O presidente Lula avalia pelo menos três frentes para taxar as grandes empresas de tecnologia, as chamadas Big Techs, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. A informação é do Estadão.
Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão na noite desta quinta-feira, 17, Lula acusou o governo dos Estados Unidos de praticar uma “chantagem inaceitável, em forma de ameaças às instituições brasileiras.”
“A defesa da nossa soberania também se aplica à atuação das plataformas digitais estrangeiras no Brasil. Para operar no nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras são obrigadas a cumprir as regras”, afirmou o petista
Segundo o Estadão, entre as medidas estudadas pelo governo estão a criação de um imposto sobre serviços digitais nos moldes adotados por outros países, como o Canadá.
Outra possibilidade seria a instituição de uma espécie de Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) digital, tributo que tem finalidade específica de intervenção na economia, além de caráter arrecadatório.
E uma terceira alternativa seria instituir o chamado Pilar 1 da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que prevê o direito de países consumidores de tributar parte dos lucros de multinacionais digitais. Essa última, porém, depende de acordos multilaterais.
A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou o uso de tornozeleira eletrônica a Jair Bolsonaro (PL) tem como principais subsídios publicações nas redes sociais do ex-presidente, de seu filho Eduardo Bolsonaro e, ainda, do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
As publicações são citadas nos pedidos da Polícia Federal e da PGR (Procuradoria-Geral da República) que fundamentaram a operação desta sexta-feira (18), que impôs medidas cautelares ao ex-presidente.
Nelas, Eduardo afirma que tem tratado com o governo americano sobre sanções ao Brasil e a Moraes devido ao julgamento de Bolsonaro na ação sobre a trama golpista após a derrota nas eleições de 2022.
Na decisão, Moraes cita um trecho da manifestação da PGR que pede a instalação da tornozeleira por “indicativos da concreta possibilidade de fuga do réu”, mas não avança em outros indicativos que não as afirmações públicas em redes sociais e entrevistas.
Um dos trechos da PGR citados por Moraes diz que, desde o início do ano, Eduardo Bolsonaro afirma reiteradamente “que está se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal, pelo que considera ser uma perseguição política a si mesmo e a seu pai”.
Segundo a PGR, as publicações nas redes sociais têm “um manifesto tom intimidatório para os que atuam como agentes públicos, de investigação e de acusação, bem como para os julgadores na ação penal, percebendo-se o propósito de providência imprópria contra o que o sr. Eduardo Bolsonaro parece crer ser uma provável condenação”.
A representação da Polícia Federal, também citada por Moraes, diz que Eduardo “passou a repostar em seu perfil nas redes sociais conteúdos em inglês, notadamente com intuito de alcançar parcela do público no exterior”.
Além disso, ele “passou a tecer falas nas quais anunciava a possibilidade iminente de ações contrárias à autoridades e/ou ao Estado Brasileiro, por razões de suposta perseguição política, deixando claro que estava atuando diretamente no estrangeiro em prol desse resultado”.
Na decisão que fundamentou a operação desta sexta, Moraes disse que as declarações de Jair Bolsonaro e a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro nos EUA são atentados à soberania nacional, citando inclusive a tarifa anunciada pelo presidente americano Donald Trump como uma “extorsão” contra a Justiça brasileira.
Para o ministro, as entrevistas e publicações “caracterizam claros e expressos atos executórios e flagrantes confissões da prática dos atos criminosos”.
Ele cita as suspeitas dos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e atentado à soberania.
Os dois, diz Moraes, agiram no sentido de “induzirem, instigarem e auxiliarem governo estrangeiro a prática de atos hostis ao Brasil e à ostensiva tentativa submissão do funcionamento do Supremo Tribunal Federal aos Estados Unidos da América, com a finalidade de ‘arquivamento/extinção’ da AP 2668 [ação da trama golpista]”.
Por determinação do ministro, o ex-presidente terá que usar tornozeleira eletrônica, não poderá sair de casa à noite e nos fins de semana, além de não poder se comunicar com outros investigados ou com representantes de embaixadas estrangeiras.
“A suspeita é um exagero. Sou ex-presidente da República, tenho 70 anos de idade. Suprema humilhação. É a quarta busca e apreensão em cima de mim”, afirmou diante da sede da Polícia Federal em Brasília. “O inquérito do golpe é um inquérito político. Nada de concreto existe ali.”
