Economia

Paulo Guedes vê perda estrutural em PEC emergencial aprovada pelo Senado

Era por volta de uma e meia da tarde de ontem, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe puderam respirar mais aliviados. O plenário do Senado havia acabado de manter o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) emergencial com o limite de R$ 44 bilhões para a despesa com o pagamento da nova rodada do auxílio para os mais vulneráveis.

Se tecnicamente foi desconcertante incluir no texto constitucional um valor fixo para o pagamento do auxílio, a trava de gastos acabou sendo a forma encontrada pelo Ministério da Economia para impedir que mais tarde os parlamentares aumentassem o valor do benefício e o seu alcance sem que houvesse uma contrapartida de economia de despesas. Afinal, a proposta foi aprovada sem ajuste no curto prazo nem caso seja decretado novamente estado de calamidade para novos gastos para o combate dos efeitos do recrudescimento da pandemia em 2021.

O risco de cair a barreira de R$ 44 bilhões estava no radar na votação em segundo turno e era mais uma batalha a ser superada para aprovação da PEC, após a queda de braço do ministro Paulo Guedes e seus principais secretários para evitar a exclusão do programa Bolsa Família do teto de gastos (a regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação), manobra que foi patrocinada pelo próprio Bolsonaro e lideranças governistas no Congresso, como mostrou ontem o Estadão.

Com o mercado derretendo por causa da aposta no teto de gastos como âncora fiscal para controle da trajetória de endividamento, o presidente foi alertado dos riscos e desistiu de levar adiante a proposta, que tinha apoio dos aliados e da oposição. Senadores não alinhados com o presidente, porém, dispararam alertas para o risco de não darem um “cheque em branco” para o presidente garantir a sua reeleição. Se o ministro Luiz Eduardo Ramos, articulador político do governo, avisou aos líderes a decisão do presidente de recuar, coube ao presidente da Câmara, Arthur Lira (DEM-PL), garantir aos investidores que não haveria medidas.

Nas horas que antecederam a votação em primeiro turno, Guedes partiu para o tudo ou nada para evitar não só o fura-teto, mas o fatiamento e desidratação da PEC, mantendo-se apenas o auxílio. Em meio ao vaivém e uma ida ao Tribunal de Contas da União, ao lado do ministro da Casa Civil, Braga Netto, para uma reunião com o ministro Bruno Dantas, Guedes avisou às lideranças governistas que não “contassem com ele” para a mudança no teto. Não chegou, porém, a ameaçar demissão do cargo.

No dia seguinte, agradeceu a Bolsonaro. “O presidente sempre nos apoia no momento decisivo”, afirmou em vídeo gravado ao lado do relator da PEC, senador Márcio Bittar (MDB-AC).

Se o discurso oficial ontem foi de vitória pelo resultado que evitou, na opinião de auxiliares do ministro, um “desastre” maior com a mudança da PEC, o sentimento na equipe, por outro, foi de perda de uma dos pontos estruturais da PEC: a possibilidade de acionamento dos gatilhos em caso de calamidade por mais dois anos seguintes. A economia da PEC foi baseada nesse dispositivo. “Que ajuste se faz em um ano?”, resumiu um auxiliar de Guedes, que admite que o momento continua muito delicado para as contas públicas e que nova batalha vem pela frente na Câmara, onde a PEC ainda será analisada na semana que vem, e na definição e tramitação da medida provisória (MP) que vai definir valores e regras para o pagamento do auxílio.

A primeira batalha, no entanto, não foi perdida porque há na PEC medidas importantes que fortalecem o arcabouço institucional das regras fiscais. Uma vitória que foi comemorada entre 10 e 10 técnicos do Ministério da Economia foi a liberação de superávit financeiro de fundos públicos para o pagamento da dívida pública. Uma medida que pode abater mais de R$ 100 bilhões do estoque da dívida, melhorando a sua gestão pelo Tesouro.

ESTADÃO

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Geral

[VÍDEO] Em debate, Garotinho cita programa “leitinho feliz” e faz adversários rirem


Reprodução/TV Globo

Durante o debate da TV Globo realizado na noite dessa terça-feira (29), o ex-governador e candidato Anthony Garotinho relembrou o programa social “Leitinho Feliz”, criado durante sua gestão no estado do Rio de Janeiro (1999–2003). A citação ao nome inusitado da iniciativa gerou momentos de descontração e fez com que adversários no palco, como Douglas Ruas (PL) e William Siri (PSol), segurassem o riso.

