A sede da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em Brasília passou a receber uma sequência de lideranças políticas após o resultado do 1º turno da eleição presidencial. Segundo a colunista Letícia Casado, do UOL, o local vive um clima de transição de governo, com reuniões e anúncios de apoio ao senador.
O cenário contrasta com o início da campanha, quando o PL não conseguiu fechar alianças e lançou uma chapa formada apenas por integrantes do próprio partido. Agora, União Brasil, PP, Republicanos, Podemos e Novo declararam apoio a Flávio, assim como os ex-presidenciáveis Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury.
A Frente Parlamentar da Agricultura também anunciou apoio ao senador e deverá indicar o ministro da Agricultura em um eventual governo. O movimento ocorre após Flávio terminar o 1º turno com 47% dos votos, contra 45% de Lula (PT).
Natal será sede, entre os dias 10 e 15 de outubro, do Bear Games Nordeste 2026, competição esportiva da rede Maple Bear que reunirá cerca de 750 atletas de 10 escolas da região. O evento contará com mais de 1 mil participantes, entre estudantes, professores e equipes de apoio, e terá disputas em diferentes modalidades esportivas, além de uma programação cultural. A abertura acontece no sábado (10), a partir das 18h, no Ginásio Nélio Dias, em Natal.
O Nordeste reúne o maior dos nove comitês do Bear Games no Brasil, com a participação de escolas da região na competição. Em Natal, o evento terá disputas de judô, xadrez, basquete 5×5, basquete 3×3, vôlei, vôlei de praia, futsal, beach tennis, tênis de mesa e ginástica artística.
Para o coordenador de esportes da Maple Bear Natal, Marlos Colpo, a participação em competições regionais contribui para a formação dos estudantes para além dos resultados esportivos.
“A participação em competições regionais vai muito além da disputa por resultados. O esporte é uma importante ferramenta de formação integral, pois ensina valores como disciplina, responsabilidade, respeito, trabalho em equipe, resiliência e capacidade de lidar com desafios e frustrações”, disse o coordenador.
Além das competições, o evento terá uma programação cultural. No dia 12 de outubro, a partir das 19h, será realizada a Noite Cultural, no Palácio dos Esportes, quando as escolas participantes poderão apresentar talentos em dança, teatro, música e outras manifestações artísticas. A programação busca ampliar a integração entre os estudantes e mostrar que o evento vai além das disputas esportivas.
A preparação para o Bear Games começa antes da competição e, na Maple Bear Natal, faz parte da rotina esportiva da escola. Ao longo do ano, os alunos são preparados técnica e fisicamente, além de trabalharem aspectos como o sentimento de pertencimento, o compromisso com a equipe e a responsabilidade de representar a instituição.
“Os alunos passam a entender que fazem parte de algo maior e que representar a Maple Bear é também assumir uma responsabilidade e viver uma experiência coletiva”, afirma Marlos Colpo.
Neste ano, Natal será representada por uma delegação de aproximadamente 200 pessoas, entre atletas, professores e equipe de apoio. A participação da cidade integra a programação do Bear Games Nordeste, que reúne escolas da rede em uma competição que combina esporte, convivência e atividades culturais.
A programação completa pode ser conferida clicando aqui.
Com cerca de um mês pela frente até o Enem, a pressão para intensificar os estudos pode levar os candidatos a uma rotina de excessos. Mas a orientação para essa reta final é aproveitar melhor o tempo disponível, revisar os conteúdos já trabalhados e preservar o descanso. Segundo Kennia Isis, orientadora pedagógica do Colégio Porto, em Natal, a preparação precisa combinar conhecimento, equilíbrio emocional e capacidade de administrar o tempo e a energia durante a prova.
“O aluno não tem que estudar mais, tem que estudar melhor. Nesse momento, revisar é muito mais importante”, afirma. A especialista explica que, enquanto o estudo envolve aprender um conteúdo, a revisão permite recuperar e consolidar conhecimentos com os quais o estudante já teve contato ao longo do ensino médio. A resolução de exercícios é uma das ferramentas para esse processo.
Na prática, a recomendação é organizar a revisão a partir do que já foi aprendido, usar questões para identificar dificuldades e aproveitar o tempo restante de forma realista. Tentar dominar todos os assuntos nas últimas semanas pode ampliar a ansiedade e comprometer a confiança. “Ninguém aprende tudo, ninguém sabe de tudo. Algumas coisas a gente sabe mais, outras a gente sabe menos”, lembra Kennia.
