Judiciário

Peritos divergem em 3 pontos sobre gravação feita por Joesley

Foto: Danilo Verpa – 13.fev.2017/Folhapress

Quatro perícias feitas na gravação da conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista divergem em três pontos.

Há consenso sobre a existência de interrupções, mas discordância sobre o que as provocou. Também existe divergência a respeito de uma expressão usada por Joesley (“todo mês” ou “tô no meio”) e sobre a validade da gravação como prova judicial.

Os laudos foram feitos pela defesa de Temer, por dois especialistas contratados pela Folha e pela Polícia Federal.

Para o laudo da PF, as pausas foram causadas por um dispositivo do gravador que interrompe a captação na ausência de som.

O IBP (Instituto Brasileiro de Peritos), contratado pela Folha, diz que esse mecanismo só explica parte das interrupções. O restante tem características distintas e pode ter ocorrido após a gravação –as causas são indeterminadas.

A PF diz que a prova é válida porque inexistem indícios de adulteração ou supressão intencional de parte da conversa.

Já o perito Ricardo Molina, contratado por Temer, o IBP e o perito Ricardo Caires dos Santos (também a serviço da Folha ) afirmam que a baixa qualidade da gravação, as pausas de causa indeterminada e a má preservação do equipamento inviabilizam o uso no processo.

O áudio, feito pelo empresário na noite de 7 de março no Palácio do Jaburu, foi entregue diretamente à Procuradoria-Geral da República em meio à negociação de delação premiada. A gravação não passou pela Polícia Federal.

No inquérito de investigação de Temer, aberto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, a PGR aponta suspeita de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça. O áudio gravado por Joesley é um dos elementos da investigação.

Além da gravação da conversa, a PGR lista, por exemplo, outras suspeitas contra Temer, como o recebimento de R$ 500 mil pelo deputado afastado e preso Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), aliado do presidente da República.

*

PERÍCIA DO INSTITUTO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA (23 de junho; apresentada pela Polícia Federal)
PF fez perícia em posse dos gravadores, entregues em 22 e 23 de maio –a gravação ocorreu em 7 de março.

Houve interrupção da gravação? Qual a causa?

SIM, causada pela compressão do som captador.

O laudo descarta a possibilidade de adulterações na prova, que apresenta “aparente encadeamento lógico de ideias e assuntos que remetem a um diálogo travado entre dois interlocutores com início, meio e fim”.

Quantas são as interrupções?

A Polícia Federal identificou 294 pausas, cada uma, em média, com 1,3 segundo de duração. É “um tempo muito curto”, em que seria impossível omitir partes da conversa.

Joesley diz “todo mês” ou “tô no meio”?

Joesley: Tô de bem com Eduardo.
Temer: Muito bem.
(descontinuidade)
J:… e…
T: Tem que manter isso, viu?
(descontinuidade)
J:… oooo…
T: (ininteligível)
(descontinuidade e ruídos de movimentação)
J: (ininteligível) Todo mês…
T: O Eduardo também, né?
J: Também.

A perícia considera a prova válida?

SIM. Além de analisar o encadeamento lógico, a perícia analisou outros elementos linguísticos de uma conversa, como a “evolução da entonação, ritmo e intensidade da fala”.

Nesse sentido, também não há elementos que indiquem adulteração ao áudio, “consistente com a maneira em que se alega ter sido produzida”. “Em especial, não foram encontrados elementos indicativos de que a gravação tenha sido adulterada por meio da inserção ou supressão intencional de trechos de falas ocorridas em outro momento ou ambiente diverso”

*

PERITO RICARDO MOLINA DE FIGUEIREDO (24 de maio; apresentada pela defesa de Temer)
Perito fez análise apenas do áudio, sem acesso ao gravador.

Houve interrupção da gravação? Qual a causa?

SIM. A perícia não explicita o que causou a interrupção, mas diz que elas podem ter sido causadas por “alguma falha sistêmica do gravador”.

A questão, diz Molina, não são as falhas técnicas em si, mas a brecha que elas abrem para “edições cuja detecção seria impossível”: “Uma edição feita com algum cuidado poderia reproduzir exatamente as características de uma falha sistêmica real”.