“No meu governo, eu criei o programa ‘Leitinho Feliz’. Nós comprávamos o leite das cooperativas, ‘bótavamos’ o sabor de chocolate e morango e distribuíamos nas escolas”, declarou Garotinho durante o programa.

Implementada no final dos anos 90 e início dos anos 2000, a medida previa que o governo estadual adquirisse leite de cooperativas locais para distribuí-lo como merenda na rede pública de ensino.

Apesar de sua participação ativa no debate, a situação jurídica da candidatura de Garotinho permanece incerta. O registro dele foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Embora ele possa receber votos no pleito deste domingo (4/10), a validação definitiva dependerá de um julgamento posterior pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com informações do Metrópoles

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Geral

“CANALHA É QUEM FOI PRESO”: Nikolas Ferreira rebate Lula e Janja após ofensas em ato de campanha


Reprodução/Redes sociais

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) respondeu duramente, nessa terça-feira (29), aos ataques desferidos mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela primeira-dama Janja da Silva durante um ato de campanha em Patos de Minas (MG). O parlamentar questionou o que o fez “perder a linha” e afirmou que a ofensa da primeira-dama serve, na verdade, como um elogio.

Em seu discurso que também foi impulsionado em suas redes sociais, Nikolas revidou as acusações de Lula. “Canalha, Lula, é quem foi preso por corrupção. Canalha é seu filho, que roubou os aposentados. Canalha é quem aperta a mão de ditador. Canalha é quem está prometendo há 20 anos mudar este país”, declarou. O deputado ainda relembrou declarações anteriores do petista e questionou: “Por que um jovem de 30 anos, que nasceu na favela e é um mero deputado federal, fez você perder a linha? Porque você sabe que o presente é seu, mas o futuro é nosso”.

A reação ocorreu após Lula chamar o parlamentar de “canalha” em Salvador (BA), acusando-o de distorcer uma fala sobre a resistência masculina a exames de próstata. Na mesma ocasião, Janja rotulou o deputado como “piá de bosta”.

Respondendo diretamente à primeira-dama, Nikolas disparou: “E, Janja, muito obrigado pelo teu ataque, que para mim é um elogio. E dá uma olhada no que esse ‘piá de bosta’ está fazendo em Minas Gerais”.

Com informações do Metrópoles

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Geral

“MEQUETREFE” E “JÓQUEI DE CABRITO”: Lula sobe o tom e ataca Flávio e ACM Neto em comício na Bahia


Foto: Ricardo Stuckert

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou o tom da campanha e disparou críticas contra seus adversários, durante comício realizado na Bahia na noite dessa terça-feira (29). Ao lado de aliados baianos, Lula chamou o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de “mequetrefe” e apelidou o candidato ao governo estadual ACM Neto (União Brasil-BA) de “jóquei de cabrito”.

No evento, que contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e dos candidatos ao Senado Rui Costa e Jaques Wagner, Lula descartou qualquer possibilidade de “voto casado” com ACM Neto e relembrou polêmicas passadas do adversário local. O presidente também cobrou explicações de ACM Neto sobre uma suposta relação com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, fazendo menção a acusações de festas e esquemas de corrupção.

Ao tratar da corrida presidencial, Lula relatou ter dito a empresários em São Paulo que a escolha se dá entre sua experiência acompanhada do vice Geraldo Alckmin e Flávio Bolsonaro. O petista afirmou que o único histórico profissional do adversário se resume a relações com milicianos e a um episódio envolvendo uma fábrica de chocolate associada à lavagem de dinheiro.

Com informações do Metrópoles

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Geral

[VÍDEO] Álvaro vence mais um debate e mostra por que é o mais capacitado para governar o RN


Reprodução/Campanha Álvaro Dias

Álvaro Dias (PL) encerrou o debate da Inter TV, na noite desta terça-feira (29), apresentando propostas, defendendo sua experiência administrativa e confrontando os adversários em temas como segurança, saúde e gestão.

Na segurança pública, Álvaro defendeu maior rigor no combate ao crime organizado e voltou a defender o enquadramento das facções criminosas como organizações terroristas. O candidato citou a cobrança de “pedágios”, a expulsão de famílias de suas casas e outras ações praticadas por organizações criminosas.

Na saúde, Álvaro cobrou de Cadu de Lula a situação do Hospital Walfredo Gurgel e lembrou que o adversário integrou a gestão da governadora Fátima Bezerra. Médico, relatou uma visita recente à unidade.

“Fiquei envergonhado, como médico e como cidadão, de ver as macas nos corredores, os pacientes em estado grave, maltratados, esquecidos, relegados, abandonados nos corredores daquela instituição”, afirmou.

