Polícia

VÍDEO: Tentativa de assalto no Assaí da Zona Norte

Uma tentativa de assalto no atacado Assaí da Zona Norte de Natal ocorreu na noite desta sexta-feira (5). Segundo pessoas que estavam no local, os assaltantes não conseguiram consumar o roubo. Ao ir para a tesouraria do local, funcionários do local o prenderam na sala. Quando os policiais do BOPE chegaram, o levaram para delegacia.

Confira vídeo:

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso quem pode nada em carro blindado ou têm dez seguranças na porta de casa e os imbecis brigando por políticos A ou B. Estamos de um jeito que ao sair de casa você tem que pensar se vale a pena e levar o trocado do ladrão porquê com certeza irá ser abordado em algum momento.

  2. Hô RN sem segurança, até a Senhora Lurdes Gipão quando administrava cabaré, era mas organizada que Fátima Bokus.

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Cidades

Em plena pandemia, governo do Maranhão constrói ‘motéis’ em presídios

A segunda onda da pandemia do coronavírus está a todo vapor, mas o governador do Maranhão, comunista Flávio Dino, priorizou fechar um contrato esta semana com uma empresa de engenharia para construir 22 “módulos de encontros íntimos” em 11 presídios do estado.

A pressa é grande: o contrato obriga a execução da obra em dois meses, mas se atrasar, também são previstos aditivos ao custo global de R$ 1,3 milhão. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Enquanto isso, o Maranhão já registrou quase 210 mil casos da Covid-19 e quase 4,8 mil mortes decorrentes da doença.

O contrato entre o governo do Maranhão e empresa Etech Construção foi assinado no dia 28 de janeiro deste ano. É o terceiro contrato do ano. A grana para construir o “motel” para presos saiu do Ministério da Justiça, a pedido do governo Flávio Dino.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. IDH do Maranhão é herança da família Sarney, quanto ao módulo de visita íntima e para dar dignidade ao familiar que está fora do presídio.
    Ou seria melhor dar o dinheiro para o auxílio paletó?

  2. De ante mão, sou contra visitas íntimas em presídios, para quem está privado de liberdade, seja por qualquer motivo. Com certeza, o projeto acordado com o Ministério da Justiça não teve este título, mas alguma coisa parecido com ampliação e / ou reformas em unidades prisionais.
    Se é permitido receber visitas íntimas, não há nada de errado nisso, porém, deve-se investigar se o objeto do convênio tem este propósito.
    Caso contrário, os recursos estariam sendo empregados em objetos e objetivos diferentes do que foi acordado. Aí passaria ser desvio de finalidade, o que obrigaria ao Estado devolver os recursos para o Ministério da justiça.

  3. O povo ignorante brasileiro têm os políticos que merecem. Acho a informação super condizente com a nossa realidade. Ficaria surpreso se o dinheiro fosse aplicado em rodovias, saúde, educação, diminuição dos salários dos políticos etc.

  4. Os índices de IDH do Maranhão é um dos piores do Brasil. Quem mandou votarem errado, bem feito.

  5. Motel em presídio, para o contribuinte pagar. É mais um estímulo a confirmar que o CRIME COMPENSA. Há algo de muito errado nessa tal de LEP – Lei de Execução Penal. Onde está o Parlamento brasileiro que não vê uma aberração destas?

  6. Se o projeto foi enviado ao MJ e aprovado, o MJ envia o dinheiro e quer a construção executada. Simples.

    1. Esse imbecil aceita tudo feito por petralhas, mesmo que seja absurdamente estarrecedor. É um Canalha picareta da pior espécie

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Esporte

Ladrões invadem casa de Arthur Nory e roubam suas medalhas: ‘Valiosas para mim’

O ginasta Arthur Nory passou por um grande susto nesta sexta-feira. Bandidos armados invadiram sua casa, na região da Lapa, em São Paulo, e roubaram um grande pedaço de sua história de atleta: levaram todas as medalhas do brasileiro, que fez um apelo: “Devolvam, elas têm um valor gigante para mim.”

Medalhista de bronze na Olimpíada do Rio, em 2016, campeão mundial em 2019, ouro e dono de duas pratas dos Jogos Pan-Americanos de Lima-2019 e prata do Pan de Toronto-2015, Nory viu os bandidos fazerem uma limpa em sua galeria histórica, levando todas as lembranças da vitoriosa carreira que ficavam expostas em uma parede de sua residência.

“Tristeza, hoje entraram na minha casa. Além do difícil momento que passamos, os bandidos levaram todas as minhas medalhas. São objetos simbólicos, mas elas representam todo o meu suor, trabalho e dedicação”, escreveu em um desabafo em suas redes sociais o atleta, que ficou na mira de um revólver.

Não há nada mais precioso para um atleta profissional que suas medalhas. Elas representam suas conquistas. Nory ficou bastante abalado, mas buscou tranquilizar os fãs. “Fiquem tranquilos. Graças a Deus está tudo bem comigo. Quero continuar meu trabalho para trazer mais medalhas para casa”, garantiu.

E aproveitou para fazer um apelo aos bandidos.”Não existe qualquer tipo de valor financeiro. Elas são banhadas. Só pra avisar!”, disse. “Se vocês souberem dessas medalhas (sendo vendidas em algum lugar) me avisem e devolvam. Elas têm um valor gigante para mim!”