A orientadora compara a preparação para o Enem à de uma maratona: assim como um corredor precisa construir resistência antes de percorrer uma longa distância, o estudante desenvolve ao longo do ano as condições para enfrentar o exame. Além do domínio dos conteúdos, essa preparação envolve concentração, gestão do tempo e disposição para lidar com os desafios da prova.
No Colégio Porto, o último mês é dedicado à revisão, com um material elaborado anualmente para os desafios do exame. O trabalho busca recuperar os conhecimentos e fortalecer a segurança dos estudantes em relação ao que aprenderam. Paralelamente, a escola promove momentos de descompressão, com atividades de reflexão, descanso, relaxamento e movimento corporal.
“Para nós, tão importante quanto a preparação acadêmica é também a preparação emocional e socioemocional”, destaca Kennia. Esse acompanhamento considera tanto as escolhas de cada aluno sobre o curso e a faculdade que deseja quanto a convivência com os colegas, que compartilham expectativas e dificuldades durante a terceira série do ensino médio.
Nesse ambiente, a orientação é evitar comparações que diminuam a confiança ou façam o estudante se sentir incapaz. Segundo a socióloga e especialista em educação, a competição pode ser positiva quando estimula o desenvolvimento, mas deixa de contribuir quando menospreza o outro. Reconhecer as próprias capacidades e limites ajuda a estabelecer objetivos compatíveis com a trajetória de cada candidato.
O apoio da família também faz parte dessa preparação. Manter um ambiente tranquilo, respeitar os momentos de descanso e ajudar o jovem a organizar a rotina são formas de contribuir para que ele chegue ao exame descansado, bem alimentado e confiante. “Nessa reta final, os estudantes não precisam de um fiscal de estudos. Precisam de alguém que os ajude a gerenciar essa energia”, orienta.
Para Kennia, o foco deve estar no que ainda pode ser feito, sem transformar as últimas semanas em uma tentativa de compensar toda a preparação anterior. “Melhor do que buscar recuperar o tempo perdido é aproveitar o tempo que se tem da melhor forma possível”, conclui.
A inflação oficial do Brasil subiu 0,82% em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou acima da expectativa do mercado, que projetava alta de 0,73%, e reverteu a deflação de 0,32% registrada em agosto.
O principal impacto veio da energia elétrica, que ficou 7,98% mais cara. O grupo Habitação teve alta de 2,31%, seguido por Transportes (0,89%) e Alimentação e bebidas (0,83%). Entre os alimentos, o tomate subiu 37,76% e a batata-inglesa, 24,07%.
No acumulado de 2026, a inflação chega a 3,95%. Em 12 meses, o índice atingiu 4,58%, acima do teto de 4,5% da meta estabelecida para o Banco Central.
Integrantes do PL e da campanha de Flávio Bolsonaro apontam o deputado federal reeleito André Janones (Rede) como o principal articulador de uma suposta “campanha do medo” contra o candidato à Presidência no 2º turno. Segundo aliados do senador, a estratégia busca associar uma eventual vitória de Flávio à perda de direitos trabalhistas e benefícios sociais.
Entre os conteúdos citados pela campanha estão alegações de que Flávio pretende acabar com o Bolsa Família e o 13º salário, privatizar o Sistema Único de Saúde (SUS), cortar recursos do Farmácia Popular e congelar aposentadorias. Os aliados do candidato acusam Janones de disseminar informações falsas.
Janones criou o canal de WhatsApp “Exército de Lula”, que passou de cerca de 50 mil inscritos para 1,8 milhão de seguidores em dois dias após o 1º turno, segundo informações divulgadas sobre a iniciativa.
A campanha de Flávio Bolsonaro também acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para questionar a circulação das publicações durante a disputa presidencial.
O mais interessante na cegueira e burrice coletiva dos petistas idiotas, é suportar figuras tão díspares do que eles propagam e acreditam , fedentina por cheiro de esgoto ambulante, esse janones, tal e qual seu ídolo bebum, são dois crapulas, por sinal, coisa que pulula no PT.
Votar em alguém que é contra o fim do 6×1 , que pediu dinheiro a um ladrão, que vai soltar um condenado por golpe, que vai aumentar a fila do INSS, que vai piorar a aposentadoria, que vai alterar a constituição para ficar 8 anos direto , que é contra vacinas e odeia o sus, é sinal de suprema inteligência.
