Política

Abin diz que não produziu relatórios para Flávio Bolsonaro e aciona AGU

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou no sábado (12) nota em que afirma que acionou a Advocacia Geral da União (AGU) para que apure a “verdade dos fatos” sobre a suposta divulgação de relatórios em benefício do senador Flávio Bolsonaro.

Segundo reportagem publicada na Revista Época, a agência teria produzido relatórios para auxiliar a defesa do senador na operação que investiga a chamada rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Conforme a nota, os supostos relatórios não foram produzidos pela Abin. “Supostos trechos divulgados apresentam-se mal redigidos, com linguajar técnico que não guarda relação com a atividade de inteligência”, diz a nota.

De acordo com o documento, a Abin trabalha de maneira integrada e cooperativa e as acusações estão “desprovida de conjunto probatório, supostamente contida em documentos que não foram produzidos pela Agência Brasileira de Inteligência.”

“O único objetivo é desacreditar uma instituição de Estado e os servidores que compõem seus quadros”, completou a nota.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Vamos ver agora como a época vai se explicar diante da AGU, certamente vai tentar manter o sigilo do informante, se é que teve um.
    Mas é um fato que tem que ser elucidado

    1. Vai ser simples de resolver, vai por a culpa num funcionário que adaptou os documentos e que foi a antiga equipe de Lula que entregou pra Revista, a PGR vai abrir e engavetar a denuncia, tem sido assim , Bolso teve a sorte de ter um Procurador pra chamar de seu, diferente da Dilma.

  2. Tá tudo dominado: AGU, PGR, ABIN, STF, STJ, CNJ, câmara, Senado, forças armadas… Não acredito em nenhum desses órgãos. Sempre estiveram ao lado de quem detém o poder, independente de partidos ou ideologias. Agora foram aparelhados e por enquanto estão nas mãos do Boi-zo.

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Política

Brasil é um dos líderes de recuperação econômica em meio à pandemia

O Brasil segue dando seguidas demonstrações de recuperação econômica e é um dos líderes no índice que compara esforço fiscal no combate à pandemia ao resultado obtido no PIB, no terceiro trimestre do ano.

Segundo estudo do banco Modalmais, o Brasil empregou cerca de 12% do PIB em ações de combate ao covid-19 e observou queda de cerca de 4% na economia, o que nos coloca em 4º lugar entre 16 países pesquisados, atrás apenas de Estados Unidos, Dinamarca e Suécia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

EUA (-3,5%), Dinamarca (-3,4%) e Suécia (-3%) foram melhores na recuperação, mas gastaram, proporcionalmente, até o dobro do Brasil.

Países latinos como México e Colômbia fizeram esforço menor, entre 2% e 3% do PIB, mas amargam quedas de quase 10% na economia.

O Chile viu a economia desabar 10% no 3º trimestre, pior resultado dos países avaliados, apesar do esforço fiscal similar ao brasileiro.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Ué????? Brasil (-4%), EUA (-3,5%), Dinamarca (-3,4%), Suécia (-3%) ????????? A "ciência" não dizia que os países com lockdowns mais rígidos tinham recuperação econômica mais rápida?

    Esses países não foram os que mais refutaram o lockdown?

  2. PARABÉNS PRESIDENTE BOLSONARO, a sua preocupação constante com a ECONOMIA mostra os bons resultados.
    Enquanto muitos influenciados pelo PÂNICO difundido pela mídia lixo nao enxergavam a importância da questão, o PRESIDENTE corajosamente alertava para a necessidade de salvar a economia do país.
    Os bons resultados agora chegam, e mostram que o país vai conseguir superar a pandemia sem quebrar toda a economia, evitando assim o desemprego, a miséria, a fome, e vários outros males envolvidos.

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Política

Rodrigo Maia viajou quase 900 vezes em jatinhos da FAB

Muitos estranham o nervosismo de Rodrigo Maia, que na prática, com o recesso no dia 22, está a 8 dias do fim da sua presidência na Câmara.

Não é fácil perder regalias como usar jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB,) à vontade, por conta do pagador de impostos, como fez por quase 900 vezes.

Só nos últimos três meses, plena pandemia, foram 48 voos, a maioria de duvidosa utilidade para o País. E já totaliza 864 voos desde a posse, em 2016. Encarar filas em aeroportos deixa qualquer um nervoso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Só em 2019, Rodrigo Maia realizou 250 voos com jatinhos da FAB, número maior que o de dias úteis na Câmara. Em 2018, foram 198.

Afora Brasília, o destino predileto de Maia este semestre foi São Paulo: 24 viagens. Somente desde julho viajou ao Rio, cidade natal, 18 vezes.

Após votar na eleição do dia 15, no Rio, Maia pegou jatinho da FAB para Brasília. Desde então voltou ao Rio, com a FAB, duas vezes.

Além do presidente da República, os presidentes da Câmara, Senado e STF, além de ministros e chefes militares têm direito de requerer jatos.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Ele não tem coragem de encarar a população em um vôo comercial, mas essa mamata vai acabar.
    Esse verme vai ficar trancado em casa ou viver em outro país, como o Gilmar.

  2. É um verdadeiro FDP mesmo. Se tem moradia oficial pra que viajar tanto pra cidade de origem.

  3. Enquanto as autoridades se divertem em jatinhos, o povo paga a conta, correspondente a mais de 34% do PIB em impostos

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Mundo

Homem abre fogo em catedral histórica de Nova York e é morto pela polícia

Um homem foi morto a tiros pela polícia depois de abrir fogo perto de uma multidão de centenas de pessoas reunidas para um concerto de Natal na tarde deste domingo, 13, em frente à histórica catedral de St. John the Divine em Nova York, disseram as autoridades.