ESTADÃO

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Saúde

Anvisa ameaça ir ao STF contra brecha para aval de vacina aprovada pelo Congresso

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, viu na noite de quinta-feira, 4, concretizar-se a ameaça do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), de “enquadrar” o órgão. Isso porque o Congresso aprovou alterações em uma medida provisória para determinar que a agência “concederá” o uso emergencial de vacinas aprovadas em outros países, incluindo a Rússia e a Argentina. Na leitura de Barra Torres, que estuda ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra este item, o texto obriga a aprovar as vacinas mesmo sem uma análise da agência brasileira e lança dúvidas sobre a segurança e eficácia dos produtos que entrarem no País por este caminho.

“Se isso prosperar, a Anvisa passa a ter papel meramente cartorial, deixa de ter seu poder de análise. O texto acrescenta essa questão que seria automática (a aprovação), completamente isenta de análise”, disse o chefe da Anvisa ao Estadão. Barra Torres afirmou que a proposta do Congresso, que segue para a sanção presidencial, “destruirá de forma irreparável” a credibilidade do País. “Para quem estiver de fora do Brasil verá que algum motivo houve (para a mudança na MP), por mais que incompreensível. Certamente a credibilidade do País estará comprometida”, declarou.

A possibilidade de acionar o STF ainda é avaliada. Pode ocorrer tanto se Bolsonaro sancionar o artigo quanto se vetar, mas depois o Congresso devolver o texto.

O artigo atacado por Barra Torres foi inserido na medida provisória ainda na Câmara e chancelado pelo Senado. Já há na legislação a previsão de que a agência “pode conceder” a autorização “excepcional e temporária” para a importação de vacinas registradas nos Estados Unidos, Europa, China, Japão e Reino Unido. O Congresso ampliou este leque, inserindo as agências do Canadá, Coreia do Sul, Rússia e Argentina. Além disso, mudou a redação para determinar que a Anvisa “concederá” esta autorização em até cinco dias, mesmo se estas vacinas tiverem apenas aval de uso emergencial nesses países.

Na leitura da autoridade sanitária brasileira, não há mais margem para uma análise técnica e aprovação tornou-se o único caminho, caso prospere o texto aprovado pelo Congresso.

Relator da MP na Câmara, o deputado Geninho Zuliani (DEM-SP) nega que a Anvisa esteja sem poder para análise de vacinas. “Obviamente que não se trata de um ato puramente vinculado por parte da Anvisa, que poderá, caso não estejam presentes os requisitos legais, inclusive aqueles produzidos em atos infralegais posteriormente editados, negar fundamentalmente o pedido formulado”, afirmou ao Estadão.

“Qualifico esse momento como o mais grave que estamos vivendo da saúde pública nacional nas últimas décadas”, disse Barra Torres. Ele afirma que não tomará vacinas aprovadas desta forma. “Se for dessa modalidade, sem análise técnica da Anvisa, eu não tomarei e não aconselharei ninguém a fazê-lo”, declarou.

O presidente da Anvisa disse que não há razão para tornar o processo automático. “A agência deixou de agir de maneira rápida na análise vacinal? Não. Pelo contrário”, declarou, lembrando que o órgão aprovou o uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford/AstraZeneca em 9 dias, o que, segundo ele, foi o rito mais rápido visto entre as principais autoridades sanitárias do mundo.

Sob pressão, ministério quer avançar na compra de mais imunizantes
A Anvisa foi “enquadrada” no momento em que Bolsonaro e o Congresso pressionam pela liberação de novas vacinas. Para não depender principalmente da Coronavac, imunizante associado ao governador paulista, João Doria (PSDB), o Ministério da Saúde avança na compra da Sputnik V e da Covaxin, desenvolvidas, respectivamente, na Rússia e na Índia. A Anvisa, porém, ainda aguarda mais dados sobre a segurança e a eficácia destes produtos.

Ex-ministro da Saúde e líder do governo na Câmara, Barros avisou ao Estadão na quarta-feira, 3, que iria para cima da agência. “O que eu apresentar para enquadrar a Anvisa passa aqui (na Câmara) feito um rojão”, disse. “Eu vou tomar providências, vou agir contra a falta de percepção da Anvisa sobre o momento de emergência que nós vivemos. O problema não está na Saúde, está na Anvisa. Nós vamos enquadrar”, completou o líder do governo.

“Ele (Barros) mostrou toda a sua experiência. Concretizou a ameaça feita pela manhã. Esse enquadramento se deu com a aprovação da medida provisória. É um processo que está deflagrado”, disse Barra Torres, que afirma que servidores da agência estão “indignados” com as falas do deputado e o texto aprovado.

Bolsonaro chegou a desautorizar Barros ao afirmar que a Anvisa “não pode sofrer pressão de quem quer que seja”. A declaração foi feita ao lado de Barra Torres, na “live semanal” do presidente, na noite de quinta-feira, 4. “Entendi a fala do presidente como de apoio à agencia”, disse Barra Torres. O chefe do órgão disse que não comentou com Bolsonaro sobre a fala do deputado ou sobre a discussão do Congresso. Afirmou que enviará sugestões de veto ao texto por meio da Casa Civil.

Ao mesmo tempo que prestigia o órgão, porém, Bolsonaro cobra auxiliares pela compra de mais vacinas e vê a Sputnik V e a Covaxin, especialmente, como promissoras. Há ainda forte lobby político pela aprovação dos imunizantes. A Sputnik V, por exemplo, deve ser distribuída no Brasil pela União Química, que fechou contrato com os russos para ainda produzir o imunizante em solo brasileiro.