O presidente Lula (PT) intensificou as articulações com lideranças do Centrão em busca de apoios individuais para o 2º turno da eleição presidencial. A movimentação ocorre após partidos como Republicanos, União Brasil, PP, Podemos e Novo anunciarem apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na quinta-feira (8), Lula recebeu o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), no Palácio da Alvorada. A reunião durou cerca de 45 minutos e contou com a participação do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Após o encontro, Lula afirmou que a conversa foi boa e declarou: “Ele vai me ajudar a ganhar as eleições”.
O encontro ocorreu um dia depois de o Republicanos anunciar apoio a Flávio Bolsonaro. Motta não participou da reunião da executiva nacional que formalizou a decisão. O presidente da Câmara é um dos principais interlocutores de Lula entre os partidos do Centrão.
Enquanto isso, Flávio amplia sua base política. Segundo integrantes da cúpula do MDB, o presidente nacional da legenda, Baleia Rossi, já teria confirmado o apoio de 14 dos 27 diretórios estaduais ao candidato do PL.
Fotos: Ricardo Stuckert/Campanha e Charles Vieira/Campanha
O senador Flávio Bolsonaro (PL) ampliou sua base de apoio político e avançou na arrecadação de campanha durante a primeira semana do 2º turno da eleição presidencial. Segundo levantamento do UOL divulgado nesta sexta-feira (9), o candidato recebeu R$ 1,76 milhão em doações desde segunda-feira (5), enquanto o presidente Lula (PT) não registrou novas contribuições de pessoas físicas na Justiça Eleitoral até a noite de quinta-feira (8).
Flávio conquistou o apoio de cinco partidos: União Brasil, Progressistas, Podemos, Republicanos e Novo. Também recebeu declarações de apoio dos ex-presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Os diretórios estaduais do MDB devem anunciar novos posicionamentos na próxima semana.
O senador conta ainda com o apoio da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), que deverá indicar o ministro da Agricultura em um eventual governo. Já Lula recebeu o apoio de partidos menores, como UP, PCB e PSTU, além das legendas que já integravam sua coligação no 1º turno.
Na disputa pelos governos estaduais, Flávio também reúne mais aliados envolvidos no 2º turno: são seis, contra quatro ligados ao presidente Lula. Enquanto o candidato do PL intensifica as articulações políticas, a campanha petista promove mudanças na comunicação e busca mobilizar os cerca de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas no 1º turno.
O economista Adolfo Sachsida, coordenador da área econômica do plano de governo do senador Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que um eventual governo do candidato não privatizará Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele também assumiu o compromisso de preservar e fortalecer programas sociais, como o Bolsa Família.
Sachsida apresentou as declarações como compromissos públicos da equipe econômica de Flávio Bolsonaro. O economista também defendeu a redução de impostos, da burocracia e da estrutura administrativa federal, além do equilíbrio das contas públicas.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal prenda a porteira Nailze Aparecida Ribeiro Silva, de 54 anos, condenada a 14 anos de prisão pela participação nos atos de 8 de Janeiro, em Brasília. A ordem foi encaminhada na quarta-feira (7), após o trânsito em julgado da condenação, quando não cabem mais recursos.
Moradora de São Bernardo do Campo, em São Paulo, Nailze foi presa em 9 de janeiro de 2023, no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. Atualmente, estava em liberdade provisória, submetida a medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
A porteira foi condenada pelo STF, em maio deste ano, por cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A pena será cumprida em regime inicial fechado.
Na decisão, Moraes também determinou a realização de exames médicos oficiais e o desconto do período em que Nailze permaneceu presa provisoriamente. O STF fixou ainda indenização mínima de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, a ser paga solidariamente com os demais condenados pelos ataques.
O governo do presidente Lula (PT) é desaprovado por 53,4% dos brasileiros, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta sexta-feira (9). A aprovação da gestão é de 44,7%, uma queda de dois pontos percentuais em relação à pesquisa divulgada no último sábado (3).
Na avaliação do governo, 51,9% dos entrevistados consideram a administração ruim ou péssima, enquanto 36,9% classificam a gestão como ótima ou boa. Outros 11,2% avaliam o governo como regular.
A pesquisa ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Lula (PT) na disputa pelo 2º turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9). Flávio tem 52,8% dos votos válidos, contra 47,2% de Lula, uma vantagem de 5,6 pontos percentuais.