Não ficou claro se o atirador estava mirando em alguém na multidão, mas testemunhas disseram que ele parecia estar direcionando seus tiros para cima. Ninguém mais foi atingido por tiros, disse a polícia.

O comissário de polícia Dermot F. Shea disse em uma entrevista coletiva fora da igreja que o homem abriu fogo atrás de um pilar de mármore em frente às grandes portas de madeira da igreja, que estavam decoradas com guirlandas de Natal.

Três policiais que trabalhavam nas proximidades responderam ao fogo, atingindo o atirador pelo menos uma vez na cabeça, disse Shea.

Shea disse que o motivo do tiroteio ainda não estava claro, mas, de acordo com várias testemunhas, o homem gritou: “Mate-me”. A polícia disse ter identificado provisoriamente o homem, mas não divulgou seu nome. O homem tinha uma “longa história criminal”, disse o comissário.

Ele disse que a polícia recuperou duas armas de fogo semiautomáticas do local, juntamente com um saco cheio de gasolina, arame, corda, várias facas, fita adesiva e uma Bíblia.

“É pela graça de Deus hoje que ninguém foi atingido”, disse Shea.

O tiroteio começou minutos após o fim do show, disse Lisa Schubert, porta-voz da catedral que testemunhou o incidente.

“Foi simplesmente lindo e, no final, essa pessoa começou a atirar. Todo mundo está em choque ”, disse ela. “O atirador poderia ter matado muitas pessoas. Havia centenas de pessoas aqui, e ele atirou pelo menos 20 vezes. ”

Schubert disse que ela estava parada na entrada da catedral quando o tiroteio começou.

“Estávamos planejando esse show há semanas como um presente para a comunidade, e o tempo estava lindo, então toda a comunidade estava fora, fisicamente distanciada com máscaras, pessoas com cachorros e pessoas com bebês”, disse ela. “Era algo que não víamos desde março passado.”

Matthew Bishop, 56, que estava assistindo ao show com sua esposa, filho e amigos, disse que depois que o show acabou, pessoas foram convidadas a entrar na igreja. Momentos depois, o tiroteio começou.

“De repente, todos se entreolharam e começaram a correr”, disse.

Yuri Nakamura, 36, e seu marido estavam dentro da catedral depois de ouvir o show. Os cantores tinham terminado “Ave Maria” e mais pessoas estavam entrando quando um som alto de marteladas irrompeu, disse Nakamura.

O casal não viu o tiroteio, mas logo os seguranças e a polícia começaram a entrar.

Madeline Tsingopoulos compareceu ao concerto e ouviu o coro cantar uma mistura de canções de natal, hinos, melodias espirituais e modernas, disse ela. Ela esperava apertar a mão do condutor, mas decidiu voltar para sua casa nas proximidades. Em poucos minutos, ela ouviu helicópteros.

“Foi um dos eventos mais bonitos, espetaculares e pacíficos”, disse ela. “Foi muito bem recebido durante esta pandemia. Felizmente, saí imediatamente, e em seguida ouvimos helicópteros acima. ”

Narine Sargsyan estava na área no momento do tiroteio e disse que isso fez com que pessoas aterrorizadas corressem pela Amsterdam Avenue, algumas das quais correram para a confeitaria húngara, onde os funcionários os deixaram entrar.

“Ouvimos tiros como fogos de artifício e todos estavam tipo, ‘Houve um tiroteio neste evento em frente à igreja’”, disse Sargsyan, que estava na loja. “As pessoas entraram em pânico porque ninguém sabia o que estava acontecendo. Eles estavam correndo pela rua e se escondendo onde podiam. Algumas crianças se esconderam no banheiro.”

Dezenas de veículos da polícia com suas luzes piscando alinhavam-se na Amsterdam Avenue em frente à igreja no domingo à noite. Oficiais de contraterrorismo, alguns com armas longas, circulavam enquanto uma multidão de civis esperava atrás da fita amarela da polícia em frente à igreja.

A Catedral de St. John the Divine é a sede da Diocese Episcopal de Nova York, e muitos dos líderes da diocese estiveram presentes para o concerto e testemunharam o tiroteio, incluindo o Rt. Rev. Clifton Daniel III, o reitor da catedral, e o Rt. Rev. Andrew M.L. Dietsche, o bispo de Nova York. Ambos os homens se recusaram a falar com um repórter no domingo.

“Os paroquianos da Catedral de St. John the Divine, o público do conceto, o clero e a equipe estão todos seguros depois do tiroteio”, disse Isadora Wilkenfeld, outra porta-voz, em um comunicado. “Nossas orações estão com todos os afetados por isso.”

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Vão se acostumando. Liberação de armas funciona dessa maneira. Qualquer maluco terá acesso…

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Economia

Incerteza sobre taxas atrasa adesão ao Pix entre pequenas empresas

Apesar de o Pix estar operante desde 16 de novembro, são poucos os pequenos e médios empresários que já oferecem o método de pagamento aos seus clientes ou que começaram a adaptar os seus sistemas à modalidade.

“Ainda existe muita dúvida com relação às taxas e tarifas que serão cobradas no Pix”, afirmou o gerente executivo da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), Daniel Sakamoto.

