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País tem 24,8 milhões de pessoas vivendo na miséria, mostra IBGE

O Brasil encerrou o ano de 2016 com 24,8 milhões de brasileiros vivendo com renda inferior a ¼ do salário mínimo – um aumento de 53% na comparação com 2014, quando teve início a crise econômica no país. Isso significa que 12,1% da população do país vive na miséria. É o que revela a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2016 o IBGE mudou a metodologia da SIS, passando a usar a amostra da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, que reúne informações de 3.500 municípios. Antes, o IBGE usava a Pnad, que recolhe informações de cerca de 1.000 cidades. Por conta disso, o IBGE considera que nem todos os dados da pesquisa de 2016 são comparáveis com os anos anteriores. Todavia, é possível comparar as projeções relativas de cada uma das pesquisas, como o número de pessoas que vivem com cada faixa de renda.

Em 2014, o levantamento do IBGE mostrou que havia 16,2 milhões de brasileiros com rendimento mensal abaixo de ¼ do salário mínimo. Assim, aumentou em 8,6 milhões o número de pessoas com esta faixa de renda em 2 anos.

De acordo com a classificação adotada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), famílias com renda de até ¼ do salário mínimo per capita vivem na chamada “pobreza extrema”. Aqueles que vivem com até meio salário vivem em “pobreza absoluta”.

Considerando a faixa de rendimento per capita entre ¼ e ½ salário mínimo, em 2016 havia mais 36,6 milhões de brasileiros que poderiam ser classificados em situação de pobreza. Na comparação com 2014, aumentou em 2,1 milhões (6% a mais) o número de pessoas nesta condição.

Distribuição por regiões

O maior número de pessoas em extrema pobreza estava concentrado na região Nordeste – eram 13,1 milhões de pessoas vivendo com menos de ¼ do salário mínimo por mês na região. O menor contingente de pessoas nesta condição foi observado no Centro-Oeste – cerca de 900 mil pessoas.

Infográfico sobre situação da pobreza no Brasil (Foto: Arte/G1)

Outras classificações

Em nível internacional, o Banco Mundial considera como situação de pobreza extrema a linha de US$ 5,5 por dia para consumo individual. Em 2016, esse valor correspondia, no Brasil, ao rendimento mensal de R$ 387,15 por pessoa, de acordo com o IBGE.

Com base nesta classificação, havia no país 52,2 milhões de brasileiros em pobreza extrema. A maior proporção de pessoas nesta condição foi observada no Maranhão (52,4% da população local), e a menor em Santa Catarina (9,4% da população local).

Ainda com base nesta classificação do Banco Mundial, o IBGE destacou que 42 em cada 100 crianças com até 14 anos de idade viviam em situação de extrema pobreza, o que corresponde a 17,8 milhões de pessoas nesta faixa etária. “No mundo, 50% dos pobres têm até 18 anos”, enfatizou o instituto.

Desigualdade na distribuição de renda

Os dados reforçam a constatação histórica de que “o Brasil é um país de alta desigualdade de renda, inclusive quando comparado a outros países da América Latina, região do planeta onde a desigualdade é mais pronunciada”, segundo o IBGE..

Para fazer esta análise, o IBGE fez três bases de comparação a partir do rendimento médio mensal domiciliar per capita e concluiu que:

1% dos domicílios com maiores rendimentos tinha renda 38,4 vezes maior que 50% dos que têm menores rendimentos;
20% dos domicílios com maiores rendimentos tinham renda 18,3 vezes maior que 20% dos que têm menores rendimentos;
10% dos domicílios com maiores rendimentos tinham renda 16,3 vezes maior que 40% dos que têm menores rendimentos.

O IBGE observou, ainda, que se mantém no país a desigualdade de renda por cor ou raça. Em 2016, entre os 10% da população com os menores rendimentos, 78,5% eram pretos ou pardos. No outro extremo, ou seja, dentre os 10% da população com os maiores rendimentos, apenas 24,8% eram pretos ou pardos.

Condições de moradia

Outra variável usada pelo IBGE para avaliar a desigualdade econômico no Brasil foi observar as condições de moradia da população. Os principais indicadores avaliados dizem respeito à cobertura dos serviços de saneamento básico e, segundo o instituto, têm “cobertura significativamente menor entre a população com rendimento abaixo de 5,5 dólares por dia”.

