Cidades

Em nota de esclarecimento, Prefeitura de Natal diz que profissionais de Educação Física não estão inclusos na campanha atual de vacinação contra Covid-19

A Prefeitura de Natal diz que profissionais de Educação Física não estão inclusos na campanha atual de vacinação contra Covid-19. O esclarecimento foi realizado em nota por conta de postagens circulando nas redes sociais.

Confira nota completa:

Nota de Esclarecimento sobre Vacinação para Profissionais de Educação Física

A respeito de postagens que estão circulando nas mídias sociais e em parte do noticiário, a Prefeitura Municipal do Natal esclarece que a campanha de vacinação que está promovendo contra a Covid-19 não inclui profissionais de Educação Física.

O público-alvo na atual fase da campanha está restrito a profissionais que atuam na linha de frente nas unidades de vigilância e assistência à saúde no Município — sobretudo hospitais, clínicas, ambulatórios e laboratórios — e idosos residentes em Instituições de Longa Permanência.

Profissionais de Educação Física que atendam a esse requisito, exercendo seu ofício em unidades de saúde, são elegíveis à vacinação, diferentemente dos que estejam vinculados apenas a academias de ginástica e congêneres. Estes e outros segmentos profissionais e sociais serão contemplados em etapas posteriores, à medida que mais lotes de vacina sejam disponibilizados.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os fatos registrados hoje nas redes sociais não aconteceram no âmbito do município de Natal.

De todo modo, a Prefeitura informa que o prefeito Álvaro Dias determinou rígida verificação e, em eventual irregularidade, que sejam apuradas responsabilidades para proceder com as sanções cabíveis.

A Administração Municipal reconhece a importância dos profissionais de Educação Física e da própria atividade em si. Tanto que, no último dia 19, o prefeito Álvaro Dias sancionou lei recentemente aprovada pela Câmara dos Vereadores em que insere as academias esportivas como serviços essenciais à saúde.

A vacinação segue o estabelecido na Política Nacional de Imunização e será ampliada na medida que mais doses forem recebidas.

Prefeitura Municipal do Natal

Opinião dos leitores

  1. Minha mãe de 74 anos não quer mais tomar a vacina, ela falou que virou uma ZONA a vacinação, com todos passando a frente.
    É Brasil porra!!!!!!!!!!!!

  2. A bagunça está grande
    Conheço Personal aqui de Natal que postou fotos sendo vacinadas e conheço também Veterinária que postou

  3. Abrir exceção sempre é complicado. O ser humano tem mania de prioridade quando se trata do próprio umbigo. Se for concedida prioridade a quem se achar melhor que o vizinho, todo mundo vira prioridade. Aí tudo ficará mais complicado.

  4. Um absurdo esta sacanagem dos conselhos de educação física e veterinária, usando artifícios esdrúxulos para conferir privilégio aos seus profissionais em detrimento a quem realmente necessita ser vacinado de forma prioritária. Ainda vem com textinho dizendo que são profissionais da saúde, agindo desse jeito vocês mostram como se preocupam de verdade com a saúde da população.

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Economia

Crédito imobiliário cresce 58,9 no RN em 2020

Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis no Rio Grande do Norte, em 2020, ano de forte restrições econômicas devido à pandemia do novo coronavírus, fecharam em alta. Dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) apontam um crescimento de 69,8% na quantidade de unidades financiadas e de 58,95% no volume de recursos direcionados para o setor. No ano passado, os financiamentos somaram R$ 695,6 milhões ante os R$ R$ 437,6 milhões registrados em 2019. Em número de unidades financiadas no Estado, o quantitativo foi o seguinte: 2.960 ano passado contra 1.760 no ano anterior.

Em decorrência da pandemia, a demanda de crédito imobiliário chegou a cair por alguns meses, mas iniciou uma forte recuperação a partir de junho, com ganho de força ao longo do segundo semestre, impulsionada pela taxas baixas de juros. Mas o levantamento mostra a partir de junho, houve recuperação. Os meses que mais concentraram operações de financiamento para compra e a construção de imóveis foi entre junho e dezembro, com pico de 398 unidades financiadas no último mês do ano. Os dados relativos ao Estado apontam uma alta de 148,75% em dezembro, quando os empréstimos somaram R$ 122,7 milhões, com 398 unidades financiadas. Em igual mês de 2019, o volume de recursos foi de R$ 33,4 milhões para 160 imóveis.

O movimento segue o mesmo comportamento nacional. No País, o volume de imóveis financiados somou R$ 123,97 bilhões em 2020, crescimento de 57,5% na comparação com 2019. O resultado foi o maior da história, superando o montante de R$ 112,9 bilhões visto em 2014, último ano do ciclo de “boom” imobiliário. No mês de dezembro, os empréstimos foram de R$ 17,47 bilhões, alta de 26,2% em relação a novembro e avanço de 101,6% frente ao mesmo mês do ano anterior. O desempenho representa o maior volume nominal mensal registrado desde julho de 1994, quando foi lançado o Plano Real.
Os dados, divulgados pela Abecip, consideram apenas os financiamentos com recursos originados nas cadernetas de poupança. Não entram aí, os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que abastecem o programa Casa Verde e Amarela, que substituiu o Minha Casa Minha Vida. Em termos de número de unidades compradas e construídas, a pesquisa apontou que foram financiados 426,8 mil imóveis em 2020, resultado 43,2% superior ao de 2019, quando foram 298 mil

Nova marca
Para 2021, a Abecip projeta um novo recorde no crédito imobiliário, de R$ 157 bilhões, o que, se confirmado, significaria um aumento de 27% em relação ao valor de 2020. Segundo a presidente da associação, Cristiane Portella, a previsão de expansão é resultado da combinação de vieses positivos entre consumidores, bancos e construtoras. Ela destacou que a queda nos juros aumentou o poder de compra da população. “A melhora das taxas ampliou o número de pessoas capazes de fazer a aquisição. A taxa estava acima de 10% ou 11% em 2017. Hoje está abaixo de 7%. Isso é muito positivo”, enfatizou.

Além disso, há um movimento de valorização das residências, já que as pessoas estão passando mais tempo em casa por causa da pandemia.

A executiva disse não acreditar na possibilidade de uma eventual alta imediata nos juros dos financiamentos neste ano se a projeção do mercado para elevação da taxa básica, a Selic, se confirmar. “Para o curto prazo, não devemos ter aumento de taxa”, citou. “Há bastante competição no setor.”

