Saúde

Veja o que já se sabe sobre a nova mutação do coronavírus encontrada no RJ

Cientistas descobriram uma nova mutação do coronavírus no estado do Rio de Janeiro. A nova cepa derivou da B.1.1.28, a linhagem que já estava em circulação no Brasil desde o início do ano. O estudo não indica que a nova variante seja mais transmissível ou agressiva, apenas relata sua descoberta. Como para as demais linhagens do Sars-CoV-2, tampouco há indícios de que esta possa reduzir a eficácia das vacinas que começam a chegar no mundo, frisam os pesquisadores.

Veja o que já se sabe sobre esta nova mutação:

De onde vieram os genomas analisados? 

De coronavirus extraídos de 180 pessoas: 82 homens e 98 mulheres, de 19 municípios do estado do Rio de Janeiro. A maioria (60,6%) são da capital. A pesquisa foi realizada em parceria com a Secretaria de Saúde do estado, de abril a novembro, com as amostras coletadas no Centro de Triagem e Diagnóstico (CTD) para a Covid-19 da UFRJ, do Laboratório Central Noel Nutels, e do Laboratório de Diagnóstico Molecular Doutor Francisco Rimolo Neto, em Maricá.

Qual a origem da nova linhagem? 

“Estimamos que a cidade do Rio de Janeiro representa a fonte primária das linhagens do vírus em circulação dentro do estado”, diz o estudo. Se trata de um trabalho de análise da forma como o vírus sofre alterações à medida que se replica, evolui e forma novas populações.

A nova linhagem afeta a capacidade de transmissão ou de agravar a Covid-19? 

O estudo não investigou isso. A linhagem chama a atenção porque uma de suas mutações está numa região específica de uma proteína do coronavírus, a espícula ou S, necessária para que ele possa infectar as células humanas. Mas isso não quer dizer necessariamente que o torne mais contagioso ou que a infecção seja mais grave.

E as mutações encontradas podem afetar a resposta de defesa do organismo? 

Tampouco se sabe se afeta a resposta do sistema imune. No estudo, os cientistas dizem que “também identificamos a mutação G23012A (E484K) na região RBD da proteína espícula. Essa alteração foi previamente associada com o escape de anticorpos neutralizantes contra o Sars-CoV-2. Porém, novas análises são necessárias para saber se mudanças em novas linhagens têm efeito importante sobre a infectividade do vírus, a resposta imune ou a severidade da doença.” Ou seja, é preciso continuar o estudo para descobrir.

Por que mutações na proteína S são tão importantes? 

Porque essa proteína é a chave que o coronavírus usa para entrar nas células. Especialmente importante é uma região da proteína chamada RDB. A RDB é a parte específica que o Sars-CoV-2 usa para se prender e entrar nos chamados receptores ACE2, a “porta” de entrada nas células humanas. Tanto a linhagem brasileira quanto a britânica apresentam mutação na região RDB. Como a proteína S é essencial para a infecção, é alvo de muitas das vacinas contra o coronavírus.

Essa mutação pode afetar a eficácia de vacinas? 

As vacinas são projetadas para estimular uma resposta muito mais completa e cientistas acreditam que pode levar anos até que o coronavírus possa mudar o suficiente para torna-las ineficientes.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Por que não há uma vacina igual para o vírus da gripe que se modifica constantemente ?
    Agora o Covid-19 pode modificar que a vacina é a mesma, muito curiosa essa informação.

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Economia

Após fim do Pronampe, governo planeja novo modelo de crédito para pequenas empresas em 2021

Em uma corrida contra o tempo, a Câmara dos Deputados aprovou ontem mais R$ 10 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas. Para os empresários, os recursos devem chegar em boa hora e podem motivar uma nova corrida aos bancos em busca de financiamento, como ocorreu nas primeiras duas etapas do programa. Apesar do período de fim de ano, nos setores de comércio e serviços, muitos se queixam de que a demanda não avançou como o previsto em razão do aumento de casos da Covid-19 e dos efeitos da crise econômica.

O dono da rede de restaurantes Bom Galeto, Alcides Monteiro Neto, percebeu que o movimento não subiu como o esperado nas últimas semanas nos restaurantes que ficam nas ruas e na unidade em shopping. Para ele, isso é resultado da combinação de desemprego alto, perspectiva de fim do auxílio emergencial e inadimplência:

— Desde a reabertura, crescemos mês a mês e estávamos com uma expectativa grande em dezembro, quando, geralmente, aumentamos as vendas em torno de 40% na comparação com novembro. Mas, desta vez, está sendo bem diferente. As pessoas estão segurando mais o dinheiro ou simplesmente não têm.

Durante o ano, ele obteve crédito na segunda fase do Pronampe e usou a verba para pagar contas atrasadas, folha de pagamentos e impostos.

Versão descentralizada

Para 2021, o governo vai colocar de pé uma espécie de versão descentralizada do Pronampe. Trata-se de um sistema para incentivar bancos a concederem crédito a micro e pequenas empresas por meio de cooperativas financiadas por estados, municípios e entidades empresariais. A ideia é facilitar empréstimos a negócios de pequeno porte, após o fim do Pronampe.

A proposta agora é fazer com que a oferta de recursos esteja mais próxima do pequeno empresário ou do empreendedor. Batizado de Sistema Nacional de Garantias, o novo plano do governo federal prevê que cada estado, cidade ou região tenha uma instituição chamada de cooperativa de garantia. Empreendedores poderão recorrer a entidades para garantir crédito junto aos bancos.

Decreto no início de 2021

O modelo de cooperativa de garantia que o governo planeja será uma nova versão de uma instituição existente, mas pouco conhecida, a Sociedade de Garantia de Crédito (SGC). A principal novidade é a integração das entidades ao sistema financeiro nacional. Segundo o governo, isso facilitará que sejam financiadas por agentes como governos locais, instituições como Sebrae e associações empresariais.

— Se você tem uma central de garantia do Paraná, o estado do Paraná pode prever que os recursos fomentem apenas operações de microempresas do Paraná — diz a subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, Antonia Tallarida.

Em última instância, o governo federal garantirá as operações, mas não injetará recursos de antemão, como no Pronampe. O Tesouro Nacional atuará para garantir as cooperativas.

Atualmente, as SGC oferecem garantias para empreendedores que buscam crédito junto a instituições financeiras. No entanto, o Ministério da Economia avalia que, por não fazerem parte do sistema financeiro, essas cartas não são bem recebidas pelos bancos.

O sistema nacional de garantias está previsto na lei do Simples Nacional, mas nunca foi regulamentado. A ideia é publicar um decreto no início de 2021 para dar segurança jurídica e fazer a regulamentação por meio do Conselho Monetário Nacional (CMN).

