A Bandigalado Rock Natal será uma das atrações da Oktober Fest Natal, que vai acontecer no próximo sábado (17), no Museu da Rampa, a partir das 16 horas. Além da Bandigalado, irão se apresentar nossas coirmãs Uskaravelho, Mobydick e Dyonísia.
O último lote de ingressos (quase esgotados) ainda está disponível pelo App Outgo. Serão três palcos simultâneos (rock, forró e pagode) e dez cervejarias, com mais de trinta tipos de cerveja. Cada participante já recebe um litro de chope na entrada do evento.
A Bandigalado é uma banda de rock natalense composta por sete integrantes: Alexandre Azevedo (vocal), Lucien Dantas (bateria), André Macedo (baixo), Cláudio Macedo (guitarra base), Silvério Neto (guitarra solo), Misael Queiroz (guitarra solo) e Pedro Ratts (teclado).
A Polícia Federal (PF) só entregará em novembro o relatório sobre o possível envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. A decisão busca evitar novas turbulências durante o período eleitoral, segundo informações do comentarista Valdo Cruz, do g1 e da GloboNews, nesta quarta-feira (14).
O adiamento foi acertado em reunião realizada na terça-feira (13) entre o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o presidente do STF, Edson Fachin. A Polícia Federal fará uma análise detalhada das mensagens de Vorcaro e incluirá no documento os nomes de magistrados sobre os quais forem encontrados indícios de possíveis irregularidades.
O relatório também será encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para parecer. Em seguida, Fachin deverá submetê-lo ao plenário do STF, que decidirá sobre a eventual abertura de investigações contra ministros da Corte.
Segundo a reportagem, a decisão agrada às duas alas do Supremo que divergiam sobre o andamento das investigações. Nos bastidores, ministros e investigadores avaliam que o resultado da eleição presidencial poderá influenciar o ambiente interno da Corte e a discussão sobre o caso.
Há ainda a possibilidade de arquivamento caso os elementos reunidos pela Polícia Federal sejam considerados insuficientes para justificar novas investigações.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (14) em que provoca o presidente Lula (PT) sobre o debate da Band, marcado para domingo (18).
“Lula, como você é previsível, né? Bastou falar que não ia no debate da Band pra você, no minuto seguinte, falar que vai”, afirmou Flávio, que disse ter usado a declaração para conseguir a confirmação do adversário.
“Eu vou estar lá pra esfregar a verdade na sua cara”, declarou. Flávio também acusou Lula de divulgar mentiras durante a campanha e prometeu desmenti-lo ao vivo. “Te espero no debate da Band, Lula”, concluiu.
Uma plataforma de apostas foi condenada pela Justiça do Rio Grande do Norte após bloquear por mais de 14 meses o saque de R$ 51.365 de uma cliente. A decisão do Juizado Especial Cível e Criminal de Apodi, na Região Oeste, determinou a liberação do dinheiro e o pagamento de R$ 2 mil por danos morais.
A empresa, que não teve o nome divulgado, alegou que o bloqueio foi uma medida preventiva porque a aposta estava relacionada a uma partida de futebol da terceira divisão da Romênia, investigada por suspeita de manipulação de resultados.
O juiz Fábio Ferreira Vasconcelos, porém, considerou que a plataforma não apresentou provas de envolvimento da cliente em qualquer irregularidade. Os documentos indicavam apenas movimentações atípicas no mercado de apostas daquela partida.
Na sentença, o magistrado destacou que as empresas podem adotar medidas para prevenir fraudes, mas não podem reter indefinidamente o dinheiro dos usuários. A falta de informações claras e a demora de mais de um ano foram consideradas práticas abusivas, conforme o Código de Defesa do Consumidor.
A Justiça também reconheceu que a retenção prolongada do valor e as tentativas frustradas de resolver o problema ultrapassaram um simples descumprimento contratual, justificando a indenização por danos morais.
A Prefeitura de Natal concedeu desconto de 100% nos juros de dívidas municipais vencidas até 31 de dezembro de 2025. A medida foi publicada no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (14) e permite o parcelamento dos débitos em até 48 vezes, com prazo de adesão até 31 de dezembro de 2026.