Ela acrescentou que também vê um movimento de aumento na concessão de licenciamento para empreendimentos imobiliários, bem como avanço na construção de projetos lançados nos meses anteriores – fatores que também alimentarão a demanda de crédito pelas empresas. Por fim, Portella citou que o ambiente jurídico é seguro para os bancos, o que sustenta o apetite das instituições financeiras pela ampliação das carteiras de crédito. (Com informações da AE)

TRIBUNA DO NORTE

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Cultura

‘Bacurau’ entra na disputa por uma indicação ao Oscar 2021

“Bacurau” já está na disputa por uma indicação a todas as categorias do Oscar 2021, com exceção de melhor filme internacional — no ano passado, foi preterido pela comissão responsável por definir o indicado brasileiro ao prêmio. A distribuidora americana Kino Lauber disponibilizou o longa-metragem dos pernambucanos Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ganhador do prêmio do júri do Festival de Cannes em 2019, na plataforma de exibição a que os membros da Academia têm acesso.

O anúncio foi feito pelo ator Silvero Pereira, que interpreta Lunga em “Bacurau”, em seu perfil no Twitter e confirmado ao GLOBO pela Kino Lauber.

A produção estreou em Nova York em 6 de março deste ano, antes de a pandemia determinar o fechamento das salas físicas. De acordo com as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, são elegíveis ao Oscar as produções estrangeiras que ficaram em cartaz em Los Angeles durante ao menos uma semana do ano vigente — e desde que não tenha ficado entre os cinco finalistas da categoria de melhor produção internacional no ano anterior.

Assim, “Bacurau” pode concorrer a todas as categorias do maior prêmio de cinema do mundo. Em outubro, O GLOBO mostrou que a distribuidora americana já mirava, inclusive, na categoria de melhor filme, atenta à tendência da Academia de buscar mais diversidade para a festa.

Lançado no circuito brasileiro em agosto de 2019, “Bacurau” atraiu mais de 800 mil pagantes, além de conquistar inúmeros prêmios em festivais internacionais ao logo de todo o ano, após sua estreia em Cannes, em maio. O thriller sobre uma pequena comunidade no sertão brasileiro assombrada por fenômenos estranhos, que colocam em risco a sua própria existência, ganhou nova força a partir de sua estreia nos Estados Unidos e em praças importantes na Europa. Desde então, ele tem figurado na lista dos melhores filmes do ano — e, portanto, potenciais concorrentes ao Oscar — de muitas publicações, com os jornais “The New York Times” e “The Guardian”, as revistas “Vanity Fair” e “Esquire”, e o site de entretenimento “Indiewire”.

O GLOBO

Opinião dos leitores

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Saúde

Pazuello quer transferir 1,5 mil pacientes de Manaus para outras cidades

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta 6ª feira (29.jan.2021) que remover pacientes do Amazonas para outros estados é a prioridade para desafogar o sistema de saúde local. Segundo o ministro, sem a remoção de 1.500 pacientes, não há como estabilizar a situação no estado. “Vão continuar morrendo de 80 a 100 pessoas por dia, pois não há UTIs e não se cria uma UTI de uma hora pra outra“, afirmou.

Pazuello passou a semana em Manaus. Acompanhou de perto a crise causada pelo alto número de infecções do coronavírus e a falta de oxigênio para pacientes internados em hospitais. “O que vai resolver neste momento o atendimento especializado é a remoção. Já removemos 320 pessoas de Manaus e estamos trazendo de volta praticamente 80 curados“, disse.

Pazuello também afirmou que o Amazonas é a prioridade de vacinação no país. E elogiou a iniciativa de outros estados, que doaram 5% da cota para Manaus. As falas foram feitas na cerimônia de recepção dos médicos que vão reforçar o enfrentamento da covid-19 e o atendimento nos postos de saúde de Manaus. 108 profissionais foram contratados pelo programa Mais Médicos, do governo Federal.

POLÍCIA FEDERAL VAI APURAR

A Polícia Federal abriu um inquérito nesta 6ª feira (29.jan) para apurar a conduta do ministro Pazuello durante a gestão do colapso na rede de saúde do Amazonas.

O pedido foi feito no sábado (23.jan) pelo Procurador Geral da República, Augusto Aras, e no dia 25 de janeiro, e encaminhado pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Segundo dados do Ministério da Saúde, atualizados às 18h20, o Amazonas tinha 261.574 casos confirmados de coronavírus e 7.793 mortes.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Essa pandemia começou na China como toda a tecnologia e desenvolvimento rapidamente chegou a todo globo, imagine o que essa nova variante de Manaus pode fazer com o Brasil, não estou aqui regriminando o transferência de pacientes para outros estados, mais tudo bem como diz esse maluco que votei nele para nunca mais, tudo é em benefício da econômica , fazer o quê? esse ministro militar da Saúde que de Medicina não entende nada era já para estar fora e respondendo processo criminal, é um fantoche do presidente

  2. Esse milico, junto com esse governador do Amazonas, esse prefeito de Manaus e esse incompetente desse miliciano e presidente, tem culpa no cartório.

  3. Tá vendo a corda apertar no pescoço só quer palco e plateia, Remover 1500 pacientes não é a mesma coisa que encher um Jumbo com caixar de Leite condensado.

  4. "Ele vai tirar o sofá da sala,.."
    Tem resolver o problema lá.Vai espalhar este vírus e piorar esta pandemia.
    A culpa disto tudo é do chefe,daqueles que criticaram a tentativa frustrada de lockdown em Manaus em dezembro,o Eduardo bananinha e a Kics.

  5. E tá controlado; todo o gado está vacinado desde novembro do ano passado. Isso é só um surtindo de uma gripizinha. Talkei, toma cloroquina que passa, caso não passe ozônio furical com ivermectina. E se não for anti comunista, tome as gotinhas do Maduro.

  6. Mas ele não disse que estava tudo controlado ? E o estoque de remédios para tratamento preventivo que o alesado recomenda ? Eita povo incompetente .

    1. Antes de enviar a cloroquina ele e sua boiada deveriam saber que a grande maioria do povo amazonense tem tomado há a cloroquina devido a malária, portanto, se já usam costumeiramente, nem diminuiu a propagação do COVID, imagine curar.

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Política

Pesquisa nacional mostra que Bolsonaro lidera todos os cenários para presidente

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisas revela que, se a eleição presidencial fosse realizada hoje, o presidente Jair Bolsonaro venceria a disputa em todos os cenários, contra todos os pré-candidatos, inclusive no “mano-a-mano” do segundo turno.