Quantas são as interrupções?

O parecer não as enumera no total, mas diz que são “inúmeros pontos” que podem ter mascarado edições.

Molina argumenta que a distribuição dessas pausas não é homogênea. Ele detectou cinco pontos de “possível edição” entre o minuto 11:36 e o 11:53 –os 17 segundos com a “maior concentração” das interrupções e com “as falas mais divulgadas e exploradas pela mídia”.

Joesley diz “todo mês” ou “tô no meio”?

Joesley: Tô no meio.
Temer: (ininteligível)
J: Também.

A perícia considera a prova válida?

NÃO. O laudo diz que é “tecnicamente ruim” e “imprestável”.

Molina sustenta que o áudio digital é de fácil edição e questiona inclusive o nome dos arquivos entregues pelo empresário ao Ministério Público Federal. Ele observa, também, que é impossível considerar que a conversa tenha “sequência lógica”.

“Em especial nas falas do presidente Michel Temer, em função de seu maior afastamento em relação ao gravador e de eventuais mudanças de direcionalidade em relação ao microfone captador”, diz o parecer.

*

PERITO RICARDO CAIRES DOS SANTOS (19 de maio; contratada pela Folha)
Perito fez análise apenas do áudio, sem acesso ao gravador.
Clique aqui para acessar a íntegra do documento.

Houve interrupção da gravação? Qual a causa?

SIM. Laudo não indica as causas. Em entrevista à Folha, citou indícios claros de edições e manipulações.

Quantas são as interrupções?

Mais de 50 interrupções.

Joesley diz “todo mês” ou “tô no meio”?

É inconclusivo.

A perícia considera a prova válida?

NÃO. Este áudio não serve como prova pericial nem mesmo de prova documental devido a que o objeto “áudio” está eivado de vícios.

*

INSTITUTO BRASILEIRO DE PERITOS (29 de junho; contratada pela Folha)
Perito fez análise apenas do áudio, sem acesso ao gravador.
Clique aqui para acessar a íntegra do documento.

Houve interrupção da gravação? Qual a causa?

SIM. Parte ocorreu em razão de um dispositivo do gravador de economia de bateria na ausência de som. Mas há outras descontinuidades sem relação aparente com esse mecanismo. Podem ter ocorrido durante ou após a gravação, e a causa é indeterminada.

Quantas são as interrupções?

Mais de cem interrupções.

Joesley diz “todo mês” ou “tô no meio”?

É inconclusivo. O trecho em questão tem sua linearidade comprometida porque contém grande quantidade de descontinuidades e partes ininteligíveis. Prejudica a compreensão ainda a sobreposição de falas.

A perícia considera a prova válida?

NÃO. O arquivo questionado não possui os atributos mínimos para sua aceitabilidade do ponto de vista da perícia forense. Contém descontinuidades não explicadas pelas características do equipamento, não consta que possua cadeia de custódia e, além de tudo, também não consta que o equipamento gravador tenha sido preservado desde o momento da gravação.

Folha Press

 

Opinião dos leitores

  1. Uma gravação como aquela não precisa ser perito e nem advogado para invalidar
    Essa gravação não vale de nada só para fazer uma cortina de fumaça para o PT
    JBS em 2005 era um açougue o Lulinha virou sócio e ela cresceu com o meu dinheiro enfim o dinheiro dos outros brasileiros e foi de 2006 a 2015
    Quem estava no governo ????
    E só ligar os fatos e o celebro do PT José Dirceu foi solto e o Janot está muito enrolado nessa história

  2. Em AÇÃO. ……
    ..TEMER O LADRÃO. ……..AOROVEITANDO AS FESTIVIDADES AGIU RAPIDO…………PEGOU O NOSSO DINHEIRO É SEU CANJICA PARA OS JUIZES TRABALHAREM OS AMIGOS COMPARSAS, SOLTA A BANDIDAGEM…………….LOURES, AÉCIO. ……SO FALTOU HENRIQUE. ……..A QUALQUER CHEGA A SOLTURA…….É SO SOLTAR MAIS MILHO. Vagabundos

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Lula busca uma mulher para assumir Ministério da Defesa; veja as mais cotadas

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia nomear uma mulher para comandar o Ministério da Defesa, o que representaria um fato inédito desde a criação da pasta, em 1999. A mudança é discutida diante da saída prevista do atual ministro, José Múcio Monteiro, que já manifestou o desejo de deixar o cargo.