O dono da empresa, Fernando de Castro Marques, foi candidato a senador pelo Solidariedade, em 2018, mas não se elegeu. O atual diretor de negócios internacionais do laboratório, Rogério Rosso, é uma antiga liderança do Centrão. Foi deputado federal pelo PSD e governador do Distrito Federal.

Barra Torres reconhece que há ofensiva do Congresso sobre a Anvisa, mas poupa o Ministério da Saúde e Bolsonaro das críticas. Apesar de não citar nomes de farmacêuticas ou laboratórios, o chefe da agência sugere que a retirada de poderes da Anvisa pode ter como objetivo aprovar a entrada de imunizantes que nem sequer tem dados robustos de segurança e eficácia. “Vamos ver se empresas que poderiam se beneficiar deram entrada antes ou ficaram apenas aguardando o efeito da MP. Se aguardaram, qual foi o motivo? Aguardaram tendo solidez dos estudos ou não? Se aguardaram não tendo, o risco sanitário não será mais risco. Será ato concreto contra a saúde da população”, disse ele.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Os editores deveriam ter bom senso de não colocar estas notícias do tipo " ele vai processar", "Anvisa ameaça ir ao STF", afinal se não fizerem o processo isto não passou de uma FAKENEWS.
    O jornal está tomando partido de uma das partes ao colocar a notícia deste tipo "ele vai processar" afinal não vai ouvir o outro lado, isto é tormar partido de uma das partes, simples assim.

  2. Vixe, antes era os partidos de esquerda que queriam recorrer ao STF, para obrigar a Anvisa aprovar vacinas sem garantias de eficácia.

    1. Agora é o Bozo que tem pressa. Não quer ficar pra trás depois de tanta inércia e negacionismo. Vai dormir titia!

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Saúde

Governadores ouvem de representante da China que único meio de adquirir Coronavac é com Doria

Interessados em comprar vacinas contra a Covid-19 direto da fonte, governadores ouviram do representante do governo chinês no Brasil, nesta sexta-feira (5), que só podem adquirir Coronavac do Butantan e, portanto, as negociações devem ser intermediadas pela gestão João Doria (PSDB).

A alternativa oferecida foi a concorrente fabricada pelo Sinopharm. Governadores veem na vacinação por conta própria a chance de acelerar a imunização de grupos estratégicos para a retomada das atividades. Os governadores voltarão a pressionar Eduardo Pazuello (Saúde) na próxima semana para que sejam autorizados a comprar vacinas.

Pelo informado pela China, o Butantan tem um contrato para produzir a Coronavac com matéria-prima importada nas primeiras 100 milhões de doses. Depois disso, o laboratório poderá fabricar o próprio IFA (insumo farmacêutico ativo) e seguirá com exclusividade da comercialização no Brasil.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. “Dória véi arrochado! Pode chorar bolsonalhas e esquerdopatas!”
    Viram? É ridículo falar dessa forma retardada, não importa quem seja o político de estimação.

  2. Olha o chamado da notícia kkkk.
    Ao invés de falar que só se pode adquirir a vacina através do Butantan, o jornaleco fala que através do calça colada. Faz parte do discriminação de fake

  3. Obrigado Dória !
    O grande estadista na luta contra a pandemia
    O salvador do Brasil
    O herói da vida

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Política

Proposta que poderia ter ‘salvo’ Lava Jato espera por decisão de Aras há três meses

Uma proposta para regulamentar as forças-tarefas no Ministério Público Federal está parada há três meses na pauta do Conselho Superior da instituição à espera de uma iniciativa do procurador-geral da República, Augusto Aras. O anteprojeto de resolução define, entre outras questões, como serão escolhidos os procuradores que vão atuar em um esforço conjunto para enfrentar temas nas diferentes áreas de atuação do MPF, incluindo o crime do colarinho-branco.

O tema entrou pela primeira vez na pauta do conselho, órgão de deliberação administrativa, no início de novembro. Se levada adiante à época, avaliam hoje alguns de seus integrantes, a proposta poderia ter “salvo” a Lava Jato em seu modelo original. Aras, no entanto, não abriu o debate. Ele prometeu convocar uma reunião extraordinária para discutir o assunto, o que não ocorreu até este momento.

A proposta surgiu em meio aos embates entre o chefe do MPF e integrantes da Lava Jato. Criada em 2014 para investigar desvios de recursos da Petrobras, a operação foi o principal laboratório de força-tarefa no âmbito do MPF. Outra experiência considerada exitosa foi a Greenfield, que, a partir de Brasília, destrinchou fraudes contra fundos de pensão ligados às estatais.

A Lava Jato definhou frente à ofensiva de Aras, um crítico do formato, e ao desgaste causado após o vazamento de mensagens de integrantes da força-tarefa em Curitiba, incluindo diálogos com o ex-juiz Sergio Moro. Com o fim melancólico no horizonte, um grupo de subprocuradores-gerais do Conselho Superior trabalhou em um texto para tentar sacramentar a figura das forças-tarefa na estrutura do MPF.

Conselheiros admitem que a proposta não tem hoje o mesmo apelo. Ainda assim, defendem-na por avaliar que a experiência de forças-tarefas tem sido positiva no MPF, não só no combate à corrupção, mas em outros temas como questões ambientais. O texto diz que uma força-tarefa será constituída por ato do procurador-geral da República, após autorização do Conselho Superior. Terá prazo de dois anos, prorrogável por igual período.