De acordo com a pesquisa, 63,7% da população do país tinha acesso a esgotamento sanitário por rede coletora ou rede pluvial, 84,9% tinha o domicílio abastecido com água por rede geral de distribuição e 89,5% tinham coleta direta ou indireta de lixo. Já entre a população que vivia em situação de extrema pobreza estes percentuais foram, respectivamente, de 42,2%, 73,3% e 76,5%.

O acesso simultâneo aos três serviços básicos de saneamento foi de 62,1% para o total da população e de 40,4% para a parcela em situação de pobreza extrema. A Região Metropolitana de São Paulo foi a que apresentou a maior proporção de pessoas (95,2%) com acesso aos três serviços, enquanto a menor foi observada na Grande Teresina (7,4%).

Pobreza além da renda

Ao ampliar a análise da pobreza para além da renda, ou seja, para questões relacionadas à saneamento básico e educação, o IBGE constatou que, em 2016, 64,9% do total da população brasileira possuía ao menos uma característica que o colocava no que o IBGE classifica como “pobreza multidimensional”.

Segundo o IBGE, “a evolução de indicadores monetários pode diferir de indicadores não monetários de tal forma que o crescimento econômico não seja suficiente para garantir progresso”. A partir desta reflexão, o instituto avaliou, além da renda e do acesso a saneamento básico, o acesso à educação, à proteção social, à moradia adequada e à comunicação e concluiu que:

28,6% da população tinha restrição de acesso à educação
15,2% população tinha restrição de acesso à proteção social
12% da população tinha restrição de acesso às condições adequadas de moradia
37,9% da população tinha restrição de acesso aos serviços de saneamento básico
32,1% população tinha restrição de acesso à comunicação (internet)

O IBGE enfatizou que “o acesso a direitos é uma questão fundamental para se ter um desenvolvimento inclusivo” e que a análise destes dados “é relevante para direcionar políticas” públicas para se combater a pobreza no país.

G1

Opinião dos leitores

  1. Caindo a máscara da erradicação do Brasil do mapa da fome, na base da canetada estatística do
    embaixador do PT na FAO, Chico Graziano.

  2. Após mais de 13 anos de governos "maravilhosos" do PT o nosso Brasil está nessa situação. Pobreza, serviços públicos de PÉSSIMA qualidade, insegurança generalizada, sem-terras (kkkkk), sem-teto (kkkkk), economia devastada (estamos saindo do buraco aos poucos), com quebradeira generalizada (União, estados, municípios e empresas privadas), sociedade dividida… É incrível que ainda haja brasileiros esclarecidos que defendem a volta ao poder dos grandes responsáveis por essa situação caótica em que estamos. Precisamos mudar o país, eleger pessoas diferentes desses bandidos que vêm nos saqueando e destruindo. Eu votarei no Bolsonaro em 2018.

  3. Votz.. Lula e a tal esquerda caviar nao tinha resolvido o problema da miseria no Brasil??? Bem.. vai ver que o PT resolveu a fome deles por dinheiro atraves dos nossos impostos.

  4. W os responsáveis por essa tragédia querem voltar ao poder com.Lula em 2018 e outros candidatos de esquerda. Está na hora de endireitar o Brasil. Bolsonaro 2018!

  5. Por isso q hoje, durante anos de secas severas, o povo do sertão faz saques em armazéns e ainda continuam andando a pé ou em cima de um burro, eventos comuns no idos dos anos 80 e 90 quando PSDB/DEM/PMDB governavam o país. Não me admira q eventos dessas épocas estejam votando…é só ver quem está no governo.
    Essa turma golpista adora passar vergonha.

    1. Os golpistas ainda ficam repetindo o mantra de que foi o PT que quebrou o país, quando na verdade a crise econômica é desdobramento da crise política. Estamos pagando a conta do Golpe. As estatísticas acima são verdadeiras, e retratam a regressão que está acontecendo. Havia muito tempo que não se viam tantas pessoas nos sinais pedindo esmolas e agora estão voltando, tudo fruto do golpe. Só que essas pessoas votam e se lembram de quem foi o melhor presidente que este país já teve!