A decisão contra Bolsonaro se dá no momento em que o bolsonarismo estreita os laços com o governo americano de Trump. O deputado Eduardo está nos EUA, e as ações desta sexta são derivado do inquérito aberto em maio contra o filho do ex-presidente.
O procedimento que levou à aplicação das medidas contra Bolsonaro foi autuado no STF e distribuído ao gabinete de Moraes em 11 de julho, dois dias depois que Trump anunciou a sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros citando o processo contra o ex-presidente no STF.
O Grupo Revelação, um dos maiores nomes do samba no Brasil, desembarca em Natal no dia 13 de setembro para apresentar a turnê “Revelação 30 anos” no evento Pôr do Samba, que acontecerá no Aeroclube. Os ingressos já estão à venda através da plataforma Bilheteria Digital.
Celebrando três décadas de trajetória musical, o grupo traz ao público potiguar um espetáculo que mistura sucessos consagrados como “Tá Escrito”, “Deixa Acontecer” e “Ô Queiroz” com novos arranjos e participações especiais registradas em seu novo projeto audiovisual, gravado no Espaço Hall, no Rio de Janeiro.
A apresentação em Natal será uma oportunidade única para os fãs vivenciarem de perto a energia e a emoção desse marco histórico para o samba brasileiro. O projeto “Revelação 30 Anos” é um tributo à longevidade do grupo, que ao longo dos anos soube manter sua essência e renovar seu público com autenticidade e carisma.
Além do Grupo Revelação, o Pôr do Samba promete reunir outras atrações que serão anunciadas nos próximos dias, celebrando o ritmo, a cultura e o encontro de gerações em um ambiente especial ao pôr do sol.
O evento conta com o patrocínio da Prefeitura do Natal, por meio da Lei Djalma Maranhão, com incentivo da Unimed Natal, e do Governo do Estado do RN, através da Lei Câmara Cascudo, com incentivo da Coca-Cola e da Sterbom.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (18) que tem certeza de que será condenado no processo que apura suposto plano de golpe de Estado em 2022.
“Não tenho dúvida da minha condenação, o ministro Alexandre de Moraes tem certa ascendência”, afirmou em entrevista à Reuters.
O ex-presidente afirma nunca ter cogitado deixar o Brasil e que o processo contra ele é meramente político.
“Não é um processo normal, eles querem me tirar, de vez, do jogo político, eu sou o único que pode ganhar do Lula”, disse. Bolsonaro, que está inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirmou que é candidato em 2026.
O ex-presidente foi alvo de busca e apreensão nesta sexta (18) e obrigado a utilizar tornozeleira eletrônica.
O Trump vai fazer o mesmo que o LULA fez no Peru, mandar um avião da Força Aérea Americana te buscar. Isso não pode no seu caso? Só o Lula pode invadir a soberana de outro país? No mínimo, o Trump virá aqui levantar cartaz pedindo sua liberdade. É só uma pergunta.
O prefeito Emídio Jr esteve no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo (PAX), em Macaíba, na tarde desta quinta-feira (17), para acompanhar a visita do secretário nacional do Fórum Brasil-China, Pedro Leão. A visita acontece por ocasião da criação da Frente Parlamentar de Cooperação Econômica RN–China, presidida pelo deputado estadual Kléber Rodrigues, que também participou esteve presente.
Para Emídio, esse trabalho pode ajudar a estreitar relações comerciais e atrair empresas para a cidade. “Com a criação da Frente Parlamentar RN–China, queremos mostrar o potencial que Macaíba tem para o mundo. Esperamos que essas visitas possam estreitar ainda mais as relações comerciais entre os nossos países e, com isso, a gente possa gerar mais emprego e mais renda para o nosso povo”, afirmou ele.
A coordenadora do PAX, Ângela Paiva, apresentou o polo tecnológico presente em Macaíba, composto pelo Instituto Santos Dumont (ISD), Escola Agrícola de Jundiaí, Anita Garibaldi e pelo Parque Augusto Severo. “Nós queremos atrair empresas de pesquisa e inovação. Empresas de base tecnológica aqui para o Parque Tecnológico Augusto Severo”, explicou ela.