Segundo a CNN Brasil, três nomes são cogitados: Cinara Wagner Fredo, atual secretária-geral do Ministério da Defesa e favorita de Múcio; Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM); e Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento.

Cinara é considerada uma opção por já conhecer a estrutura da pasta e manter diálogo com a cúpula militar. Maria Elizabeth, primeira mulher a presidir o STM, também está entre as possibilidades. Já Tebet é vista como um nome de perfil moderado e com trânsito em setores conservadores.

Lula pretende evitar uma indicação que enfrente forte resistência nas Forças Armadas e deve conversar com os comandantes militares antes de tomar uma decisão. A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, é apontada como uma das principais defensoras da escolha de uma mulher.

A possível mudança também se insere na estratégia do governo de ampliar a presença feminina nas instituições militares. Lula tem defendido investimentos na modernização das Forças Armadas e sancionou uma lei que prevê uma exceção de R$ 30 bilhões para a compra de equipamentos militares até 2031.

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[VÍDEO] INVESTIGAÇÃO: Caern entra na mira da Câmara de Natal por buracos nas ruas e falta de recuperação das vias

A Câmara Municipal de Natal instalou, nesta quinta-feira (29), a Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Caern para apurar a qualidade dos serviços prestados pela companhia e a responsabilidade dos órgãos municipais na fiscalização da abertura, manutenção e recuperação de buracos, valas e escavações nas ruas da capital.

Autor da proposta e relator da comissão, o vereador Matheus Faustino (União Brasil) criticou a atuação da companhia. “O descaso está instaurado e a Caern nunca deu satisfação a nada aqui no município”, afirmou. Segundo o parlamentar, representantes da empresa poderão ser convocados coercitivamente, se necessário.

A investigação também prevê convites e convocações a representantes da gestão municipal, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e de Infraestrutura (Seinfra), além da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).

Presidente da CEI, a vereadora Anne Lagartixa (PL) apontou a falta de recuperação das vias após intervenções da companhia como uma das motivações da investigação. “A prefeitura vem, faz o recapeamento da via, daqui a pouco a Caern quebra tudo, deixa tudo do jeito que ficou e não conserta”, declarou.

Além de Faustino e Anne Lagartixa, a comissão é composta pelo vereador Subtenente Eliabe (PL), vice-presidente, e pelos vereadores Daniell Rendall (Republicanos) e Cláudio Custódio (PP), membros. A CEI terá prazo inicial de 120 dias para concluir os trabalhos, prorrogável por mais 120 dias.

Opinião dos leitores

  1. Av. do Sol, em Candelária, a prefeitura asfaltou toda a avenida, não deu um mês e a CAERN chegou quebrando, até parece que eles perseguem asfaltos recém construídos “Olha, asfalto novo na área! vamos lá quebrar”.
    Asfaltou? Caern chegou!
    É incrível, parece perseguição mesmo!

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Denúncias de assédio eleitoral no trabalho chegam a 3,3 mil e superam eleições de 2022

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

As denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho chegaram a 3.396 em 2026, até as 10h desta quinta-feira (29), superando o total registrado nas eleições de 2022, quando o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 3.373 relatos.

Somente em outubro, foram cerca de 2,6 mil denúncias, um aumento de aproximadamente 371% em relação a setembro, quando houve 552 registros. A média no mês chegou a 90 denúncias por dia.

São Paulo lidera o número de casos, com 620 registros, seguido por Minas Gerais, com 351, e Rio de Janeiro, com 252. Segundo o MPT, 991 denúncias foram feitas antes do primeiro turno, 946 entre os dois turnos e outras 1.459 após a votação de 25 de outubro.

O que é assédio eleitoral

A prática ocorre quando empregadores ou gestores tentam influenciar a escolha política dos trabalhadores por meio de ameaças, constrangimentos ou vantagens. Entre os exemplos estão ameaças de demissão, redução salarial, rebaixamento de cargo, exigência de participação em campanhas e pressão para votar em determinado candidato.

