Um total de 669.539 eleitores do Rio Grande do Norte não deram um voto válido para o governo estadual no primeiro turno das eleições, realizado neste domingo (4). O número reúne abstenções, votos brancos e nulos e representa 25,2% dos 2,6 milhões de eleitores aptos no estado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na disputa pelo governo, foram 488.493 abstenções (18,3%), 104.522 votos nulos (4,8%) e 76.524 votos em branco (3,5%).
Para a Presidência, os números foram semelhantes: 488.812 eleitores não compareceram às urnas (18,3%), enquanto 65.943 anularam o voto (3%) e 33.172 votaram em branco (1,5%).
A abstenção ficou acima da registrada no primeiro turno de 2022, quando 18,1% dos eleitores potiguares não compareceram. Naquele ano, a taxa caiu para 17% no segundo turno. Em 2018, a abstenção no primeiro turno foi de 17,1%.
Apesar do percentual de ausência, eleitores relataram longas filas em algumas seções eleitorais do estado, com espera superior a três horas para conseguir votar.
João Câmara entrou para a história da votação do Deputado Federal Benes Leocádio no Rio Grande do Norte. Com 6.021 votos, o parlamentar alcançou no município sua maior votação em todo o estado, superando os números registrados em Natal, São Gonçalo do Amarante e Mossoró, que são os maiores colégios eleitorais potiguares.
O resultado é apontado como reflexo da articulação política construída pela prefeita Aize Bezerra e pelo seu grupo político local.
Mas a força demonstrada nas urnas foi ainda maior. Dentro do mesmo sistema de articulação, um grupo também foi organizado por ela para apoiar o Deputado Dr. Bernardo, que teve em João Câmara mais de 3.200 votos.
Somados, os dois resultados representam quase 10 mil votos destinados a Deputados Federais dentro de uma mesma articulação política, um desempenho que chama atenção pelo tamanho e pela organização.
Mais do que números, o resultado revela a capacidade de mobilização de um grupo político quando existe uma pauta comum.
A votação expressiva de Benes e o desempenho de Dr. Bernardo colocam João Câmara novamente no centro do debate político estadual e demonstram que, quando um grupo se une em torno de objetivos comuns, a força das urnas pode ultrapassar os limites do município.
A Câmara dos Deputados terá 183 parlamentares em primeiro mandato a partir de 2027. O número representa 35,7% das 513 cadeiras da Casa e corresponde à menor proporção de novos deputados registrada nas últimas quatro eleições.
O PL concentra o maior número de parlamentares que chegarão à Câmara pela primeira vez. Dos 183 deputados de primeiro mandato, 46 são da legenda. O PT aparece em seguida, com 22.
União Brasil terá 16 estreantes, enquanto o Republicanos terá 15. PSD e Podemos aparecem na sequência, com 14 e 13 deputados de primeiro mandato, respectivamente. A contagem considera a relação dos parlamentares eleitos que nunca exerceram mandato na Câmara.
São Paulo, dono da maior bancada estadual da Casa, também terá o maior número absoluto de novos deputados. Das 70 cadeiras destinadas ao estado, 26 serão ocupadas por parlamentares que chegam à Câmara pela primeira vez.
O PL saiu do primeiro turno das eleições de 2026 com resultados recordes no Congresso. O partido de Flávio Bolsonaro elegeu 121 dos 513 deputados federais e conquistou 19 das 54 vagas ao Senado que estavam em disputa neste ano.
Na Câmara, o resultado mantém o PL como a maior bancada. Segundo projeção do UOL baseada em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), trata-se do melhor desempenho de um partido desde 1986, quando o MDB conquistou 260 cadeiras. A legenda terá 51 deputados a mais que o PT, segundo colocado. Em 2018, o PSL elegeu 52 deputados e, em 2022, o PL conquistou 99 vagas.