A estrutura do PAX possui mais de 70 lotes disponíveis para empresas de tecnologia e startups. Pedro Leão comparou o polo tecnológico ao Vale do Silício, na Califórnia. “Eu saio daqui com uma impressão maravilhosa. Estou muito feliz pelos avanços que o Estado do RN tem feito na área de tecnologia”, afirmou ele. A criação da Frente Parlamentar RN-China acontece nesta sexta-feira (18), na Assembleia Legislativa do RN.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), publicou nesta sexta-feira em seus perfis nas redes sociais que não imagina a dor que o ex-presidente Jair Bolsonaro está sentindo após ser alvo de medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal.
– Coragem é um atributo que quem conhece Jair Bolsonaro sabe que nunca lhe faltou. Não faltou quando atentaram contra a sua vida. Não faltou para lidar com as crises sem precedentes que este país passou quando ele era presidente. Não faltou para defender a liberdade, valores, ideais e combater injustiças. E não vai faltar agora, pois ele sabe que estamos e seguiremos ao seu lado – escreveu o governador em seus perfis nas redes sociais.
Na sequência, o governador emendou que o ex-presidente foi humilhado:
– Não conheço ninguém que ame mais este país, que tenha se sacrificado mais por uma causa, quanto Jair Bolsonaro. Não imagino a dor de não poder falar com um filho. Mas se as humilhações trazem tristeza, o tempo trará a justiça. Não haverá pacificação enquanto não encontrarmos o caminho do equilíbrio. Não haverá paz social sem paz política, sem visão de longo prazo, sem eleições livres, justas e competitivas. A sucessão de erros que estamos vendo acontecer afasta o Brasil do seu caminho. Força, presidente — escreveu Tarcísio.
A declaração ocorre após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar uma série de medidas cautelares contra o ex-presidente, entre as quais o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de se aproximar de embaixadas e o recolhimento domiciliar aos finais de semana.
Nesta sexta, Tarcísio tem apenas uma agenda pública. Às 16h30, ele fará uma palestra na Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso (FIEMT).
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria, nesta sexta-feira (18), para referendar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) use tornozeleira eletrônica e cumpra outras medidas cautelares na investigação sobre atentado à soberania nacional.
O plenário começou às 12h e segue até a próxima segunda-feira (21). Além de Moraes, votaram para referendar as medidas contra Bolsonaro os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. Ainda faltam os votos de Cármen Lúcia e Luiz Fux.
O julgamento ocorre após Moraes autorizar a PF (Polícia Federal) cumprir mandados de buscas e apreensão na casa do ex-presidente e na sede do PL (Partido Liberal), em Brasília. Os agentes apreenderam cerca de US$ 14 mil na casa do ex-presidente.
Bolsonaro é investigado pela PF pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e ataque à soberania nacional.
A investigação foi instaurada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma taxa de 50% sobre as exportações brasileiras, em razão da suposta perseguição política contra Bolsonaro.
Na decisão que determina as cautelares, Moraes justifica que Bolsonaro e do filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuaram contra a soberania nacional, para instigar e auxiliar “o governo estrangeiro a prática de atos hostis ao Brasil e à ostensiva tentativa submissão do funcionamento do Supremo Tribunal Federal aos Estados Unidos da América”.
Até o Gustavo Mafra ressuscitou, PQP KKKK sua alegria vai durar pouco, babão de larápios.
Admitir que Bolsonaro é um lixo de cidadão e conspirou contra o povo brasileiro com tentativa de golpe e taxas não é afirmar que ama Lula. Vc pode odiar Lula e reconhecer que Bolsonaro não serve pra nada e ainda prejudica o país.
Vc não vai votar em Lula se reconhecer quem Bolsonaro é!
Cinco funcionários da STTU que trabalham instalando placas de trânsito nas ruas de Natal foram vítimas de um assalto enquanto trabalhavam na av. Jaguarari no fim da manhã desta sexta-feira (18).
Eles foram abordados por dois homens em uma moto, anunciando o assalto. Uma das vítimas do crime já havia sido assaltado há meses também enquanto trabalhava. Nas duas ocasiões ele teve o celular roubado.
Os funcionários registraram boletim de ocorrência na Central de Flagrantes da Zona Sul. As informações são do Via Certa Natal.