Além do aval do conselho, os pedidos de força-tarefa serão submetidos a manifestação das câmaras de coordenação e revisão vinculada à temática do trabalho que se pretende fazer. Uma das principais críticas de Aras à Lava Jato era quanto ao critério usado para a escolha dos integrantes da força-tarefa, baseado, segundo ele, em laços de amizade.

A proposta diz que o Conselho Superior formará lista com os membros interessados em integrar forças-tarefas. Será publicado edital, semestralmente, para que os membros informem as áreas de interesse. Os defensores do anteprojeto entendem que a solução encontrada por Aras para a Lava Jato tem problemas.

A força-tarefa passou a integrar o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPF no Paraná, com a ida de seus integrantes para esse grupo. Críticos desta solução afirmam que, embora os Gaecos sejam referência no combate ao crime organizado nos Ministérios Públicos estaduais, eles ainda são novidade no MPF.

O Gaeco paranaense, por exemplo, começou a funcionar no segundo semestre do ano passado. Desde o ano passado, a PGR instalou grupos de atuação especial em cinco estados: além do Paraná, Paraíba, Amazonas, Pará e Minas Gerais. Subprocuradores avaliam que os Gaecos ainda não têm estrutura para investigações mais complexas e aprofundadas, como as da Lava Jato.

Procurada pela Folha, a PGR informou que o modelo de força-tarefa é apenas uma das propostas para regulamentar formas distintas de atuação conjunta dos procuradores da República em tramitação no Conselho Superior do MPF. De acordo com a Procuradoria, há também sugestões para a criação da Unac, uma unidade central de combate à corrupção e ao crime organizado, e mais grupos de atuação especial. A PGR lembrou que o Conselho Superior aprovou a criação dos Gaecos em 2013, e somente em 2020 eles começaram a ser instalados.

Na quarta-feira (4), Aras defendeu a solução encontrada para a Lava Jato por entender que o formato de força-tarefa é precário e requer renovação constante. Os Gaecos, por sua vez, são permanentes, com integrantes designados para um mandato de dois anos, renováveis.

Na quarta-feira (3), ao deixar o Congresso, após participar da sessão de abertura dos trabalhos legislativos, Aras fez uma defesa da alternativa que traçou para a Lava Jato. “Quem disse que foi posto fim à Lava-Jato? Isso não é verdade”, afirmou. “A verdade é que os Gaecos institucionalizam as atividades das forças-tarefas, que não tinham nenhuma institucionalidade. As forças-tarefas continuam no modelo institucional de Lava Jato, onde os membros são os mesmos, com garantias, inclusive, de mandato de biênio, onde existem projetos de início, meio e fim.”

O procurador-geral da República afirmou que a mudança garantirá institucionalidade, acabando com o personalismo. “Com a institucionalidade nós vamos evitar quaisquer condutas que possam haver, expor o próprio membro, a instituição, a sociedade e o Estado, na medida em que a institucionalidade promove segurança jurídica”, disse Aras.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Para mim está bem claro que esse senhor foi postado nesse cargo para defender os interesses da 'Familícia' e de seus apadrinhados, tchau lava jato que esqueceu do PSDB e tomava decisões numa espécie de combinado com o judiciário. Aquela ideia de campanha de combater a corrupção parece ter ficado só na ideia mesmo!!!!

  2. Interesses particulares. Sempre assim, no mínimo no dinheiro envolvido e sabe-se lá mais o quê. Brasil, terra maravilhosa para quem é poderosa e usa dos meios ilícitos para ter vantagem. Tudo normal em se tratando dessa nação de bandidos políticos.

  3. Aras não definiu ainda de que lado se posicionar, ou defensor do crime organizado ou defensor da justiça do MP do país????

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Política

STF não deve devolver direito político a Lula mesmo que Moro seja considerado parcial no caso do tríplex

O STF (Supremo Tribunal Federal) não deve devolver a Lula o direito político de disputar as eleições. Mesmo que Sergio Moro seja considerado parcial no julgamento do ex-presidente no caso do tríplex do Guarujá, neste semestre, o petista deve seguir inelegível depois de eventual veredicto contra o ex-juiz.

O problema é que Lula tem outra condenação, por obras no sítio de Atibaia. Ainda que a defesa do ex-presidente insista que Moro atuou também nesse processo, os ministros da 2ª Turma do STF devem analisar somente o caso do tríplex.

Assim, a condenação de Lula no processo de Atibaia persistirá. E o ex-presidente permanecerá inelegível pelo menos até eventual julgamento de imparcialidade do ex-juiz também neste caso —que não tem data certa para ocorrer.

Juristas e advogados que acompanham o caso do ex-presidente insistem que todos os processos dele em que Moro atuou devem ser tratados da mesma forma. “Parcialidade é uma condição personalíssima. Uma vez admitida para um caso, passa a contaminar todos os demais. A consequência, pois, é a anulação de todos os processos conduzidos pelo Moro que envolvem o ex-presidente Lula”, diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas.​

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Esse era o papel da Lavajato, tirar Lula das disputas eleitorais, só assim abreria brechas para os candidatos dos empresários e anti-povo chegarem ao poder e destruir tudo que foi conquistado pelas lutas trabalhistas. É só ver o que a mesma Lavajato fez no caso Aécio Neves.

  2. Você se esforça, reconheçi, mas não consegue fazer um jornalismo isento. Se onseguisse, teria mais reconhecimento.

  3. Mas vejam só: como pode o processo do sítio não ter a interferência de Moro se a Juíza usou control “c” control “v” (copiar colar) da sentença do triplex?