  6. Esses são os que já estão pagando a conta de anos de desmandos e roubalheiras…Não possuem representatividade, a única GREVE que lhes cabe é a de fome!!! Essa miséria e regimes populistas de esquerda se retro-alimentam, um não vive sem o outro. O Brasil precisa quebrar esse ciclo vicioso!!!

  7. Depois da terra arrasada que o PT tornou o Brasil, somado a mentira dita e repetida de ter tirado pessoas da miséria e incluído milhares na classe média, os 13 anos de PT no poder começam a mostrar seus frutos.
    Olha que nesse ano e meio de Temer (não votei e não voto nele) a economia começa a melhoras, os empregos aos poucos vão aparecendo, a indústria vem aumentando a produção, o agro negócio tem aumento significativo. Imagine se tivéssemos continuado com o PT no poder? Seríamos, seguramente, uma Venezuela brasileira, com a economia quebrada e o povo em condições iguais, na miséria, com exceção da turma condenada por corrupção.

  8. O PT deixou 13 milhões de desempregados quando Dilma foi afastada legalmente, conforme previsão constitucional. O PT tirou da miséria seus membros, agora investigados, processados e condenados por corrupção, desvio dos recursos públicos.
    O PT governou ao lado dos grandes banqueiros e empresários, todos envolvidos no mensalão, petrolão e na lava jato. O PT deu ao povo as sobras, as migalhas, o resto de tudo que se apropriou. Não? É só olhar as cifras envolvidas nos desvios dos recursos públicos publicadas nos escândalos do mensalão, petrolão e da lava jato. Olha que ainda faltam os fundos de pensão e o BNDES.

  9. MENTIRA!
    O PT disse que tinha acabado com a miséria, tinha tirado 100 milhões para classe média. Então onde está esse povo que ficou bem de vida? Já estão pobres de novo? Se é isso o PT não tirou NINGUÉM da MISÉRIA apenas distribuiu recursos públicos que acabaram durante o segundo reinado de Dilma e com isso afundaram o BRASIL
    Nessa conta cabem os 13,5 MILHÕES de DESEMPREGADOS que o PT deixou!

    1. Caindo a máscara do erradicação do Brasil do mapa da fome, na base da canetada estatística do
      embaixador do PT na FAO, Chico Graziano.

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Com 21 eleições estaduais definidas, Lula e Flávio enfrentam grande desafio para conter abstenção no 2º turno


Foto: Pedro Kirilos/Estadão e Werther Santana/Estadao

Na reta final da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrentam um obstáculo adicional: manter os eleitores mobilizados em Estados onde as eleições estaduais já foram encerradas e onde o histórico aponta um crescimento médio da abstenção no segundo turno.

Um total de 21 governadores foi eleito logo na primeira rodada, estabelecendo um recorde desde a redemocratização. Esse grupo abrange São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três principais colégios eleitorais do país, além de oito dos nove estados nordestinos. Juntas, essas 20 unidades respondem por aproximadamente 84% do eleitorado nacional.

O desafio ganha peso redobrado considerando que mais de 33 milhões de brasileiros deixaram de votar no primeiro turno, o maior patamar absoluto de ausências registrado em uma eleição geral. Esse contingente de abstenções torna-se ainda mais crítico diante da vantagem estreita de apenas 1,87 ponto porcentual entre os candidatos, a menor diferença já observada entre os dois primeiros colocados em um primeiro turno presidencial. Flávio liderou a etapa inicial com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Cientistas políticos ouvidos pelo jornal Estadão apontam que o encerramento antecipado das disputas para o governo estadual gera um impacto duplo sobre as campanhas. Sem uma corrida eleitoral própria para o governo pela frente, o incentivo para prefeitos, deputados e lideranças locais manterem suas bases estruturadas e ativas tende a diminuir. Por outro lado, os governadores já vitoriosos ficam desobrigados de suas próprias campanhas, ganhando margem para canalizar suas redes políticas em prol da disputa nacional.

Diante desse cenário, as duas campanhas buscam alternativas estratégicas distintas para impedir a desmobilização nesses Estados e assegurar que as estruturas permaneçam ativas até o desfecho do pleito.