Considerando os votos totais, Flávio registra 51,1% das intenções de voto, enquanto Lula soma 45,7%. Brancos, nulos e indecisos representam 3,2%.
O resultado mostra uma mudança em relação à pesquisa divulgada na véspera do 1º turno, quando Lula aparecia com 50,1% dos votos válidos e Flávio tinha 49,9%.
O levantamento também avaliou em qual candidato os eleitores mais confiam para administrar diferentes áreas do governo. Flávio lidera na maioria dos temas pesquisados, com destaque para criminalidade e tráfico de drogas, com 53%, e equilíbrio fiscal e controle de gastos, com 52%. Nos dois casos, a vantagem sobre Lula é de dez pontos percentuais.
A pesquisa ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.
Durante participação no programa Contexto Metrópoles, o jornalista Mário Sabino afirmou que a disseminação de fake news faz parte da “tradição” histórica do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo Sabino, os petistas “sempre foram falsificadores da realidade”, prática que ele classificou como recorrente na trajetória da sigla.
O comentarista chamou atenção para o teor de peças de campanha recentes citando como exemplo um vídeo que retrata duas pessoas idosas e em situação de vulnerabilidade com ferimentos nas mãos, associando-as a Jair Bolsonaro. Para Sabino, esse tipo de propaganda é direcionado de forma cirúrgica para o eleitorado mais velho e de menor renda que se absteve no primeiro turno.
Na avaliação do analista, a única estratégia viável para a campanha de Lula no segundo turno depende justamente de atrair esse público. “A única saída para o Lula é procurar que esse eleitorado vote no segundo turno, né, sempre levando em conta, esperando que votará nele, porque tradicionalmente é nesse eleitorado que ele tem mais votos.Então, está muito direcionado e chamou atenção justamente para velhos e gente pobre”, concluiu Sabino.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), realizaram uma visita, na última quinta-feira (8), ao arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa. A reunião não constava na agenda pública de campanha da chapa e foi divulgada no início da noite pela própria Arquidiocese de Brasília.
De acordo com a nota publicada pela arquidiocese em suas redes sociais, o encontro ocorreu em um ambiente de cordialidade e diálogo, servindo como espaço para reflexão sobre pautas de interesse mútuo da Igreja e da sociedade brasileira. Imagens compartilhadas na postagem mostram o momento em que Flávio Bolsonaro recebe das mãos do arcebispo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país.
A pauta da conversa incluiu temas de relevância institucional e social, como a liberdade religiosa e de consciência, o respeito à laicidade legítima do Estado, a proteção da vida humana e da família, além de iniciativas voltadas à justiça social, ao combate à pobreza e às desigualdades. Também foi destacada a importância da parceria entre o poder público e as instituições religiosas em prol do bem comum.
Este não é o primeiro gesto público do candidato em relação à santa padroeira durante o período eleitoral, no primeiro turno Flávio já havia exibido uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em um ato de campanha realizado no estado de São Paulo.
Um bom jeito do nosso futuro presidente, no Brasil tem muito ódio, Lula prometeu acabar e não cumpriu, pelo contrário, ele quis foi se vingar por ter sido condenado na lava jato.
[VÍDEO] Presidente de associação de supermercados critica fim da escala 6×1: “Vai prejudicar inúmeras empresas” https://t.co/4dYdxwBPVK https://t.co/K5vgiAyBre
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, manifestou forte oposição à imposição de modelos rígidos para o fim da escala 6×1 por meio de alterações na Constituição. Em declaração divulgada pela VEJA Mercado, o dirigente empresarial argumentou que fixar uma escala padronizada na Carta Magna ignora a dinâmica e as necessidades distintas de cada setor produtivo da economia.
Para Galassi, a medida pode gerar graves reflexos negativos no mercado corporativo. “Você não pode fazer um… isso daí é uma ação que vai prejudicar inúmeras empresas, inúmeros setores”, pontuou. O presidente da Abras destacou ainda que o setor supermercadista já aplica com sucesso o modelo de divisão 5×2 em algumas frentes, sobretudo quando associado a jornadas semanais de 44 horas.