A subsecretária destaca que é um trabalho de médio prazo, pois necessitará de divulgação para estados e municípios.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente esses recurso quando chega já tem seus escolhidos pelos gerentes das instituições financeiras.

  2. Infelizmente esses recurso quando chega já tem seus escolhidos pelos gerentes das instituições financeiras

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Mundo

Trump diz que pacote de estímulos é uma “vergonha” e pede novo projeto

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se recusou nessa 3ª feira (22.dez.2020) a ratificar o pacote de ajuda de US$ 900 bilhões (cerca de R$ 4,6 trilhões) para aliviar os efeitos da pandemia na economia norte-americana. Segundo o republicano, o projeto aprovado pelo Congresso na 2ª feira (21.dez) é uma “vergonha”.

Ele exige que sejam feitas emendas ao texto. “Pedirei ao Congresso que elimine imediatamente os itens inúteis e desnecessários dessa legislação e apenas me envie um projeto de lei adequado”, afirmou.

Trump argumenta que trechos do projeto não estão relacionados à covid-19. Num discurso que foi postado em sua página do Facebook, ele diz que o pacote “não tem quase nada a ver com a covid”.

“Esse pacote contém US$ 85,5 milhões para assistência ao Cambodia, US$ 1,3 bilhão para o Egito e ao corpo militar do Egito, que vai comprar equipamento militar russo, US$ 25 milhões para a democracia e programas de gênero no Paquistão, US$ 505 milhões para Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá.”

O presidente norte-americano diz que parte do dinheiro, US$ 40 milhões, iria para o Kennedy Center, em Washington, que “não está nem aberto para negócios”. Outros US$ 154 milhões seriam destinados à National Gallery of Art, que “essencialmente também não está aberta”.

“Eu peço que o Congresso faça emendas à essa proposta e aumente os ridículos US$ 600 para US$ 2.000 ou US$ 4.000 para um casal”, diz Trump. O valor foi anunciado como auxílio a trabalhadores desempregados.

Além de pagamentos a pessoas em situação vulnerável, o pacote propõe auxílios a pequenas empresas e à distribuição de vacinas contra a Covid-19.

Trump criticou o montante destinado a pequenos negócios, especialmente restaurantes. Ele diz que, com isso, pouco dinheiro seria destinado ao “povo americano, que precisa, e que não tem culpa [pela pandemia]”. “A culpa foi da China.”

No final do discurso, Trump diz a mudança é necessária para evitar que a próxima administração precise aprovar um novo pacote de alívio. “E talvez essa administração seja eu”, declara.

PODER360

Opinião dos leitores

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Saúde

Vacina da Oxford começa a ser entregue em fevereiro no Brasil

A 1ª leva de vacinas contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, deve ser entregue ao Ministério da Saúde a partir de 8 de fevereiro. A informação foi divulgada nessa 3ª feira (22.dez.2020) pela presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade.

O PNI (Programa Nacional de Imunização) receberá 1 milhão de doses de 8 a 12 de fevereiro e mais 1 milhão na semana seguinte.

A previsão do Ministério da Saúde era receber 15 milhões de doses do imunizante ainda em janeiro. O governo federal tem acordo para a aquisição de insumos e a transferência de tecnologia para a produção local da vacina pela Fiocruz.

A meta da fundação é produzir 700 mil doses diárias a partir da 3ª semana de fevereiro. A presidente da Fiocruz afirmou que a produção começará em janeiro.

“A grande angústia da nossa sociedade é com relação ao início da vacinação. Então, vou só informar a todos que, no caso da Fiocruz, nós estaremos recebendo ingrediente farmacêutico ativo para o início da produção no mês de janeiro”, declarou Nísia.

O Brasil receberá o IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) para processamento e envase das doses na fábrica de Bio-Manguinhos, da Fiocruz. Nísia lembrou que a produção deve ser certificada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Essa produção também, a nível da Fiocruz, terá de ser certificada pela Anvisa, além do próprio registro [de aprovação da vacina], que a AstraZeneca entrará com o pedido. Nós estaremos então, a partir desse processo, entregando ao Programa Nacional de Imunização [as doses do imunizante]”, afirmou.

A presidente da Fiocruz disse que “não é tão simples” receber doses já prontas para o uso.

“Não é simples. São 11 fábricas contratadas em todo o mundo, mas, por exemplo, nos EUA tem uma determinação para que o que é produzido lá para covid não pode ser exportado. Mas estamos nessa busca junto com todos os produtores e teremos uma reunião com o CEO da AstraZeneca Global na semana que vem para ver essas possibilidades”, detalhou.

A vacina da AstraZeneca/Oxford tem eficácia que varia de 62% a 90%, dependendo da dosagem aplicada. O estudo preliminar que indicou eficácia de 90% enfrenta críticas da comunidade acadêmica.

O percentual foi atingido em voluntários que receberam meia dose da substância em uma das aplicações –o que não era a intenção inicial dos pesquisadores. O presidente-executivo da farmacêutica, Pascal Soriot, declarou que a vacina deve passar por novo teste global.

PODER360

Opinião dos leitores

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Política

Alcolumbre busca ‘saída honrosa’ tentando eleger sucessor no Senado

Abalado pela derrota no Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu sua candidatura à reeleição, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre dá sinais de abatimento, segundo aliados, após a eleição para prefeito de Macapá (AP).

Apesar da pose de político mais influente do Estado, Alcolumbre não conseguiu eleger o próprio irmão.

Agora, tenta uma “saída honrosa”: escolher quem será eleito presidente do Senado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Até para sobreviver politicamente no Amapá, Alcolumbre está aflito para dar uma demonstração de força que, a rigor, ele já não tem.

Demonstração de força seria eleger o mineiro Rodrigo Pacheco (DEM). Espera ajuda do governo para isso, mas o Planalto tem outros planos.

Com o início do recesso nesta quarta, Alcolumbre, tanto quanto Rodrigo Maia na Câmara, perde relevância na briga pela própria sucessão.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Ou falta de Homem de vergonha nesse país .81 senadores e para escolher um é essa dificuldade toda. Falta de vergonha , de liderança , de honestidade. Onde vamos PARAR?

    1. caramba , nunca vi um comentário tão ogro como esse , vc deveria ser comentarista político da BBC de londres ou ser humorista, nos tempos de hoje , humorista da globo , é claro , quanta besteira em tão poucas palavras .

    1. O senado precisa se rebaixar muito ainda para chegar ao nível do capitão. A câmara já irá chegar próximo se eleger o ladrão Lira.

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Política

Deputado sugere receber à bala presos que ganharem indulto de Natal

O deputado federal licenciado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC) sugeriu que os presos que recebam indulto de Natal sejam recebidos à bala ao deixarem os presídios.