  4. Também acho que não vai… Mas devem a ele um julgamento imparcial e justo.
    A quadrilha de Curitiba queria glamour e brilho, não estavam preocupados com desvios.
    Milhares de trabalhadores foram demitidos e o saldo recuperado foi uma ninharia.
    Num país sério, uma operação como essa, afastava os diretores das empresas e os empregos eram mantidos e as empresas sofreriam sanções.

    1. Só um babada desse pra dizer que foi recuperado uma ninharia. Otário defensor de quadrilha. Analfa foram BILHÕES de REAIS.

  5. Bandido cheio de direitos só no Brasil mesmo. Tinha era que voltar pra cadeia imediatamente.

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Saúde

Anvisa recebe pedido de estudo clínico da fase 3 da vacina Covaxin no Brasil

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu o pedido de autorização de pesquisa clínica de fase 3 para a vacina indiana Covaxin nesta sexta-feira (5). O pedido foi apresentado pelo laboratório Precisa Farmacêutica, que é a parceira do laboratório indiano Bharat Biotech no Brasil. “Na prática, isso significa que o laboratório responsável entende ser importante e solicita a autorização da Anvisa para realizar estudos clínicos de fase 3 no Brasil”, disse em nota a Anvisa.

O estudo clínico de fase 3 em andamento no país deixou de ser obrigatórios para que uma empresa possa fazer o pedido de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. A decisão foi tomada pela Anvisa na quarta-feira (3).

Com isso, empresas podem, a partir de agora, solicitar o uso emergencial de vacinas com base em dados de segurança e eficácia obtidos em testes em outros países. Neste caso, porém, o prazo de análise passa a ser de 30 dias —e não mais de dez dias, como era até então.

O Senado, entretanto, finalizou a votação da MP (medida provisória) que prevê regras mais flexíveis para a concessão de autorização de uso emergencial. Se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não vetar, a agência terá um prazo de cinco dias para conceder a autorização a vacinas já aprovadas em outros países. A decisão foi criticada pela agência reguladora.

Com a entrada do pedido na Anvisa, a agência vai analisar o protocolo de pesquisa e verificar se a proposta é adequada para gerar dados confiáveis sobre a segurança e a eficácia da vacina. Para a análise de pedidos de autorização de pesquisa de vacinas, o prazo da Anvisa tem levado de 3 a 5 dias, condicionado à apresentação dos dados necessários para a análise técnica.

A pesquisa clínica é a etapa de testes com seres humanos. A autorização da Anvisa é obrigatória para pesquisa no Brasil de qualquer medicamento ou vacina que tenha como foco o futuro registro no país. “A decisão de conduzir a pesquisa no Brasil é do laboratório patrocinador do estudo. A realização de estudos clínicos no país permite que a Agência, assim como os pesquisadores brasileiros, acompanhem o desenvolvimento clínico”, completou a Anvisa.

A Anvisa realizou uma reunião com o laboratório, na primeira semana de janeiro deste ano, para orientar e trocar informações sobre a formatação do estudo. As informações sobre o número de voluntários e os locais em que a vacina Covaxin poderá ser testada estão nos documentos apresentados para a agência e ainda precisam ser analisadas pelos técnicos da instituição.

Atualmente, a Covaxin e a Sputnik V são duas vacinas tidas como “promissoras” pela equipe do Ministério da Saúde devido ao fato de terem parcerias com laboratórios brasileiros para produção nacional.

O Ministério da Saúde informou na tarde desta sexta-feira (5) que está nas “últimas negociações” para adquirir 20 milhões de doses da vacina Covaxin.

Mais cedo, a pasta também informou que pretende adquirir 10 milhões de doses de vacinas Sputnik V importadas da Rússia por meio do laboratório União Química, que tem uma parceria para oferta do imunizante no Brasil.

FOLHAPRESS

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Esporte

Potiguar Gabriel Veron é cortado da lista do Palmeiras para o Mundial de Clubes


Imagem: Cesar Greco/Palmeiras

O potiguar Gabriel Veron acabou cortado da lista do Palmeiras para o Mundial de Clubes. O atacante ainda se recupera de uma lesão na coxa esquerda e não teria condições de disputar nem o jogo de domingo (7), contra o Tigres (MEX), nem uma possível final, na quinta-feira (11). Com isso, o clube já colocou Esteves em seu lugar.

A lesão aconteceu durante os preparativos para a final da Copa Libertadores. O jogador de 18 anos de idade ainda foi inscrito para o torneio no Qatar, pois tinha esperança de se recuperar a tempo do segundo jogo. Como ele continua em tratamento e vai seguir sob cuidados do departamento médico na próxima semana, o Palmeiras decidiu pelo corte.

De acordo com o regulamento do Mundial, as equipes podem fazer mudanças na lista até 24h antes do primeiro jogo — ou seja, no caso do Verdão até amanhã (6) às 15h (de Brasília).

UOL

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Economia

Petrobras confirma ajuste em política de preço, mas reitera independência

A Petrobras confirmou nesta sexta-feira (5) que estendeu de trimestral para anual o período limite de apuração utilizado na aplicação de sua política de preços de combustíveis, mas defendeu que segue praticando valores alinhados à paridade de importação.

“Desse modo, em dado trimestre os preços domésticos podem eventualmente se situar abaixo do preço de paridade de importação desde que essa diferença seja mais do que compensada nos trimestres seguintes”, explicou a companhia em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários.

A manifestação da empresa vem após a Reuters ter antecipado, com informação de fontes, que o prazo para cálculo da paridade pela estatal havia sido alterado de três meses para um ano.