A mini simulação da COP 30 realizada pelos estudantes do Colégio Porto, em Natal, vai ganhar destaque no programa InterBio, da Inter TV, afiliada Globo no RN. A edição vai ao ar neste sábado (19), a partir das 8h30, e vai mostrar como os alunos vivenciaram uma conferência internacional sobre mudanças climáticas, além das exposições e produções interdisciplinares desenvolvidas durante o projeto HUMANITAS 2025.
A reportagem traz entrevistas com estudantes, professores e equipe pedagógica, que explicam como a iniciativa uniu ciência, arte e cidadania para debater temas como Amazônia, desmatamento zero, transição energética e justiça climática. O InterBio vai mostrar também como a experiência contribuiu para o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ambiental entre os alunos, em um momento em que o Brasil se prepara para sediar oficialmente a COP 30, em Belém, no mês de novembro.
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), acompanhou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, no julgamento sobre o processo que investiga Jair Bolsonaro (PL) por atuação contra a soberania nacional, votou nesta sexta-feira (18) para manter as medidas cautelares contra o ex-presidente.
Em seu voto, Dino disse que “esta coação assume uma forma inédita: o ‘sequestro’ da economia de uma Nação, ameaçando empresas e empregos, visando exigir que o Supremo Tribunal Federal pague o ‘resgate'”.
O plenário começou às 12h e segue até a próxima segunda-feira (21).
A Primeira Turma é formada por Cristiano Zanin (presidente), Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino.
O plenário foi convocado de modo extraordinário, pelo motivo de que a Corte está em recesso e há um réu preso na mesma investigação, Marcelo Câmara.O julgamento ocorre após Moraes autorizar a PF (Polícia Federal) cumprir mandados de buscas e apreensão na casa do ex-presidente e na sede do PL (Partido Liberal), em Brasília.
Bolsonaro é investigado pela PF pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e ataque à soberania nacional.
A investigação foi instaurada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma taxa de 50% sobre as exportações brasileiras, em razão da suposta perseguição política contra Bolsonaro.
Na decisão que determina as cautelares, Moraes justifica que Bolsonaro e do filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuaram contra a soberania nacional, para instigar e auxiliar “o governo estrangeiro a prática de atos hostis ao Brasil e à ostensiva tentativa submissão do funcionamento do Supremo Tribunal Federal aos Estados Unidos da América”.
O Bozo não fez o que deveria ter sido feito, vai pagar apodrecendo na cadeia, o sistema da canhota é bruto e agora só cortando as cabeças como se corta a de uma cascavel para livrar o Brasil desta ditadura instalada…
Vamos ver se nós advinhamos o placar dessa votação: 5 X 0 pela manutenção das cautelares. Um dia a casa vai cair e esses ministros irão pagar por todas as maldades cometidas, nem que seja no inferno, desde que Satanás queira receber essas pragas, única dúvida que tenho é se Satanás vai aceitar algum ministro do STF em suas terras.
Líderes da oposição no Congresso divulgaram, nesta sexta-feira (18), uma nota oficial criticando duramente as recentes decisões do ministro Alexandre de Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. As medidas incluem o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de redes sociais e de contato com aliados e diplomatas. Os parlamentares afirmam que se trata de uma escalada autoritária e denunciam uma suposta tentativa de silenciar o principal líder da oposição no Brasil.
Confira a nota na íntegra:
NOTA OFICIAL
O Brasil assiste, mais uma vez, a um grave episódio de perseguição política disfarçada de ação judicial. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi novamente alvo de medidas cautelares arbitrárias determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que, em nome da autoridade, tenta impor o silêncio ao principal líder da oposição no país. As medidas impostas — como a proibição do uso das redes sociais, de comunicação com diplomatas estrangeiros, de manter contato com aliados políticos e até com seu próprio filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, além da imposição de tornozeleira eletrônica — não se sustentam juridicamente e ferem princípios constitucionais fundamentais, como o devido processo legal, a dignidade da pessoa humana e a proporcionalidade.
Não há condenação. Não há provas inequívocas de crime. Há, sim, uma escalada autoritária e o uso do aparato judicial como instrumento de repressão política. Trata-se de um movimento perigoso, que ameaça as bases do Estado de Direito e transforma a divergência em delito. A criminalização de opiniões, o cerceamento da liberdade de expressão, o cerceamento do direito de defesa e de prerrogativas de advogados, tudo na tentativa de neutralizar lideranças por vias judiciais, que colocam em risco a própria democracia. Criticar autoridades, denunciar abusos e participar do debate público são direitos garantidos pela Constituição — e não podem ser tratados como afrontas institucionais.