Peninha usou as redes sociais para publicar a imagem de uma pistola Glock 25, onde se lê a mensagem “Vinde a mim os contemplados pelo indulto de Natal e eu à luz vos enviarei”.

Em sua publicação, o parlamentar escreveu: “Solução para receber na sua casa os visitantes inesperados do indulto de Natal…”

A reportagem entrou em contato com Peninha Mendonça, por telefone e por meio de mensagem, mas não conseguiu resposta.

A mensagem violenta do deputado contrasta com aquela que ele procurou ressaltar em abril, quando esteve com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, no domingo de Páscoa. Na ocasião, Peninha levou uma imagem de Santa Paulina, como presente para Bolsonaro. Santa Paulina foi a primeira religiosa brasileira canonizada pela Igreja Católica. Peninha é natural de Nova Trento, cidade catarinense que tem a santa como padroeira.

O indulto natalino significa perdão da pena, com sua extinção, caso o detento tenha cumprido uma série de requisitos. Essas exigências incluem, por exemplo, o tipo de crime praticado, estar preso por um determinado tempo, ter bom comportamento, possuir algum tipo de limitação física, entre outros. É um ato regulado por decreto do presidente da República, previsto em artigo da Constituição Federal. Sua elaboração depende do aval do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e tem que ser aprovada pelo Ministério da Justiça.

O indulto é diferente da saída temporária especial, conhecida como “saidão”. Neste caso, um juiz da Vara de Execuções Penais edita uma portaria com os critérios para concessão do benefício. Geralmente, essa saída temporária ocorre em datas comemorativas, como Natal e Dia das Mães, por exemplo, para visita a familiares.

Nos dias que antecedem essas datas, as condições impostas aos detentos são publicadas, prevendo data e horário de saída e retorno à prisão. O benefício está previsto na Lei de Execução Penal (Lei n° 7.210/84).

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Parabéns para esse deputado, teve coragem de falar o que a maioria da população quer.

  2. Concordo com o nobre deputado, o brasileiro de bem não tem regalias, tá tudo invertido na Bananolândia !

  3. Muitos dos que receberão induto são PM… corruptos que serão liberados, assim como no ano anterior, pelo Presidente.

  4. População está cansada disso, tem que parar, lei no Brasil ?? é atrasada, não funciona , PM prende amanhã bandido passa rindo na frente da guarnição , isso tem que ter um basta e um fim .

  5. Quem estiver achando ruim adote um, compre roupas novas, leve para ceia de natal, e no final de semana leve para passear nas praias e comer peixe frito. Defensores de bandidos esses sites e jornais de esquerda juntamente com a Globolixo, imprensa suja! cujo seus donos vivem rodeados de seguranças seja em seus condomínio de luxo ou escoltados na rua, bando de hipócritas.

  6. Pessoal beneficiado com o indulto de Natal já sabe quem deve procurar pra dar um presentinho de Natal. Vamos ver se esse cabra é arrochado mesmo ou se é igual ao mito, só tem gogó.

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Política

Verbas para prefeitos viram manobra para eleição da Câmara

Na última sessão do ano, a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que aumenta o repasse de verbas federais para os prefeitos via Fundo de Participação dos Municípios (FPM) se transformou em instrumento de manobra para medir as forças das eleições para o comando da Câmara.

A inclusão da PEC na pauta chegou a ser classificada por integrantes do governo como uma “pauta bomba” no final do ano, justamente em meio à disputa pela sua sucessão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Único candidato já declarado à sucessão da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) tem a predileção do Palácio do Planalto e mantém interlocução com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O grupo ligado a Maia deve lançar um candidato até esta quarta-feira.

Na hora marcada para votação, no início da noite desta terça-feira, 22, a sessão foi cancelada para a busca de uma saída meio termo para o impasse. O aumento do repasse do FPM pode ficar para 2022. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) avisou, porém, que vai continuar trabalhando para a proposta entrar em vigor no ano que vem.

De um lado da disputa, Maia quis surpreender a base governista e incluiu na pauta de votação a proposta, adormecida há um ano depois de ter sido aprovada em primeiro turno em dezembro de 2019. A estratégia em jogo era forçar a liderança do governo a reconhecer o impacto para as contas públicas e trabalhar para retirar a proposta da proposta da pauta, o que desagradaria os prefeitos que têm força de pressão na Casa.

No campo oposto, a articulação política do Palácio do Planalto que resolveu apoiar nesta terça-feira a PEC para não perder apoio ao seu candidato nas eleições, Lira, mesmo atropelando a equipe de Guedes, que na véspera alertara para o risco fiscal da perda permanente de R$ 4 bilhões por ano, sendo R$ 1 bilhão no primeiro ano. A PEC aumenta em 1% o repasse do FPM, que é feito com base na arrecadação de tributos do governo.

Para não ser derrotado numa aprovação dada com certa, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, apoiou à PEC com a defesa de que ela tem o DNA da política do presidente Jair Bolsonaro de “Mais Brasil e Menos Brasília” de maior divisão do bolo de arrecadação com Estados e municípios. Barros tentou jogar a responsabilidade para o colo de Maia, que sempre teve apoio do mercado financeiro com a marca de protetor do ajuste fiscal. O líder, inclusive, minimizou o impacto da medida afirmando que era de R$ 700 milhões em 2021.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Nosso país continua,não merece os politicos q tem .só pensa em roubar.pq o crime compensa.

  2. Não foi sempre assim? Ou Bozo está aplicando a "nova" política? Fala aí Calígula, fi duma égua.

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Economia

Governo prevê corte de até R$ 20 bi para cumprir teto de gastos em 2021

O aumento de despesas obrigatórias, principalmente por causa da alta da inflação, deve levar o Ministério da Economia a fazer um corte de R$ 10 bilhões a R$ 20 bilhões no Orçamento do próximo ano, segundo integrantes da pasta.

Esse é um cálculo preliminar da tesourada que o governo terá de adotar para cumprir em 2021 o teto de gastos —regra fiscal que impede o crescimento das despesas públicas acima da inflação.

Portanto, com arrocho nos desembolsos, o ministro Paulo Guedes (Economia) pretende preservar o teto, considerado por ele a principal âncora fiscal do país.

A inflação acelerou no segundo semestre. O limite máximo para as despesas foi reajustado com base no índice até o primeiro semestre (2,13%, acumulado de 12 meses encerrados em junho). Mas a expectativa do mercado é que o IPCA (índice oficial de inflação) suba para cerca de 4,4% no fim do ano.

Esse descompasso pressiona o Orçamento de 2021, que terá de ser ajustado para manter os gastos dentro do teto, R$ 1,485 trilhão.

O valor do salário mínimo, por exemplo, terá de ser corrigido de R$ 1.067 por mês, cálculo de agosto, para R$ 1.088 ou mais (a depender da inflação de dezembro).