Em um primeiro cenário, Bolsonaro seria o mais votado com 30,5% dos votos, contra 12% de Sérgio Moro, enquanto o eterno candidato Ciro Gomes (PDT) somaria 10,6%, à frente de Fernando Haddad (PT), com 8,5%, Nesse cenário, Luciano Huck tem 8,1%, João Doria (PSDB) 5,4%, Guilherme Boulos (Psol) 3,5% e João Amoedo 2,9%.

No segundo cenário, Bolsonaro também lidera, com 31% das intenções de voto, contra 17% de Lula (PT), caso o ex-presidente pudesse participar da disputa. São seguidos por Sérgio Moro (12,1%), Ciro Gomes (9,2%), João Doria (5,3%), Boulos (3,6%), Amoêdo (3,3%) e Marina Silva, do Rede, com 2,3%.

No cenário 3, o atual presidente soma 33,7% contra 12.1% de Ciro, 11,7% de Haddad, 9,4% de Huck, 6,7% de Doria, 3,8% de Mandetta (DEM), 3,1% de Amoêdo e 1,1% de Flávio Dino (PCdoB).

Em hipotético segundo turno para presidente da República, Bolsonaro também lidera, em cenário contra Lula (42,4% a 35,7%), Moro (39,1% a 37,6%), Ciro (43,7% a 34,3%), Doria (44,9% a 29,4%) e Huck (42,7% a 33,2%).

O Paraná Pesquisas entrevistou 2002 eleitores em 204 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 22 e 26 de janeiro.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. E no segundo turno …kkkk
    Coloca o resto da pesquisa , BG.
    E não ganha no primeiro turno., empata com o Moro no segundo.

  2. Eita véi duro! é igual a massa de pão, quanto mais apanha mais cresce. Os fracos que se arrebentem…

  3. Qual a margen de erro da pesquisa em segundo turno??? Acho que está matéria é desforcada da verdade por isso, ao me ver teria empates técnicos em várias situações.

  4. A Petralhada e a Esquerda Petrolão, quer derrubar Bolsonaro pq sabe se ele for candidato em 2022 a Vitória será no 1º Turno,a Quadrilha quer voltar,mas o POVO não ACEITA,Pau Neles Bolsonaro !!!!!!

  5. Outras pesquisas diz que a rejeição a êle,o Bozo,é pior que a de Dilma.
    Ele terá no final 25% de robôs,este número por si só ja o coloca a frente de qualquer pesquisa agora.

    1. Claro que ele perde em todas as pesquisas, não tenho dúvida, basta você acreditar nas pesquisas da Globolixo.

  6. O controlV e controle C de Cláudio Humberto , está com tudo hj em BG ! Vamos ver se anima mais a Gadolândia.

  7. Ai papai ! O Doidin derrete feito picolé no sol ☀️. Vá levar péia grande nas eleições .

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Política

‘Doria da vacina’ é opositor mais fraco de Bolsonaro, revela pesquisa

Apesar das tentativas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de virar o “herói nacional” da vacina contra Covid, levantamento do instituto Paraná Pesquisa mostra que o atual presidente Jair Bolsonaro venceria todas os adversários, em eventual disputa presidencial, e que o tucano continua sendo seu adversário mais fraco. Em eventual confronto direto em 2º turno, Bolsonaro venceria o governador por 44,9% a 29,4%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No levantamento do Paraná Pesquisas de 28 de novembro e 1º de dezembro, Doria tinha 23,8%. Cresceu 5,6 pontos. Bolsonaro caiu 6,2.

No 1º turno, Doria também melhorou seus números, mas continua atrás de Bolsonaro, Ciro, Haddad e Huck, e empata com Boulos e Amoêdo.

A vitória mais apertada para Bolsonaro, de acordo com a pesquisa, seria contra seu ex-ministro da Justiça Sergio Moro: 39,1% a 37,6%.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

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Política

Planalto suspeita de conspiração contra Bolsonaro no caso do assessor

Os ânimos arrefeceram, após a atuação da turma do “deixa disso”, mas a calma é só aparente, após um importante assessor do vice-presidente Hamilton Mourão ter sido pilhado conspirando para derrubar o presidente Jair Bolsonaro.

Mourão demitiu o assessor parlamentar, responsável por suas relações com o Congresso e reafirmou sua lealdade a Bolsonaro, mas o Planalto está ainda mais desconfiado do vice, já excluído de todas as decisões. Ele já não é convidado nem mesmo para reuniões banais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para tentar superar a desconfiança e recuperar as relações com Bolsonaro, Mourão terá de fazer bem mais que demitir o conspirador. O Planalto ainda avalia a possibilidade de investigação sobre eventual crime de conspiração do assessor de Mourão, mas a legislação é vaga.

Criminalistas não veem crime no complô do assessor. Mas “depende de investigação criminal”, explica o professor Carlos Eduardo Gonçalves. Segundo o advogado Marcelo Diniz, “embora evidente a conspiração” para prejudicar o presidente, “não passou de atos de planejamento”.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. A paranoia e esquizofrenia levam a quadros desconfiança até com a sombra . O Doidin me parece que se enquadra nesse contexto . PIXU lê muito sobre psicologia e psiquiatria . Esse negócio de se transformar em jacaré ?, é muito esquisito .

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Política

Baleia Rossi: “Minha independência em relação a Bolsonaro é nítida”

Candidato à presidência da Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (MDB-SP) busca demarcar a distância entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, reforçando que, apesar de ter votado com o governo nas pautas econômicas, é independente – “mas não oposição”, sustenta.

Ele destaca que seu adversário, Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo Palácio do Planalto, tenta criar a narrativa de que ambos são governistas para igualá-lo. “Minha independência é nítida”, reclama.

Em entrevista por escrito ao Metrópoles, o emedebista, que é apoiado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-SP), diz, ao ser questionado sobre ter coragem de abrir um processo de impeachment contra Bolsonaro, que “já passou da hora de acreditar em super-homem” e que é preciso respeitar e seguir a Constituição.

“Todos sabemos que o presidente [Jair Bolsonaro] errou”, afirma.

Leia entrevista completa no Metrópoles.

Opinião dos leitores

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Saúde

Governo tenta destravar autorização para a Sputnik, tratada como possível ‘vacina de Bolsonaro’

Pressionado a abastecer o País com vacinas contra a covid-19 e pela dependência da Coronavac, que já foi chamada no passado pelo presidente Jair Bolsonaro de a “vacina de João Doria”, o governo federal tenta avançar na compra de outros imunizantes. A Sputnik V, da Rússia, é vista como uma das mais promissoras por interlocutores do presidente e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mas ainda esbarra na falta de dados para a aprovação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nos bastidores, defensores dizem que a Sputnik poderia se tornar “a vacina de Bolsonaro”.