O assédio também pode ocorrer por mensagens e redes sociais. Uma pesquisa da Justiça do Trabalho identificou o WhatsApp em 37% dos processos analisados e outras redes sociais em 14,5%.

Como denunciar

Trabalhadores podem apresentar denúncias ao Ministério Público do Trabalho pelo portal assedioeleitoral.trabalho.gov.br. Mensagens, e-mails, áudios, vídeos, fotografias e testemunhos podem ajudar a comprovar as situações relatadas.

O registro de uma denúncia não significa que a prática tenha sido comprovada. Os casos são analisados pelas autoridades, e as consequências podem incluir indenizações, termos de ajustamento de conduta e ações judiciais, conforme a gravidade e as circunstâncias.

O Ministério do Trabalho e Emprego também passou a enviar alertas pela Carteira de Trabalho Digital para orientar trabalhadores sobre seus direitos e incentivar denúncias.

Opinião dos leitores

  1. Em um país, onde o governo acabou com a pobreza, não faz sentido que continuemos ajudando, os que, antes eram necessitados, hoje não existe mais pobre, além de que, cada empresa tem o direito de empregar pessoas que se identifiquem com os objetivos dessa empresa. Para toda causa, deve existir uma consequência.

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[VÍDEO] Trump diz que não tomou partido nas eleições a pedido de Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que não tomou partido nas eleições brasileiras a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não tomei partido. Deixei como estava. Fui orientado a não tomar partido pelo presidente, o atual presidente”, declarou Trump a jornalistas.

Em setembro, Lula afirmou, em entrevista à CNN, que havia pedido ao presidente americano que não interferisse nas eleições do Brasil, para preservar as relações diplomáticas entre os dois países.

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[VÍDEO] BRIGUINHA BESTA: Pancadaria toma conta do Parlamento da Armênia durante debate entre governistas e oposição

Uma briga entre deputados governistas e oposicionistas provocou a suspensão de uma sessão do Parlamento da Armênia nesta quinta-feira (29), em Yerevan. Durante o confronto, parlamentares trocaram socos e chutes, e o vice-presidente da Casa chegou a arremessar uma cadeira contra integrantes da oposição.

A confusão começou durante um debate sobre a escolha de um integrante da Câmara de Contas, órgão responsável pela auditoria das finanças públicas. O deputado oposicionista Andranik Gevorgyan ficou com o nariz sangrando, enquanto outro parlamentar teve as roupas rasgadas. A segurança do Parlamento foi acionada para conter a briga, e a sessão acabou suspensa.

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POR UNANIMIDADE: TSE decide que agressão contra a mulher pode tornar candidato inelegível

Foto: Antonio Augusto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (29), que condenações por lesão corporal contra a mulher podem tornar o condenado inelegível, por se enquadrarem na categoria de crimes contra a vida. A Corte também cobrou do Congresso Nacional uma mudança na legislação para incluir expressamente essa restrição.

O entendimento foi firmado no julgamento do recurso de João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026. Os ministros negaram o recurso e mantiveram o indeferimento da candidatura.

Relator do caso, o ministro Dias Toffoli afirmou que a decisão não cria uma nova regra, mas interpreta a legislação já existente. Outros ministros destacaram a relação entre agressões físicas contra mulheres e o risco de feminicídio.

Durante o julgamento, Ricardo Villas Bôas Cueva propôs que o TSE encaminhe um apelo à Câmara e ao Senado para atualizar a Lei de Inelegibilidades. A proposta busca tornar explícita na legislação a proibição de candidaturas de pessoas condenadas por violência contra a mulher.

Um projeto com esse objetivo já tramita no Senado, mas está parado na Comissão de Constituição e Justiça desde maio de 2025. O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a decisão representa um marco para a Justiça Eleitoral, ao aplicar a legislação vigente antes de uma eventual atualização pelo Congresso.