Guedes, apesar da pressão sobre o teto em 2021, tem garantido que o teto será cumprido. Para ele, se essa regra for flexibilizada, haverá fuga de investidores, comprometendo a retomada da economia.

Por isso, técnicos do Ministério da Economia analisam a proposta de Orçamento do próximo ano para remanejar despesas e discutir de quais áreas precisará tirar verba para acomodar o aumento de despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios sociais.

O ajuste terá de ser feito em diálogo com o Congresso, que, por causa de disputa política, ainda não votou o Orçamento de 2021. A previsão é que o projeto seja analisado em fevereiro, após a eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado.

“Hoje o teto é um sinal de proteção das classes mais baixas, dos mais pobres. O teto diz o seguinte: nós não vamos deixar voltar a inflação, não vamos deixar o juro alto, estagnação econômica, corrupção generalizada. O governo tem de fazer escolhas”, disse Guedes, na semana passada, durante balanço de sua gestão em 2020.

O corte estudado para o Orçamento significa retirar dinheiro de alguns ministérios para que o governo possa cumprir seus compromissos.

A LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2021, que traça os rumos do Orçamento, já foi alterada na semana passada e passou a prever uma queda nas despesas discricionárias, que englobam gastos com energia elétrica, água, terceirizados e materiais administrativos, além de investimentos em infraestrutura, bolsas de estudo e emissão de passaportes, por exemplo.

A despesa para manutenção da máquina pública caiu de R$ 92,052 bilhões, valor estimado em agosto, para R$ 83,932 bilhões, montante atualizado em dezembro.

Esse valor, no entanto, pode subir porque geralmente deputados e senadores usam suas verbas de emendas no Orçamento para investimentos e gastos que são considerados discricionários.

Mas a equipe econômica ainda refaz cálculos de outras áreas para que, com previsões mais precisas para alguns programas, possa haver abertura de espaço no teto.

A principal pressão no aumento de despesas vem da indexação. Gastos públicos estão atrelados à inflação.

O exemplo mais citado por técnicos do governo é a revisão na projeção de salário mínimo, para R$ 1.088. Isso se deve ao cálculo do reajuste, que considera a inflação, sem previsão de ganho real.

O valor exato do novo piso nacional é geralmente decidido nos últimos dias do ano. Assim, o governo tem um panorama mais claro da inflação em 2020 para, então, reajustar o salário mínimo.

O índice usado para corrigir esse valor é o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O governo previu 4,2%.

Até novembro, o INPC acumula alta de 3,93%. A expectativa do mercado financeiro, segundo boletim do Banco Central, é próximo de 4,8%.

Portanto, é possível que o salário mínimo tenha de subir ainda mais. Isso eleva as despesas públicas e deixa o cenário de corte no Orçamento, por enquanto, indefinido.

Segundo dados do governo enviados no projeto de LDO, um aumento de 0,1 ponto percentual no INPC aumentaria em R$ 720,8 milhões a despesa pública (já descontando o aumento na arrecadação previdenciária provocado pela reajuste maior do piso salarial).

O governo também precisará considerar mais R$ 4,9 bilhões em gastos previstos para o próximo ano por causa da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia.

O teto de gastos, reforçam membros da equipe econômica, não impede que despesas inesperadas sejam realizadas ao longo do ano.

Assim, mesmo com a regra de controle fiscal, o Ministério da Economia admite que poderá ter de mandar mais dinheiro para o Ministério da Saúde no começo de 2021 no combate à Covid-19.

Esse instrumento é previsto na Constituição e permite que essas despesas fiquem fora da trava fiscal. Os chamados créditos extraordinários devem ser usados no começo do ano caso o recente aumento no número de mortes e casos de coronavírus seja de curta duração, e não represente uma segunda onda da pandemia.

Na elaboração do Orçamento de 2022, o cenário esperado pelo governo é outro: deve haver cerca de R$ 40 bilhões de folga. O repique da inflação no fim de 2020 só irá corrigir o limite de despesas para 2022, elevando o teto em ritmo provavelmente maior que o a ser registrado pelos preços dos produtos no país em 2021.

FOLHAPRESS

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Judiciário

Presidente do STJ revoga prisão de Crivella e determina domiciliar com uso de tornozeleira

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, revogou na noite desta terça-feira (22) a prisão em do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos). O ministro determinou que Crivella fique em prisão domiciliar e com o uso de tornozeleira eletrônica.

O prefeito do Rio foi preso no início da manhã desta terça-feira (21) em uma operação da Policia Civil e do Ministério Público local e levado, no início da noite, para o presídio de Benfica.

Para o presidente do STJ, a prisão preventiva estava adequada para a situação, mas não houve a devida fundamentação para determinar o regime fechado. A prisão domiciliar, segundo Martins, deve ser aplicada diante da pandemia do coronavírus.

G1

Opinião dos leitores

  1. Pergunto: e quem garante que ele morreria? Morrer de covid é possibilidade, é probabilidade. Inclusive bem menor do que continuar vivo. A justiça assume o papel de incompetência duas vezes: uma por soltar alegando não oferecer risco ao andamento do processo ou à sociedade (o delegado que atendeu o celular que o diga) e outra por assumir ser incapaz de proteger sanitariamente o preso. Mas para as eleições eles foram capazes? Ministros do STF, a democracia que defendem definha. Brasil vergonha.

  2. Tantos comentários raivoso, pra quê?
    Por acaso não percebem que Deus está operando milagres na vida do pastor.
    Oh glória!

  3. Demorou demais. O pastor teve que dormir uma noite em Benfica. Lembrar de reduzir a propina para Humberto Martins.

  4. Só um novo ato institucional salva o Brasil! Nada mais. É inadmissível mudar a ordem e a ratificação da ordem de uma desembargadora, com um processo de mais de 450 páginas.

  5. Acho que os patriotas conservadores irão se revoltar com essa decisão do STJ, irão vestir as camisetas da seleção, entrar nos seus carros com bandeiras do Brasil e fazer manifestações por todo o país. Será que "bandido bom ainda é bandido morto????" Ou será que depois do caso Queiroz "bandido bom é bandido souto???"

    1. Bandidos soltos é a bandeira de luta dos jumentos petralhas, incorporada agora por muitos, menos por MORO.

    2. Haja vista LULA, aquele que dizia ser o mais honesto, condenados a mais de 18 anos, NÃO SÓ ESTÁ SOLTO COMO TAMBÉM ESTÁ VIAJANDO PARA CUBA, é uma afronta à nação brasileira.

    3. Dese jeito mesmo, acusado pelo no de desviar milhões dos cofres públicos e não passará nem uma noite na prisão. Ah País desmantelado, ninguém solta mais aquela frase que bandido bom é bandido morto. Pq será?

