O projeto do Parque Linear na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Natal, entrou em fase técnica para definição da área final após reunião mediada pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público Estadual.
A proposta da Prefeitura é iniciar as obras ainda em 2026, mas o projeto depende da definição do tamanho da área, que pode variar entre quatro e dez hectares. O principal ponto em discussão é garantir que o parque não interfira em áreas de preservação do Parque das Dunas.
Segundo o secretário de Meio Ambiente e Urbanismo, Thiago Mesquita, a delimitação está sendo discutida por um grupo formado por órgãos como MPF, MPRN, IDEMA, Procuradoria-Geral do Estado e do Município. “Enquanto não houver definição da área, não é possível concluir o projeto”, afirmou.
O debate agora gira em torno da metragem da área cedida pelo Exército para assegurar que os espaços de lazer e ciclovias não interfiram nas zonas de preservação integral do Parque das Dunas.
De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, o Parque das Dunas é uma unidade de conservação de proteção integral, regida por normas federais e pelo Plano de Manejo, que define o que pode ou não ser realizado no local.
A prefeitura pretende instalar o parque em área classificada como Zona de Uso Público II, onde são permitidas atividades de lazer. No entanto, a tentativa de avançar sobre a Zona Primitiva III foi considerada inviável por estudos técnicos, devido à presença de espécies ameaçadas de extinção.
Segundo o IDEMA, essa área concentra cerca de 35% da biodiversidade do parque. Além disso, a Procuradoria-Geral do Estado concluiu que eventuais mudanças no Plano de Manejo dependem exclusivamente do órgão gestor, não podendo ser feitas por solicitação isolada.
Como encaminhamento, ficou definido que o município deverá apresentar o projeto para licenciamento considerando até quatro hectares, área já considerada viável. A Zona Primitiva III poderá ter apenas trilhas de contemplação, com controle e supervisão. O licenciamento deve ser solicitado após discussão do projeto com a sociedade. Segundo o IDEMA, o processo busca equilibrar a implantação do parque com a preservação ambiental.

Acho fantástico a ideia, vai embelezar a nossa Av Roberto Feeire, mas não pode e não deve avançar pra cima do asfalto, ja mais.
Pelo contrário, tem que alargar as pistas de rolagem.
Muito bacana, vem em boa hora para impulsionar ainda mais nosso turismo. Nós merecemos mais um espaço para a prática de exercícios ao ar livre.
O trânsito vai ficar ótimo na Roberto Freire. Ah, já é muito bom… Vai ficar excelente.
Destruir mata atlântica e colocar em risco espécies em extinção? Que nada! Queremos usufruir! As gerações futuras que paguem por nossas escolhas.
Tudo o que é bom, bonito e estruturante para Natal, sabemos que a esquerda é contrária. Acredito que esse projeto só será executado quando Fátima Bezerra deixar o governo. Ela não faz nada em prol de melhorias da cidade e nem permite fazer. No oitavo ano de sua gestão só vemos atrasos, tanto que figura como a segunda pior governadora do Brasil. Que o próximo governador possa tirar o RN do buraco que essa gestão petista deixou.
qual a necessidade de remover uma faixa da roberto freire? o transido já está uma bosta com 3 faixas de cada lado, imagine só com 2
Espero que isso saia do papel. Até hoje o hospital de Natal em cidade satelite que foi inaugurando em 31/12/24 tem como pacientes os poucos pedreiros trabalhando.
A prefeitura deveria investir na recuperação de Ponta Negra ou investir para que o Parque da Cidade seja utilizado a noite. O que vai acontecer com esse parque é que ninguém usará pois será muito quente durante o dia e a noite não funcionará.
Belíssimo projeto! Vamos torcer que tudo dê certo. Natal merece isso.
Eu só estou em dúvida a respeito do que vão fazer com a quantidade enorme de gatos que habitam aquela floresta.
Outro detalhe é saber em que local os frequentadores vão poder estacionar seus carros para poder frequentar aquele local.
Parabéns a todos os envolvidos. Natal estava precisando de um parque onde realmente a população possa usufruir. Belo projeto!