O benefício contempla dívidas como o IPTU, infrações urbanísticas e ambientais, além de outros débitos inscritos em Dívida Ativa. O desconto vale apenas para os juros de mora, sem redução do valor principal da dívida.
O parcelamento exige entrada de 5% do valor consolidado, com parcelas mínimas de R$ 50 para pessoas físicas e R$ 200 para pessoas jurídicas. Débitos tributários do exercício imediatamente anterior ao pedido, quando admitidos, poderão ser divididos em até 12 vezes.
Como aderir
O contribuinte deve apresentar requerimento à Secretaria Municipal de Finanças (Sefin), acompanhado de documento de identificação e informações de contato. No caso de empresas, também são exigidos o contrato social e a identificação do sócio-gerente. Pedidos feitos por representantes precisam de procuração com poderes específicos.
A primeira parcela vence em até dez dias após a formalização do pedido, sem ultrapassar o último dia útil do mês. As demais vencem no dia 20 dos meses seguintes. O acordo pode ser rescindido em caso de três parcelas atrasadas, consecutivas ou não, ou atraso superior a 90 dias em uma única parcela. Nesse caso, a dívida retorna à situação anterior ao parcelamento.
Quem não pode aderir
Ficam de fora do benefício dívidas em cobrança judicial com bens penhorados já destinados a leilão, depósitos judiciais ou bloqueios por penhora on-line. Também estão excluídos débitos do Imposto sobre Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITIV), laudêmios e tributos retidos e não recolhidos, salvo as exceções previstas no decreto.
O benefício também alcança créditos tributários de exercícios anteriores ainda não inscritos em Dívida Ativa, desde que atendidas as condições estabelecidas pela prefeitura.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu, nesta quarta-feira (14), a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto, que prevê mudanças na atuação das polícias e no combate ao crime organizado, segue agora para votação no plenário.
A proposta já havia tido seu texto principal aprovado em setembro, mas ainda restavam três pontos pendentes. O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), encerrou a análise devido à ausência dos parlamentares que solicitaram as votações separadas.
Para ser aprovada, a PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em dois turnos no Senado. Se houver alterações, retornará à Câmara dos Deputados.
Enviada pelo governo Lula em abril de 2025, a proposta prevê maior integração entre as polícias federais, estaduais e municipais, punições mais duras para integrantes de facções criminosas, ampliação dos investimentos em segurança e possibilidade de criação de polícias municipais.
O relator, Rogério Carvalho (PT-SE), retirou do texto a destinação de 30% da arrecadação das apostas esportivas aos fundos de segurança. A integração das forças policiais também enfrenta resistência de governadores de direita, que apontam risco de interferência federal.
Otto Alencar pretende negociar a votação da PEC com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após a análise da proposta que acaba com a escala 6×1. A expectativa é votar o texto antes do 2º turno das eleições presidenciais.
O chamado “Gastômetro de Lula”, ferramenta criada pelo jornal O Estado de S. Paulo para contabilizar medidas de impacto fiscal anunciadas pelo governo federal em ano eleitoral, alcançou R$ 354 bilhões. O novo levantamento inclui o perdão de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs), anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A medida pode provocar impacto de até R$ 12 bilhões nas contas públicas. O levantamento reúne iniciativas como linhas de crédito, subsídios, benefícios sociais e renúncias fiscais anunciadas ou ampliadas pelo governo.
Os R$ 354 bilhões não representam apenas despesas já realizadas. O cálculo também considera financiamentos, receitas tributárias que deixarão de ser arrecadadas e medidas ainda não implementadas.
Especialistas alertam que a ampliação dos benefícios pode pressionar as contas públicas e elevar o endividamento após as eleições.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) confirmou, nesta quarta-feira (14), sua participação no debate promovido pelo Grupo Bandeirantes, marcado para domingo (18), às 20h. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, também confirmou presença.