Dois candidatos do PL também registraram as maiores votações para deputado federal. Nikolas Ferreira foi reeleito por Minas Gerais com mais de 3,1 milhões de votos, enquanto Lucas Pavanato, vereador de São Paulo, conquistou uma cadeira na Câmara com pouco mais de 3 milhões.
O crescimento também ocorreu no Senado. O PL conquistou 19 das 54 cadeiras disputadas, contra oito vagas obtidas em 2022. Em 2018, o PSL, partido de Jair Bolsonaro à época, havia elegido quatro senadores. Entre os nomes eleitos neste domingo está Michelle Bolsonaro, que conquistou uma vaga pelo Distrito Federal com quase 1 milhão de votos.
Nos estados, uma em cada cinco cadeiras em disputa nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal ficou com o PL. A legenda também elegeu cinco governadores no primeiro turno: Jorginho Mello, em Santa Catarina; Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul; Sergio Moro, no Paraná; Marcos Rogério, em Rondônia; e Arthur Henrique, em Roraima.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido vai disputar a presidência do Senado em 2027 e trabalhar pela eleição do senador Rogério Marinho (PL-RN) para o comando da Casa. Em entrevista ao SBT News, ele também descartou um acordo para apoiar a permanência do atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP).
“O Rogério é o que reúne as melhores condições para ser presidente do Senado, é muito preparado. Nós vamos ter o PP do nosso lado, vamos ter o União Brasil, vamos ter o Republicanos. Nós fazemos maioria lá”, afirmou Valdemar. Questionado sobre uma eventual composição com Alcolumbre, respondeu que o nome do senador está “totalmente descartado”.
A declaração ocorre após o PL eleger 19 senadores neste domingo (4). Com os parlamentares que permanecem no exercício do mandato, a legenda deverá iniciar 2027 com 28 integrantes e será a maior bancada do Senado.
Valdemar afirmou ainda que o PL pretende participar das negociações pela presidência da Câmara e demonstrou resistência a apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo ele, caso o partido fique com o comando do Senado, a negociação com outras legendas poderá envolver abrir mão da presidência da Câmara.
Quem acompanhou a apuração em Guamaré percebeu logo para onde o jogo caminhava. Urna após urna, o nome de Benes Leocádio aparecia na frente. No fim, foram 45 seções e 45 vitórias. Candidato do prefeito Hélio a deputado federal, Benes obteve 3.790 votos, 34,5% dos votos válidos. E não foi uma votação concentrada num bairro ou numa comunidade. Foi do Centro da cidade à Baixa do Meio, de Salina da Cruz a todos os conjuntos, assentamentos e comunidades rurais. Em nenhuma urna da cidade algum candidato teve mais votos que Benes.
O contraste com a oposição é o que mais chama atenção. Nina Souza, segunda mais vota no estado, teve o apoio do grupo do ex-prefeito Adriano e obteve apenas 1.631 votos. João Maia, apoiado pelo ex-prefeito Mozaniel, ficou com 945 votos. Juninho Saia Rodada, apoiado pelo vereador Diego de Lisete, teve somente 292. Somando os três, a oposição chega a 2.868 votos. Benes, sozinho, fez quase mil votos de maioria.
Na reta final da campanha, em evento com Benes, o prefeito Hélio prometeu fazer dele o deputado federal mais votado da eleição. A oposição duvidou e provocou, dizendo que o povo queria mudança e que seus candidatos seriam os mais votados. As urnas responderam.
Ezequiel confirmou a regra
Para deputado estadual, a história foi não foi diferente. Ezequiel, segundo deputado mais votado no estado, também apoiado por Hélio recebeu 3.508 votos (32,5%) e venceu em 44 das 45 seções. A única exceção foi na urna de Lagoa de Baixo, uma seção pequena, onde o candidato teve apenas 7 votos a menos da votação do primeiro lugar.
Mesmo somando os candidatos da oposição, a conta chega a 2.040 votos, quase 1,5 mil a menos que Ezequiel. Júlio César, que tinha o apoio de Adriano obteve apenas 1.669 votos. Neilton Diógenes, apoiado pelo vereador Edinor, teve somente 371 votos.