Dos cinco maiores bancos, apenas Bradesco e Itaú informaram qual será o custo do Pix para contas de pessoas jurídicas depois de um período promocional de isenção (1,40% e 1,45%, respectivamente). Entre as seis maiores adquirentes, apenas duas já anunciaram o custo da cobrança por Pix por meio da maquininha, que variam de 0,99% (Mercado Pago) a de até 1,89% (PagSeguro).

A maioria das instituições concedeu de três a seis meses de isenção para os empresários que querem oferecer o Pix como meio de pagamento.

“Não sabemos quanto vão cobrar da gente. Enquanto não definirem tarifas, não temos como saber se vamos adquirir. Tem empresa que cogita cobrar 1,49% por Pix, que é mais caro que o débito. Isso precisa ser definido. Como usar algo que não sabemos o custo?”, questiona Paulo Solmucci, presidente da Abrasel (associação dos restaurantes).

Apesar da incerteza quanto a cobrança no futuro, os valores já divulgados são menores do que os cobrados para transações de crédito ou débito, que variam de 1,69% a 6,40%.

 

BANCOS ESPERAM ADESÃO MAIOR NO PRÓXIMO ANO

O setor bancário aponta que existe um volume significativo de companhias que estão em processo de adaptação para adotarem o Pix.

“Ainda estamos em um processo de adesão, de conhecimento do próprio produto. A percepção também é de um consumidor ainda tímido no uso da solução”, afirma o gerente executivo da diretoria de meios de pagamentos do Banco do Brasil, Gustavo Milaré.

Para o diretor de digital cash management do Itaú BBA, Marcos Cavagnoli, parte do motivo pelo qual as companhias ainda não aderiram completamente à nova modalidade é a proximidade do final de ano.

“Vemos muitas empresas se movimentando na direção de implementar o Pix, mas com processos que só iniciam em janeiro ou fevereiro, depois desse congelamento de investimentos e implementações tecnológicas”, afirmou.

Dados do BC apontam que 44 milhões de pessoas e quase 3 milhões de empresas fizeram o cadastro, que começou em 5 de outubro.

“O número de operações que nós temos diários hoje, eu, honestamente, que era mais otimista aqui, achava que ia levar alguns meses, talvez mais de um ano, e a gente atingiu em algumas semanas”, disse Roberto Campos Neto, presidente do BC, na última quinta-feira (10).

“A tendência é de crescimento. As pessoas podem esquecer a carteira, mas dificilmente esquecem o celular. Tínhamos uma projeção bem no início que considerava que o Pix teria cerca de 15% a 20% de participação nas transações dentro de 5 a 10 anos, mas acredito que pode ser muito mais rápido do que isso”, afirmou o diretor de carteira digital do Mercado Pago, Rodrigo Furiato.

Segundo o superintendente no departamento de produtos e serviços do Bradesco, José Henrique Simões Camargo, outro fator que também deve impulsionar a modalidade a partir do ano que vem é a criação de novos produtos a partir do Pix.

“Quem vai determinar o uso e o crescimento desse sistema é o consumidor final. Mas a partir de 2021, outras novidades devem surgir com o Pix, como o saque no varejo. São movimentos que dão velocidade à adesão do sistema”, disse Camargo.

Pesquisa do banco digital BS2 em parceria com o Opinion Box mostra que entre as principais vantagens do Pix percebidas pelos empresários estão o menor custo (49%), praticidade e recebimento ágil de pagamento (47%), realização de pagamentos a qualquer hora do dia (45%) e nos fins de semana (38%).

“À medida que os empreendedores enxergarem as vantagens que o Pix pode trazer para o seu negócio, eles não só tendem a aderir como a priorizá-lo”, afirma Breno Guelman, gerente da área voltada a empresas do BS2.

FOLHAPRESS

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Política

Sob pressão, Maia entra em semana decisiva para tentar emplacar sucessor na Câmara

Sob pressão crescente desde o dia 6, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) barrou a tentativa de drible na Constituição que poderia permitir sua reeleição à Presidência da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) inicia uma semana decisiva para tentar emplacar um concorrente forte na disputa pelo comando da Casa.

A demora para anunciar um nome agravou o mal-estar entre aliados e pré-candidatos que vinham sendo apontados como opção para enfrentar o deputado Arthur Lira (PP-AL), que conta com o trunfo de ser apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Nos últimos meses, seis nomes circulavam como candidatos que poderiam receber a bênção de Maia e se contrapor a Lira. Desses, dois sempre foram os favoritos do presidente da Câmara para sucedê-lo: o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária, e o presidente do MDB, Baleia Rossi (SP).

Apesar da predileção, Maia não deixou de fazer acenos ao vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (Republicanos-SP), visto como um nome que poderia transitar bem no governo. Também fez sinalizações a um colega de partido, o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), além de ao presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), e ao deputado Marcelo Ramos (PL-AM).

Com a decisão do STF, a expectativa era de que Maia anunciasse, ainda na semana passada, o nome que receberia sua benção, o que não aconteceu.

A demora reforçou em alguns deputados a percepção de que, no fundo, o presidente da Câmara tinha esperança de receber o aval do Supremo para concorrer. Assim, se apresentaria como a solução de consenso que poderia enfrentar Lira e blindar a Casa de avanços do Executivo.

Com a expectativa frustrada, Maia viu seu grupo se fragmentar. Marcelo Ramos, por exemplo, debandou para o bloco de Lira, seguindo seu partido, o PL, que faz parte do chamado centrão, base informal do governo na Câmara.

