Política

PEC da transição vira moeda de troca para barganhas entre Congresso e governo Lula

Foto: Wilton Junior/Estadão

BRASÍLIA — O apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição virou moeda para barganhas políticas. Desde que desembarcou em Brasília, no início da semana, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva tem sido pressionado a assinar a fatura e entregar cargos e verbas antes mesmo da votação da medida. Para bancar o programa Bolsa Família e outras despesas, a partir de janeiro de 2023, o futuro governo pede ao Legislativo uma licença para gastar de aproximadamente R$ 200 bilhões acima do teto de gastos – valor que muitos economistas consideram um exagero.

Líderes do Congresso, porém, condicionam a aprovação do texto à ocupação de ministérios e vagas regionais, além da manutenção do orçamento secreto e do apoio à reeleição de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao comando da Câmara e do Senado, respectivamente.

A bancada petista anunciou apoio a novo mandato para Lira à frente da Câmara e deve oficializar o acordo com Pacheco nos próximos dias. Lula conversou com os dois nesta quarta-feira, 30. Foi aconselhado a preservar o orçamento secreto, que terá R$ 19,4 bilhões em 2023 e foi chamado por ele de “excrescência”, para não arriscar a formação da base aliada no Congresso. Como revelou o Estadão, o presidente Jair Bolsonaro mandou suspender a liberação dessas emendas até o fim do ano, após Lira receber aval do PT.

MDB, União Brasil e PSD querem pelo menos duas pastas cada, sob o argumento de que é preciso contemplar a bancada da Câmara e a do Senado. Esses partidos compõem a cúpula do Senado e representam mais de um terço dos parlamentares.

Os ministérios de Infraestrutura, Minas e Energia, Agricultura, Transportes, Ciência e Tecnologia, Cidades e Integração Nacional – duas pastas que serão recriadas – se transformaram em alvo de cobiça. Na prática, os partidos estão de olho nos R$ 105 bilhões que, de acordo com a PEC, ficarão livres no Orçamento para irrigar novas despesas, sem contar os recursos que já estão garantidos para os ministérios e emendas parlamentares. A negociação pode aumentar a verba sob domínio dos líderes do Congresso.

O PT quer aprovar a PEC no Senado na semana que vem e finalizar o texto na Câmara em seguida, a tempo de adequar o Orçamento de 2023 com as novas despesas. O líder do União Brasil e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (AP), assumiu a articulação para aprovar a proposta e cobra pelo menos um ministério para a bancada na Casa.

Alcolumbre indicou que pautará a PEC na próxima terça-feira. Cabe a ele, também, nomear o relator. Os senadores, no entanto, querem reduzir o período de flexibilização do teto de gastos dos quatro anos sugeridos pelo futuro governo para um ou, no máximo, dois. O valor da PEC também pode ser reduzido, se Lula não entregar os cargos a contento.

“Há uma boa vontade para votar. Só fica dependendo das negociações para definir o tempo e o valor”, afirmou o senador Jayme Campos (União Brasil-MT), referindo-se à proposta da equipe de Lula.

Nos bastidores, Alcolumbre contabiliza que sete dos dez senadores do União Brasil estarão com o governo Lula em 2023, desde que sejam atendidos com cargos de seu interesse. O senador chegou a essa conclusão após consultar colegas de partido. Sérgio Moro (PR), Soraya Thronicke (MS) e Alan Rick (AC) não entraram no “pacote”, como foi chamada a articulação.

Além do apoio do Planalto à reeleição de Pacheco, que agora enfrentará o senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), o PSD cobra de Lula pelo menos dois ministérios. “Vou apoiar a PEC sem contrapartida, mas talvez não tenhamos 49 votos para aprová-la para quatro anos. Tudo depende do conjunto”, admitiu o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Otto Alencar (BA).

Depois de negociar com União Brasil, MDB e PSD, o próximo desafio de Lula será com o PP de Lira, expoente do Centrão. Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil de Bolsonaro, barrou a tentativa de integrantes do partido de compor com Lula antes da posse. Parlamentares da legenda defendem agora uma negociação no varejo, assunto que deve ser discutido pela bancada com Lira na próxima terça-feira.

“Não vejo problema nenhum em fazer uma coalizão com todos os partidos. Duas ou três cabeças pensando é melhor que uma. Então, que possamos ter projetos e levar recursos para os municípios”, disse o deputado eleito Maurício Neves, que assumiu a presidência estadual do PP em São Paulo e tomará posse na Câmara em fevereiro.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Ele pode entregar o brasil, vender, lotear, dividir, dar aos aos amigos, roubar, esconder, inclusive a Amazônia, que nunca tirei nada de lá, nem ir lá eu posso de tão caro, eu quero mesmo é que aconteçam coisas concretas e reais nas nossas vidas, termos salário de judiciário, universidade e escolas fundamentais de vergonha com professores comprometidos, sérios e gratuita, nada de educação privada, FIES, carne de soja ou caju, tem que ser carne de verdade e de primeira, não foi assim que parte de nós nordestinos optamos? Isso é democracia submetida a burrice, fazer o que? Tentar sorrir e sobreviver, a conta vem.

