Personalidades como Leandra Leal, Adriane Galisteu e Samara Felippo manifestaram indignação com a decisão do juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto, que liberou o homem que ejaculou em uma passageira de ônibus na última terça-feira, 29, na Avenida Paulista.
Mesmo com a prisão em flagrante e outras 14 passagens semelhantes na polícia, registradas nos últimos oito anos, o ajudante de serviços gerais Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, foi liberado um dia depois do ocorrido. Uma das vítimas foi assediada em março e relatou o caso ao jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo o magistrado, o ato não configura crime de estupro, mas uma importunação ofensiva ao pudor, ou seja, uma contravenção penal, que tem gravidade mais leve.
No Instagram, Adriane Galisteu divulgou uma imagem com a decisão do juiz e manifestou vergonha e constrangimento pela determinação. “Em nome de todas as mulheres, não venha com desculpas ou explicação (até porque não tem), nós queremos ação!”, escreveu.
Com a mesma imagem com a decisão de Souza Neto, Leandra Leal fez um questionamento: “Se isso não configura violência sexual, o que configuraria?”
A atriz Samara Felippo compartilhou um texto que critica a forma como o País e a Justiça consideram casos específicos. Fernanda Souza, com o mesmo texto, disse que “há constrangimento e outras coisas” na decisão.
ESTADÃO

Se você cidadão for da classe média e fazer qualquer bobagem himmmmm a justiça que ter você como exemplo
Mas se um vagabundo como esse faz coisas errada e a sociedade que é culpada esse coitado é um excluído
Tem que mudar essas leis o mais rápido possível
Bandido não é coitado e bandido
Na decisão do magistrado foi utilizado o texto "não houve constrangimento… " Para justificar a soltura do agressor.
Aí eu me pergunto: uma mulher está sentado em um transporte PÚBLICO e um tarado põe sua genitália pra fora, próximo à boca dela e ejacula no pescoço, em frente à todos os presentes, e isso ainda não é constrangedor?
Entao, Que danado é necessário pra deixar uma pessoa constrangida?
Esse caso gera um conflito na cabeça do militante de esquerda, não sabe se fica do lado da mulher, oprimida pelo machismo da sociedade, ou se defendem o "suspeito", termo que a imprensa e os direitos humanos usam para chamar bandido.
Esse país é o paraíso dos bandidos. Aqui eles podem fazer qualquer atrocidade que a justiça se encarrega de soltar. Viva as audiências de custódias, Viva aos corruptos, viva para a bandidagem que cresce a cada dia sob a sombra da "justiça".