Histórico aponta alta abstenção

O histórico das eleições presidenciais fundamenta a preocupação das equipes de campanha. Um levantamento do Estadão sobre os pleitos realizados desde 2002 demonstra que, atribuindo o mesmo peso a cada Estado, a média de abstenção nas unidades que já haviam definido seus governadores subiu de 19,1% no primeiro turno para 22,4% no segundo, o que representa um acréscimo médio de 3,4 pontos porcentuais. O índice mais expressivo da série ocorreu em 2002, quando a taxa disparou de 20% para 26,1%, configurando uma variação de 6,1 pontos.

Com informações do Estadão 

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[VÍDEO] “Se é para votar nisso daí, eu voto no Flávio Bolsonaro”, diz presidente do PCO


Vídeo: Reprodução/MathiasTV

O presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, declarou no último sábado (10) que votaria no senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caso a disputa eleitoral se resumisse exclusivamente ao debate da segurança pública.

A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo no canal Causa Operária TV, enquanto comentava o mote adotado pela campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, sintetizado pelo petista como “bandido preso e trabalhador protegido”.

“Se é para votar nisso daí, eu voto no Flávio Bolsonaro. Se eu achasse que o negócio é a grande questão é combater a bandidagem, é Flávio Bolsonaro, não é Lula”, afirmou o dirigente partidário.

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Alcolumbre prepara votação da PEC do fim da escala 6×1 antes do 2º turno das eleições


Foto: Luís Nova/Metrópoles

O Senado Federal inicia a semana sob expectativa e articulações intensas em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1. A pauta, considerada prioritária pelo Palácio do Planalto e pela base do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ingressa na fase final de discussões e pode ir a voto nos próximos dias, antecedendo o segundo turno das eleições.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), indicou que pretende pautar a matéria no plenário. O cronograma da Casa prevê sessões de discussão em formato semipresencial na terça e na quarta-feira. Aliados do governo trabalham para aprovar um calendário especial que permita encerrar as discussões e votar a proposta no mesmo dia, garantindo o desfecho da matéria a poucos dias do pleito.

Mudança de Clima Político e Bastidores em Brasília

A aceleração da tramitação ocorre em um momento de reposicionamento político de Alcolumbre. Após um período de atritos com o governo federal, o presidente da Casa reforçou a aproximação com o Palácio do Planalto. O movimento, contudo, ampliou o distanciamento do parlamentar com alas da oposição ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

Desde que reassumiu o comando do Senado, Alcolumbre manteve postura de contenção diante das pressões da oposição para dar andamento a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com foco principal em Alexandre de Moraes, especialmente após os desdobramentos do chamado Caso Master.

Compromisso de Votação Pós-Primeiro Turno

Inicialmente, o Executivo desejava deliberar sobre a redução da jornada de trabalho antes do primeiro turno das eleições. Alcolumbre, contudo, segurou a apreciação para evitar interferências diretas no cenário eleitoral dos senadores. Concluída a primeira etapa das urnas, o presidente da Casa sinalizou a retomada do andamento regimental da proposta.

“Cada senador e cada senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com o seu coração, com a sua consciência e com a sua convicção. Se acha razoável nós diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6×1 há décadas ou se acham razoável os trabalhadores brasileiros terem a condição de ter mais um dia na sua vida de descanso para viver, para ficar com a família e para descansar”, declarou Alcolumbre ao comentar a pauta.

Com informações do Metrópoles

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Como Nossa Senhora Aparecida foi proclamada rainha e padroeira do Brasil


Foto: Erica Viana/ Unsplash

Comemorado em 12 de outubro, o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida une fé e história nacional. Proclamada padroeira oficial do país pelo Papa Pio XI em 16 de julho de 1930, a santa teve sua data consagrada como feriado nacional 50 anos depois, por meio da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

A relevância da santa na cultura brasileira reapareceu recentemente no debate eleitoral, após a circulação de uma desinformação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) retiraria o título da padroeira caso fosse eleito. Além de negar qualquer intenção do tipo, a mudança seria juridicamente e institucionalmente impossível: o título de padroeira é uma concessão pontifícia do Vaticano, fora do alcance de qualquer presidente da República.

Confira a trajetória que levou a imagem de terracota, encontrada quebrada em um rio, a se tornar a Rainha do Brasil.