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ELEIÇÕES 2026: PL elege 19 senadores, dobra de tamanho e consolida a maior bancada da Casa


Jonas Pereira/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) saiu fortalecido das urnas neste domingo (4), elegendo 19 senadores, o equivalente a 35% das 54 vagas em disputa na Casa Alta. Com o resultado, a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro, praticamente dobrará de tamanho, saltando de 15 para 28 parlamentares e mantendo a maior bancada do Senado. O domínio regional ficou evidente em estados como Rondônia e Santa Catarina, onde todos os representantes eleitos pertencem à sigla.

O novo desenho da Casa também considera as mudanças provocadas pelas vitórias de Sergio Moro (PL-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG) no Executivo estadual já no primeiro turno, o que abrirá espaço para suplentes. Esse cenário ainda poderá sofrer novas alterações, uma vez que outros titulares seguem na disputa pelos governos estaduais ou estão licenciados. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores, mantendo sua bancada inalterada em nove cadeiras.

Impacto nas pautas e no comando do Congresso

A expansão da bancada era a principal aposta da direita para destravar pautas conservadoras e pressionar em direção a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho do ano passado, durante ato na Avenida Paulista, Jair Bolsonaro havia apelado aos eleitores por maioria no Legislativo para redirecionar os rumos do país e influenciar diretamente a escolha dos comandos e das comissões de peso no Congresso.

Historicamente contidas por resistências na cúpula da Casa, como as negativas do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em dar andamento a processos de impeachment, as pautas da oposição ganham fôlego com o novo parlamento. O expressivo crescimento da bancada conservadora coloca em risco, inclusive, a articulação para a reeleição de Alcolumbre a um novo mandato à frente do Legislativo em 2027.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: Federação PSol-Rede perde fundo partidário e tempo de TV por apenas 185 votos


Foto: Divulgação/Psol

Por uma diferença cruel de apenas 185 votos, a federação formada por PSol e Rede falhou em superar a cláusula de barreira e, ao menos por enquanto, perderá o direito ao tempo de televisão e às verbas dos fundos partidário e eleitoral a partir do próximo ano.

Para garantir o acesso aos recursos e à propaganda gratuita nas eleições deste ano, os partidos precisavam cumprir uma das duas exigências da lei eleitoral: eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados, ou alcançar 2,5% dos votos válidos nacionais para a Câmara, com um patamar mínimo de 1,5% em pelo menos nove estados.

A estratégia da federação apostava no segundo critério. Impulsionada por uma votação expressiva em São Paulo, onde ultrapassou os 12% dos votos, a meta nacional de 2,5% foi superada com folga. O entrave esteve na capilaridade estadual: a exigência de 1,5% foi atingida em oito estados (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo), deixando a federação a apenas um estado da meta.

O fiel da balança poderia ter sido o Espírito Santo, a Bahia ou Santa Catarina. No Espírito Santo, a situação foi dramática: com 31.839 votos (1,49% dos votos válidos), a federação precisava de 32.024 votos para alcançar a marca de 1,5%. Faltaram exatamente 185 votos em um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores no estado.

Chance de reviravolta judicial

A situação, contudo, ainda não é definitiva. O cenário pode ser revertido caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule candidaturas de outros partidos — uma ocorrência comum em casos de fraude à cota de gênero (candidaturas laranjas). Caso isso aconteça, o total de votos válidos diminuirá, recalculando a proporção e elevando o percentual da federação PSol-Rede acima da linha de corte.

Fora do Espírito Santo, o desempenho em outros redutos também pesou contra. Em Santa Catarina, a federação estacionou em 0,99%. Na Bahia, ficou em 1,08%. E no Acre,.histórico reduto político de Marina Silva, fundadora da Rede, a legenda chamou atenção pelo fraco desempenho: a Rede sequer lançou candidato a deputado federal, e a candidatura mais votada do PSol na região obteve apenas 104 votos. 

Com informações do Metrópoles

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Eleições 2026

[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Flávio fala em mudança no Brasil e Lula admite surpresa com resultado do 1º turno


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Após a confirmação de que disputarão o segundo turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram pronunciamentos neste domingo (4). Enquanto o candidato do PL destacou que o resultado representa o desejo de mudança no país, o presidente admitiu que esperava vencer a disputa ainda no primeiro turno.

“Essa é a leitura do que aconteceu hoje: o Brasil quer mudança”, afirmou Flávio. O candidato também agradeceu aos eleitores e ressaltou que recebeu quase 56 milhões de votos. “Eu não poderia estar mais realizado”, declarou. O pronunciamento durou pouco mais de cinco minutos.

 

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Lula, por sua vez, disse estar confiante para a nova etapa da disputa. “Não deu certo [ganhar no primeiro turno] porque o povo gosta que eu dispute o segundo turno. E eu sou muito bom no mata-mata. O jogo vai começar, estamos na prorrogação”, declarou.

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – SENADO: Styvenson Valentim (PODE) e Samanda de Lula (PT) são os senadores eleitos no RN com 29,24% e 17,64 %

Reprodução

Styvenson Valentim foi reeleito para o Senado com 29,24 %. A segunda vaga no RN ficou com Samanda de Lula com 17,64 % dos votos válidos.

