O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, repetiu nesta 4ª feira (20.jan.2021) publicação feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) no Twitter e disse que “ser autoridade ou filho de pessoa influente não é um dos critérios de prioridade”.
“Só para lembrar: a prioridade da vacinação são os profissionais de saúde que estão na linha de frente e grupos de risco. Ser autoridade ou filho de pessoa influente não é um dos critérios de prioridade”, publicou o ministro em seu perfil na rede social.
Mais cedo o filho do presidente Jair Bolsonaro publicou a mesma mensagem. O post foi feito após circular nas redes sociais informação de que “pessoas influentes” estariam tentando furar a fila da vacinação, principalmente em Manaus, uma das cidades mais afetas pela pandemia e que sofre com a falta de oxigênio nos hospitais.
A vacinação começou oficialmente no Brasil na 2ª feira (18.jan.2021), depois de São Paulo imunizar a 1ª brasileira contra a covid-19 no domingo (17.jan.2021).
O Ministério da Saúde distribuiu as 6,2 milhões de doses da Coronavac para todos os Estados e o Distrito Federal. A vacina desenvolvida pelo Butantan com a Sinovac teve o uso emergencial autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17.jan.2021). O imunizante da Fiocruz (em parceria com AstraZeneca e Universidade de Oxford) ainda não está disponível no país, mas também integrará o plano de vacinação.
Os grupos priorizados para a vacinação foram: idosos acima de 60 anos em instituições como asilos; pessoas com deficiência institucionalizadas; toda a população indígena; e parte dos profissionais da saúde da linha de frente.
PODER360

Esses fura-filas são principalmente negacionistas, salvadores da pátria e patriotas…deles mesmos.
Fisioterapeuta que ganha a vida fazendo massagem em sua clínica foi à fila e se vacinou. Nunca viu um paciente COVID-19 na vida em um hospital. Nao precisa ser influente, precisa ser cara de pau!
Aqui no RN é