“Os votos de Benes e Ezequiel não vieram de um lugar só. Vieram de todos os cantos da cidade. Isso se constrói com anos de trabalho, presença e articulação, e foi isso que as urnas de 2026 refletiram em Guamaré e chegamos a este domingo com o sabor da vitória”, declarou Hélio.
No Senado, os dois candidatos Hélio ficaram no topo
Styvenson Valentim foi o senador mais votado em Guamaré, com 6.033 votos. Zenaide Maia veio logo atrás, com 5.979. O terceiro colocado, Rafael Motta, teve 2.663, o que dá a Styvenson uma vantagem de 3.370 votos. Quando os dois nomes apoiados pelo prefeito ocupam as duas primeiras posições, não há muito o que interpretar.
No governo, Cadu cresceu e encostou em Allyson
Seria injusto não falar da disputa para governador, que foi bem mais apertada. Allyson fez 4.890 votos e Cadu, apoiado por Hélio, fez 4.811 votos. São apenas 79 votos de diferença numa cidade com mais de 11 mil votos válidos para o cargo. No Centro de Guamaré, Cadu venceu por 2.088 a 1.908. Em algumas comunidades, como Salina da Cruz, a diferença foi de apenas cinco votos. Para quem vinha muito atrás nas pesquisas, Cadu disparou e fez um resultado excelente que mostra muito potencial para virar o jogo no segundo turno.
No fim das contas, o dado mais importante deste primeiro turno está nas eleições para deputado. É nelas que se vê o que cada liderança tem de verdade, porque a disputa é local, o voto é de confiança e a campanha precisa chegar na casa do eleitor.
E aí o resultado é bem direto. De um lado, um grupo que chegou unido, com prefeito, vice e sete vereadores em torno das mesmas candidaturas. Do outro, uma oposição dividida, cada um com o seu candidato.
Essa votação expressiva e recorde dos nossos senadores e deputados é a prova concreta da força de um grupo unido, coeso, sintonizado e, acima de tudo, coerente com suas escolhas. Não esqueçamos dos expressivos números de Cadu De Lula, saindo de um 3° lugar para extraordinários mais de 42%. Os números falam por si e demonstram a confiança da população em um projeto que mantém sua palavra, sua retidão e seu compromisso.
Nossa gratidão a cada eleitor que confiou e ajudou a construir esse resultado. Agora é manter o empenho, a união e a disposição de todos, seguindo firmes e atentos às orientações do nosso maior líder, Hélio do Povo. Seguimos juntos, fortes, coerentes e determinados!
Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições de 2026 em 714 municípios que haviam dado vitória a Lula (PT) na primeira etapa da disputa presidencial de 2022. O movimento contrário não ocorreu: Lula não venceu em nenhuma cidade que havia dado maioria a Jair Bolsonaro (PL) quatro anos atrás.
Minas Gerais concentrou o maior número de viradas, com 179 municípios. O estado teve uma das disputas mais apertadas da eleição presidencial de 2022, quando a diferença entre Lula e Jair Bolsonaro ficou abaixo de 50 mil votos.
Na sequência aparecem Rio Grande do Sul, com 133 cidades; Paraná, com 91; São Paulo, com 90; e Goiás, com 69. Juntos, os cinco estados concentram mais de três quartos dos municípios que passaram da vitória de Lula em 2022 para a de Flávio Bolsonaro em 2026.
Candidatos do PT a cargos majoritários não conseguiram vencer as eleições no Maranhão. O resultado representa um revés para o presidente Lula e também para o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que governou o estado por mais de sete anos.
Na disputa pelo Governo do Maranhão, o vice-governador Felipe Camarão (PT) terminou o primeiro turno apenas na terceira colocação, com 9,5% dos votos válidos. Ele ficou atrás de Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB).