Veja a votação dos demais candidatos:

Zenaide Maia (PSD) — 17,43%
Coronel Hélio (PL) — 17,20%
Rafael Motta (PDT) — 14,16%
Tércio Tinôco (UNIÃO) — 2,85%
Sandro Pimentel (PSOL) — 0,62%
Sonia Godeiro (PSOL) — 0,40%
Professor Guilherme (UP) — 0,15%
Rosália Fernandes (PSTU) — 0,11%
Luciana Mandu (PSTU) — 0,07%
Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) — 0,05%
Gari Wendell Batista (AGIR) — 0,05%

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ELEIÇÕES 2026: Veja quem são os deputados federais eleitos no RN; Natália Bonavides (PT) bate recorde de votos

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Confira quem são os deputados federais eleitos para representarem o RN em Brasília.

A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

96 FM

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ELEIÇÕES 2026: Confira os deputados estaduais eleitos no RN; Coronel Azevedo se torna o mais votado da história

Foto: Reprodução/ALRN

Confira os deputados estaduais eleitos no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (4).

Coronel Azevedo (PL) foi o mais votado no pleito e superou o recorde de Wendell Lagartixa.

Azevedo teve mais de 104 mil votos.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 7 vagas

* Francisco do Pt (PT)

* Kaline de Dr. Bernardo (PV)

* Isolda Dantas (PT)

* Divaneide Basílio (PT)

* Daniel Valença (PT)

* Eudiane Macedo (PV)

*  Ivanilson Oliveira (PV)

PL · 7 vagas

* Coronel Azevedo

* Dr. Kerginaldo

* Tomba Farias

* Gustavo Carvalho

* Adjuto Dias

* Luíz Eduardo

* Camila Araújo

União Progressista (União Brasil e PP) · 6 vagas

* Robson Carvalho (UNIÃO)

* Julio Cesar (PP)

* Cinthia de Allyson (UNIÃO)

* Kleber Rodrigues (PP)

* Neilton Diógenes (PP)

* Nelter Queiroz (PP)

PSDB Cidadania · 3 vagas

* Ezequiel

* Dr Gustavo Soares

* Cristiane Dantas

MDB · 1 vaga

* Bibiano

96 FM

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ELEIÇÕES 2026: Elmano de Freitas (PT) supera Ciro Gomes (PSDB) e é reeleito em 1º turno no Ceará

Foto: Divulgação

Após 96,06% das urnas apuradas, o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), foi reeleito neste domingo para um segundo mandato com 52,83% dos votos.

O petista superou Ciro Gomes (PSDB), que teve a preferência de 46,58% dos cearenses e foi derrotado mesmo tendo iniciado o ciclo eleitoral com ampla vantagem nas pesquisas de intenção de voto.

Com o resultado, o grupo político do qual o PT faz parte conquistou a sexta vitória consecutiva no estado.

O Globo

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ELEIÇÕES 2026: Jerônimo Rodrigues (PT) é reeleito governador da Bahia no 1º turno

Foto: Tarsila Alvarindo/TV Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4).

Às 21h03, com 91,6% das seções apuradas, o candidato tinha 55% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Geraldo Júnior (MDB).

Segundo colocado, ACM Neto (União Brasil) tinha 44%. Ao todo, foram 8.380.339 votos válidos até esta publicação.

g1

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ELEIÇÕES 2026: Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputam 2º turno no Rio de Janeiro

Fotos: Reprodução/Redes Sociais

A eleição para o governo do Rio de Janeiro será definida em segundo turno, marcado para 25 de outubro. Com 99,62% das urnas apuradas neste domingo (4), Douglas Ruas (PL) conseguiu 49,29% dos votos, enquanto Eduardo Paes (PSD) obteve 42,74%.

Votos em branco atingiram 5,09% e nulos, 6,86%. A abstenção registrou 23,33%.

Veja os percentuais com 99,62% das urnas apuradas:

  • Douglas Ruas (PL): 49,29%
  • Eduardo Paes (PSD): 42,74%
  • Garotinho (Republicanos): 3,17% (anulado sub judice)
  • William Siri (PSOL): 2,72%
  • Coronel Busnello (Missão): 0,98%
  • André Marinho (Novo): 0,52%
  • Juliete Pantoja (UP): 0,39%
  • Cyro Garcia (PSTU): 0,17%
  • Luan Monteiro (PCO): 0,03%

SBT News

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Eleições 2026

PL concentra maior número de governadores, senadores e deputados federais eleitos

Reprodução

O PL, partido do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, aparece com o maior número de governadores, senadores e deputados federais eleitos até as 20h40 deste domingo (4), segundo levantamento divulgado durante a apuração das eleições.

Compare abaixo o número de eleitos de PL e PT, até as 20h40:

Governadores:

PL: 4

PT: 1

Senadores:

PL: 16

PT: 1

Com os 16 eleitos até o momento, o PL passa a ter 25 senadores, contando as cadeiras que o partido já ocupa. O PT, por sua vez, passa a ter 4 senadores.

Deputados federais:

PL: 3

PT: 1

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