Durante sua avaliação sobre o tema, Galassi enfatizou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho e o controle de horas extras precisa ser conduzido com profundidade e flexibilidade, ponderando os impactos práticos na rotina dos trabalhadores. Segundo o executivo, engessar regras sem considerar a realidade operacional pode gerar um efeito reverso, empurrando profissionais para a informalidade ou estimulando a adesão a duplas jornadas em empresas diferentes.
“Nós estamos dificultando o trabalho no Brasil, ao invés de nós facilitarmos”, afirmou Galassi, reforçando que discussões de tamanha relevância para o futuro do país exigem seriedade e cautela institucional, distantes de medidas com apelo puramente eleitoral ou momentâneo.
Tem que fazer igual aos Estados Unidos, trabalho por hora, sendo assim o trabalhador escolhe se que trabalhar mais ou menos. Esse fim da escala 6 x 1 é oportunismo eleitoral, PT teve 18 anos no poder nos últimos anos. Por que quer fazer isso só agora em cima das eleições?
[VÍDEO] SEM ÓDIO, SEM VINGANÇA: Augusto Cury revela exigências para apoiar Flávio Bolsonaro no 2° turno https://t.co/ktwuIskcZB https://t.co/VbipQEHCxH
O escritor Augusto Cury veio a público nesta quinta-feira (8) para detalhar os motivos de sua decisão de apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Terceiro colocado no primeiro turno da disputa pelo Avante, Cury afirmou que adotou uma postura exigente nas negociações antes de firmar aliança, condicionando seu apoio a pautas humanitárias e de pacificação nacional.
Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, o escritor destacou que sua escolha foi pautada pela busca de um modelo político sem polarização extrema ou ataques pessoais. “Fui exigente. Afirmei que precisamos de um governo para todos, sem ódio, sem vingança”, declarou Cury, ressaltando que manteve conversas profundas e intensas com o candidato do PL “olho no olho”.
Cury revelou que não pleiteou cargos ou influência política, mas exigiu o compromisso formal com um programa abrangente de melhorias para o país. O acordo firmado com Flávio Bolsonaro, cujo documento na íntegra foi disponibilizado em suas redes sociais engloba oito eixos centrais de atuação
Nenhuma exigência tão complicada assim… mas, precisava “Cirar” e fugir do país? Ao menos, desmascarou o Renan que, ao chamá-lo de ‘comédia’, mostrou quem sempre apoiou com o “Movimento Bora Lula”…
Eu votei em Bolsonaro pra se fazer Justiça, que deveria ser preso no 08 de janeiro era quem depredou o patrimônio público, houve exagero em colocar todos os manifestantes como tentativa de golpe, tentativa de golpe só na cabeça de um radical. Então continuarei com Flávio por um país livre e restauração da justiça.
Em transmissão ao vivo realizada nesta quinta-feira (8), o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ironizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sugeriu, em tom de brincadeira, que o próprio adversário poderá declarar apoio à sua campanha no segundo turno. A declaração ocorreu enquanto o senador comemorava a adesão de novos partidos e lideranças políticas derrotadas na primeira etapa do pleito.
[VÍDEO] COMEMORAÇÃO E IRONIA: Flávio Bolsonaro diz que até o Lula vai declarar apoio à sua candidatura https://t.co/pT4vOquSY0 https://t.co/LN3vxACMpP
“Daqui a pouco até o Lula vai declarar apoio em mim, porque ele sabe que não tem condição de arrumar o país”, afirmou Flávio. “Lula daqui a pouco vai estar fazendo propaganda: ‘Para salvar o país, vote em Flávio Bolsonaro’. Vai ser muito bem-vindo. Se quiser fazer isso, Lula, já quiser desistir agora”, completou.
Apesar do tom descontraído, o candidato fez questão de ressaltar que as adesões recebidas não configuram carta branca para uma eventual gestão. “Todo mundo que está dando apoio a mim não é carta em branco para Flávio Bolsonaro, não. Eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês”, pontuou.
Desde o encerramento do primeiro turno, a campanha de Flávio consolidou o apoio de cinco legendas que estavam fora de sua coligação original: União Brasil, PP, Novo, Republicanos e Podemos. Além dos partidos, ele acumulou o respaldo de ex-presidenciáveis, como os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além do escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa presidencial, que oficializou seu apoio nesta quinta-feira.
Será, que perdendo a eleição, este senhor chegado a pinga, vai ter condições de ir ao palácio do planalto passar a faixa, JANJA certeza na vai, ela é sabida, não inteligente, e não vai querer ser diminuída.
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