O contraste com o passado recente é evidente. Em 2016, Dilma Rousseff discursou na ONU para denunciar um suposto golpe. Em 2017, advogados de Lula foram à Europa questionar decisões do Judiciário brasileiro. Em 2018, a defesa do ex-presidente recorreu à ONU para impedir sua prisão, enquanto ele próprio, mesmo condenado, pôde viajar ao exterior para fazer denúncias contra instituições brasileiras — sem sofrer qualquer censura, prisão domiciliar ou restrição de fala. Por que, então, agora se trata com tamanha rigidez um ex-presidente que sequer foi condenado?
Enquanto se restringem liberdades e se tenta calar adversários, vemos, ao mesmo tempo, a relativização da corrupção de réus confessos da Lava Jato, o perdão bilionário de escândalos que drenaram os cofres públicos, o abandono dos aposentados, o aumento do custo de vida e o avanço do aparelhamento do Estado. Uma cortina de fumaça encobre o caos econômico e moral instalado no país, desviando a atenção para perseguições políticas seletivas.
Diante desse cenário, o Congresso Nacional precisa reassumir seu papel constitucional. É dever do Legislativo agir com independência e responsabilidade para conter os excessos de um Poder que, cada vez mais, ultrapassa os limites da legalidade e da razoabilidade. Quando decisões individuais violam liberdades fundamentais, silenciam representantes eleitos e interferem diretamente na vida política nacional, o Parlamento deve reagir com firmeza para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e proteger os direitos do povo.
É hora de a sociedade brasileira se posicionar com coragem. O povo deve voltar às ruas, de forma pacífica e ordeira, para exigir respeito à Constituição, à liberdade e à democracia. Nenhuma toga está acima da lei. Nenhum cargo autoriza a perseguição. Nenhum brasileiro deve ser silenciado por pensar diferente. Somos 213 milhões de cidadãos livres. E a Constituição é clara: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”
Por tudo isso, reafirmamos nosso repúdio à censura, à intimidação e à tentativa de humilhação de um ex-presidente da República. O silêncio jamais será uma opção diante da injustiça.
Bom pra mim tb, tda a familícia bolsonaro é irrelevante de qualquer ponto de vista, intelectual e moral, porém dani bananinha que faltou já 40 seções da câmara, afirma publicamente por todos os canais de comunicação que está nos EUA articulando para que aquele país intervenha Brasil, o pai confirma que está financiando o filho para que ele permaneça lá fazendo o que diz. O aloprado que está presidente dos EUA agora, publica carta aberda ao governo brasileiro que irá impor taxas ao país com dois argumentos e um deles citando o ex presidente no qual exige que seja encerrado, que confirma o êxito de dani bananinha no crime que comete. Pronto, fechou! Bota uma tornozeleira pra que ele não fuja e td segue. É uma medida cautelar, não é prisão ainda. Vai dar td certo, a familícia e todos os membros da facção responderá por seus crimes. Vida que segue e vira a página.
O pior político que o RN poderia ter elegido.
Inimigo confesso do trabalhador.
Pai da reforma trabalhista – reforma que tem o intuito de o trabalhador NUNCA se aposentar.
A mulher assassinada a tiros na tarde desta quinta-feira (17), em Caicó, na região do Seridó do Rio Grande do Norte, havia feito um desabafo público nas redes sociais relatando ameaças que estaria sofrendo de um ex-companheiro. A vítima foi identificada como Cíntia Michele da Costa. O crime aconteceu no bairro Boa Passagem, zona norte da cidade, quando ela saía de casa acompanhada da filha.
Minutos depois do assassinato, começou a circular um vídeo gravado pela própria Cíntia e publicado no Instagram. No registro, a mulher cita situações de assédio, perseguição e ameaças — e chega a mencionar que o homem em questão seria policial.
“Eu quero viver a minha vida sem tá preocupada com policial”, diz ela no trecho do vídeo.
Ainda na gravação, Cíntia afirma que já havia deixado claro que não queria retomar o relacionamento, mas o homem continuava insistindo.