No Brasil, ela será produzida pela farmacêutica União Química, que planeja trazer ao País 10 milhões de doses prontas até março. Além disso, programa produzir outras 150 milhões em 2021 – e espera fabricar o insumo farmacêutico ativo no País.

Bolsonaro reuniu-se na quarta-feira com o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, e um dos temas tratados, segundo apurou o Estadão, foi a aprovação da Sputnik V. Como mostrou a Coluna do Estadão, o Ministério da Saúde disse à União Química que está “disposto a formalizar as tratativas comerciais para eventual aquisição dos lotes do imunizante”, caso a empresa receba aval para o estudo de fase 3 e peça o uso emergencial à Anvisa.

A discussão ocorreu no momento em que o governo de São Paulo e o Ministério da Saúde travavam novo duelo pela Coronavac. A gestão Doria afirmava que, sem manifestação rápida da pasta, poderia até exportar as 56 milhões de doses da vacina que o Butantan deve produzir a partir de maio. O governo – que já comprou 46 milhões de unidades – entendia que podia responder sobre a compra dos lotes restantes até 30 de maio – mas, com a pressão, o contrato será assinado na terça.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, chegou a dizer anteontem, à Rádio CBN, que não descartava abrir mão da segunda compra da Coronavac, caso tivesse outras opções.

Outras vacinas
Além da Sputnik V, o ministério também trata como promissora a Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. Mas, até agora, só foram publicados dados da primeira fase de pesquisa do imunizante. O governo ainda negocia a importação de mais 10 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca da Índia e conta com a produção de imunizantes pela Fiocruz e pelo Butantan.

O Instituto Gamaleya, de Moscou, que desenvolveu a Sputnik V, divulgou que sua taxa de eficácia é de 91,4%, mas ainda não publicou em artigo científico os detalhes do ensaio clínico. Ainda não está claro, por exemplo, quanto tempo a proteção da vacina pode durar. A distribuição da Sputnik V, porém, ainda esbarra no aval da Anvisa, que aponta falta de dados básicos para poder liberar o uso emergencial do imunizante. Faltam também pesquisas de fase 3 do produto no Brasil.

Em conversas entre Planalto e Ministério da Saúde não é descartado um drible na agência sanitária, mas há resistência. Dispensar a análise da Anvisa bateria de frente com o discurso do presidente de que apenas vacinas seguras e eficazes, certificadas pelo órgão, serão distribuídas. Foi o argumento usado para atrasar a compra da Coronavac e da vacina da Pfizer.

Ainda assim, uma ideia por enquanto remota é permitir que vacinas aprovadas na agência sanitária da Rússia pudessem receber autorização excepcional para importação e distribuição no Brasil. Esse aval chegou a ser colocado em minuta da Medida Provisória 1.026/2021, que liberou a compra de imunizantes sem registro da Anvisa, mas foi excluído do texto final. Pela MP atual, só produtos registrados em EUA, União Europeia, Reino Unido, Japão e China entram na regra. Outro caminho seria imitar a decisão da Argentina, que deu o aval para o uso emergencial, com uma recomendação pouco aprofundada de sua agência reguladora.

A Anvisa detalhou ao STF a falta de dados da Sputnik, em ofício de 22 de janeiro, onde ressaltou que sequer informações exigidas para realizar a pesquisa no País foram apresentadas. Faltam ainda dados de eficácia e segurança do produto, entre eles, os de “toxicidade reprodutiva”, que mostram que a vacina não leva à infertilidade ou prejudica o desenvolvimento de um embrião, feto ou recém-nascido. O pedido foi devolvido pela agência à empresa.

A União Química não informou ao Estadão quando enviará os dados cobrados, mas interlocutores da empresa afirmam que as exigências serão cumpridas e esperam receber o aval para os estudos em breve.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. E o bolsomata, quer vacina comunista? E gado já vacinado com cloroquina, ivermectina e ozônio furical vai se vacinar de novo? Quem entende esse povo? Vacina comuna agira é ua solução? E se vira jacaré? Melhor tomar leite moçanaro.

  2. Bailia e Paraná já vem tentando usar essa vacina ?. A vacina de Tonho será leite moça . Aí papai !

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Política

Planalto repassou milhões de verba extra a caciques do Congresso

O governo do presidente Jair Bolsonaro inovou na prática de trocar verbas por votos no Congresso. Enquanto seus antecessores direcionavam seus esforços para cooptar o chamado baixo clero, grupo de parlamentares sem influência nas decisões da casas legislativas, mas que votam da mesma forma, o atual governo privilegiou caciques na Câmara e no Senado, empoderando ainda mais esses políticos. É o que mostra uma planilha de controle de recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional, revelada nesta quinta-feira, 28, pelo Estadão, que beneficiou 285 congressistas com R$ 3 bilhões de dinheiro extra, além dos recursos que eles já têm direito a direcionar por meio de emendas.

Até mesmo quem não tem mandato, como o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, pode indicar valores para obras. Um dos nomes fortes do Centrão, Kassab se tornou um conselheiro de Bolsonaro, mesmo sendo próximo do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), arqui-inimigo do mandatário.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) é quem recebeu a maior fatia do dinheiro “extra” destinado a redutos eleitorais por indicação política. No comando da Congresso, Alcolumbre se tornou um fiel escudeiro do presidente e evitou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho de Bolsonaro, fosse alvo do Conselho de Ética por seu envolvimento em um suposto esquema de rachadinha quando era deputado estadual no Rio.

A divisão da bolada tem sido negociada pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e acontece em meio à tentativa do Palácio do Planalto de eleger aliados no comando da Câmara e do Senado. A planilha, informal e sem timbre, inclui repasses de recursos do Orçamento que não são rastreáveis por mecanismos públicos de transparência, que vão além daqueles que os congressistas têm direito via emendas parlamentares. A “caixinha” paralela das obras do Ministério do Desenvolvimento Regional soma R$ 3 bilhões e, de acordo com a planilha, embora atenda a indicações de 285 parlamentares, há uma concentração de R$ 1,77 bilhão apenas entre dez senadores e quinze deputados.

Na condição de líder do Progressistas, o deputado Arthur Lira (AL), candidato de Bolsonaro ao comando da Câmara, aparece como tendo indicado R$ 109,6 milhões para obras em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, fora outros R$ 5 milhões indicados individualmente. O grosso do montante, R$ 70 milhões, foi para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do Rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf), e outros R$ 30 milhões para o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), por meio de Termos de Execução Descentralizada, sem especificar quais Estados ou municípios devem ser atendidos. Lira tem apadrinhado indicados nesses dois órgãos.