  6. Mães q roubam comida para os filhos , (tem várias reportagens , só pesquisar no Google) , tem previlégios como deste político…

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Política

“Se a gente não tiver voto impresso em 2022, pode esquecer a eleição”, diz Bolsonaro em SC


Foto: Reprodução/Facebook – 22.dez.2020

Em conversa com apoiadores nesta terça-feira (22) em Santa Catarina, o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “Se a gente não tiver voto impresso em 2022 pode esquecer a eleição”.

A declaração foi feita enquanto cumprimentava e tirava fotos com apoiadores. Na ocasião, Bolsonaro estava sem máscara, e diversas outras pessoas também. O momento foi transmitido em live em página no Facebook do presidente.

O presidente não deixou claro se queria dizer que não seria reeleito em 2022 sem o voto impresso ou que tentaria impedir a disputa, caso o projeto que defende não seja aprovado pelo Congresso.

“Se Deus quiser o senhor será reeleito”, disse um dos apoiadores. “Bolsonaro 2100”, disse outro.

Em 5 de novembro, o chefe do Executivo disse que apresentará ao Congresso Nacional em 2021 uma proposta para a implementar a mudança no sistema eleitoral. Em 22 de novembro, o presidente voltou a falar que o voto eletrônico possibilita o risco de manipulação dos resultados.

“Que nós possamos ter em 2022 um sistema seguro que possa dar garantias ao eleitor que em quem ele votou, o voto foi efetivamente para aquela pessoa. A questão do voto impresso é uma necessidade, está na boca do povo. Desde há muito eu luto no tocante a isso. E as reclamações são demais”, disse após votar no 2º turno das eleições municipais, no Rio de Janeiro.

Medida barrada pelo Supremo

A adoção do voto impresso foi barrada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro de 2020. A Corte entendeu que a medida viola o sigilo e a liberdade do voto.

O voto impresso era uma das mudanças estabelecidas pela minirreforma eleitoral em 2015. Foi vetado pela então presidente, Dilma Rousseff (PT). No entanto, em novembro daquele ano, o Congresso derrubou o veto. A proposta era do então deputado federal Jair Bolsonaro.

Em 29 de novembro, após o resultado das eleições municipais, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, disse que o sistema eleitoral brasileiro se mostrou imune a fraudes desde que foi implantado, em 1996.

“Para além da retórica sob a qual ninguém tem controle, jamais se comprovou qualquer aspecto fraudulento no sistema…ele até hoje se revelou imune à fraude”, afirmou.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Entendi não! Tá com medo de quê, o Mito? Quando ele se elegeu, tinha voto impresso? Tá se cagando de medo. Kkkkkkkkkk. Lula ainda não está em condições de se candidatar. Pode cantar vitória, Bolsonaro. Kkkkkkkkkk

  2. Só uma pergunta para os esquerdopatas acéfalos, em qual país do mundo existe só o voto eletrônico?

  3. Esse foi um ano muito conturbado, felizmente foi dada mais uma pá de areia no defunto PT, talvez a única coisa boa. Quanto as chorumelas dessa corja de maltrapilhos e ladrões a coisa só tende a piorar. Vamos chorar, isso é livre e faz bem a saúde, governo e facilidades nunca mais, esmolas idem, a justiça está aí (fraca as vezes) e politizada pelos ladrões, ???????, vcs vão estrebuchar, gritar, dar Piti, espernear, nada disso interessa ou faz diferença, o povo consciente está atento as safadezas do PT, bye…..bye….bye.

  4. A canga deste Gado, deve ser personalizada, o feno e a ração com preços nas alturas. Eles falando em voto impresso e murgindo mito, mito. ??????

  5. Eu concordo com o voto impresso,, mas não acho que seja condição essencial na eleição.
    E se essa besta quadrada for eleita novamente para presidente vou aceitar, seja o voto impresso ou não.

  6. É impressionante o baixíssimo nível dos comentários da esquerdalha por aqui. Certamente, estão sendo pagos para essas baixarias e baboseiras que postam aos montes. NADA acrescentam ao debate, é só repetição do que seus "donos" mandam dizer. Quem está pagando esses dementes? A propósito, por que não se preocupam com o RN, estado falido, que está sendo destruído pela incompetência, preguiça e más intenções da governadora do PT? Cadê os salários atrasados fosse servidores? E a reforma da Previdência estadual? E o pagamento dos fornecedores? O que seria do RN se não fosse a enorme ajuda do governo federal, do "Bozo", como chamam os dementes? Criem juízo, malucos, do jeito que a coisa anda, vocês em breve perderão suas "boquinhas". Arrumem o que fazer.

    1. Direita honesta só posta merda. Não representa a verdadeira direita e muito menos honesta. Bozó vai perder de qualquer jeito, por isso tenta tumultuar desde já, só isso. Seus candidatos já foram despachados.

    2. Quem tem que arrumar é uma lavagem de roupa é tu, já tá dando piti, parasita estatal. Não tem como defender essas asneiras de voto impresso, aí fica nessa de PT-Fátima-RN Falido… Aliás, ela pode tá jogando as últimas pás de cal, mas com certeza quem definhou o estado não foi só ela, e sim as belezas que governam desde sempre…

  7. Voto impresso é coisa de "Coroné" das antigas. É muita cara de pau, Senhor Presidente !!

  8. O voto impresso (comprovante depositado numa urna, para permitir uma eventual auditoria) é uma necessidade e uma exigência do povo. E apesar de ter sido aprovado pelo Congresso, foi absurdamente negado pelo STF, que usurpou a atribuição do Poder Legislativo.

    1. "…….uma necessidade e uma exigência do povo…." . Só duas perguntas : Necessidade (?!) de quem ??? uma exigência de qual "povo" ?????? da família ou dos fanáticos de plantão ????.
      É difícil defender uma baboseira dessas.

    2. Necessidade da democracia, necessidade para que seja possível auditar resultados e conferir credibilidade à eleição. Gente como vc caminha na direção oposta.

  9. Os comentários são necessários, agora chamar o pte. da Republica de vagabundo não e comentar e baixaria

    1. Ele é vagabundo, mentiroso, miliciano.
      Vai chorar vaquinha????
      Muuuuuuuu

  10. TONHO DA LUA está querendo tumultuar o jogo . É impressionante a capacidade do Doidin em criar fatos para baldear o ambiente . Além de despreparado e incompetente o Da Lua ? é irresponsável . Está querendo confusão e confronto . Imaginem se a justiça decretar a prisão do bananinha ? Ele vai dizer que é perseguição política e muito mais . O fato é que me parece que a turma já está sentindo o calor da Toromba , nesse assunto Cacá é especialista , e já está preparando a baderna . Se avexe não Tonho . O voto vau ser na urna eletrônica , como já é feito a muitas eleições . Agora vejam , onde nossas forças armadas de meteram em dar trela a esse cidadão , o nível de desmoralização institucional do Brasil está repercutindo mundialmente . O sujeito nega a pandemia , nega a vacina , confronta com o nosso maior parceiro comercial , ameaça a maior potência do planeta com pólvora e sem apresentar provas tenta destruir um sistema eleitoral solidificado e eficiente . Os admiradores da família e cidadãos de bem , devem estar muito arrependidos . Já tem sobrinho de CACÁ ( Calígula para os íntimos ) , que jogou a toalha . Cacá , adora só está esperando a queda do sabonete . Aí Papai ! FELIZ NATAL ?!