“A Petrobras reforça sua independência na determinação dos preços de combustíveis, seguindo o alinhamento aos mercados internacionais”, acrescentou a estatal no comunicado.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Mude não….
    Se a Petrobrás é um empresa pública de economia mista, então que seus acionistas tem que saber que ela tem resppmsabilidades sociais, não só gerar lucro pra a iniciativa privada.
    kkkkkkkkkkkkkkk
    Valeu presidente Dilma, fazendo escola.

  2. Isso mesmo Manoel, fatiar, vender e esperar acontecer os desastres ambientais acontecer, a exemplo da Vale do Rio Doce.

  3. O litro da da gasolina hj em Macaiba está em torno de R$ 4,94, Tangará R$4,55 no dinheiro, Santa Cruz R$ 4,66 e em Acari R$ 4,95. O problema tbm está na ganância dos donos de postos e governadores.

  4. Eu fiz um abastecimento de gasolina comum em um posto na Maria Lacerda, o preço do litro estava em 4,599 e o tributo federal foi de R$ 9,41 e de tributos estadual R$ 20,30.
    Um absurdo os tributos estaduais.

  5. O BRASIL EXPORTA PETRÓLEO À PREÇO DE BANANA ESTRAGADA PARA, EM SEGUIDA, IMPORTAR À PREÇO DE OURO! MAS ISTO NÃO É PROBLEMA PORQUE NÓS, BRASILEIROS COM "MUITO ORGULHO" PAGAMOS A CONTA! SIMPLES ASSIM! Vão tomar….. um suco de petróleo, bando de m….!

  6. A Petrobrás precisa entender que o trabalhador brasileiro que consome seu combustível ganha em Real R$ e não Dólar ou Euro… É uma safadeza "alinhar" preço do petróleo produzido aqui com mercado internacional… O Brasil é País ainda de terceiro mundo, não se mistura com Países de Economia Sólida.

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Educação

STF decide que Bolsonaro deve seguir listas tríplices, mas o desobriga de escolher 1º nome para reitor de federais

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta, 5, para fixar o entendimento que o presidente Jair Bolsonaro deve seguir a lista tríplice das universidades federais, mas não é obrigado a indicar o nome mais votado pelos colegiados das instituições. O julgamento está sendo realizado no plenário virtual a partir de uma ação movida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questiona diversas nomeações feitas pelo Planalto que ignoraram o primeiro colocado das listas das instituições.

No ano passado, Fachin proferiu liminar atendendo parcialmente a OAB. O ministro determinou que o governo deveria seguir dois requisitos: respeitar os procedimentos de escolha e composição das listas tríplices elaboradas pelas universidades e se ater aos nomes indicados que ‘necessariamente receberam votos dos respectivos colegiados máximos’ das instituições. O ministro, porém, rejeitou o pedido da OAB para obrigar Bolsonaro a escolher o nome mais votado da lista.

O ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência de Fachin em um ponto técnico. Segundo ele, a liminar proferida pelo ministro reproduzia requisitos que já são previstos pela Lei 9.192/1995. O texto define que o presidente da República deve escolher o reitor e vice-reitor entre os nomes da lista tríplice elaborada pelo ‘respectivo colegiado máximo’ da instituição. A lei não estabelece qual dos três nomes deve ser indicado.

Moraes afirmou em seu voto que a lei prevê que o presidente deve seguir a lista tríplice, mas que não é obrigado a escolher, necessariamente, o nome mais votado.

“Presumir-se que a livre escolha, entre os três indicados pelo próprio colegiado, seria, pela opção subjetiva do Presidente da República, um ato político ilícito, é deixar de lado a vontade da própria congregação que, na lista, inclui outros dois nomes específicos de seus integrantes, além do mais votado”, afirmou. “O exercício da discricionariedade mitigada, a partir do simples fato de o Chefe do Poder executivo escolher, dentre os membros em geral do colegiado mais qualificado da Universidade, não significa ato de fiscalização ou de fisiologismo partidário”.

O entendimento foi seguido pelos ministros Kássio Nunes Marques, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso.

Indicado por Bolsonaro, Nunes Marques apontou em seu voto que limitar a escolha do indicado ao primeiro nome da lista tríplice limitaria a ‘discricionariedade constitucional do Presidente da República’ e encontraria obstáculo ‘na própria existência’ da lista tríplice.

Os ministros Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia acompanharam Fachin e estão na ala derrotada do julgamento, que se encerra às 23h59 desta sexta, 5.

Lista tríplice

Desde o início da gestão Bolsonaro, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) contabilizou ao menos 14 indicações que ignoraram o primeiro colocado das listas tríplices, compostas por três nomes mais votados pelos seus pares para a reitoria das universidades. Tradicionalmente, a escolha recaía sobre o primeiro colocado.

Em novembro, por exemplo, Bolsonaro indicou Valdiney Veloso para a Universidade Federal da Paraíba – ele era o terceiro colocado da lista. O mesmo ocorreu em setembro, quando o presidente nomeou Carlos André Bilhões Mendes para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O docente recebeu somente três votos dos colegas, enquanto o primeiro lugar venceu com 45.

O Supremo começou a discutir o tema em novembro a partir de uma ação movida pelo Partido Verde, que acusa o governo Bolsonaro de promover uma ‘intervenção branca’ nas universidades federais ao descumprir a ordem da lista tríplice das instituições, nomeando candidatos que não tiveram o apoio nas votações internas da categoria.