No topo da lista, Alcolumbre teve aprovadas 44 indicações de repasses do governo federal em valores que totalizam R$ 329 milhões, considerando apenas as verbas extras do Ministério do Desenvolvimento Regional. Numa comparação, o montante supera, com folga, os R$ 289 milhões que o governo reservou para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos na proposta orçamentária de 2021.

O governo também destinou cifras elevadas por indicação do presidente nacional do Progressistas e líder do partido no Senado, Ciro Nogueira (PI), num total de R$ 135 milhões; do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), R$ 125 milhões, e do relator do Orçamento no ano passado, deputado Domingos Neto (PSD-CE), R$ 170 milhões. Baleia Rossi, candidato de Rodrigo Maia, e Arthur Lira, apoiado por Bolsonaro, lideram corrida pela presidência da Casa; siga distribuição de votos por deputado, partidos e Estados

Presidente do PSD, Kassab pôde direcionar R$ 25 milhões para três obras. Uma parte desse valor (R$ 10 milhões) aparece na lista como tendo sido indicada por ele em conjunto com Domingos Neto. O dirigente da sigla consta na planilha a que o Estadão teve acesso como “deputado”, cargo que não ocupa mais desde 2005, quando se tornou vice-prefeito e depois prefeito de São Paulo. Ele e parlamentares do PSD destinaram ao todo R$ 608 milhões da “caixinha”. O partido de Kassab conquistou um ministério no ano passado, quando o deputado Fábio Faria (PSD-RN) assumiu o Ministério das Comunicações, recriado por Bolsonaro para atender ao partido.

Nesta sexta-feira, o presidente indicou que pode aumentar o número de pastas na Esplanada dos Ministérios para distribuir a aliados caso seus candidatos vençam a disputa no Congresso. “Se tiver o clima no Parlamento, ao que tudo indica as duas pessoas que nós temos simpatia devem se eleger, não vamos ter mais uma pauta travada. A gente pode levar muita coisa avante e quem sabe até ressurgir ministérios”, disse, em referência a Lira e ao senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que disputa o comando do Senado com o apoio do Planalto.

Leia matéria completa no Estadão.

Opinião dos leitores

    1. A ignorância existe sim ! Mais uma reportagem distorcida para confundir os eleitores do Mito. Para os come capim “ a forma de o governo federal distribuir as verbas para os diversos municípios brasileiros é principialmente através de EMENDAS dos parlamentares e claro que o governo federal pode sim escolher quais emendas deve ou não liberar , se for para os aliados, ÓTIMO, para os bandidos da esquerda que só querem derrubar o presidente , NADA !!! Xupaaaaaaaaa que é de uva !!!!

    2. Mas Jonas, rapaz, tu és muito sabido, tanto quanto patriota. Quem não pactua com as sandices do idiota-mor não presta, né? Pra quem faria a nova política, pra quem não se juntaria a corruptos e pra QUEM NÃO TERIA BANDIDOS NA FAMÍLIA…????

  1. A corrupção acabou a velha política morreu, a matata acabou… Fora PT, fora Dilma…
    Rindo orrôres da cara do Gado….????????

  2. Eh a nova política talkei! Não falem mal do meu presidente. Tudo que sai da boca dele eh a mais pura verdade e a realidade não importa. Sou gado e ando de viseira talkei! Quem falar mal dele eh comunista, esquerdista, socialista, taxista, frentista e tem que ir morar na Venezuela ou em Cuba talkei e se não for ele o PT volta viu! Kkkkkkkkkkkkk. Muuuuuuuuu

  3. É a nova política do Doidin da CLORIQUINA . O probo , o honesto o supra sumo da moralidade e dos bons costumes . Eura que o negócio está esculhambado .

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Saúde

Butantan negocia exportação de Coronavac com países sul-americanos

Países do Cone Sul têm avançado em negociações para adquirir a vacina Coronavac por meio do Instituto Butantan. Outros o fazem por via direta com o laboratório chinês Sinovac, como o Chile, que recebeu os primeiros 2 milhões de doses na última quinta-feira (28). No Uruguai, o presidente Luis Lacalle Pou anunciou, no último sábado (23), que já está encaminhada a compra de 1,75 milhão de vacinas do laboratório chinês. Na estimativa dele, elas começariam a chegar entre o final de fevereiro e em março. Faltaria apenas o pagamento.

Na terça-feira (26), porém, o diretor do Butantan, Dimas Covas, afirmou à Folha que, diferentemente do que disse o mandatário uruguaio, o acordo com esse país não estava fechado e que havia apenas um “pré-acordo em andamento”, sem especificação do número de doses. As declarações de Covas levantaram polêmica no país vizinho. Na última quarta-feira (27), Lacalle Pou voltou a afirmar que o acordo havia sido feito por meio de “um representante autorizado da Sinovac”. A efetivação da compra por meio de outra empresa descumpriria o acordo entre o Butantan e o laboratório chinês, segundo Covas.

Nesta sexta (29), em entrevista coletiva, Covas afirmou que as negociações envolvendo o Uruguai continuam a todo vapor e são feitas de forma tripartite. “O pleito do país é discutido pelo Butantan junto com a Sinovac. Neste momento temos uma sinalização muito positiva da Sinovac de uma liberação de 500 mil doses para esses países, excluindo Uruguai e Colômbia, que estão negociando diretamente com a Sinovac, com a participação do Butantan.” E acrescentou: “brevemente teremos as assinaturas de contratos, que não estão assinados. Menciono que toda essa negociação é feita sem prejudicar em nenhum momento o que está planejado para o Brasil. São doses adicionais que virão prontas diretamente da China ou que serão produzidas no Butantan, mas que não afetam em nada os quantitativos anunciados para o programa nacional de imunização”.

Na Argentina, de acordo com a agência pública oficial de notícias do país, a Télam, a negociação com o Butantan está em estágio “adiantado”. Covas reafirmou à Folha que o acordo com a Argentina é “o mais avançado de todos no processo de possíveis exportações” do Butantan. Por ora, a Argentina vem vacinando profissionais da saúde com a vacina russa Sputnik V. Já foram aplicados 200 mil doses. Porém, o instituto Gamaleya, que fabrica a Sputnik V, vem descumprindo as datas da entrega dos primeiros 5 milhões de doses, e a Argentina começa a ficar sem opções, uma vez que recusou a oferta da Pfizer por afirmar que não tem como investir nos ultracongeladores necessários.

Assim, o governo afirma que está correndo para assinar contratos para a compra de doses das chinesas Sinopharm eSinovac, ainda sem número de doses ou de datas definidas. O Paraguai divulgou um programa de vacinação que tem como objetivo imunizar seus 7 milhões de habitantes. “A ideia é que 30% da população seja vacinada por meio do mecanismo Covax”, disse à Folha Guillermo Sequera, diretor-geral de vigilância sanitária do país.