O próprio Lira aproveitou o revés sofrido pelo presidente da Câmara para oficializar sua candidatura, na última quarta (9). Além do PP, a campanha de Lira afirma ter votos de PL, PSD, Solidariedade, Avante, PSC, PTB, PROS e Patriota. Esse bloco soma cerca de 170 deputados.

Com a formalização, aliados do líder do PP em partidos de oposição como PSB e PCdoB passaram a indicar que o deputado contaria com votos nas duas bancadas.

As notícias envolvendo um eventual apoio do PSB a Lira, no entanto, levaram o diretório nacional do partido a se reunir na sexta-feira (11) e publicar uma resolução, aprovada por 80 votos a 0, orientando sua bancada a não votar no líder do centrão ou em qualquer candidato do Palácio do Planalto.

Líderes da oposição avaliam que a decisão pode dar fôlego ao grupo de Maia, formado por seis partidos (PSL, MDB, PSDB, DEM, Cidadania e PV).

A intenção do presidente da Câmara, segundo interlocutores, é apresentar o nome de consenso entre seus aliados ainda nesta segunda-feira (14). Os favoritos são Aguinaldo Ribeiro e Baleia Rossi.

Além disso, alguns avaliam que a demora pode fortalecer a candidatura do escolhido, em vez de prejudicar. Segundo líderes partidários, com um nome pactuado entre os partidos não haveria risco tão grande de cisão no bloco de apoio de Maia.

O deputado passou os últimos dias intensificando a costura com as legendas para anunciar o candidato quando as resistências tivessem sido vencidas ou reduzidas, ao menos. A estratégia de Maia é fechar bancadas, com apoio de campo político, até que o bloco cresça e atinja os 257 votos necessários para que o nome seja eleito em 1º de fevereiro.

Enquanto isso, Lira se manifestou neste domingo (13) sobre rumores de que estaria prometendo mudanças na lei da Ficha Limpa para atrair a oposição.

Em uma rede social, defendeu o equilíbrio fiscal do país e a regra do teto de gastos –que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior– e criticou o “movimento que adiciona um falso apoio a mudanças na lei de Ficha Limpa”.

No Senado, o presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), também barrado pelo STF de disputar a reeleição, tenta emplacar o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no comando da Casa.

Na lista de Alcolumbre também estão Antonio Anastasia (PSD-MG), Nelsinho Trad (PSD-MS), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcos Rogério (DEM-RO) e Daniella Ribeiro (PP-PB).

Segundo o atual presidente, Bolsonaro teria concordado em apoiar o nome indicado por Alcolumbre para sucedê-lo.

No entanto, na disputa também estão os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o que pode atrapalhar os planos de Alcolumbre.

A decisão do STF desgastou a relação de Alcolumbre com o Planalto. Aliado do governo, ele se sentiu abandonado em decorrência da articulação do Planalto para impedir a possibilidade de reeleição de Maia.

No Supremo, o placar ficou em 6 a 5 contra a reeleição de Alcolumbre, e 7 a 4 contra a de Maia. Para a maioria dos ministros, a recondução é inconstitucional.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Agora sim com Lira, ladrão do centrão e preferido do Bozo, a câmara vai se moralizar. Tirando o fato de AGORA estarem em quadrilhas diferentes, qual a diferença pra Rodrigo Nhonho Maia? Algum petralha ou bolsotralha saberia dizer?

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Política

Maioria isenta Bolsonaro por mortes na pandemia, aponta Datafolha

As mais de 181 mil mortes registradas no Brasil pela Covid-19 não podem ser colocadas na conta do presidente da República, Jair Bolsonaro, na avaliação da maioria dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha.

Para 52% dos entrevistados, Bolsonaro não tem nenhuma culpa pelo total de mortos pelo novo coronavírus no Brasil. Outros 38% disseram crer que o presidente é um dos culpados, mas não o principal, e 8% afirmaram que ele é o principal culpado pelas mortes.

Em diversas ocasiões o presidente da República menosprezou a gravidade da pandemia da Covid-19, que já matou mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o mundo.

A declaração mais famosa foi de que a doença seria apenas uma “gripezinha”, mas Bolsonaro acumulou outras pérolas, ao dizer, por exemplo, “e daí?” ou “eu não sou coveiro”, ao ser questionado sobre número de mortes.

Mais recentemente, chegou a dizer que o Brasil deveria “deixar de ser um país de maricas” e, apesar da nova alta de número de casos, disse que “estamos vivendo um finalzinho de pandemia”.

Mesmo assim, cresceu a parcela da população que isenta o presidente: eram 47% os que diziam que ele não tinha culpa nenhuma em pesquisa feita pelo Datafolha em agosto.

Embora a maioria da população isente Bolsonaro da responsabilidade pelas mortes, isso não quer dizer que o desempenho do chefe do Executivo é bem avaliado pela população brasileira.

Dos entrevistados, 42% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro em relação à pandemia. Já 27% veem as ações do presidente como regulares, e 30% avaliam como ótimas ou boas.

Mulheres tendem a avaliar o desempenho do presidente na pandemia pior do que homens (47% delas consideram ruim ou péssimo, contra 35% deles), e há diferença grande entre mais ricos (55% avaliam mal) e escolarizados (57%), além de quem vive nas grandes cidades (onde 49% avaliam mal as ações do presidente, contra 36% no interior).

