostamente digitado”, afirmam.
A divulgação das conversas entre os procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro provocou uma corrida ao Supremo para tentar embargar o seu conteúdo. Além dos procuradores, a mulher de Moro, a advogada Rosângela Moro, e a Associação Nacional dos Procuradores da República também pediram que a liminar de Lewandowski seja revogada ou reformada, seja para anular todo o acervo da Spoofing ou para impor sigilo a algumas mensagens.
Nesta sexta (5), o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Humberto Martins, enviou um ofício ao procurador-geral da República Augusto Aras cobrando investigação criminal e administrativa contra Deltan por diálogos com o procurador Diogo Castor de Mattos. Martins pediu que a PGR apure se os dois procuradores tentaram investigar ministros da Corte sem autorização. Eles negam.
De nada adiantarão os apelos. O MECANISMO em favor da corrupção é imbatível, e a única tentativa de punir a corrupção no Brasil em toda a nossa História será extinta. Uma legião de advogados e juristas garantistas trabalham dia e noite para destruir a Operação Lava Jato e proteger corruptos e ladrões de altíssima periculosidade. Afinal, cada um desses bandidos podem representar honorários que chegam a 2 milhões de reais. No Brasil os corruptos pagam advogados carissimos com o dinheiro que roubaram. É uma vergonha.
Só pra lembrar os bolsonaristas, o PGR foi uma indicação do presidente da república que nem estava na lista tríplice viu.
Se façam de desentendidos não viu!
Primeiro aprenda escrever, pelo amor de Deus!!!!!
Erros primários, com raciocínio primário!!!
Tinha que fechar urgente a escola na qual você acha que aprendeu escrever adequadamente o português. Aproveite e feche sua boca com um feixe de capim. Muuuuuuu!
Tinha que " feixar " a escola onde vc estudou!
Todo mundo entendeu.
Tanto faz X ou ch.
MITO 2022.
É o cabaré feixxxado.
Ache ruim, bando de jumentos apoiadores de LADRÃO.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tomou esta semana uma decisão inédita: 21 alunos do curso de medicina, do quarto ao décimo período, foram expulsos sob a acusação de terem fraudado o sistema de cotas étnico-raciais. Além deles, outros 6 estudantes de outros cursos também tiveram suas matrículas canceladas pelo mesmo motivo.
Outros 53 estão prestes a perder a vaga devido à mesma irregularidade.
No processo, a comissão analisa os traços fenotípicos do aluno, como cor de pele e tipo de cabelo. Esta decisão de expulsar os alunos veio após o Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da UFRJ, discutir as sanções em casos de fraudes. Em dezembro, foi deliberado que, verificada a inconsistência entre a autodeclaração e a condição de fato do aluno, sua matrícula seria cancelada e que os autos, enviados ao Ministério Público Federal.
Os alunos com a matrícula cancelada podem recorrer da decisão. Mas, enquanto isso, perdem o vínculo com a UFRJ.
— De forma alguma, podemos compactuar com fraudes no acesso às vagas nos cursos de graduação da maior universidade federal do país — disse a pró-reitora de Graduação da UFRJ, Gisele Pires Viana.
A denúncia, acolhida há dois anos na gestão de Roberto Medronho, então diretor da Faculdade de Medicina, foi feita por um grupo de alunos negros que se sentiram lesados por terem colegas brancos ocupando as vagas de forma ilegal. Criada em junho de 2019 e composta por 54 membros dos diferentes segmentos da universidade, a Comissão de Verificação de Fraudes abriu, então, 168 processos para investigar as informações.
Em 88 casos, os alunos foram considerados aptos a participarem do sistema de cotas e ficaram com suas vagas. Mas a comissão decidiu que os outros 80 não têm direito ao benefício. Desses, 27 processos foram concluídos, e o restante ainda a aguarda a finalização de pendências documentais.
O primeiro lote do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção das vacinas de Oxford/AstraZeneca na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chegou neste sábado (6) no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, vindo da China, de onde partiu às 20h35 da última quinta-feira (horário de Brasília).
O IFA possibilitará a produção de mais 2,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, que já começou a ser aplicada no Brasil a partir de 2 milhões de doses prontas importadas da Índia no mês passado.
Esses insumos para que a Fiocruz produza a vacina de Oxford no Brasil está pronto para ser exportado da China desde 10 de dezembro do ano passado. A demora na liberação do material atrasou o cronograma da produção do imunizante no Brasil.
O IFA é composto por organismos vivos, são conjuntos de adenovírus, que virão para o Brasil em quantidade suficiente para possibilitar a produção das vacinas. Adenovírus é um vetor viral que foi tratado em laboratório para gerar anticorpos no organismo humano sem qualquer tipo de risco.
O insumo foi fabricado no laboratório Wuxi Biologics, na China, e foi vistoriado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim do ano passado.
O laboratório é parceiro da farmacêutica europeia AstraZeneca, que desenvolveu a vacina com a Universidade de Oxford, do Reino Unido.
Depois do desembarque, o IFA será transportado para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), na zona norte do Rio de Janeiro.