Camarão é filiado ao PT desde 2021 e integrou por anos a administração de Dino no Maranhão. Durante os governos do atual ministro do STF, comandou as secretarias de Gestão e Previdência, Cultura e Governo.
O petista também esteve à frente da Secretaria de Educação entre março de 2016 e março de 2022. Apesar da trajetória no governo estadual e da candidatura ao Palácio dos Leões, Camarão não conseguiu levar a disputa para as duas primeiras colocações.
O presidente Lula (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) por apenas quatro votos em uma seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Lula recebeu 74 votos, contra 70 de Flávio, segundo o boletim de urna do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Entre os presos aptos a votar estavam o banqueiro Daniel Vorcaro e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Vorcaro está preso preventivamente na Papudinha e foi escoltado até a urna instalada no complexo para votar.
A votação ocorreu na seção 0420 da 18ª Zona Eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) recebeu seis votos, Renan Santos (Missão), quatro, e Augusto Cury (Avante), dois. Houve ainda três votos em branco e três nulos para presidente. Dos 185 eleitores aptos, 162 compareceram e 23 não votaram.
pois é parece que nem os filhos de painho acreditam mais nele
Pra você que que não sabe, é esquerdista, jumento por natureza, na papuda têm muitos presos políticos do 08 de janeiro que o Xandão jogou lá. Inclusive, vários policiais de Brasília. Mesmo assim, o chefe dos votos em presídios, conseguiu ganhar.
O PDT não conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições de 2026, resultado que afeta o acesso da esquerda e da centro-esquerda aos recursos do fundo partidário. Além da legenda, a federação Psol/Rede, o Avante e a federação Solidariedade/PRD também ficaram abaixo dos critérios exigidos.
O PDT ficou distante das duas possibilidades previstas. O partido obteve 1,60% dos votos nacionais para deputado federal, abaixo dos 2,5%, e elegeu seis parlamentares, quando precisaria chegar a 13.
A federação Psol/Rede ficou muito perto de atingir a cláusula. Precisava alcançar 1,5% dos votos para deputado federal em nove estados, mas registrou 1,49% no Espírito Santo, ficando a apenas 185 votos do índice necessário.
Também não passaram pela barreira o Avante e a federação Solidariedade/PRD. O Avante, que tinha acesso ao fundo partidário até este ano, elegeu cinco deputados em três estados. Solidariedade e PRD elegeram sete deputados em seis estados, mas a federação não chegou a 2% dos votos válidos para a Câmara.
Entre as legendas de esquerda e centro-esquerda citadas no levantamento, o PSB conseguiu superar a cláusula, apesar de não ter eleito nenhum governador e ter conquistado três vagas no Senado. A federação formada por PT, PCdoB e PV também atingiu os critérios.
No total, dez partidos ou federações superaram a cláusula de barreira, dois a menos do que em 2022: PL, PT/PCdoB/PV, PP/União, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSB, Novo e Cidadania/PSDB.
O presidente Lula (PT) venceu o primeiro turno das eleições de 2026 em todos os estados do Nordeste, mantendo a região como seu principal reduto eleitoral no país. O petista recebeu mais de 50% dos votos válidos em todas as unidades nordestinas e chegou a superar a marca de 70% no Piauí. Apesar da liderança, porém, seu desempenho foi inferior ao registrado quatro anos atrás em toda a região.
A queda ocorreu nos nove estados nordestinos. Assim como em 2022, Piauí e Alagoas ficaram nos extremos da votação de Lula: o primeiro registrou o maior percentual, com 70,99%, enquanto o segundo teve o menor, com 54,73%. Mesmo nesses dois estados, o presidente perdeu participação em relação à eleição anterior.
O maior recuo ocorreu no Maranhão, onde Lula perdeu 4,86 pontos percentuais entre as duas eleições. Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí também apresentaram quedas superiores a três pontos. Sergipe registrou a menor redução da região.