A maior parte dos entrevistados (53%) disse acreditar que o Brasil não fez o que era preciso para evitar as mais de 181 mil mortes pela Covid-19, enquanto se dividem igualmente o restante que pensa que nada que o país fizesse evitaria esse número (22%) e os que pensam que o Brasil tomou as atitudes necessárias para evitá-lo (22%).

A pesquisa Datafolha mostra também que está em baixa a avaliação do desempenho do Ministério da Saúde na condução da pandemia.

Hoje, 35% consideram o desempenho da pasta como ótimo ou bom. Esse número chegou a 76% em 3 de abril, quando o ministério era chefiado por Luiz Henrique Mandetta (DEM), médico e deputado federal que se contrapunha ao presidente ao defender medidas de distanciamento social e concedia entrevistas diariamente para divulgar dados e ações do governo.

Após uma série de atritos com Bolsonaro, que negava a gravidade da doença e que fez aparições públicas que provocavam aglomerações, Mandetta foi demitido em 16 de abril.

Assumiu, em seu lugar, outro médico, Nelson Teich. Datafolha de 27 de abril mostrava que 55% das pessoas avaliavam como bom ou ótimo o desempenho do Ministério da Saúde na época.

Menos de um mês após assumir o cargo, no meio de maio, Teich também deixou a pasta, após embates com o presidente, que queria incluir a recomendação da cloroquina para pacientes infectados com o vírus mesmo sem evidência científica da eficácia do medicamento.

Em seu lugar ficou, a princípio interinamente e depois efetivado, o secretário executivo da pasta, o general Eduardo Pazuello, sem formação médica e muito próximo do presidente. Sob a gestão do militar, a avaliação do desempenho do ministério da Saúde continuou em queda.

Pazuello tem protagonizado uma disputa com o governo de São Paulo, que anunciou importação, produção e administração de vacinas contra a Covid-19 de forma independente do governo federal.

O ministro tem se contraposto ao governador João Doria (PSDB), que antagoniza com Bolsonaro e usa o plano de vacinação como principal arma política para uma candidatura à Presidência em 2022.

Pazuello ainda não apresentou à população um plano de vacinação, embora a imunização já tenha começado no Reino Unido e esteja prestes a iniciar nos Estados Unidos.

Em resposta a ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal cobrando um plano federal, Pazuello encaminhou um documento à corte que não prevê data e estima vacinar apenas um terço do necessário. Enquanto o tribunal tornava público o documento, no sábado (12), o ministro tirou parte do dia para almoçar com o cantor sertanejo Zezé Di Camargo.

Após a divulgação do documento, pesquisadores que constam como autores do plano afirmaram que nem sequer chegaram a ver o texto.

O Datafolha mostra ainda que a avaliação que a população faz da atuação dos governadores é melhor que a do presidente —41% dos entrevistados considera o desempenho frente a pandemia como bom ou ótimo, e 30% considera ruim ou péssimo.

É no Sudeste onde a população avalia pior o governante —35% considera o desempenho do mandatário estadual durante a pandemia ótimo ou bom, enquanto 36% o considera ruim ou péssimo, e 29% diz ser regular. Já na região Sul, 52% consideram o desempenho do governador bom ou ótimo, enquanto apenas 19% o avaliam mal.

Por fim, o Datafolha também perguntou aos entrevistados sobre como veem o desempenho dos prefeitos de suas cidades na condução da pandemia: aprovados por 42% e reprovados por 30%.

A pesquisa Datafolha foi feita entre 8 e 10 de dezembro com 2.016 brasileiros adultos em todas as regiões e estados do país, por telefone, com ligações para aparelhos celulares (usados por 90% da população). A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Opinião dos leitores

  1. Na minha opinião os maiores culpados pelos 180 mil óbitos são os responsáveis pelo tratamento do paciente, o presidente não emite receita, o governador não emite receita e nem o prefeito emite receita, portanto os médicos políticos e covardes que não deram um kit de medicamentos no início dos sintomas são os responsáveis pelas maioria das mortes.
    Com o fique em casa e tome dipirona para febre e só volte se tiver falta de ar com tosse, muitas pessoas morreram.

  2. O STF, tirou os poderes do pte, jogando pros governadores e prefeitos a responsabilidade pra decidir o que fazer durante a pandemia. A responsabilidade do governo federal é só mandar a verba. o acontece a culpa não do pte.

  3. Estou na parcela da minoria.
    Já dizia saudoso Nelson Rodrigues: “Toda a unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”
    Ele é culpado sim.

  4. Na realidade o grande responsável pela pandemia fora de controle no braZil é a própria falta de cultura do povo.
    Essa lorota de que Deus é brasileiro e com um jeitinho brazuca tudo se resolve, ainda ilude muita gente no país da lei de Gérson.
    Fica aquela eterna impressão de que as coisas só acontecem com o vizinho e isso cria naturalmente uma postura irresponsável num povo acostumado a no final tudo terminar em pizza, futebol e carnaval.
    O débil mental inconsequente que uma legião de asnos conduziu a presidência da república somente potencializou essa conduta irresponsável e determinou os números alarmantes nessa pandemia.
    Mas no final, a culpa é do povo mesmo…

  5. Em nenhum momento ele afirmou que era uma “.gripezinha”! Ele disse que no caso PARTICULAR dele, se pegasse a covid ,NELE , ela seria uma “ gripezinha “ pelo histórico de atleta ! Quem disse que seria uma “ gripezinha “ foi o Dr. Drauzio Varella da rede Goebels !

