
Imagem: GUGLIELMO MANGIAPANE
O papa Francisco defendeu nesta sexta-feira (1º) que o ano de 2021 deve ser marcado pelo “cuidado” com os outros, o que pode ser considerado como “uma vacina para o coração”.
A reflexão foi lida durante celebração presidida pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, após o Pontífice cancelar seus compromissos em decorrência de uma dor no nervo ciático.
“Neste ano, enquanto aguardamos um renascimento e novos tratamentos, não negligenciemos o cuidado. Com efeito, além da vacina para o corpo, é necessária a vacina para o coração: é o cuidado”, alertou o argentino em um texto proclamado durante a Missa da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, e Dia Mundial da Paz.
Para Francisco, “será um bom ano se cuidarmos dos outros, como Nossa Senhora faz conosco”, porque “é importante educar o coração para o cuidado, para cuidar das pessoas e das coisas”.
“Tudo começa daqui, de cuidarmos dos outros, do mundo, da criação. Pouco aproveita conhecer muitas pessoas e muitas coisas, se não cuidarmos delas”.
A mensagem do líder da Igreja Católica destaca a importância de “bendizer, em nome de Deus”, e de evitar a tentação da maledicência. “O mundo está gravemente poluído por falar mal e pensar mal dos outros, da sociedade, de nós mesmos. De fato, a maledicência corrompe, faz degenerar tudo, enquanto a bênção regenera, dá força para recomeçar”, indica.
Francisco ainda elogiou a “concretude paciente” das mulheres, capazes de “tecer os fios da vida” e de a fazer nascer. “Não estamos no mundo para morrer, mas para gerar vida. E a santa Mãe de Deus ensina-nos que o primeiro passo para dar vida àquilo que nos rodeia é amá-lo dentro de nós”, sustenta.
Uma semana depois do Natal, o Papa refere que Jesus “nasce de mulher e revoluciona a história com a ternura”. A reflexão desafia os fiéis a encontrarem “tempo” para Deus e para os outros, em particular “para quem está só, para quem sofre, para quem precisa de escuta e atenção”.
Além da homilia lida por Parolin, Francisco recitou a oração do ângelus na biblioteca do Palácio Apostólico, com transmissão online.
Na ocasião, ele voltou a dizer que que a pandemia da Covid-19 mostrou ao mundo a necessidade de cuidar de todos, desejando que 2021 seja um ano de paz e de esperança.
“Os dolorosos acontecimentos que marcaram o caminho da humanidade no ano passado, especialmente a pandemia, ensinam-nos como é necessário interessar-nos pelos problemas dos outros e compartilhar as suas preocupações”, reforçou.
No início de 2021, o Papa desejou que o ano seja dedicado ao “crescimento humano e espiritual”.
“Que seja tempo de superar ódio e divisões, e há tantas; que seja hora de nos sentirmos todos mais irmãos, que seja hora de construir e não de destruir, cuidando uns dos outros e da criação”, acrescentou.
O desejo dele é “que a paz reine no coração dos homens e nas famílias; no trabalho e lazer; nas comunidades e nações. Nas famílias, no trabalho, nas nações”.
Citando a sua mensagem para o 54.º Dia Mundial da Paz, Francisco falou da “cultura do cuidado” e da necessidade de construir “uma sociedade fundada nas relações de fraternidade”, com atenção “ao irmão que precisa de uma palavra de conforto, de um gesto de ternura, de ajuda solidária”.
“Trata-se de desenvolver uma mentalidade e uma cultura do cuidado, para vencer a indiferença, a rejeição e a rivalidade, que infelizmente prevalecem”, enfatizou.
Por fim, o Papa sustentou que a paz “não é apenas ausência de guerra”, mas “uma vida cheia de sentido, construída e vivida na realização pessoal e na partilha fraterna com os outros”.
“A paz é acima de tudo um dom, dom de Deus. Deve ser implorada com oração incessante, sustentada com diálogo paciente e respeitoso, construída com uma colaboração aberta à verdade e à justiça, sempre atenta às aspirações legítimas das pessoas e dos povos”, concluiu.
UOL com informações da ANSA
Esse silêncio do Sumo Pontífice sob a liberação do aborto em seu país, foi constrangedor, à igreja nunca interessou estado para opinar, em qualquer situação, sobre questões que tocam os dogmas da igreja. O silêncio foi humilhante para os que acreditam na igreja catolica e crêem na vida a partir da concepção.
O gado imundo não sabe ter respeito por ninguém.
Vão adorar seus pastores boiada imunda.
Quem elabora lei, é o parlamento. O que o Papa tem a ver com a elaboração das leis de um país?!!
Esse jegue fdp é burro!
Certíssimo.
Esse Papa é um político dos mais safados q existem. O seu pais de origem (Argentina) aprovou a lei do aborto e ele ficou caladinho, aí depois vem falar da Amazônia. Vá se lascar!!!
FRAQUÍSSIMO !!!!!!!
Com sua benção papa Francisco . Como chefe de estado o sr não tem que se meter em assuntos internos de nenhum país . A opinião da igreja católica contra o aborto já é de conhecimento de todos , os católicos . No Brasil ??, o TONHO DA LUA em entrevista à revista ISTOÉ , falou que o bananinha Renan não foi abortado por vontade da mãe . Agora o Doidin , fica tirando onda de conservador . Vamos deixar de hipocrisia , nosso estado é laico , aspectos religiosos não devem interferir no funcionamento da nossa nação . Esse abestalhado , metido a direito e conservador deveria deixar de falar besteira e tomar conta dos filhos deles e deixar de propagar a pandemia que já causou 200 mil mortos na cucuruta dele .
Esse Papa é mais fraco que mingau de bilocas.
Esqueceu de falar sobre a liberação de aborto no seu país. Lamentável o representante máximo da igreja e um das esquerdalha, se calar