A vacinação no Paraguai está prevista para começar em meados de fevereiro. A reportagem apurou que 2 milhões de vacinas estão sendo negociadas com a Sinovac, por meio do Butantan. Ainda haveria pedidos para oferecer a Coronavac para o Peru e a Colômbia. O diretor do Butantan afirmou à Folha que, com relação a outros países da América Latina, “há conversas, mas ainda nenhum contrato foi assinado com os países”. E que, portanto, “não há definição de prazos de entrega nem de valores.”

Em paralelo a essas negociações, o diretor cobrava, por meio de ofício, informações concretas do Ministério da Saúde sobre a intenção de comprar ou não mais doses da vacina Coronavac. Segundo Covas, o instituto deve cumprir o contrato de entregar 46 milhões de doses ao ministério, mas existia a possibilidade de o governo federal contratar mais 54 milhões.

O Butantan precisava dessa definição para fazer o planejamento da importação de insumos e a produção de novas doses, inclusive para esses futuros acordos com países vizinhos. Nesta sexta, Covas afirmou que recebeu uma mensagem do governo federal, ainda não oficial, dizendo que comprará as vacinas na próxima terça, e o Ministério da Saúde confirmou a informação.

Até o momento, o Butantan já entregou por volta de 6 milhões de doses ao governo federal. No dia 3 de fevereiro, devem chegar da China insumos para a fabricação de 8,6 milhões de doses. A expectativa do Butantan é conseguir entregar todas as doses compradas pelo governo federal até abril.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O competente , organizado , preparado e maravilhoso governador Doria é um exemplo de gestor . Além de salvar o Brasil vai ajudar aos nossos irmãos sul americanos . Enquanto isso o alesado manda não usar máscara , tomar Cloroquina e usar leite moça . Pense numa diferença grande de .

    1. DÓRIA o que aumentou diversos IMPOSTOS, inclusive ELEVOU o PREÇO DA CESTA BÁSICA;

      DÓRIA que tranca comércio, bares e restaurante a partir das 20:00hs até 06:00hs do dia seguinte; o COVID tira folga para descanso nesse horário?

      no RN onde estão os cinco milhões?

    2. Otario é otario e come capim tbem ! Xupaaaaaaaaaa, tome Ozônio !

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E ai, bora correr?

Já conhecido entre corredores e triatletas amadores, o treino integrado agora ganha espaço entre atletas profissionais em busca alto rendimento com menos lesões

Por Breno Perruci / @eaiboracorrer

No dia 5 de fevereiro de 2020, o atacante Wallyson, do ABC, sofreu uma contusão grave. Durante uma partida contra o Aquidauanense, válida pela segunda fase da Copa do Brasil, disputada no Mato Grosso do Sul, o jogador fraturou a tíbia. Na volta para Natal, o atleta passou por uma cirurgia ortopédica e a previsão inicial era de que a volta aos campos em jogos oficiais seria em no mínimo dez meses, mas esse tempo foi encurtado.

Quatro meses após a cirurgia o atacante já estava dando os primeiros trotes e surpreendentemente, no dia 7 de setembro, ele entrou nos minutos finais da decisão do campeonato Estadual no Estádio Frasqueirão e ajudou o ABC a conquistar o título sobre o América. Ou seja, três meses antes do previsto. Uma narrativa de filme, mas que teve um ingrediente diferenciado que poucas pessoas sabem.

“A rapidez e a qualidade da minha recuperação se deram por vários fatores, mas não tenho dúvida que o treino integrado teve uma participação fundamental nisso. Eu descobri o Integrado ainda em 2019 via Amanda, nutricionista do ABC. Falei pra ela que queria um algo a mais, que minimizasse minhas deficiências e fortalecesse o que tenho de melhor. Ela me apresentou o professor Leo e já começamos um trabalho juntos. Resultado, entrei em 2020 voando e em 7 jogos já tinha feito 7 gols, foi quando veio a fratura. O integrado já tinha me ajudado antes, me ajudou na recuperação e me ajuda até hoje.”, revela Wallyson

De fato o atacante não deixou mais o Integrado. Continuou com as aulas em paralelo à preparação física feita no ABC. Mesmo após a desclassificação do time na série D do ano passado e as férias dos atletas, Wallyson decidiu permanecer e o foco passou a ser se apresentar melhor que todos pra temporada 2021. Objetivo também alcançado.

“Eu parei praticamente só uma semana porque tava com uma pequena inflamação. A minha meta era se apresentar ao clube com pelo menos 80% do meu preparo em dia, o que faz uma diferença gigante quando chegamos das férias pra começar do zero e deu certo. Eu tinha muitas dificuldades em alguns movimentos e graças ao integrado não tenho mais. Ele trabalhou minhas deficiências, fortaleceu meus pés, meus dedos, os músculos adutores, o abdome. Melhorei em diversos aspectos. No arranque, na pisada, jeito de correr e no dia a dia.”, destaca Wallyson

O jogador treina Integrado na Academia Concept e é supervisionado pessoalmente pelo professor Leo Lopes há mais de 1 ano. Leo, que é professor de educação física, master em Motricidade Voluntária Funcional (MVF), explica porque a modalidade que já era a queridinha de corredores e triatletas, agora chegou também aos atletas profissionais de alto rendimento.

“Os estudos avançaram e já está comprovado que não há mais como treinar pra alta performance sem pensar no corpo como um todo, mas de forma cirúrgica. O integrado é uma atividade voltada pra todas as articulações e todas as valências como recuperação, ganho de massa, agilidade, explosão, velocidade, condicionamento físico, estabilidade, mobilidade, tudo de forma equilibrada. A gente atua diretamente no reequilíbrio de descompensações articulares e trabalhamos em cima do objetivo individual de cada um.”, frisa Leo Lopes.

Segundo o professor, o grande diferencial para as demais modalidades é que o integrado não compete com nenhuma e serve justamente de suporte pra todas. Diante de uma avaliação biomecânica, são identificados os déficits de cada atleta e assim as correções dos problemas e a evolução dos pontos fortes são possíveis. Outro ponto destacado é que não só os atletas amadores ou profissionais são contemplados. O trabalho também é focado de forma múltipla, seja pra quem já está no esporte e pensa em praticar com longevidade, seja pra quem busca melhorar as funções da vida diária.