  11. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Já prevendo a derrota, Bozo?kkkkkk
    Não elegeu nem Wal do Açai…kkkkkk

  12. Eitcha peste! Quando eleito no voto eletrônico, não reclamou. Bastou o idiota do presidente norte americano perder a campanha, esse idiota mudou de opinião! Se atirar nos ovos de Donald Trump, acerta em cheio a boca desse rapaz. Nannnn!

  13. Essa anta já sabe que vai perder.
    A desculpa será a ausência do voto impresso.
    Há de se perguntar: como esse infeliz chegou à presidência? Como elegeu-se deputado por vários anos? Seus filhos todos foram eleitos. Agora, as urnas eletrônicas não servem?

  14. O MINTOmaníaco sabe que pode perder a eleição de 2022 e está fazendo igual a Trump fez: acusa (sem prova nenhuma) o mesmo sistema eleitoral que já o elegeu antes … E o gado muge com força o que o retardado vocifera… Muuuu

  15. Certo, Capitão. Qualquer do povo deve saber contar uma urna. Votação continua sendo eletrõnica, com algumas sendo pinçadas para amostagem. Isso de 'auditar' a semanas antes da eleição é um risco.

  16. Faz logo esse voto impresso para esfregar na cara do gado.
    Custa uns trezentos paus por urna? Tira do fundo eleitoral e da conta a esposa que paga.

  17. Votei nesse presidente mas já deu pra perceber que é um cara sem noção, só quer mexer no que tá bom, pense num cara desajustado, os filhos ñ são diferentes, todos só geram problemas pra si e pra nação. Ô povo complicado.

    1. Faço o uso das suas palavras, votei nele não me arrependo de tudo pois acho que era o mal necessário que faltava na nação.

  18. Já tá com medo de sair de C.. ardendo kkkk. Também em 2 anos são muitos escândalos: 89 mil de Micheque, racahadinhas, açaí, chocolate, fraude no imposto de renda, enriquecimento ilícito com imóveis, Queiroz, laranja, dinheiro cagado na regada, intervenção na PF…. É muita peia muuuuu

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Diversos

Homem que passava férias no RN é encontrado morto na Praia de Pirangi


Foto: reprodução/Facebook

Um homem foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (22), próximo ao rio que separa Pirangi do Norte e Pirangi do Sul. Ele foi identificado como Delmiro Fornos, 68 anos.

Gaúcho e casado com a potiguar Márcia Rocha Vale, Delmiro que morava em Brasília e passava férias no RN saiu para caminhar de manhã cedo, teria sofrido um infarto fulminante e caído sobre as pedras, segundo familiares. Estava com o celular e caminhava, usando boné e camisa de manga comprida com protetor solar, para se proteger do sol.

O corpo dele foi encontrado por um pescador. A polícia investiga o caso.

Com informações de BZ Notícias

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Saúde

Queijos e vinhos podem evitar o Alzheimer, mostra pesquisa americana

Foto: Correio Braziliense

Combinar queijos e vinhos, uma clássica harmonização gastronômica, também pode ser uma excelente estratégia para preservar a saúde do cérebro. Trata-se de uma parceria perfeita contra problemas como Alzheimer e lentidão de raciocínio. É o que concluíram pesquisadores estadunidenses após avaliar 1.787 voluntários com idade entre 46 e 77 anos. O estudo mostra que, enquanto os queijos evitam declínios cognitivos relacionados à idade, os vinhos, principalmente os tintos, estão relacionados a melhorias nas funções cerebrais.

Segundo Auriel Willette, líder da pesquisa e professor da Iowa State University, a receita é “comer queijo com responsabilidade e beber vinho tinto diariamente”. Para chegar à fórmula, ele e a equipe analisaram o desempenho dos voluntários em testes cognitivos realizados em três momentos: de 2006 a 2010, de 2012 a 2013 e de 2015 a 2016.

Ao longo do período, os participantes também responderam sobre hábitos de consumo de comidas e bebidas. O questionário de frequência alimentar tinha questões sobre a regularidade de ingestão de itens diversos. Frutas, vegetais, peixes, carnes, queijos, cereais, café, cerveja, vinho tinto, vinho branco e champanhe faziam parte da lista.

Três resultados chamaram a atenção da equipe. O queijo, “de longe”, mostrou ser o alimento mais protetor contra problemas cognitivos relacionados à idade, mesmo nos voluntários em idade avançada. A ingestão diária de vinho tinto foi relacionada a melhorias na função cognitiva. E o consumo semanal de cordeiro, à melhora na capacidade cognitiva a longo prazo.

Escolhas certas

Os autores do estudo ponderam que são necessárias novas investigações para saber o quanto o perfil socioeconômico dos voluntários pode ter influenciado os resultados obtidos. Ainda assim, acreditam que a pesquisa traz sinais importantes sobre como os hábitos alimentares podem evitar o surgimento do Alzheimer e de outros problemas cognitivos muito incidentes na velhice.

“Dependendo dos fatores genéticos que carregam, alguns indivíduos parecem estar mais protegidos dos efeitos do Alzheimer, enquanto outros parecem estar em maior risco. Dito isso, acredito que as escolhas alimentares certas podem prevenir a doença e o declínio cognitivo total. Talvez, a solução definitiva que procuramos seja melhorar a forma como comemos. Saber o que isso acarreta contribui para uma melhor compreensão do Alzheimer e para colocar essa doença em uma trajetória reversa”, afirma, em comunicado, Brandon Klinedinst, coautor do estudo.

A pesquisa é o primeiro estudo de larga escala a conectar alimentos específicos à acuidade cognitiva a partir da meia-idade. Os resultados foram divulgados recentemente no Journal of Alzheimer’s Disease. Vale lembrar que excessos alimentares e na ingestão de álcool podem ter efeito contrário, comprometendo a qualidade de vida de idosos e a saúde cerebral. Há, por exemplo, um risco ampliado de queda, e de todas as complicações decorrentes de fraturas ósseas, em decorrência da embriaguez.