Transporte a -55 graus e descongelamento
Já na Fiocruz, após checagens de controle de qualidade, o insumo deve ser liberado na próxima quarta-feira (10) para descongelamento, já que precisa ser transportado a -55 graus Celsius.
O degelo precisa ser feito lentamente, e somente na sexta-feira (12) deve ter início a formulação do lote de pré-validação, necessário para garantir que o processo de produção da vacina está adequado.
Na formulação, o IFA é diluído em outros componentes da vacina, que, entre outras funções, garantem que a armazenagem possa ser feita em refrigeradores comuns, com 2 a 8 graus Celsius.
Após a formulação, uma série de outros procedimentos como o envase e a rotulagem preparam a vacina para distribuição. Tal processo conta com rigorosos testes de qualidade, e a previsão é que o primeiro lote de pré-validação da vacina seja liberado para aprovação da Anvisa no dia 18 deste mês.
A Fiocruz esperava inicialmente o envio de 14 remessas de IFA ao longo do primeiro semestre, cada uma com insumo suficiente para produzir 7,5 milhões de doses.
As duas primeiras remessas deveriam ter chegado em janeiro, e o contrato prevê que a fundação receba o suficiente para produzir 100,4 milhões de doses até julho.
Apesar dos atrasos na chegada do insumo, a Fiocruz afirma que é possível manter o compromisso de entregar a mesma quantidade de doses.
Chegada de mais lotes e nacionalização da produção
Em fevereiro, em vez de dois lotes, cada um para 7,5 milhões de doses de vacina, a Fiocruz receberá três lotes, que, somados, terão o IFA necessário para produzir as mesmas 15 milhões de doses previstas inicialmente.
A chegada dos dois próximos lotes de IFA está programada para os dias 23 e 28 de fevereiro, e a Fiocruz prevê entregar o primeiro milhão de doses prontas entre 15 e 19 de março, e mais 14 milhões de doses até o fim do mês que vem.
No fim de março, a escala de produção da vacina em Bio-Manguinhos deve aumentar de 700 mil doses por dia para 1,3 milhão de doses por dia, o que permitirá entregas maiores: 27 milhões de doses em abril, 28 milhões em maio e 28 milhões em junho. As 2,4 milhões de doses que completam o compromisso de 100,4 milhões devem ser entregues em julho.
Os termos do acordo entre a Fiocruz, a AstraZeneca e a Universidade de Oxford preveem que, inicialmente, o Brasil vai produzir a vacina com IFA importado.
Posteriormente, Bio-Manguinhos vai nacionalizar a produção do insumo, o que deve ocorrer no segundo semestre, a partir de um processo de transferência de tecnologia.
Após a nacionalização do IFA, a Fiocruz prevê produzir mais 110 milhões de doses até o fim deste ano, chegando a um total de mais de 210,4 milhões de doses, o que faz da vacina Oxford/AstraZeneca a que tem mais doses programadas para serem aplicadas na população brasileira até o momento.
Eficácia da vacina
A aplicação dos primeiros 2 milhões de doses que chegaram da Índia recebeu autorização de uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e o pedido definitivo de registro da vacina no país está em avaliação, depois de ter sido concluído no mês passado.
A vacina já foi autorizada pela autoridade sanitária do Reino Unido (MNRA) e também recebeu sinal verde da agência reguladora de medicamentos da União Europeia (EMA). Além do Brasil, outros países como Reino Unido e Índia já iniciaram a aplicação das doses.
A vacina de Oxford tem eficácia geral de 76% nos 22 dias após a aplicação da primeira dose, e de 82% após a segunda dose, que deve ser aplicada três meses após a primeira. Os dados foram publicados na revista científica The Lancet, uma das mais respeitadas do mundo.
Além de prevenir a doença em mais de 80% dos casos, a vacina apresentou 100% de eficácia contra casos graves e hospitalizações. Isso significa que, durante os estudos clínicos, ninguém que foi vacinado precisou ser internado.
Ao participar do lançamento do edital de construção do novo Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) de Bio-Manguinhos, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse na sexta-feira (5), que o Brasil continua a negociar com outros laboratórios desenvolvedores e produtores de vacinas contra a covid-19, como os da Sputnik V, da Rússia, e da Covaxin, da Índia.
Desde dezembro está pronto, já deveria ter chegado em janeiro.
Mas o governo chinês ficou segurando?
Liberou insumos para a coronavac e não para a vacina de Oxford?
E só liberaram para 2,8 milhões de doses?
Por que o STF não dá prazo de 48 h para o embaixador chinês explicar a demora para liberar os insumos da vacina de Oxford?
E forçaram o Brasil a comprar 100 milhões de doses da vacina chinesa?
E Doria quer posar de Salvador da pátria?
Por que o governo federal não exige da Astra zeneca liberar imediatamente a fórmula para o Brasil começar a fabricar as vacinas imediatamente?
Inclusive facilitaria eles abastecerem a Europa…
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (6):
– O país registrou 978 óbitos nas últimas 24h, totalizando 231.012 mortes;
– Foram 50.630 novos casos de coronavírus registrados, no total 9.497.795 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 8.363.677, com o registro de mais 36.879, pacientes curados. Outros 903.106 pacientes estão em acompanhamento.