O encontro será o primeiro confronto direto entre os dois candidatos na disputa presidencial de 2026, após a definição do 2º turno das eleições.
O debate terá transmissão ao vivo pela Band TV, BandNews TV, rádios BandNews FM e Bandeirantes, além do YouTube do Band Jornalismo, site da emissora e plataforma Bandplay.
A transmissão também contará com a participação de um grupo de veículos parceiros, formado pelas TVs Gazeta, Cultura, Jovem Pan e pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo a Band, a definição da data ocorreu após reuniões da direção de jornalismo com representantes das campanhas. A emissora ainda mantém contato com as equipes dos candidatos para estabelecer as regras e o formato do confronto.
Uma van identificada com a marca do Ministério da Educação (MEC) foi flagrada buscando estudantes no comitê de campanha do presidente Lula (PT), em Brasília, na tarde desta terça-feira (13). Os jovens haviam participado da gravação de um vídeo eleitoral divulgado nas redes sociais do petista. O caso foi registrado pela Folha de S.Paulo.
Segundo a reportagem, os estudantes deixaram o comitê por volta das 17h e aguardaram na calçada até a chegada do veículo. A equipe da Folha filmou o embarque. Uma das participantes afirmou que o grupo era formado por estudantes de escolas e universidades.
Na gravação com Lula, os jovens aparecem ao lado do presidente durante o anúncio do Pé-de-Meia Universitário, proposta de campanha que prevê pagamentos mensais de R$ 700 e depósitos anuais de R$ 2.500 para estudantes do ensino superior.
Questionada sobre a presença de um veículo com identificação do governo federal em uma atividade eleitoral, a campanha de Lula afirmou que a van foi contratada por um particular junto à empresa BS Transportes e Serviços e não estava a serviço do MEC naquele horário.
A assessoria do Ministério da Educação também declarou que o episódio não tem relação com a pasta. Não há, até o momento, comprovação de que recursos públicos tenham sido utilizados no transporte dos estudantes.
O episódio ocorreu a 12 dias do 2º turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avisaram a interlocutores do governo Lula e do PT que não apoiariam um pedido de suspeição contra o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em processos envolvendo o partido. Diante da resistência, a proposta perdeu força entre dirigentes petistas. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada nesta quarta-feira (14).
Integrantes da campanha de Lula discutiam a possibilidade de pedir o afastamento de Kassio dos julgamentos relacionados à propaganda eleitoral. Na avaliação de lideranças do PT, decisões do ministro estariam favorecendo Flávio Bolsonaro (PL), adversário do presidente no 2º turno.
Um dos principais motivos da insatisfação foi a decisão que determinou a suspensão por 48 horas do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A medida provocou reação entre integrantes da campanha petista.
Segundo a coluna, a maioria dos dirigentes e advogados envolvidos nas discussões passou a considerar o pedido de suspeição um desgaste político desnecessário. Além da resistência dos ministros, pesou a avaliação de que a iniciativa poderia recolocar o Judiciário no centro da disputa eleitoral.
A mudança recente na composição do TSE também influenciou o recuo. O ministro Antônio Carlos Ferreira, que costumava se alinhar a Kassio, deixou a Corte e foi substituído por Sebastião Reis, alterando o equilíbrio interno do tribunal.
Apesar disso, a possibilidade de apresentar o pedido não foi completamente descartada. Alguns integrantes da campanha ainda defendem a medida como forma de demonstrar insatisfação com as decisões do presidente do TSE.
Kassio Nunes Marques nega favorecer qualquer candidatura. Segundo o ministro, suas decisões seguem os entendimentos da Justiça Eleitoral, e as críticas à sua atuação representam tentativas de intimidação.
CANALHAS não querem sair do poder de jeito nenhum. Do jeito que esta indo só uma intervenção de Paises democraticos e independentes contra essa “democracia” de mentiras.
A Estátua da Liberdade da loja Havan, em Natal, foi alvo de pichação na madrugada desta terça-feira (13), por volta das 3h20. O empresário Luciano Hang divulgou um vídeo nas redes sociais denunciando o episódio e anunciou uma recompensa de R$ 10 mil por informações que ajudem a identificar o responsável.