    1. Pois é. Típica mentira que se tenta cristalizar em verdade por meio da repetição.

  6. Que maioria é essa ??? De onde tiraram isso???? Esse louco continua louco e falando asneiras…. não melhorou NADA!!!

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Polícia

HIPOCRISIA? Diretor do Multishow preso por usar cartões clonados em hotéis de luxo falava em “corrupção” e “ética” para criticar Bolsonaro

Em um vídeo gravado em junho deste ano, o diretor do canal Multishow, Aaron Salles Torres, usava termos como “corrupção” e “ética” para criticar o presidente Jair Bolsonaro e seu governo.

Nesta semana, Aaron e seu namorado Jhony foram presos em flagrante por usar cartões clonados para se hospedar em hotéis de luxo, após investigação da Polícia Civil do RJ. Agora, eles vão responder por estelionado e organização criminosa.

Opinião dos leitores

  1. Isso é um doente.
    No vídeo não fala coisa com coisa.
    Fala bordões sem nexo só porque Bolsonaro não apoia o movimento LGBT .
    Diz que depois que Bolsonaro assumiu não há uma notícia boa (a culpa é da imprensa que persegue Bolsonaro).
    É um cara de pau.
    O comunismo é que é atraso e desgraça e miséria.
    Por que ele não vai morar em Cuba e protestar na frente do Palácio do governo?
    Comunismo é uma seita.

  2. Esse tipo de gente, me refiro aos esquerdopatas, que foram doutrinados pelo sistema implantado no Brasil de 2003 até 2018, é capaz de tudo pra se dar bem à custas do dinheiro alheio. Inúmeros foram esses, que fraudaram os cofres públicos no recebimento indevido do auxílio emergencial, dentre outros crimes. Infelizmente, teremos que conviver com esse povo, sendo obrigados à dispensar um fino trato e muito respeito; sob pena de sermos acusados de preconceito, etc., etc., etc.
    A coisa boa, é que as máscaras estão caindo. Ah! Fala aí, Rede Globo!?

  3. Isso atesta que Bolsonaro é honesto. Se ele quer que a gente tome a Cloroquina em vez da vacina, vamos fazer isto, pois o mito sabe de tudo. Viva o mito. Os americanos tomam vacina porque não são inteligentes. Inteligente somos nós que acreditamos no mito. Temos o mito como farol que nos guia. Toca berrante, que nós segue.

    1. Amigo, você está enganado. Isso NÃO atesta nada a favor de Bolsonaro. Isso só atesta que a corrupção, o mau caratismo, o roubo e a pouca vergonha não respeitam ideologia, partido ou preferência sexual. Ou, pra repetir uma frase antiga, um erro não justifica o outro. O gado se aproveita de qualquer notícia pra idolatrar seu mito enlameado.

    2. Quem é contra Bolsonaro é a favor da esquerda e da turma do mensalão e do petrolao…
      É a favor do comunismo em Cuba, Coreia do Norte, Venezuela e Cuba.
      Traficantes de drogas e bicheiros do Rio São contra Bolsonaro.
      Quem é contra Bolsonaro é contra a corrupção?
      E prefere os tempos de mensalão e do petrolao?
      Ou passaram oor lavagem cerebral da Globo, dona do Multishow?

  4. Simplesmente
    Que foi pego em fragrante delito?
    Quem é não que ser só .
    O choro é livre …Bolsonaro 2022.

    1. Não entendi a relação. Explica pra nós ô Zé ruela frouxa.

  5. Muita cara de pau!!!!
    Mas essas figurinhas são assim mesmo. Hipocritas, mentirosos e cheio s de ódio….
    É uma pena porque influenciam muitos outros aventureiros, inseguros, frustrados…..

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Saúde

Anvisa conclui inspeção de fábricas da CoronaVac e da AstraZeneca na China e promete análise com brevidade

Foto: Amanda Perobelli / Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou neste domingo que a equipe técnica da autarquia que viajou até a China para insepecionar as fábricas das vacinas CoronaVac e da AstraZeneca já retornaram ao Brasil depois de finalizar os trabalhos no país asiático.

Segundo a agência, esta etapa finalizada é “essencial para que as vacinas a serem disponibilizadas no Brasil tenham qualidade e segurança”.

“Todos os esforços estão sendo adotados para que as certificações sejam concluídas com a maior brevidade possível”, informou a Anvisa. Ainda de acordo com o órgão, a equipe técnica agora aguarda informações complementares das duas empresas.

“É importante destacar que essas fábricas ainda não foram certificadas por nenhuma autoridade com relação à produção de vacinas”, apontou.

Os servidores da Anvisa que foram à China deverão ficar em quarentena por 14 dias, trabalhando on-line, depois que chegarem a Brasília.

O Globo

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  1. Quer dizer q a vacina da AstraZenica, em parceria com a Oxford, é produzida na China? Vixe. E agora?

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Cidades

Bombeiros realizam parto de emergência em Caicó; Mãe e bebê passam bem

Foto: reprodução/Instagram/@corpodebombeirosrn

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) realizou, na tarde deste domingo (13), um parto de emergência no banheiro da residência da gestante Daniele dos Santos, 19 anos, que foi atendida quando já estava em trabalho de parto, no bairro João XXIII, na cidade de Caicó.

No local, os bombeiros precisaram realizar o procedimento de imediato, pois o bebê já estava em processo de coroação. “Ao chegarmos no local da ocorrência a mãe estava no banheiro em trabalho de parto, quando tivemos a nobre missão de ajudar aquela criança a vir ao mundo. Foi uma experiência mágica e inesquecível presenciar e ver aquele bebê nascer em meus braços. Foi demais”, relatou emocionado o Soldado Thiago, do Corpo de Bombeiros Militar de Caicó.