Anderson Leonardo, cantor do grupo de pagode Molejo, falou em live com o jornalista Betoh Cascardo sobre as acusações que recebeu de que teria estuprado o dançarino Mc Maylon em um hotel.
Na conversa, o cantor de pagode falou abertamente – e totalmente sem filtro – sobre o caso e confirmou a relação sexual, porém seguiu negando estupro.
“Comi? Comi. Estuprei? Não. Comi, com consenso. O veado (sic) estava colocando cada roupa colorida, aquele ‘bagão’ (sic) na frente, grande para c******, e com o maior bundão. Eu falei: ‘Compadre, vou botar no c* dele logo para acabar com essa p****. Botei no c* dele. Pensei que estava até apaixonado pelo c* dele. Mas depois que comi o c* dele, com consentimento, normal” – Neste momento o cantor para o depoimento e afirma que não está tentando se prejudicar ou criar provas contra si próprio, que apenas está relatando fatos. E continuou. “Eu não preciso estuprar ninguém, não. Não preciso”.
Ainda na live, Anderson explicou que conheceu Mc Maylon quando marcou uma reunião no estúdio, para conhecer seu trabalho como cantor. Eu falei: ‘Irmão, independente de qualquer coisa. Você tem alguma música para eu ouvir?’. Ele mostrou uma música até bem produzida. Falei: ‘Você canta bem. Mas eu queria ver você cantar ao vivo”.
Imagem: reprodução/redes sociais
Depois disso, disse o cantor, Mc Maylon teria começado a frequentar os shows do Molejo e teria até se apresentado eventualmente com o grupo. Anderson admitiu que estava em uma fase sensível porque tinha terminado recentemente um relacionamento, e que acabou se encantando.
“Eu tinha terminado um relacionamento e o menino faz uma tatuagem para você? O cara está ali te encantando. Quando começa a te encantar, você não vê cara, bolso, nada. Você só vê uma pessoa. O que acontece? Aconteceu. Entendeu?”.
Anderson ainda frisou que não se importa com os rótulos. “Quer falar que sou gay? [Pode falar] Sou bay, bi, tri, hepta… Não estou nem aí. Como diz a música: ‘eu quero amor, não quero cilada'”
Advogada de defesa se pronuncia
Em nota oficial publicada no Instagram, Fêh Oliveira, advogada de Mc Maylon, falou sobre os ataques que o dançarino vinha sofrendo na internet e repudiou o depoimento do cantor que disse que tinha sido chantageado. Confira a nota oficial na íntegra abaixo:
Imagem: reprodução/redes sociais
“Venho, por meio desta nota, comunicar que assumi a defesa da vítima homossexual Maicon Douglas Nascimento, conhecido como MC Maylon, na denúncia de estupro e assédio sexual contra o cantor supostamente heterossexual Anderson Leonardo, vocalista do Grupo Molejo.
Diante da incontestável prova pericial apresentada à Polícia Civil pela vítima, o cantor entrou em contradição negando o que o mesmo havia comunicado em nota à imprensa publicada no dia 04/02/2021 e admitiu que houve a conjunção carnal (introdução do pênis e ejaculação no ânus da vítima).
Meu cliente vinha sofrendo diversos ataques nas redes sociais por pessoas que duvidavam de sua versão e o acusavam de oportunismo e que agora começam a acreditar na veracidade de seu relato.
O cantor aposta na prática comum de desmerecer a vítima como tese de defesa em crimes sexuais, como vocês acompanharam recentemente nos casos da modelo Mariana Ferrer e das atrizes Dani Calabresa e Duda Reis. A proximidade que os dois mantiveram após o crime se deu em razão de motivos profissionais, nas promessas de gerenciamento artístico da carreira do jovem MC.
No ensejo, repudio qualquer tentativa de imputação de chantagem à vítima ou à sua genitora, a empresária e mãe de santo, Jupira Pinto Nascimento. Mais uma cilada na estratégia torpe de defesa para tentar desmoralizar a vítima”, concluiu.
OL Mc Maylon falou em entrevista na Globo que o Anderson lhe tirou a virgindade … quem em são juízo acredita numa estória dessa? com a idade que já possui, a fila que pode ter passado pelas suas costas é loooongaaaaa…
Mais do que certo, demorou.
E a FAB tb era pra ser notícia de envio de oxigênio em seus aviões, mas infelizmente nós sabemos que notícias e sobre quais produtos que os aviões estavam sendo usados para tranaportar.
Cadê o governador desse Estado???
Ô véi bom esse Bolsonaro.
Mandou logo a marinha.
hehehehehe.
Tampa do Crusch.
Os Governos dos Presidentes FHC , Lula e Dilma acabaram com as Forças Armadas e graças ao Presidente Bolsonaro as Forças Armadas vem se recuperando do sucateamento provocado pelos governos de esquerda.
MITO eterno
Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
Hô homem pra trabalhar.