Naquela ação, Fachin votou para obrigar Bolsonaro a seguir obrigatoriamente o nome mais votado da lista tríplice. Na visão do ministro, a prerrogativa conferida ao Presidente da República não é um instrumento de gestão e, portanto, não deve servir como um meio de ingerência ou controle das instituições de ensino.

O julgamento daquela ação, no entanto, foi suspenso após o ministro Gilmar Mendes pedir destaque em novembro – a medida retira o caso do plenário virtual e o coloca em discussão no plenário ‘físico’, hoje realizado por videoconferências. Ainda não há data para este julgamento ser retomado.

Fausto Macedo – Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Se ele fosse obrigado a escolher o primeiro, que sentido teria uma lista com 3 nomes? É cada uma!

    1. O STF livrou o 9 dedos , Dirceu e outros petistas da Papuda. Seu lacáio.

    2. Guantánamo não é o presídio que Obama prometeu retirar de Cuba? Agora sei pq se denomina gado. Pq não pensa.

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Gastronomia

Programa Papo de Fogão deste sábado recebe a gastróloga pernambucana Cláudia Galindo que vai fazer o tradicional bolo de rolo

No Papo de Fogão deste sábado a gastróloga pernambucana Cláudia Galindo vai fazer o tradicional bolo de rolo pernambucano.

E na Dica Rápida vamos fazer um rap bem diferente com frango defumado para um lanche rápido.

O Papo de Fogão é exibido todos os sábados na TV Ponta Negra/SBT/RN, 9h e na Band Nordeste Alagoas, 07h Maranhão, 09h Piauí, 10h30.

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Saúde

Brasil registra mais de 8,3 milhões de pessoas recuperadas da Covid-19


Foto: Serhii Sobolevskyi/Getty Images

O Brasil registrou nesta sexta-feira (5) mais 35.035 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.326.798 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 88,1% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de nove vezes superior ao número de casos ativos (890.333), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 77,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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Celebridades

Vocalista do grupo Molejo confirma em depoimento que “manteve relações sexuais” com cantor que o acusa de estupro, mas nega crime


O cantor Anderson Leonardo deixou a delegacia em Realengo após quatro horas de depoimento sobre caso em que é acusado de estupro Foto: Luiza Moraes / Agência O Globo

Após o vocalista do grupo Molejo, Anderson Leonardo, confirmar em depoimento que ‘manteve relações sexuais’ com cantor que o acusou de estupro, as provas aapresentadas e a serem colhidas serão analisadas. Anderson depôs durante quatro horas na tarde desta sexta-feira, dia 5, na 33ª DP (Realegno) e negou que tenha ocorrido o crime contra o cantor e dançarino de 21 anos que o acusa.

— Recebi com surpresa, como toda galera. Acusação de estupro é uma coisa muito séria e não foi isso o que aconteceu — afirmou Anderson. — É importante dizer que eu estava sendo chantageado, mas aguentei tudo calado. Falei, “se você acha que tem que colocar tudo pra mídia, coloca”. Pensei que ele ia falar o que tinha acontecido, de sair com ele. Mas não esta coisa de papo de estupro, de cueca com sangue e sêmem. Não sou nenhum menino. Sei muito bem quando uma coisa é forçada e quando não é. As provas estão aí e vão aparecer.

O delegado Reginaldo Guilherme, à frente do caso, disse que o músico confirmou ter tido relações com o MC, mas que teria sido consensual. Anderson disse ter imagens que mostram o rapaz em seus shows mesmo após o dia 11 de dezembro, data em que teria ocorrido o crime.

— O depoimento da vítima foi firme. Disse que eles foram ao motel e que houve conjunção carnal. E o Anderson confirmou isso. Houve conjunção e os dois foram ao motel. O Anderson nega o estupro e tudo leva a crer que não tenha acontecido ( Anderson alegou que a relação foi consensual). Vamos agora apurar o que aconteceu. Vamos pegar imagens de câmeras, aguardar o resultado da perícia no material que o MC trouxe, ouvir uma irmã do cantor, e se preciso for, faremos uma acareação entre o MC e o Anderson — disse o delegado.

Anderson Leonardo chegou por volta das 14h30 à 33ª DP. Segundo a vítima, o crime ocorreu no quarto de um motel, na Zona Oeste do Rio, na noite de 11 de dezembro. Ele disse na delegacia ter sido agredido com tapas no rosto e forçado pelo vocalista a manter relações sexuais.

— Tudo aconteceu de forma consensual. Foi tudo permitido. Esta acusação de estupro eu nego. Meu depoimento já foi dado para as autoridades. Será apurada toda verdade. A verdade é que aconteceu sim uma coisa entre eu (sic) e ele, mas tudo permitido por ambos os lados. Relação sexual foi só uma vez — afirmou Anderson.

Na quinta, o jovem apresentou na delegacia uma cueca e um sabonete, que serão encaminhados para perícia. A polícia pretende analisar, através de um exame de DNA, se há esperma do músico no material.

Em depoimento, o cantor contou que saiu de casa, próximo à meia-noite, para encontrar o Anderson, a fim de conversar sobre sua carreira artística em um clube na Taquara, na mesma região. Em seguida, o vocalista do Molejo o teria levado ao motel.

No local, ele afirma ter sido empurrado na cama por Anderson, que ordenou que sentasse. O pagodeiro então teria tirado a roupa e dado dois tapas em seu rosto, forçando-o a ter relação sexual. O cantor disse ainda que foi agredido, xingado e, ao acordar, deixado em uma rua próxima do estabelecimento.