Blog Dá Tempo/Correio Braziliense

Opinião dos leitores

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Segurança

Ministério da Justiça repassou este ano R$ 1,2 bilhão para estados investirem em segurança


Foto: Daniel Estevão/MJSP

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) repassou, ao longo deste ano, cerca de R$ 1,2 bilhão para os 26 estados e o Distrito Federal investirem em projetos de prevenção e repressão à violência e à criminalidade. Segundo a pasta, este é o maior montante já transferido às unidades da federação por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Do total, R$ 502 milhões foram transferidos aos governos locais em junho deste ano. Posteriormente, no fim de novembro, o ministro da Justiça, André Mendonça, assinou a Portaria nº 607/2020 autorizando o início do processo de transferência de mais R$ 755 milhões.

As informações foram divulgadas hoje (22), em Brasília, durante balanço anual apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e as instituições vinculadas à pasta.

Vagas em prisões

No balanço apresentado, o ministério afirma também ter contribuído com cerca de R$ 515 milhões para que estados e o Distrito Federal criassem cerca de 15 mil novas vagas em seus sistemas prisionais. Segundo a diretora-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Tânia Fogaça, parte deste valor saiu do total repassado por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública e ajudou a reduzir a falta de vagas nos presídios do Brasil – país que tem uma população carcerária de cerca de 678 mil pessoas.

“Apenas para o regime fechado, o país tem hoje um déficit de cerca de 100 mil vagas. Se inserirmos também o regime semiaberto, ele chega a aproximadamente 200 mil vagas”, disse a diretora, classificando a abertura de 15 mil novas vagas como um “resultado interessante” para um ano atípico, marcado pela pandemia do novo coronavírus.

“Nossa intenção é gerarmos as 100 mil vagas [necessárias para suprir o atual déficit] até 2023. Para isto, o Ministério tem tentado facilitar o processo de execução de obras doando para os estados [cópias dos] projetos referenciais arquitetônicos de cadeia pública e de unidade prisional de segurança média que fizemos em parceria com a Universidade de Brasília (UNB) – e ainda faremos outros quatro, para abarcar a todas as modalidades da medida de execução penal”, comentou Tânia.

Centrais alternativas penais

Ainda de acordo com a diretora-geral do Depen, o governo federal também investiu cerca de R$ 22 milhões para estruturar, nos estados, centrais alternativas penais previstas em lei. “O papel do Depen é fornecer meios para que os estados tenham estas unidades de cumprimento de penas alternativas bem estruturadas”, disse Tânia. “Gerar vagas no sistema prisional é permitir que outras medidas de combate ao crime organizado sejam efetivadas, pois precisamos separar os presos de acordo com o nível de periculosidade.”

Trabalho integrado

Durante a apresentação do balanço, o ministro André Mendonça destacou a importância do trabalho integrado. “Segurança Pública tem que ser tratada como política de Estado e trabalhada em parceria com os estados”, afirmou Mendonça, revelando que o ministério e secretários estaduais de segurança pública criaram um grupo para rever os critérios de distribuição dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Agência Brasil

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Saúde

Brasil registra mais 67 mil recuperados e soma 6,3 milhões de curados da covid-19


Foto: Assessoria de Comunicação FSFX

O Brasil registrou nesta terça-feira (22), mais 67.992 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 6.354.972 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 86,8% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é oito vezes superior ao número de casos ativos (775.590), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 55 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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Judiciário

STF também pede a Fiocruz para ‘reservar’ doses de vacina contra a covid para ministros e 7 mil servidores e colaboradores


Foto: reprodução

Na corrida pela imunização contra o novo coronavírus, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) procuraram a Fiocruz para acertar a ‘reserva’ de vacinas, o que permitiria que os tribunais fizessem as suas próprias campanhas de saúde. No caso do STF, o pedido foi para “verificar a possibilidade de reserva de doses” para 7 mil pessoas, entre ministros, servidores e colaboradores. A Fiocruz deve enviar a resposta ao Supremo nesta quarta-feira (23).

Um pedido similar, feito pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), já foi negado pela instituição. A Fiocruz informou à reportagem que não cabe à fundação “atender a qualquer demanda específica”.

LEIA MAIS: INACREDITÁVEL: STJ envia ofício a Butantan e Fiocruz para compra de vacinas contra covid; Corte nega intenção de “furar fila”

Em ofício obtido pelo Estadão, o STF afirma que a reserva das doses possibilitará o cumprimento de dois objetivos: imunizar o maior número possível de trabalhadores do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e “contribuir com o País nesse momento tão crítico da nossa História”, ajudando a acelerar o processo de imunização dos brasileiros.

A medida, segundo o documento do STF, “permitirá a destinação de equipamentos públicos de saúde para outras pessoas, colaborando assim com a Política Nacional de Imunização”.

“Considerando se tratar de um produto novo e ainda não autorizado pela Anvisa, gostaria de verificar a possibilidade de reserva de doses da vacina contra o novo coronavírus para atender a demanda de 7.000 (sete mil) pessoas”, escreveu o diretor-geral do STF, Edmundo Veras dos Santos Filho, em documento assinado no dia 30 de novembro.

“Informo que a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde – SIS ficará responsável pela realização da campanha de vacinação e, caso seja possível o fornecimento, esta secretaria enviará um servidor para a retirada das vacinas nas dependências da Fiocruz”, acrescentou.

Procurado pela reportagem, o STF informou que mantém uma política de promoção da saúde e que realiza ações anuais de vacinação desde 1999.

“A intenção não é se antecipar ao plano nacional de imunização, mas sim dar sequência à política supramencionada, preparando-se tempestivamente para a imunização de seus trabalhadores. Além disso, tais ações também contribuem com o país, pois permitem a utilização dos recursos humanos e materiais disponíveis no Tribunal para ajudar a desafogar outras estruturas de saúde e acelerar o processo de imunização da população”, alegou o Supremo.

De acordo com o STF, “como se trata de produto que aguarda aprovação pelos órgãos competentes”, ainda não há uma previsão exata de gastos. “Também existem outras opções de fornecimento, e a decisão final considerará o custo total, que pode ser inclusive inexistente, como já ocorreu no caso de campanhas de vacinação anteriores”, observou o STF.

Desde março, o avanço da pandemia no País impôs uma série de mudanças na dinâmica do Poder Judiciário, que trocou as sessões presenciais por videoconferências. Nos tribunais superiores, a maioria dos magistrados possui mais de 60 anos, pertencendo justamente a uma das faixas etárias mais vulneráveis aos efeitos da doença.

Pelo menos quatro ministros do STF já foram infectados pela covid-19: Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e o presidente da Corte, Luiz Fux. No STJ, contraíram a doença os ministros Luis Felipe Salomão, Antonio Saldanha, Benedito Gonçalves e João Otávio de Noronha.