O Milagre nas Águas

A história da devoção começou nas águas do Rio Paraíba do Sul, no Porto Itaguaçu (SP), em outubro de 1717. Na ocasião, os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves foram encarregados de conseguir peixes para o banquete de recepcção a D. Pedro de Almeida e Portugal, conde de Assumar e governador da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, que viajava rumo a Vila Rica (atual Ouro Preto).

Após sucessivas tentativas frustradas, João Alves lançou a rede mais uma vez. Ao recolhê-la, encontrou o corpo de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Na jogada seguinte, a rede trouxe a cabeça da escultura de terracota, de cor canela escura e 40 centímetros de altura.

Ao juntarem as duas partes em um lenço, os pescadores vivenciaram o primeiro milagre: os peixes, antes escassos, surgiram em tal abundância que o barco retornou completamente lotado.

O Reconhecimento de Roma e o Feriado Nacional

A devoção popular ganhou reconhecimento oficial da Igreja Católica no início do século XX, em 1904 a imagem foi coroada solenemente por Dom José Camargo Barros, em cerimônia com a presença do Núncio Apostólico e do presidente da República Rodrigues Alves. Dois anos depois, em 1906, o Papa Pio X concedeu privilégios litúrgicos especiais ao santuário, criando missa e ofício próprios para a celebração, além de conceder indulgências aos peregrinos.

Em 1930 o Papa Pio XI decretou oficialmente Nossa Senhora Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil. Já em 1980 a lei nº 6.802 oficializou o 12 de outubro como feriado nacional, dedicando a data à reflexão e devoção à Santíssima Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Com informações do Metrópoles 

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Quem promete cargos ou ministérios em meu nome é picareta, diz Flávio Bolsonaro

Foto: REUTERS/Diego Herculano

O senador e candidato do Partido Liberal (PL) à disputa presidencial de 2026, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou neste domingo (11) que as pessoas que estão usando seu nome para prometer cargos e Ministérios em um eventual governo são “picaretas”.

Em entrevista ao SBT News, seu irmão, ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, afirmou que todas as nomeações de ministros de um governo de Flávio passarão diretamente pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que essas conversas ficarão para depois do segundo turno.

“Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!”, escreveu Flávio em seu perfil no X.

O senador ainda pediu a seus eleitores que trabalhem para converter abstenções e votos indecisos para sua chapa.

“Cada voto importa! Converse com quem não foi votar no primeiro turno, procure quem ainda está indeciso. Ganhar mais um voto é fundamental neste momento!”, escreveu.

Com informações de Band Jornalismo e SBT News

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Hospital Rio Grande e Incor soltam nota e afirmam que a Unimed Natal mentiu sobre o caso da criança cardiopata

Foto: Reprodução

O INCOR/Hospital Rio Grande divulgou nota informando que a Unimed Natal faltou com a verdade quando informou, em nota, que havia resolvido a situação da criança cardiopata, cliente do plano de saúde.

Segue a nota:

O Hospital Rio Grande vem a público contestar as informações divulgadas pela Unimed Natal sobre o atendimento a uma criança cardiopata. A versão apresentada pela operadora não corresponde aos fatos registrados na condução do caso e deixa de esclarecer pontos centrais sobre a assistência prestada.

No caso de uma criança que necessitava de transferência, uma determinação judicial estabeleceu o prazo de duas horas para o cumprimento da medida. Entretanto, segundo os registros apresentados pelo Hospital Rio Grande, a transferência ocorreu após mais de 30 horas.

A solução foi viabilizada pela diretoria do Hospital Rio Grande, por meio de articulação jurídica e atuação da família. Portanto, não corresponde aos fatos atribuir à Unimed Natal a iniciativa de solucionar o caso.

A divulgação de uma versão que omite esses elementos compromete a compreensão dos acontecimentos e desvia a atenção do ponto central: a assistência a uma criança que precisava de atendimento. O episódio também evidencia a necessidade de esclarecer a interrupção dos atendimentos a crianças cardiopatas vinculadas à operadora.

A instituição não admite que a divulgação de informações divergentes dos fatos comprometa a compreensão pública de um caso que envolve a saúde de uma criança.

O Hospital Rio Grande mantém como princípios fundamentais o cuidado com a vida, a integridade dos pacientes e o compromisso com a verdade.