Em nota, Anderson negou as acusações e disse estar “surpreso” com o caso. “O cantor esclarece ainda que lamenta profundamente as declarações envolvendo seu nome, refutando qualquer ato de violência contra quem quer que seja, negando categoricamente à acusação completamente falsa de agressão sexual feita em seu desfavor. Em mais de 30 anos de vida pública, jamais tivera seu nome ligado a qualquer ato criminoso ou que viesse a desabonar ou macular a sua imagem e carreira, seja de sua vida profissional ou pessoal”, diz o comunicado.

O Globo

Opinião dos leitores

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Polícia

‘Taxista’ e mais duas mulheres são presos por suspeita de tráfico de drogas em Natal; Com eles foram encontrados 30Kg de maconha


Foto: Polícia Civil

Policiais civis da Delegacia Especializada de Narcóticos (DENARC) de Natal prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (05), Mara Dalila Guimarães da Silva, 37 anos, Rodolfo Danilo Guimarães da Silva, 34 anos, e Sayonara Silva Rodrigues, 25 anos. Eles foram detidos no bairro Nossa Senhora de Nazaré, na Zona Oeste de Natal, pela suspeita da prática de crime de tráfico de drogas.

De acordo com as informações recebidas pela DENARC, um homem apontado como integrante de uma torcida organizada do Estado estaria traficando drogas em larga escala em Natal, utilizando a condição de taxista como disfarce para realizar o transporte do material ilícito e ainda armazenando a droga em um imóvel. A partir dessas informações, a DENARC realizou diligências que resultaram na identificação do homem como sendo Rodolfo Danilo, bem como do veículo usado por ele e do ponto de táxi em que costumava ficar, no bairro do Alecrim.

Nesta sexta-feira (05), os policiais monitoraram o suspeito, que se deslocou até um imóvel no bairro de Nossa Senhora de Nazaré, onde foi abordado quando saía com uma sacola nas mãos, na qual havia um tablete e meio de maconha. Em seguida, a equipe ingressou na casa e encontrou Mara Dalila e Sayonara Silva, residentes no imóvel, tendo constatado que o local se tratava de um depósito de drogas. Ao total, foram apreendidos aproximadamente 30 kg de maconha e duas balanças de precisão.

Eles foram conduzidos à delegacia e autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Opinião dos leitores

  1. Esse trio está mais próximo do avião PRESIDENCIAL….OU DOS PATETAS. KKKKKKKKK E SABIDO QUE O PRESIDENTE BOSTA NAO DA EMPREGOS, O POVO SE VIRA COMO PODE

    1. Calígula, deve ser da mesma quadrilha do sargento da fab que foi preso na espanha levando cocaína no avião presidencial

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Saúde

Covid-19: Israel aponta dois remédios promissores no tratamento da doença após resultados positivos em testes


Foto: 
divulgação/Hospital Ichilov

A imprensa de Israel informou nesta sexta-feira, 5, a descoberta de pelo menos dois novos tratamentos promissores para a Covid-19. A notícia dá conta que um deles teve taxa de sucesso em 96% dos pacientes com casos moderados e graves em estudos iniciais.

Trata-se da droga EXO-CD24, uma proteína em desenvolvimento para a cura do câncer. A testagem divulgada ocorreu em trinta pacientes, dos quais 29 mostraram uma melhora significativa em dois dias após o uso inalável do fármaco. O paciente restante também se recuperou, mas com maior demora. A posologia descrita é a seguinte: uma aplicação a cada 24 horas ao longo de cinco dias. O estudo ocorreu no hospital Tel Aviv Sourasky Medical Center.

Após esse resultado, o hospital pediu ao Ministério da Saúde local para realizar o ensaio com mais pacientes, diz a imprensa local.

A segunda análise ocorreu no Hadassah Medical Center, em Jerusalém. O fármaco utilizado é chamado de Allocetra e, de acordo com o site Clinical Trials, está em fase 2 de análise. De acordo com o centro de saúde, 21 pacientes em estado crítico e com comorbidades receberam o medicamento. Destes, dezenove evoluíram bem e tiveram alta após nove dias.

Os dois medicamentos atuam no mesmo mecanismo que ocorre em alguns casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus: a chamada tempestade de citocinas. Trata-se de uma resposta exagerada do sistema de defesa do corpo humano após uma infecção. Ao invés de agredir o invasor, a resposta atinge os pulmões, que ficam fragilizados e cheios de líquido.

“São dois estudos de medicamentos como inúmeros outros que estão acontecendo no mundo. Será preciso testar em centenas de pessoas para averiguar melhor essa eficácia”, diz Salmo Raskin, médico geneticista e diretor do Centro de Aconselhamento e Laboratório Genetika. “As respostas iniciais apontam que seu uso poderá ser utilizado em casos severos e graves. Não é uma cura, nem impedirá a Covid-19.”

Veja

Opinião dos leitores

  1. Estou lembrado aqui dos grandes cientistas da associação médica do Rn, que de forma muito “embasada “, reconheceram a ivermectina e CLOROQUINA, como drogas eficazes no tratamento da COVID. O Dr Professor de cursinho, o deputado “oculista “e vários cientistas do farol bar e conversadores de aresia, o infectologista jogador de sinuca dentre outros, apresentaram resultados que foram publicamos em revistas nacionais e internacionais. O pior é a criatura não ter vergonha de se submeter a um papel ridículo desse.

  2. Uma nação abençoada por Deus! Uma terra de muitos cientistas premiados no mundo inteiro!

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