Ao lado do Cabo Cunha, também do CBMRN, o parto foi realizado sem maiores complicações. Após o procedimento, o bebê e a mãe foram transportados até o Hospital do Seridó, onde tiveram os cuidados necessários e passam bem.

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Saúde

Com vacina aprovada e doses de sobra, 40% não querem se vacinar nos EUA


Foto: reprodução/GloboNews

Com o sinal verde dado à vacina da Pfizer-BioNTech, os EUA estão prontos para começar amanhã (14/12) seu plano de imunizar 20 milhões até 31 de dezembro. Quatro em cada dez americanos, entretanto, ainda dizem que não pretendem se vacinar, segundo pesquisa do instituto Pew Research feita em novembro. Deste grupo, dois admitem tomar sua dose depois que outros o façam. A aceitação tem aumentado, já que em outubro metade dizia que não seria vacinada.

O uso emergencial do imunizante da Pfizer foi autorizado na noite de sexta-feira pela agência americana que regula medicamentos e alimentos, a Food and Drug Administration (FDA). Cerca de 2,9 milhões de doses já serão distribuídas nesta semana, parte deverá estar disponível para os estados hoje.

Com 328 milhões de habitantes, os EUA assinaram em maio um contrato para garantir 300 milhões de doses desenvolvidas pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford – cujas pesquisas sofreram atraso. Em julho, o país assegurou uma compra de US$ 2 bilhões para obter 100 milhões de doses da vacina da Pfizer-BioNTech – que exige a aplicação dupla para atingir a imunização de 95%. Em agosto, foi feita pelos americanos mais uma compra de 100 milhões de doses da Moderna, suplementada na sexta-feira por mais um compromisso de igual volume para 2021.

Com isso, os EUA garantiram acesso a 600 milhões de doses. Só as vacinas da Moderna e da Pfizer estão próximas do uso. Além da Pfizer, que teve o imunizante aprovado, a Moderna foi a única farmacêutica que formalizou pedido de registro junto à FDA. A reunião do comitê consultivo da agência americana para avaliar a vacina da Moderna acontecerá no dia 17.

Dias após o começo da vacinação no Reino Unido, os americanos terão um desafio de distribuição maior. “Existem bons planos de logística, mas eles não foram testados na prática”, disse Joshua Petrie, professor do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Saúde Pública de Michigan. “Tem sido um desafio fazer com que a população use máscaras em público. Então, também haverá desafios em termos de receptividade da vacina em algumas comunidades.”

Ontem, o chefe da Operação Warp Speed, Gustave F. Perna, afirmou que as doses, que estão concentradas no laboratório da Pfizer em Michigan, começariam a ser transportadas hoje. Ao menos 135 locais de vacinação estarão com a vacina em mãos hoje, segundo ele. As doses do imunizante chegarão a outros 425 locais na terça-feira e a mais 66 na quarta-feira. Antes de a vacina ser aprovada, a distribuição de seringas já foi feita, segundo o governo.

Para conquistar a confiança da população, o epidemiologista Anthony Fauci, que se tornou a cara do combate à pandemia nos EUA, deve ser vacinado em público. Os ex-presidentes George W. Bush, Bill Clinton e Barack Obama se ofereceram para fazer o mesmo. Os primeiros a receber a vacina serão profissionais de saúde e moradores e trabalhadores de casas de repouso e clínicas médicas. Há cerca de 24 milhões de pessoas que se encaixam nestas categorias no país.

A chancela da FDA ao imunizante da Pfizer pode estimular outros países a seguirem o mesmo caminho, já que a análise da agência foi feita de forma independente e não apenas com base nas informações das farmacêuticas, como feito no Reino Unido, o que é visto por especialistas como um critério de credibilidade.

Para especialistas como o médico e advogado sanitarista Daniel Dourado o passo nos EUA pode ter impacto no Brasil, onde o uso da vacina da Pfizer tem sido negociado pelo governo federal. Segundo Dourado, legislação aprovada pelo Congresso em maio concede autorização excepcional para distribuição de medicamentos que sejam essenciais no combate à pandemia e registrados em ao menos uma de quatro autoridades estrangeiras, sendo a FDA uma delas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma, entretanto, que o pedido de autorização emergencial cabe às empresas e nenhum foi protocolado.

Época Negócios

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Saúde

Brasil registra 5.982.953 pessoas curadas da covid-19


Foto: SES/SE

O Brasil registrou neste domingo (13), mais 13.247 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 5.982.953 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 86,7% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de oito vezes superior ao número de casos ativos (737.597), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 50 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, segundo o site Worldometers.

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Política

Países sul-americanos planejam ‘abertura segura’ das fronteiras


Foto: Angelina Nunes/Abraji

Em reunião virtual do Prosul, grupo criado para discutir parcerias econômicas e comerciais entre países sul-americanos, lideranças regionais se posicionaram a favor de um planejamento da abertura das fronteiras, fechadas desde o início da pandemia. O objetivo do plano será possibilitar o fluxo “seguro” de pessoas e mercadorias entre os países.

No encontro do grupo, o governo brasileiro declarou estar “muito satisfeito” com as ações do bloco no combate à pandemia. Segundo o Itamaraty, o presidente Jair Bolsonaro participou do início da reunião, mas o discurso por parte do Brasil foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Em sua intervenção, Araújo reconheceu a gravidade da covid-19, mas disse que o Brasil “está muito satisfeito com a reação do Prosul à pandemia”. Segundo o ministro, o bloco teria apresentado “resultados práticos e contribuições para as respostas nacionais à doença”.