“Já faz muito tempo que eu digo que não quero nada com essa pessoa e ela fica insistindo”, relata.
“Você perder a paz por uma pessoa, você sair do seu canto, seu lugar, e atormentar uma pessoa que está dizendo não.”
A vítima também reforça que, caso algo mais grave acontecesse, ela já havia deixado tudo registrado:
“Se acontecer algo mais grave, tá tudo aqui registrado. Eu mereço viver do jeito que eu sempre vivi.”
Equipes da Polícia Militar, do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da Polícia Civil estiveram no local do crime, que foi isolado. O corpo foi recolhido para exame de necropsia e os primeiros levantamentos foram iniciados, mas até o momento, a motivação do homicídio não foi confirmada oficialmente.
A Polícia Civil deve aprofundar as investigações nos próximos dias, levando em consideração o conteúdo do vídeo e outros possíveis registros de denúncia feitos anteriormente por Cíntia Michele. A Delegacia de Caicó vai conduzir o inquérito.
Em fala à imprensa na manhã desta sexta-feira, 18, o ex-presidente Jair Bolsonaro, alvo de Operação da Polícia Federal, declarou que acredita ser alvo de perseguição e que sofre uma “suprema humilhação” pelo judiciário brasileiro.
“Nada me coloca num plano golpista que nunca existiu, nem os outros. A suspeita é um exagero, eu sou ex-presidente da República, tenho 70 anos, isso é uma suprema humilhação”, declarou ele na cidade de Brasília. “”Eu não tenho a menor dúvida que é perseguição, que provas tem contra mim? São só suposições. Quando se fala algo criminal, tem que ter algo concreto. O que foi falado foi Estado de Sítio, quando se convoca a Defesa e manda o projeto para o Congresso. Não saiu disso”.
Na manhã desta sexta-feira, a Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de busca e apreensão e medidas cautelares diversas da prisão contra o ex-presidente. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estão sendo cumpridos em endereços ligados ao ex-presidente, incluindo sua residência e locais vinculados ao Partido Liberal (PL).
A ação se desenrola no âmbito da investigação sobre a tentativa de golpe, que visava reverter o resultado das eleições de 2022. O ex-presidente agora enfrentará uma série de restrições — incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, toque de recolher, e a proibição de se comunicar com alguns aliados, como seu filho, deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Bolsonaro prefere que o Brasil se afunde a ser preso. O Brasil vai afundar e ele vai puxar cadeia, até que nesse momento ele foi menos frouxo, o filho a e mulher do FEMEN vazaram do país.
O bandido virou presidente, e o mocinho está preso… Isso é o Brasil de 2025, esse é o recado do sistema: quem manda aqui sou eu, ai de quem ousar fechar a porta do cofre
Uma trajetória que atravessa forças armadas, o jornalismo, o empreendedorismo e o desenvolvimento humano. Assim se define Tânia Diniz, uma das maiores lideranças do marketing multinível da América Latina e referência em palestras e treinamentos de alta performance em diversos países. Agora, ela compartilha sua vivência e visão em seu mais novo livro “Crer & Empreender – Valores eternos para resultados extraordinários”, com lançamento marcado para o próximo 25 de julho, às 19h, no Centro de Convenções de Natal, durante a Expoeduc, no estande da Editora Gráfica Sul.
A obra chega como uma síntese poderosa entre experiências pessoais e profissionais, mostrando como a fé, quando bem compreendida, pode ser uma ferramenta estratégica para líderes, empreendedores e sonhadores. Para Tânia, mais do que lucro, empreender é uma missão, um chamado que exige propósito, ética e serviço ao próximo.
Ex-militar da Força Aérea Brasileira, formada em Tecnologia da Informação e Jornalismo, a autora construiu uma carreira de mais de duas décadas à frente de equipes de alto rendimento, consolidando-se como a segunda maior distribuidora da Forever Living Products na América Latina. Sua atuação já impactou plateias nos Estados Unidos, México, Inglaterra, África, Argentina, Peru e Portugal, sempre unindo carisma, disciplina e espiritualidade.