O desempenho no Nordeste tem peso relevante no resultado da eleição presidencial. A região concentra cerca de 27% do eleitorado brasileiro e fica atrás apenas do Sudeste em número de eleitores.
Mesmo vencendo em todos os estados nordestinos, Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL) no resultado nacional. Flávio obteve 47,04% dos votos válidos, contra 45,15% do petista. Os dois voltam a se enfrentar no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Eita nordestão véio de guerra… a bola de ferro amarrada nos pés do Brasil. Eu sou nordestino, mas dá uma tristeza ver o que o nordestino médio faz nas urnas. A Bahia não poderia estar mais destruída, Ceará e RN a mesma coisa, e o PT continua reinando.
Para efeito de comparação, A parte Azul é os Estados Unidos, a parte vermelha Cuba.
Meus irmãos nordestinos na sua grande maioria são, 🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏…
É somente uma opinião.
Isso é uma vergonha, um bandido, vagabundo, mentiroso ladrão…..ganhar nos Estados que mais defendem a honra e a honestidade de um homem, estamos motos e enterrados para o mundo.
A senadora Zenaide Maia agradeceu, nesta segunda-feira (5), os 630.159 votos recebidos nas eleições deste domingo (4). Em nota, ela afirmou receber o resultado com “humildade” e “gratidão” e destacou sua trajetória como deputada federal e senadora pelo Rio Grande do Norte.
Zenaide também afirmou que seguirá de “cabeça erguida” e com a “certeza do dever cumprido”, além de reafirmar que continuará à disposição do estado. “Sigo à disposição do nosso Rio Grande do Norte, em qualquer lugar onde eu possa ser útil”, declarou.
Leia a nota na íntegra:
Gratidão ao Rio Grande do Norte
Quero começar agradecendo aos 630.159 potiguares que depositaram em mim a sua confiança nas urnas. Cada um desses votos carrega uma história, uma esperança e um voto de fé no nosso trabalho. Eu os recebo com humildade e com o coração cheio de gratidão.
Agradeço ao Rio Grande do Norte, que me elegeu deputada federal e senadora. Foram dois espaços de representação que exerço com muita honra e com o compromisso de sempre, o de defender a saúde pública, as mulheres e o nosso povo, em cada um dos nossos municípios.
Seguirei de cabeça erguida, de consciência tranquila e com a certeza do dever cumprido. Sigo à disposição do nosso Rio Grande do Norte, em qualquer lugar onde eu possa ser útil.
Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no primeiro turno da eleição presidencial em 15 das 27 unidades da Federação, enquanto o presidente Lula (PT) terminou à frente nas outras 12.
Flávio liderou em todos os Estados das regiões Sul e Centro-Oeste e também obteve a maior votação em unidades do Sudeste e do Norte. Lula concentrou seu principal desempenho no Nordeste, onde venceu nos nove Estados da região.
O resultado estadual acompanha a vantagem de Flávio na votação nacional do primeiro turno. O candidato do PL recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. Os dois disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.
O presidente Lula (PT) perdeu votos em todas as regiões do Brasil no primeiro turno das eleições de 2026 na comparação com o desempenho registrado há quatro anos. No total, foram 3.379.966 votos a menos que em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A maior perda em números absolutos ocorreu no Sudeste, onde Lula recebeu 1,8 milhão de votos a menos. No Nordeste, principal reduto eleitoral do petista, também houve recuo, com redução de 258.555 votos.
Percentualmente, a maior queda na participação entre os votos válidos foi registrada no Sul. Lula perdeu 5,5 pontos percentuais em relação ao primeiro turno de 2022. No Centro-Oeste, a redução foi de 5,21 pontos.
No resultado nacional, Lula recebeu 53.879.538 votos no primeiro turno deste ano, equivalentes a 45,16% dos votos válidos. Em 2022, havia conquistado 57.259.504 votos, ou 48,43%.