Natal, 11 de outubro de 2026
Hospital Rio Grande

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Flávio aciona Justiça Eleitoral contra diretor-geral da PF por suposto uso de estrutura da corporação em benefício de Lula

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, acionou a Justiça Eleitoral neste domingo (11) contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por suspeita de uso da estrutura da corporação para beneficiar eleitoralmente o PT.

A representação questiona o anúncio, feito por Rodrigues em 4 de outubro, dia do primeiro turno, de uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Segundo a defesa de Flávio, a investigação foi arquivada em 7 de outubro, o que reforçaria a suspeita de que a divulgação teve finalidade política e poderia prejudicar o candidato do PL.

Os advogados citam artigos do Código Eleitoral que proíbem o uso de serviços e instalações públicas para favorecer partidos políticos. Eles pedem que o Ministério Público Eleitoral conduza ou supervisione a apuração, além do acesso a documentos da Advocacia-Geral da União (AGU), da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), e o depoimento do diretor-geral.

O caso teve origem em uma reportagem do jornal britânico The Guardian, publicada em 30 de setembro, sobre a discussão nos Estados Unidos de um possível repasse de US$ 1 milhão a um programa relacionado ao Brasil. No dia seguinte, a AGU encaminhou notícias-crime à PF e à PGR. A defesa de Flávio afirma que os documentos não indicavam um crime específico e não destacavam que o financiamento ainda estava em discussão.

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PROTESTO NO MARACA: Torcida do Flamengo critica Lula, Congresso, STF e fim das bets

Foto: Reprodução/Instagram

A torcida do Flamengo exibiu uma faixa com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes do clássico contra o Fluminense, neste domingo (11), no Maracanã, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A mensagem foi exibida no Setor Norte do estádio e dizia: “Lula, Congresso e STF: o futebol brasileiro não pode ser vítima desse gol contra”, em referência à Medida Provisória 1.394/2026, conhecida como MP das bets que proibiu  apostas esportivas quanto os jogos e cassinos online virtuais no Brasil. Flamengo e Fluminense já haviam se posicionado institucionalmente contra a medida, assinada por Lula em 25 de setembro.

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[VÍDEO] Manifestação pró-Lula termina com depredação de estações de metrô na Avenida Paulista

Duas estações de metrô da Avenida Paulista, em São Paulo, foram fechadas neste domingo (11) após registros de vandalismo durante uma manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As estações Trianon-Masp e Consolação tiveram pichações e danos às estruturas, segundo informações sobre a ocorrência. A Polícia Militar confirmou o fechamento e informou que os manifestantes que estavam sobre as estruturas já haviam descido.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos danos, o número de envolvidos ou eventuais prisões.

Com informações de Revista Oeste

Opinião dos leitores

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Campanha de Flávio critica decisão de corregedor do TSE que liberou canal no WhatsApp criado por Janones: “Sempre a favor de Lula e das fake news”

Foto: Breno Esaki/Metrópoles/Mario Agra/Câmara dos Deputados

A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou neste domingo (11) a decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que suspendeu a ordem do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques para retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp. Em nota, a equipe classificou a medida como “complacência” com a disseminação de notícias falsas favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O canal, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e com mais de 3 milhões de inscritos, havia sido retirado do ar por determinação de Nunes Marques, após pedido de campanha de Flávio. A decisão apontou suspeitas de divulgação de conteúdos considerados falsos pela Justiça Eleitoral. Posteriormente, Cueva determinou o restabelecimento do canal, por entender que não havia provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.

Na manifestação, a campanha de Flávio também questionou a competência do corregedor para analisar aspectos relacionados ao plano de conformidade firmado entre a Meta e a Justiça Eleitoral. Segundo a equipe, a fiscalização desse acordo caberia ao presidente do TSE. A campanha afirmou ainda que seu objetivo é garantir o cumprimento da lei e combater a desinformação.

Confira a íntegra da nota da campanha de Flávio Bolsonaro:

É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.

As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.

Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral. Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor.

Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.

O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse seja o objetivo de todos.

O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.

Opinião dos leitores

  1. Para que serve essa porcaria de TSE? Justiça brasileira virou uma zona. Um manda, outro desmanda. Quem magistrados são esses? Qual é o órgão superior das eleições?

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