FÉ QUE MOVE, VALORES QUE CONSTROEM
O novo livro de Tânia Diniz não é apenas motivacional — é um verdadeiro guia para quem deseja crescer com raízes sólidas. Ao longo dos capítulos, temas como “Fé e Negócios”, “O Caráter do Líder Baseado na Fé” e “Como Permanecer no Topo” mostram que resultados extraordinários vêm de fundamentos bem firmados. O livro também provoca reflexões sobre humildade, visão e responsabilidade social. Segundo a autora, “Crer & Empreender” nasce da certeza de que o sucesso não é sorte, mas fruto de “Deuscidências” — encontros intencionais entre fé, atitude e ação.
SERVIÇO
Lançamento do livro “Crer & Empreender”, de Tânia Diniz
📅 Data: 25 de julho de 2025
🕖 Horário: 19h
📍 Local: Centro de Convenções de Natal – EXPOEDUC – Estande da Editora Gráfica Sul
Informações e entrevistas:
Elaine Vládia – (84) 99471-7941
Mara Godeiro – (84) 98872-6308
MULT Agência de Comunicação
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou, em nota nesta sexta-feira (18), que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “desproporcional”.
“O PL considera a medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal desproporcional, sobretudo pela ausência de qualquer resistência ou negativa por parte do presidente Bolsonaro em colaborar com todos os órgãos de investigação”, diz trecho do comunicado (leia a íntegra mais abaixo).
Moraes autorizou a PF (Polícia Federal) a cumprir mandados de busca e apreensão na sede do PL e em endereços de Bolsonaro. Além disso, o magistrado determinou uma série de medidas cautelares contra o ex-mandatário, incluindo uso de tornozeleira eletrônica.
Segundo apurou a CNN, a decisão do STF foi tomada por um elevado risco de fuga para os Estados Unidos.
A nota assinada por Valdemar ainda diz que o partido manifesta “estranheza e repúdio” diante da operação. “Se o presidente Bolsonaro sempre esteve à disposição das autoridades, o que justifica uma atitude dessa?”.
“Reafirmamos nossa confiança no presidente Jair Bolsonaro, seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e com a verdade”, finaliza.
Veja íntegra
O Partido Liberal manifesta estranheza e repúdio diante da ação da Polícia Federal realizada nesta sexta-feira (18), que incluiu mandados de busca na residência do presidente Jair Bolsonaro e na sala que ocupa na sede nacional do partido.
Se o presidente Bolsonaro sempre esteve à disposição das autoridades, o que justifica uma atitude dessa?
O PL considera a medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal desproporcional, sobretudo pela ausência de qualquer resistência ou negativa por parte do presidente Bolsonaro em colaborar com todos os órgãos de investigação.
Reafirmamos nossa confiança no presidente Jair Bolsonaro, seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e com a verdade.
Valdemar Costa Neto Presidente Nacional do Partido Liberal
Proporcional mesmo é trair o país e pedir sanções: taxa de 50% , tudo isso pra não responder pelos próprios atos.
Um inocente responderia e lutaria pra provar a inocência. Ele pede anistia mesmo antes do julgamento ( num confissão de culpa). Pena que os apaixonados não conseguem raciocinar direito e perceber que o cara é mal.
Não adianta prender Bolsonaro, em 2026, iremos contra aqueles ligados ao sistema que o mandou prender o Mito, o homem mais honesto do Brasil, o atual é ladrão e tá solto.
Uma mulher foi morta a tiros, na tarde desta quinta-feira (17), no bairro Boa Passagem, em Caicó, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Cíntia Michele da Costa, que, segundo testemunhas, estava saindo de casa com a filha para o trabalho quando foi surpreendida por homens armados.
O crime aconteceu na Rua José Pereira dos Santos. De acordo com informações preliminares, os suspeitos se aproximaram no momento em que o filho da vítima retornava para fechar a porta da residência. Cíntia foi atingida por disparos na região da cabeça e morreu ainda no local, antes de receber atendimento.
Ela era mãe de três filhos e frequentava uma igreja evangélica da região. O ex-marido, conhecido como “Taroba dos Capacetes”, faleceu durante a pandemia vítima de Covid-19. Agora, os filhos do casal enfrentam a perda da mãe de forma trágica e repentina.
A Polícia Militar isolou a área do crime até a chegada do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da Polícia Civil, que realizaram os procedimentos legais. O corpo foi recolhido para exames de necropsia.
Até o momento, a autoria e a motivação do assassinato são desconhecidas. Ninguém foi preso. A Polícia Civil segue investigando o caso.
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