Segundo Hang, a estátua foi pichada com frases ideológicas. O empresário atribuiu o ato a um militante de esquerda e criticou o vandalismo. “Não podemos deixar que atos como esses fiquem impunes”, afirmou.
Informações que possam ajudar na identificação do autor podem ser repassadas pelo telefone 0800 517 0051.
A comediante Carol Delgado desembarca em Natal no próximo dia 18 de outubro (domingo), às 19h, com o espetáculo de stand-up comedy “Energia Feminina”, no Auditório Praiamar Arena. Conhecida pelo humor ácido e pelas observações afiadas sobre o cotidiano, a artista apresenta um show que mistura comédia, improviso e participação do público. Os ingressos já estão à venda pelo site Ingresso Digital.
Com uma abordagem irreverente, “Energia Feminina” propõe desconstruir os clichês e as expectativas sociais sobre o comportamento feminino. No palco, Carol Delgado transforma situações comuns em histórias divertidas, questionando, com ironia e autenticidade, as regras invisíveis que tentam definir o que é ser mulher.
O espetáculo combina o formato tradicional do stand-up com uma novidade: o quadro “SUPER FLOP”, inspirado nos programas de auditório que marcaram a televisão brasileira nas décadas de 1990 e 2000. A proposta é transformar a apresentação em uma experiência interativa, na qual a plateia deixa de ser apenas espectadora e passa a fazer parte das situações apresentadas.
Durante o quadro, o público poderá participar de jogos, dinâmicas e situações inusitadas, que vão desde cobranças de pensão atrasada e dúvidas amorosas até conselhos para casais e apresentações de talentos improváveis. Tudo acontece ao vivo, com espaço para improvisações, surpresas e convidados especiais, tornando cada sessão uma experiência diferente.
Entre reflexões sobre relacionamentos, padrões de comportamento e as contradições da vida moderna, Carol Delgado aposta na identificação com o público para provocar gargalhadas. Com uma linguagem direta e sem receio de abordar temas considerados delicados, a comediante transforma experiências e frustrações do cotidiano em entretenimento.
Mais do que um espetáculo de humor, “Energia Feminina” é apresentado como um convite para rir das cobranças sociais, das expectativas alheias e das situações que fazem parte da vida real. A apresentação em Natal promete reunir humor, música, espontaneidade e muita interação com a plateia.
A realização é da Non Stop e Viva Entretenimento.
Serviço
Espetáculo: Carol Delgado em “Energia Feminina”
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: 19h
Local: Auditório Praiamar Arena – Natal/RN
Ingressos: À venda pelo site Ingresso Digital
Realização: Non Stop e Viva Entretenimento
Manifestantes chicotearam um boneco com o rosto da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) durante um ato de apoio ao presidente Lula (PT), realizado no domingo (11), em Goiânia (GO). A representação da parlamentar foi pendurada em um mastro, acompanhada de uma placa com a frase “Sinhá Zanatta no tronco”.
A manifestação ocorreu uma semana após a deputada comemorar sua reeleição, no dia 4 de outubro, segurando um chicote durante uma caminhada com apoiadores em Santa Catarina. Na ocasião, Zanatta afirmou que o objeto fazia referência à expressão regional “foi de relho”, utilizada para representar uma vitória expressiva.
Após a repercussão das imagens do protesto de domingo, a parlamentar criticou a encenação e afirmou ser vítima de intolerância política. “Imaginem se fosse uma parlamentar de esquerda sendo representada dessa forma”, declarou.
O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), foi retirado do ar na noite desta terça-feira (13), após determinação do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A ferramenta reúne mais de 4 milhões de inscritos e é utilizada para divulgar conteúdos de apoio à candidatura do presidente Lula (PT).
A suspensão ocorreu após uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questionou a regularidade do canal. Inicialmente, Nunes Marques determinou a interrupção integral das atividades até que a ferramenta fosse formalmente registrada na Justiça Eleitoral.