O movimento foi inverso para Flávio Bolsonaro (PL) na comparação com a votação obtida pelo pai, Jair Bolsonaro, em 2022. Flávio recebeu 56.104.503 votos, 5.032.158 a mais que os 51.072.345 registrados por Jair Bolsonaro há quatro anos.
O crescimento de Flávio ocorreu em todas as regiões. Os maiores avanços em números absolutos foram registrados no Nordeste, com 1.611.579 votos a mais, e no Sudeste, com acréscimo de 1.429.080 votos.
Com o resultado do primeiro turno, Flávio terminou com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os dois disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.
O Senado terá, a partir de 2027, 54 dos 81 parlamentares favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo levantamento do centro de estudos Ranking dos Políticos. O número corresponde a exatamente dois terços de toda a composição da Casa.
Entre os 54 senadores eleitos ou reeleitos neste domingo (4), 37 já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de integrantes do Supremo. Estão nesse grupo Domingos Sávio (PL-MG), Reinaldo Azambuja (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Guilherme Derrite (PP-SP) e Alessandro Vieira (MDB-SE).
O levantamento também considerou os 27 senadores que ainda têm quatro anos de mandato. Entre eles, seis se posicionaram contra a possibilidade de cassação de ministros do STF, enquanto outros 21 não apresentaram posição pública sobre o tema.
A composição ganha importância diante da discussão sobre o quórum necessário para processos de impeachment no Supremo. Em decisão liminar no fim de 2025, posteriormente revista em parte, o ministro Gilmar Mendes estabeleceu a exigência de dois terços dos 81 senadores para a abertura de processo contra ministros da Corte. A Lei do Impeachment, de 1950, previa maioria simples nessa etapa.
Apesar dos números, o levantamento não significa que existam atualmente 54 votos para afastar um ministro específico. A posição contabilizada pelo Ranking dos Políticos se refere à defesa do instrumento do impeachment, e não necessariamente ao voto pela cassação em um eventual caso concreto.
“Isso não significa, claro, que existam hoje 54 votos para afastar um ministro específico. Uma coisa é defender o instrumento do impeachment, outra é votar pela condenação em um caso concreto. Mas o dado mostra que o tema deixou de ser uma pauta de um grupo minoritário e passou a ter um peso muito maior dentro do Senado”, afirmou Juan Carlos Arruda, diretor-geral do Ranking dos Políticos.
As eleições deste domingo (4) definiram os 24 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) a partir de 2027, com 100% das urnas apuradas. O destaque da votação ficou com o Coronel Azevedo (PL), que alcançou a marca de 105.403 votos (5,43%), registrando a maior votação já registrada para um deputado estadual.
Em relação à distribuição por legendas, o PL consolidou a maior bancada ao eleger 7 deputados estaduais. Na sequência aparecem o PP e o PT com 4 cadeiras cada; PSDB e PV com 3 parlamentares cada; o União com 2 representantes; e o MDB com 1 vaga garantida.
A grande surpresa na nova configuração da Assembleia Legislativa para 2027 ficou justamente na nominata do MDB, que fez apenas um parlamentar e deixou de fora o presidente estadual do partido, Walter Alves – que era considerado o grande favorito da sigla para conquistar a vaga na casa legislativa.
O pleito também registrou índices expressivos de abstenção e votos nulos e brancos no estado: 18,39% dos eleitores aptos não compareceram às urnas, enquanto os votos brancos somaram 4,75% e os nulos chegaram a 5,65% do total.
Lista completa dos deputados estaduais eleitos (por ordem de votação):
Coronel Azevedo (PL) – 105.403 votos (5,43%)
Ezequiel (PSDB) – 73.217 votos (3,77%)
Robson Carvalho (União) – 69.542 votos (3,58%)
Julio Cesar (PP) – 66.750 votos (3,44%)
Kleber Rodrigues (PP) – 66.172 votos (3,41%)
Francisco do PT (PT) – 62.660 votos (3,23%)
Kaline de Dr. Bernardo (PV) – 61.905 votos (3,19%)
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