“Nosso desafio continuará até que voltemos à normalidade. O Brasil reitera seu compromisso de cooperar com todos os países do Prosul para o enfrentamento da pandemia”, destacou.

O ministro ainda comparou a pandemia a uma “tempestade” que colocou as habilidades de “pilotagem” à prova. “Em seus primeiros meses, o Prosul logo foi obrigado a responder a um desafio sem precedentes na história da integração regional”, continuou o ministro.

O Foro para o Progresso da América do Sul – Prosul é um bloco de países sul-americanos que busca intensificar o diálogo interno para viabilizar transações econômicas locais mais eficientes. Criado em março de 2019, os 8 países integrantes do bloco buscam ações em que as federações participantes se beneficiem comercialmente, não importando a ideologia política de cada nação.

O grupo foi criado por meio de um documento assinado pelos líderes Mauricio Macri (Argentina), Jair Bolsonaro (Brasil), Sebastián Piñera (Chile), Iván Duque (Colômbia), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Martín Vizcarra (Peru), Lenín Moreno (Equador) e o embaixador da Guiana, George Talbot.

Estadão Conteúdo

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Saúde

COVID: Brasil registra 279 óbitos e 21 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (13):

– Registro de 279 óbitos nas últimas 24h, totalizando 181.402 mortes;

– Foram 21.825 novos casos de coronavírus registrados, no total 6.901.952 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 5.982.953, com o registro de mais 13.247 pacientes curados. Outros 737.597 pacientes estão em acompanhamento.

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Judiciário

STF cancela julgamento sobre plano de vacinação do governo contra covid-19

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luiz Fux, suspendeu o julgamento que estava previsto para 5ª feira (17.dez..2020) sobre ações que pediam que o governo fosse obrigado a apresentar um plano de imunização contra a covid-19.

A decisão de Fux atende a pedido do relator das ações, ministro Ricardo Lewandowski, que recebeu um cronograma de vacinação do governo e pediu mais tempo para analisá-lo.

Desse modo, o Supremo deve focar o debate da semana a responder se a população pode ser obrigada ou não a tomar a vacina, e se cabe a Estados e municípios ou ao governo federal impor a vacinação.

Poder 360

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  1. Verdade Amigo, temos uma instituição chamada ANVISA, que é quem deve dar a ultima palavra sobre essa liberação. Fica um bando de imbecis discutindo o sexo dos anjos, uma ruma de alienados engolindo corda e falando besteira. Acho interessante essa discussão da possível obrigação de ser submetido a vacinação, assunto estranho e esdrúxulo, quem manda na minha saúde sou eu, até decidir se quero viver eu posso, quanto mais ser vacinado sem segurança.

  2. O Ministro de nome esquisito deve ter levado tanta pressão, que pediu mais tempo.
    Tbm foi indicado pelo Lula é de esperar o que?

  3. Queria ver Vossas Excelências serem os primeiros a tomarem uma vacina sem certificação sanitária, pra quem consome caviar com espumante francês é difícil tomar uma vacina do SUS aplicada numa UPA da bairro periférico.

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Judiciário

Lewandowski dá prazo de 48 horas para Pazuello informar data de início e término da vacinação contra a Covid

Foto: Nelson Jr./STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo ​Lewandowski deu neste domingo (13) prazo de 48 horas para que o Ministério da Saúde informe uma data de início e de término de seu plano de vacinação da população contra a Covid-19.

“Intime-se o Senhor Ministro de Estado da Saúde para que esclareça, em 48 (quarenta e oito) horas, qual a previsão de início e término do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid – 19, inclusive de suas distintas fases”, escreveu o ministro em seu despacho, que é endereçado a Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, e também à Advogacia-Geral da União.

No sábado, o STF divulgou ter recebido um plano de vacinação do governo, mas o documento não apresenta prazo de início e término. A Saúde diz que isso só será possível após aprovação de alguma vacina pela ​Anivsa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Esses demônios do apocalipse do STF só podem estar de sacanagem, não se sabe nem quando vai ser liberada a vacina , a quantidade disponível de cada uma delas, a validade de cada uma, a aceitação da população.
    Todos querendo aparecer.

  2. SERÁ Q ESSA VACINA CHINESA NÃO É PARA MATAR O RESTO DA POPULAÇÃO. TEM POLITICA NO MEIO DE TUDO ISSO. EU NÃO TOMO

  3. Como datas se ainda nenhum lanoratório apresentou a finalização dos estudos? Ainda estão na fase 3. Não existe vacina aprovada pela Anvisa e nem pedido de uso emergencial.

  4. Só quero saber como é que o ministro vai saber quando a ANVISA vai aprovar, e quando vai conseguir comprar todas as doses; a não ser que compre a da china, que é boa todo tempo. Kkkk

  5. Mais um pouco ele manda a Anvisa aprovar e registrar a vachina. Deveria ser o primeiro a tomar. Ativismo judicial escancarado.

  6. Será que essa excelência não sabe que nenhum laboratório concluiu os estudos ainda? Como o MS poderia definir datas se os estudos da fase 3 não foram entregues?

  7. Tá de bringadeira esse ministro, não tem nenhuma vacina aprovada pela anvisa, como vai ter uma data de início da vacinação kkkkkkkk

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