A campanha de Lula realizou o registro nesta terça-feira, e o ministro reconheceu o cumprimento da exigência. No entanto, estabeleceu que o canal só poderá retomar suas atividades após o prazo de 48 horas previsto em resolução do TSE, desde que sejam observadas as regras de identificação do responsável pela propaganda eleitoral.
A defesa de Lula informou que o registro foi realizado apenas para cumprir a determinação judicial e não representa o reconhecimento de que o canal seja administrado pela campanha. Segundo os advogados, a ferramenta foi criada e é gerenciada por Janones, sem supervisão direta da candidatura.
A controvérsia também provocou divergências no TSE. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu que a discussão sobre o funcionamento do canal seja submetida ao plenário da Corte, diante da proximidade do 2º turno das eleições.
Nas redes sociais, Janones criticou a suspensão e afirmou que o canal nunca divulgou notícias falsas. O deputado também questionou o momento em que a ferramenta foi retirada do ar, durante a votação sobre o fim da escala 6×1.
O Rio Grande do Norte está entre os cinco estados que foram alvo, nesta quarta-feira (14), da Operação Bifronte, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG). A ação investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, com bloqueio patrimonial determinado de até R$ 187 milhões.
Ao todo, foram cumpridos 46 mandados judiciais em Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. São 23 mandados de prisão, 20 de busca e apreensão e três de recolhimento domiciliar com monitoramento eletrônico.
A Justiça também determinou duas difusões vermelhas pela Interpol e a transferência de dois investigados para o sistema penitenciário federal.
As medidas patrimoniais atingem 69 pessoas físicas e jurídicas e incluem o sequestro imediato de 11 imóveis localizados em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, além de uma aeronave.
Segundo as investigações, a organização criminosa atuava na aquisição de drogas provenientes da Bolívia e do Peru, responsáveis pelo abastecimento de uma rede de transporte e distribuição em território brasileiro. O grupo também é investigado por movimentação de recursos financeiros e ocultação de patrimônio.
Os investigados poderão responder, conforme suas participações, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal não detalhou quantos mandados foram cumpridos especificamente no Rio Grande do Norte nem informou a identidade dos investigados no estado.
A FICCO/MG reúne a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Penal de Minas Gerais.
Ministro André Mendonça determinou a remoção imediata das postagens feitas pelo presidente Lula.
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (13) a remoção imediata de postagens feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela coligação Brasil Pronto Pra Mais nas redes sociais X e Instagram. As publicações tratavam da proposta de corte de gastos do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), apelidada pelo senador de “tesouraço”.
Pela decisão, as plataformas têm o prazo de três horas para efetivar a retirada dos conteúdos. Em caso de descumprimento ou de novas postagens com a mesma temática, foi fixada uma multa diária de R$ 10 mil ou por nova publicação.
A medida jurídica foi tomada após Flávio Bolsonaro acionar o TSE contestando um vídeo de cerca de 55 segundos veiculado em 6 de outubro nos perfis oficiais do presidente. Por outro lado, o ministro Mendonça optou, por ora, por rejeitar o pedido para estender a ordem de forma automática a conteúdos semelhantes ou proibir preventivamente novas postagens com teor análogo.
Distorção e falta de suporte factual
O material de campanha contestado relacionava o termo “tesouraço” ao risco iminente de cortes em áreas vitais e programas sociais, como o Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos, além de iniciativas de combate ao câncer, distribuição de cisternas, merenda escolar e prevenção de desastres naturais.
Em sua análise, o magistrado pontuou que, embora a liberdade de expressão resguarde o debate político, a propaganda eleitoral em questão imputou a Flávio a intenção de extinguir ou enxugar políticas públicas sem apresentar um “suporte factual mínimo”, distorcendo o plano de governo registrado na Corte.
“Ocorre que a propaganda apresenta como consequência certa uma ameaça generalizada à continuidade de políticas sociais, sem apontar fundamento fático mínimo que autorize semelhante conclusão e em aparente contradição com compromissos expressos no plano de governo registrado nesta Corte”, destacou Mendonça em seu despacho.
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