“Cada vez mais estamos recebendo idosos e crianças. Com os idosos nós trabalhamos toda uma cadeia que beneficia significativamente a qualidade de vida. Já com as crianças a gente prepara pra o que vier pela frente. Eu sempre digo pra eles que estão começando algum esporte e ao mesmo tempo fazem integrado conosco que eles já largam com uns 3 passos à frente, porque desde cedo estarão com as articulações preparadas pra suportarem as demandas que virão. Se o integrado fosse aplicado nas escolas, certamente nós teríamos adultos sem tantos problemas articulares e posturais, bem como uma legião de atletas melhores.” Finaliza Leo.

Opinião dos leitores

  1. Muito bom a Concept , profissionais de alta qualidade , tratou da minha lesão e hoje estou em perfeitas condições

  2. A eficiência desse tipo de treinamento é comprovadamente satisfatória na recuperação de diversos tipos de lesões.
    Quanto ao Wallyson…é um ex-atleta em atividade.
    Desagregador e desmotivado.
    Tanto que, por onde passou jamais se firmou como titular e seu melhor momento foi em 2011, quando foi campeão pelo Cruzeiro e dividiu a artilharia daquela edição da libertadores com o argentino do Cerro Portenho-PAR Roberto Nanny, com sete gols.
    Muito pouco prá quem saiu daqui com "status" de craque e voltou para enterrar o clube que o projetou numa série D.

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Saúde

Em quatro décadas, Brasil reduz de 55% para 5% capacidade de produção de insumos farmacêuticos

Nos anos 1980, o Brasil produzia 55% dos insumos farmacêuticos consumidos no país. Hoje, esse percentual caiu para 5%, segundo dados da Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos). O tema ganhou destaque nas últimas semanas diante da necessidade de importação de insumos para a produção da vacina contra a Covid-19. A dependência da China e da Índia, sobretudo, para o fornecimento desses produtos é um dos problemas que têm atrasado o cronograma de vacinação do país.

O cenário era bem diferente há 40 anos, quando o Brasil se aproximou da autossuficiência na fabricação de medicamentos, segundo a Abiquifi. Segundo o presidente-executivo da associação, Norberto Prestes, até a década de 1980, o país produzia metade dos insumos consumidos internamente, incluindo antibióticos, por uma questão de soberania nacional.

Nos anos 1990, porém, a indústria nacional sofreu um baque com a abertura comercial, que, ao reduzir tarifas, barateou os importados na comparação com o produto brasileiro. De acordo com o professor de economia da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Feldmann, inicialmente, a indústria brasileira tentou acompanhar o preço da produção estrangeira, mas muitas empresas não conseguiram e quebraram, e os preços voltaram a subir.

“Esse movimento de abertura comercial ocorreu em toda a América do Sul, mas não ocorreu na Ásia. Em um primeiro momento, o fabricante brasileiro teve que baixar o preço para competir, mas isso não se sustentou. Como consequência, houve aumento da nossa dependência do setor externo”, afirma.

Naquela época, também foram extintas medidas de proteção à produção interna de IFA (ingrediente farmacêutico ativo), utilizado na produção de vacinas. Atualmente, a China e a Índia são responsáveis por 74% da importação de IFA necessário para a fabricação da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e da Oxford/AstraZeneca, fabricada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). O restante é importado, principalmente, de Alemanha, Itália, Estados Unidos e Suíça, segundo a associação do setor.

“O Brasil não produz mais nenhum antibiótico. O que estamos vivendo na ciência, com essa dificuldade de insumos, não é uma questão pontual. O Brasil nunca trabalhou na vanguarda, sempre menosprezou a própria capacidade tecnológica”, critica Prestes.

De acordo com o diretor da faculdade de economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, um processo de abertura comercial bem conduzido tende a estimular a produtividade e a competitividade da economia. No caso do Brasil, no entanto, houve aumento de desemprego e falência de empresas, diz o economista. “Tivemos um conjunto de erros. Houve concorrência enviesada que propiciou um aumento de produtos importados de forma insustentável. Com a mudança tarifária, ficou mais barato importar um produto final em vez de obter insumos para a produção. Como resultado, o país teve aumento de dependência de importação e um processo de desindustrialização”, afirma.

Segundo o economista-chefe do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), Rafael Cagnin, a dependência de insumos importados na indústria farmacêutica não é uma questão restrita ao Brasil.

“Há dependência de insumos da China e da Índia também em outros países, mas a pandemia trouxe um alerta às cadeias globais de que é possível haver rupturas de fornecimentos em quadros excepcionais não somente na pandemia, mas em outros eventos que podem se tornar mais frequentes, como desastres ambientais”, disse.

Para Renato Kfouri, diretor da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações), embora o Brasil seja referência no Programa Nacional de Imunização, faltou ao país uma visão de longo prazo para situações emergenciais . Ainda segundo ele, vacinas de alta tecnologia demandam investimentos contínuos e de longo prazo em equipamentos, laboratórios de biossegurança, pesquisa e desenvolvimento, capacitação e produção de insumos e matérias-primas. “Ao mesmo tempo que a gente tem grandes laboratórios, técnicos bem formados e capacitados, não há um grande investimento. Acabamos ficando muito dependentes do mercado internacional, que normalmente tem preços muito baratos”, disse.

Apesar do benefício no curto prazo, com a importação de produtos mais baratos do que o Brasil é capaz de produzir, Kfouri ressalva que, em situações emergenciais de saúde pública, como a pandemia do coronavírus, o país acaba ficando para trás na fila dos insumos, tornando-se incapaz de produzir a vacina. Prestes, da Abiquifi, também destaca a falta de investimento em inovação como um dos principais problemas do Brasil. Ele critica, por exemplo, o foco em medicamentos genéricos da indústria farmacêutica nacional, produtos que em sua visão são, na prática, cópias de outros já desenvolvidos. “A gente não tem uma política pública de incentivo à produção nacional, não tem premiação para isso. O governo poderia incentivar: ‘quanto mais pesquisa você fizer, mais eu vou premiar, eu compro de você o que for inédito, eu ajudo você a investir’”, afirma.

A falta da tecnologia necessária para a produção de testes da vacina obrigou a Farmacore a fazer uma parceria com uma empresa americana. A startup brasileira, com sede em Ribeirão Preto (SP), está desenvolvendo um imunizante brasileiro contra o coronavírus. “Nosso maior entrave foi na hora de produzir o lote piloto da vacina, porque o Brasil não tem capacidade instalada para produzir os testes em fase 1. Como o país não tem essa tradição, tivemos que fazer essa produção nos Estados Unidos”, afirma Helena Faccioli, presidente da Farmacore. “A intenção agora é trazer essa tecnologia para o Brasil por meio de processo de transferência e produzir nacionalmente todos os insumos”, diz.