Álvaro também destacou o Hospital Municipal de Natal, construído durante sua gestão na capital. “O projeto do Hospital Metropolitano está no papel. […] Concluído, candidato, está o Hospital Municipal, recebendo os pacientes com infraestrutura adequada”, rebateu.

Outro momento de confronto ocorreu com Allyson Bezerra. Ao ser chamado de mentiroso pelo adversário, Álvaro reagiu afirmando ter conquistado na Justiça 20 direitos de resposta contra conteúdos veiculados pela campanha de Allyson.

“Quem diz isso não sou eu, não. Quem diz isso é a Justiça, que me concedeu 20 direitos de resposta dentro do programa dele”, afirmou.

Nas considerações finais, Álvaro reforçou propostas como o novo Hospital Walfredo Gurgel, o novo Hospital Tarcísio Maia, escolas estaduais em tempo integral e a integração das forças de segurança no combate às facções e ao crime organizado.

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Geral

CRISE NO STF: TSE vota para barrar fake news sobre Nossa Senhora e Flávio Bolsonaro


Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta quarta-feira (30), em plenário virtual das 10h às 23h59, uma sessão extraordinária para avaliar a decisão monocrática do ministro André Mendonça que determinou a exclusão de publicações envolvendo o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e divulgação de fake news sobre Nossa Senhora.

A convocação foi formalizada pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, após o episódio deflagrar um novo atrito no Supremo Tribunal Federal (STF). A ordem de Mendonça inicialmente voltada a uma postagem do ator Antonio Tabet e estendida a outros conteúdos sobre a falsa intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida gerou sobreposição de decisões e discussões nos bastidores.

Diante do conflito, Nunes Marques acionou o presidente do STF, Edson Fachin, para pedir providências. Nos bastidores, ministros do TSE avaliam que o desgaste institucional poderia ter sido evitado caso o caso tivesse sido encaminhado diretamente ao colegiado desde o início.

A estratégia de submeter o tema ao plenário do TSE busca esvaziar a movimentação do ministro Flávio Dino para levar a discussão ao plenário do STF, centralizando a solução do impasse na Justiça Eleitoral.

ENTENDA O CASO
A polêmica começou após a circulação de uma informação falsa de que Flávio Bolsonaro (PL) pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O boato surgiu a partir de um comentário na televisão sobre uma suposta articulação de setores evangélicos, sem citar o candidato. Embora o conteúdo tenha sido posteriormente corrigido, a informação viralizou nas redes sociais. A história também resgatou um projeto apresentado em 2007 sobre o título da santa, arquivado em 2008 e sem relação com Flávio.

Com informações do Metrópoles

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Política

[VÍDEO] “ELE VENDE UMA CIDADE DE FANTASIA”: Álvaro afirma que Mossoró é “totalmente diferente” do que Allyson Bezerra “vende nas redes sociais”

Álvaro Dias (PL) relembrou, no debate entre os candidatos ao Governo do Estado na InterTV, nesta terça-feira (29), a investigação da Polícia Federal (PF) que apontou que Allyson Bezerra (União Brasil) teria recebido propina de 15% na compra de medicamentos da Prefeitura de Mossoró à empresa Dismed. O candidato também afirmou que o ex-prefeito “vende uma cidade de fantasia” nas redes sociais”.

“Eu visitei Mossoró. É totalmente diferente da cidade de fantasia que ele vende nas redes sócias. Estive no bairro Redenção: lama, buracos, infraestrutura deteriorada. Estive também no Complexo 15 de Março, que ele inaugurou recentemente, está todo esburacado. Visitei uma escola que ele inaugurou, mas o teto caiu. Que gestão foi essa na cidade de Mossoró?”, questionou Álvaro.

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Política

[VÍDEO] Robério repete fake news sobre Nossa Senhora Aparecida para atacar a direita e o bolsonarismo e reforça discurso petista em debate da InterTV

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Robério Paulino (PSOL) levou para o debate da InterTV Cabugi, nesta terça-feira (29), uma informação falsa que ganhou espaço na campanha nacional: a alegação de que Flávio Bolsonaro (PL) pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

A informação já foi desmentida. Não existe proposta de Flávio Bolsonaro para retirar o título da santa. Mesmo assim, Robério trouxe o assunto para o debate estadual e direcionou críticas ao bolsonarismo. A postura ocorreu em meio a uma estratégia semelhante adotada nacionalmente por integrantes da campanha de Lula, que também passaram a explorar politicamente a fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida.