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Flávio trocou ‘presidente eleito’ por ‘líder do Brasil’ em carta após pedido dos EUA

Fotos: Reprodução / Redes Sociais / Agência Brasil

O governo dos Estados Unidos pediu que Flávio Bolsonaro (PL) retirasse de uma carta publicada nas redes sociais o trecho em que se apresentava como “presidente eleito”. A informação foi divulgada pelo G1, com base em relatos de diplomatas que acompanharam o caso.

Assessores do Departamento de Estado americano avaliaram que a expressão poderia ser interpretada como um reconhecimento do resultado eleitoral favorável ao senador, o que provocaria um desgaste diplomático com o governo brasileiro.

Após a manifestação americana, Flávio apagou a publicação original e divulgou uma nova versão, substituindo “presidente eleito” por “líder do Brasil”. Aliados do senador afirmaram que a alteração foi apenas um ajuste no texto.

Na carta, Flávio agradeceu aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina. Ele afirmou estar em território americano com a família, em segurança, negou ter fugido do Brasil e alegou ser vítima de perseguição política.

O senador também questionou a prorrogação do horário de votação no segundo turno, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, porém, havia sido solicitada pelas campanhas de Lula e de Flávio diante de problemas no transporte de eleitores e de condições climáticas adversas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a vitória de Lula, que terminou a disputa com 4,43 milhões de votos a mais que Flávio. A Corte afirmou que a eleição transcorreu com segurança e transparência, sem fraudes ou inconsistências que comprometessem o resultado. O PL, partido do senador, reconheceu o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral.

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[VÍDEO] Semurb afasta risco de desabamento de imóveis na Ponta do Morcego, mas anuncia sinalização contra deslizamentos

Imagens: Vitor Pimentel

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) descartou risco de desabamento dos imóveis localizados na Ponta do Morcego, em Natal. A avaliação foi apresentada durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (29) para esclarecer os impactos da erosão na área.

“Não tem nenhum risco. Os nossos engenheiros estiveram no local e constataram a total segurança dos estabelecimentos que estão na Ponta do Morcego”, afirmou o secretário Sérgio Pinheiro.

Apesar de afastar perigo para os imóveis, a Semurb informou que instalará, em parceria com a Defesa Civil, placas de alerta sobre riscos de desmoronamentos e deslizamentos em pontos da região. Os dois órgãos também realizarão ações educativas periódicas.

O acesso à praia continuará liberado. A sinalização servirá para alertar banhistas e frequentadores sobre os perigos de permanecer ou realizar atividades sobre pedras, cavernas e outras formações rochosas atingidas pela erosão.

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Trump chama eleição de Lula de “desgraça” e “vergonha” e diz que falará com petista

Foto: Brendan Smialowski/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a eleição brasileira que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando o processo como uma “desgraça” e uma “vergonha”. Nesta quinta-feira (29), ele afirmou que pretende conversar com o petista, mas evitou reconhecer formalmente o resultado.

“Eu vou falar com ele [Lula, sobre a eleição], mas eu acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil”, declarou Trump a jornalistas. Questionado sobre quem considera o vencedor legítimo, respondeu: “Não quero comentar, mas penso que a eleição foi uma grande vergonha para o povo do Brasil”.

Trump também afirmou que evitou tomar partido após Lula pedir que não interferisse na disputa. Como argumento para sua avaliação, citou o desempenho do mercado brasileiro após a votação.

Com informações de UOL

Opinião dos leitores

  1. Eu diria que foi, no mínimo, SEBOSA. Enquanto Lula prometia o céu e as estrelas a população, seu exército espalhava mentiras por todos os cantos do país. Os caras utilizaram até a padroeira do Brasil pra criar mentiras. Até o pagamento do bolsa família foi antecipado. O maior troféu do Lula foi, com a ajuda de pessoas que nem deveriam se meter, a aprovação da escala 6×1. Quantos milhões de empregados não fazem parte dessa escala? Sem contar que, até em Santa Catarina, lugar onde o PT tem apenas um deputado federal, brotaram 300 mil petistas, do primeiro para o segundo turno.

    1. Larga de ser burro, PTista imundo e corrupto. O que vocês tanto acusam a direita, é justamente o que vocês tanto fazem e veneram. Malditos!

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