De acordo com a assessoria do STJ, ao procurar a Fiocruz, o tribunal “pediu a reserva de doses por se tratar de produto novo, ainda não autorizado definitivamente pela agência reguladora, pois há expectativa de grande demanda à rede privada, quando houver a disponibilidade”.

“(O pedido) Está diretamente ligado ao assunto da quantidade à Secretaria de Saúde. A nossa intenção inicialmente era de se habilitar junto aos laboratórios para adquirir por compras as vacinas”, disse ao Estadão o presidente do STJ, Humberto Martins. “Sem furar fila e dentro dos mesmos critérios do STF!”, acrescentou.

O pedido do STJ, já recusado pela Fiocruz, dividiu integrantes do tribunal ouvidos pela reportagem. Um ministro, que pediu para não ser identificado, disse que o ideal é seguir a ordem que for estabelecida para todos os brasileiros e alertou para o risco de servidores mais jovens, que não estão entre os grupos prioritários, receberem o mesmo tratamento daqueles mais idosos.

Um outro magistrado apontou que o pedido poderia soar como um privilégio, lembrando a ofensiva de um grupo de promotores de São Paulo, que pediu prioridade à categoria na vacinação. Para um terceiro ministro, não há nada de mais no ofício.

Demanda. Procurada pela reportagem, a Fiocruz informou que, “como uma instituição estratégica do Estado brasileiro, visa garantir a produção nacional da vacina contra a covid-19 para a população brasileira, pelo SUS, e atender à demanda do Programa Nacional de Imunização (PNI)”.

“A produção dessas vacinas será, portanto, integralmente destinada ao Ministério da Saúde, não cabendo à fundação atender a qualquer demanda específica por vacinas”, alegou a Fiocruz.

Ao participar de audiência no Senado, na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o governo federal prevê receber 24,5 milhões de doses de vacinas em janeiro. Na ocasião, Pazuello afirmou que a Fiocruz deve entregar mais de 200 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca em 2021.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Os deuses do Olimpo se acham melhor que o restante dos brasileiros e rasgam a constituição diariamente, nada vale para eles quando diz que todos são iguais perante a lei daqui uns dias vão modificar, escessão do STF.

  2. Devia mandar para o STF 11 vacinas cononavac para suas excelências os ministros. Tem uma curriola de gente para fazer a aplicação, e de fato André Pinto, são um bando de satanás, todos com medo de um simples vírus, coisa mais estranha.

  3. O STF se acha o máximo , eles tem que ir pra fila igual aos outros poderes, são mesmo prepotente ao extremo !

  4. Farinha pouca meu pirão primeiro, ditado do tempo do cativeiro. E assim, vai ser com o Ministério Público, depois o Congresso e o POVO …

    1. São os satanás do terceiro livro.

      Porque se fosse deuses não precisavam se vacinar

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Saúde

Vacina de Oxford contra a covid-19 começa a ser entregue em fevereiro ao ministério, diz presidente da Fiocruz


Foto: Bernardo Portella/Bio-Manguinhos/Divulgação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) começará a entregar a vacina de Oxford ao Ministério da Saúde a partir do dia 8 de fevereiro, afirmou a presidente do instituto, Nísia Trindade, durante uma audiência sobre o combate à Covid-19 realizada pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados.

A vacina de Oxford é desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. No contrato firmado pelo governo federal, o Brasil receberá o chamado “ingrediente farmacêutico ativo” (IFA) para processamento e envase das doses na fábrica de vacinas Bio-Manguinhos, da Fiocruz.

O cronograma da Fiocruz derruba ao menos parte da mais recente previsão do ministro Eduardo Pazuello. No dia 17, o ministro disse prever a entrega de 24,7 milhões de doses ainda em janeiro, sendo 15 milhões delas da vacina de Oxford.

Previsão atualizada da Fiocruz

De acordo com Nísia Trindade, serão entregues 1 milhão de doses entre 8 a 12 de fevereiro ao Programa Nacional de Imunização (PNI) e mais 1 milhão na semana seguinte.

A partir da terceira semana, a meta do instituto é produzir 700 mil doses diárias da vacina que será chamada de Covid-Fiocruz.

“A grande angústia da nossa sociedade é com relação ao início da vacinação. Então, vou só informar a todos que, no caso da Fiocruz, nós estaremos recebendo ingrediente farmacêutico ativo para o início da produção no mês de janeiro” – Nísia Trindade, presidente da Fiocruz

A presidente da fundação lembrou ainda que a tanto o imunizante da AstraZeneca/Oxford quanto o próprio processo de produção na Fiocruz ainda precisarão, respectivamente, obter o registro e a certificação da Anvisa antes que as doses sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Busca por doses já prontas

Durante a sessão, Nísia foi questionada pelo deputado Luiz Antônio Teixeira Jr. se haveria possibilidade de o Brasil receber doses já prontas para acelerar o início da campanha de vacinação.

A presidente da Fiocruz disse que não há previsão, mas que participa de esforços junto com o Ministério da Saúde para, se possível, antecipar a vacinação com doses produzidas em outros países.

“Não é simples. A vacina ainda está sendo produzida. São 11 fábricas contratadas em todo o mundo, mas, por exemplo, nos EUA tem uma determinação para que o que é produzido lá para Covid não pode ser exportado. Mas estamos nessa busca junto com todos os produtores e teremos uma reunião com o CEO da AstraZeneca Global na semana que vem para ver essas possibilidades”, disse Nísia.

“O prazo concreto com que nós estamos comprometidos é esse, porque é da nossa produção, mas estamos em um esforço nacional para aumentar a possibilidade de uma proteção o mais cedo possível para nossa população” – Nísia Trindade, presidente da Fiocruz

Início de 2021 com vacina

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que fez uma breve participação na audiência, disse que o país “está caminhando forte para poder ter vacinas de várias matizes” e para entregar as doses “o mais rápido possível.”

“Estamos nos preparando para iniciar 2021 com a vacina. Se Deus quiser, assim que registrada pela Anvisa, (…)nós vamos vacinar a nossa população como um todo”, afirmou Pazuello.

“Previsão nossa como sempre é final de janeiro, na melhor hipótese, indo até meio de fevereiro, final de fevereiro na pior hipótese”, disse Pazuello.

G1

Opinião dos leitores

  1. Galigula vai tomar a de Oxford/Sputinik? A de Fátima e Doria é do Butantã, já está no Brasil, assusta a Globo que você se informa mais.10 milhões de doses dá pra vacinar 5 milhões hoje. Kkkkkkkkkk

  2. E por que ela vai pagar adiantado igual aos 5 milhões dos respiradores para recebermos com exclusividade . Muita incompetência!

  3. A Governadora Fátima Blefe do PT disse que começa dia 20 de janeiro Kkk Kkk
    Hô mulher pra mentir, Hô mulher incompetente, Hô mulher desalmada.

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