Durante o debate, entre Robério, Cadu de Lula (PT), Álvaro Dias (PL) e Allyson Bezerra (União Brasil), Robério direcionou as críticas ao campo bolsonarista, chegou a falar em avanços do Governo Fátima e com isso mostrou alinhamento com Cadu candidato petista.

A convergência dos discursos alimentou, entre adversários, a leitura de uma atuação combinada e uma “aliança velada” entre PSOL e PT.

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Política

[VÍDEO] Álvaro questiona Cadu sobre como ele se sente fazendo parte do governo Fátima, que é reprovado por 70% da população do RN

No debate da InterTV com os candidatos ao Governo do Estado, nesta terça-feira (29), Álvaro Dias (PL) questionou Cadu de Lula (PT) sobre como ele se sentia por fazer parte do governo Fátima Bezerra (PT), reprovado por quase 70% da população do Rio Grande do Norte.

Álvaro lembrou que Cadu foi o “braço direito de Fátima”, mas eles não resolveram os problemas do RN, principalmente na área da saúde, como comprova a crise do Hospital Walfredo Gurgel. “Isso mostra o descaso do governo do PT”, disse Álvaro.

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Brasil

LULA APELA NA RETA FINAL: Presidente parte para o vale-tudo do populismo

Reprodução

Na reta final do primeiro turno, duas decisões governamentais de Lula (PT) foram usadas como munição direta mirando o eleitor. Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o colunista Hélio Schwartsman classificou as medidas como exemplos de “populismo eleitoreiro” e afirmou que o presidente estaria partindo para o “vale-tudo do populismo”.

Uma delas foi o reajuste de 15% no Bolsa Família, anunciado apenas 17 dias antes da eleição. Segundo Schwartsman, a correção não aparecia na proposta de Orçamento de 2027 enviada pelo governo ao Congresso e só foi anunciada depois de pesquisas mostrarem um cenário mais difícil para Lula na disputa.

A outra medida citada pelo colunista foi a proibição das bets a apenas nove dias da votação. A decisão interrompe, segundo ele, quase quatro anos de esforços do próprio governo para regulamentar o setor e ainda pode reduzir a arrecadação federal sem impedir que apostadores migrem para plataformas ilegais.

Para Schwartsman, os dois episódios reforçam a avaliação de que Lula estaria priorizando a permanência no poder em vez de conduzir o governo com estabilidade até o fim do mandato. O próprio presidente resumiu a disputa recentemente ao dizer que a escolha não seria entre ele e um “gênio”, mas entre os candidatos que estão na corrida.

Com informações da folha de São Paulo – coluna Hélio Schwartsman

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Esporte

Seleção potiguar faz história e conquista título inédito na Uruguay Cup

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A Seleção-RN fez história na 33ª edição da Uruguay Cup, realizada em Montevidéu. Pela primeira vez em 33 edições e 16 anos de competição, uma equipe estrangeira conquistou o título da Série Ouro. O feito foi alcançado pela Seleção-RN 2013 Verde.

A delegação potiguar reuniu cerca de 120 pessoas entre atletas, comissões técnicas e familiares e foi a maior delegação estrangeira da competição. Ao todo, aproximadamente 120 equipes de países como Uruguai, Argentina e Chile participaram do torneio.

Além do título inédito na Série Ouro, o RN voltou para casa com seis colocações de destaque: dois títulos, dois vice-campeonatos e outras duas posições entre os quatro melhores.

A campanha foi resultado de um projeto iniciado ainda em 2025, com atletas selecionados a partir da Copa RN e de diferentes escolinhas da capital e do interior. Foram cerca de sete meses de preparação, com treinamentos e amistosos nas categorias Sub-10, Sub-11, Sub-12, Sub-13 e Sub-Feminina.

Com o resultado, a Seleção-RN colocou o futebol de base potiguar no destaque internacional e marcou o nome do Rio Grande do Norte na história da tradicional competição uruguaia.

RESULTADOS HISTÓRICOS

A campanha da Seleção-RN terminou com seis colocações de destaque, incluindo dois títulos e quatro vice-colocações/posições entre os quatro melhores:

🏆 Campeão – Série OuroSeleção-RN 2013 Verde

🥈 Vice-campeão – Série Ouro Feminina

Seleção-RN 2013 Feminina

🥈 Vice-campeão – Série Prata

Seleção-RN 2013 Branco

🏆 Campeão – Série Bronze

Seleção-RN 2014

4️⃣ 4º lugar – Série Bronze

Seleção-RN 2015

🥈 Vice-campeão –

Série BronzeSeleção-RN 2016

Com informações do Blog do Marcos Lopes

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