Um movimento nessa direção foi a criação, pelo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), da Rede Vírus. O projeto envolve unidades de pesquisa, institutos de ciência e tecnologia e laboratórios que, em conjunto, atuam na produção de conhecimento sobre o coronavírus. Segundo Prestes, o grupo apoia iniciativas de vacinas que estão sendo desenvolvidas pela academia e por startups, mas falta ao grupo a participação estratégica da indústria. “É uma pena que a indústria não esteja nesse processo de inovação. Ela não liderou isso. Ela não viu isso como uma maneira de ganhar visibilidade, de promover a própria marca no mundo”, afirma.

O Instituto Butantan está construindo desde novembro um laboratório especializado para a produção do IFA. De acordo com o gerente de Parcerias Estratégicas e Novos Negócios do instituto, Tiago Rocca, as obras devem ser concluídas no fim de setembro. “Depois dessa obra, com equipamentos instalados e a planta em operação, vamos precisar de uma certificação da Anvisa. A partir daí, vamos poder executar a transferência de tecnologia e produzir nacionalmente o IFA”, explica.

Em nota, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) afirmou que aguarda a chegada do primeiro lote de IFA importado da China para iniciar a produção nacional de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Não há previsão de chegada ao país. A instituição espera a emissão da licença de exportação, a conclusão de procedimentos alfandegários e afirma que mantém o cronograma de entrega de 210,4 milhões de vacinas em 2021. “A Fiocruz está com todas as suas instalações prontas para iniciar a produção, mas ainda depende da chegada do IFA”, afirma.

Além da compra de insumos da China, a instituição negocia com o Instituto Serum, da Índia, a importação de doses adicionais de vacinas prontas.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Podemos agradecer ao governo do luladrão cachaça/Dilma estocadora de vento a situação caótica que temos hoje, estamos na situação atual graças ao luladrão cachaça/Dilma estocadora de vento que deu prioridade na importação dos insumos a produção nacional .
    Esperar o que de um presidente cachaceiro ladrão que acha um estádio de futebol mais importante que um hospital.

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Saúde

Ceará monitora 55 pacientes infectados com possível nova cepa do coronavírus

O Ceará monitora 55 pacientes que podem estar infectados com uma nova cepa do coronavírus. A informação é da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). São 33 pacientes do sexo masculino e 22 do sexo feminino que podem estar infectadas com uma variante do vírus causador da Covid-19.

Destes, apenas um paciente veio transferido de Manaus, em acordo com o governo do Ceará. A nova cepa é oriunda da capital do Amazonas. No estado do Norte, o vírus modificado já foi identificado em nove municípios. Há casos confirmados em São Paulo e no Pará. Dos 55 pacientes sob investigação no Ceará, 40 são viajantes e 15 são pessoas que tiveram contato com infectados.

O Hemoce analisou 33 amostras recebidas, das quais 16 possuem critérios técnicos para isolamento viral e foram enviadas à Fiocruz/RJ.

G1 CE

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Saúde

Número de vacinados contra a covid-19 no Brasil chega a 1,8 milhão

O número de pessoas vacinadas contra a covid-19 no Brasil chegou nesta sexta-feira, 29, 1.874.078, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Nas últimas 24 horas, 22 Estados informaram dados atualizados. O balanço leva em consideração registros repassados por um total 25 Estados e o Distrito Federal.

O maior número de vacinados pertence a São Paulo, que começou a aplicação das doses no última dia 17. Até agora, o Estado imunizou 359.587 pessoas. No Rio de Janeiro, o número é de 157.075 imunizados.

SP  – 359.587

RJ – 157.075

BA – 154.720

MG – 148.785

RS – 145.168

PR – 134.448

PE – 96.274

CE – 81.921

GO – 75.496

MA – 55.495

ES – 50.945

SC – 48.733

DF – 44.315

MS – 44.152

RN – 42.121

AL – 40.636

PA – 38.647

AM – 31.604

PB – 31.342

PI – 29.551

SE – 18.957

MT – 18.009

RR – 9.037

TO – 6.994

AC – 5.249

AP – 4.817

Nesta sexta-feira, o governo de São Paulo informou que começará, a partir do dia 8, a vacinar idosos dentro do programa de imunização contra o coronavírus. Nesta data, começa a vacinação de idosos com idade de 90 anos ou mais. Os que têm 85 anos ou mais receberão a primeira dose do imunizante a partir do dia 15.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Nessa conta entraram os veterinários, afinal eles são médicos (sic), e os educadores físicos?
    Porque eles estão sendo vacinados antes dos médicos de verdade e dos idosos.
    Mas esperar que não vejamos oportunismo numa hora como essa é esperar muito.

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Polícia

Quadrilha ataca carro-forte e rouba R$ 1,2 milhão em cidade paraguaia da fronteira; Dinheiro era transportado para de Foz do Iguaçu


Foto: Polícia Nacional do Paraguai/Divulgação

Um carro-forte foi atacado com explosivos, no fim da tarde desta quinta-feira, 28, depois de deixar a cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira do Paraguai com o Brasil. Os criminosos usaram armas de guerra, como uma metralhadora ponto 50, para obrigar o veículo a parar. O bando fugiu levando R$ 1,2 milhão que eram transportados para a cidade brasileira de Foz do Iguaçu, no Paraná. A polícia paraguaia acredita na participação de criminosos do Brasil no ataque.

A abordagem do veículo pela quadrilha aconteceu na localidade de Juan Emilio O’Leary, no departamento de Alto Paraná, próxima da fronteira com Sete Quedas, no Brasil. Os bandidos usaram bombas para fazer o carro-forte parar e dispararam as armas para obrigar os quatro homens que efetuavam o transporte a abrir o veículo e entregar seis malotes com o dinheiro. Nenhum deles ficou ferido. Uma das caminhonetes usadas no roubo foi encontrada incendiada nas proximidades.

De acordo com a polícia paraguaia, um dos veículos usados no ataque tinha a metralhadora fixada na parte traseira. Conforme o Departamento de Investigações do Alto Paraná da Polícia Nacional do Paraguai, há suspeita da participação de integrantes da facção brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC) no ataque. Desde 2016, o PCC trava uma guerra com outras facções para o controle do tráfico de drogas na região.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Cade o sr. presidente do Brasil..o milagreiro dos BESTAS…o senhor das promessas…o senhor da segurança…oh oh oh como o Brasil vai bem…podem dormir de portas abertas

    1. Mané, o assalto foi no Paraguai, Bolsonaro é presidente de lá também?

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