O BLOGDOBG publica a partir de agora pesquisa sobre o 2º turno das eleições de Natal realizada pelo Instituto Affare, do grupo Interjato, referência nacional em trekking eleitoral.
Na estimulada, a pesquisa aponta liderança de Paulinho Freire com 49,7%, Natália Bonavides 41,1%. Já 5% não sabe e 4,3% branco ou nulo.
A pesquisa foi realizada dos dias 11 a 15 de outubro, com 800 entrevistas, margem de erro de 3,5% e registro no TSE: RN-01085/2024.
Não urna será mais. Ontem no comício do PT, 50 % não eram eleitores de Natal.
O que tinha de MST e ” movimentos sociais” , ônibus e van dava na canela.
Eriko Jácome chega à disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa fortalecido por uma trajetória consolidada em Natal. Atual presidente da Câmara Municipal e em seu terceiro mandato como vereador, foi o segundo mais votado em 2024 e trabalha com a perspectiva de superar os 25 mil votos apenas na capital, fortalecido pelo importante apoio do prefeito Paulinho Freire.
Em 2024, quando presidiu o PP em Natal, Eriko mostrou sua força política: o partido obteve quase 50 mil votos na capital e elegeu quatro vereadores. Na ocasião, vários integrantes do grupo de Eriko foram candidatos.
Outro ponto que pesa na campanha é a forte ligação com as comunidades de Natal. Ao longo dos mandatos, Eriko consolidou uma atuação permanente nos bairros por meio de um mandato participativo. Na pauta social, o combate ao câncer ocupa espaço central em sua trajetória, bandeira que ganhou força após a morte de sua mãe, vítima da doença.
Por tudo isso, Eriko tem tudo para ser o deputado estadual mais votado de Natal, com uma das maiores votações que um deputado estadual já teve na capital do RN.
O analista de Política da CNN Caio Junqueira criticou decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na reta final da campanha presidencial. Ao comentar o cancelamento do debate da Globo, ele destacou que o PT havia assinado o acordo que previa a exibição do lugar vazio de candidatos ausentes e posteriormente acionou o TSE contra a regra.
Junqueira também questionou a decisão de Gilmar Mendes que autorizou a participação de Renan Santos (Missão) no encontro, a pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Na avaliação do jornalista, episódios recentes indicam uma atuação de setores das duas Cortes favorável à reeleição de Lula. “A marca da eleição de 2026 se chama Supremo Tribunal Federal”, afirmou.
O PT concordou com as regras do debate presidencial da TV Globo, incluindo a previsão de manter vazio e identificado o lugar de um candidato ausente, mas posteriormente recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender a medida. O encontro seria realizado na noite desta quinta-feira (1º), no Rio de Janeiro.
O documento com as regras foi discutido com representantes das campanhas de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Todos assinaram a ata com as condições propostas pela emissora.
Pelo acordo, caso um candidato convidado não comparecesse, seu lugar permaneceria vazio e identificado com uma placa. No momento em que faria uma pergunta, o púlpito receberia destaque e o mediador informaria que o candidato não estava presente. A regra também permitia que participantes dirigissem perguntas ao ausente.
Após Lula informar que não participaria do debate, o PT foi ao TSE contra a regra. A ministra Estela Aranha atendeu ao pedido e suspendeu as disposições relativas aos candidatos ausentes. Ela considerou que permitir perguntas sem possibilidade de resposta ou contraposição poderia gerar desequilíbrio entre as candidaturas. Também apontou que a exposição reiterada do lugar vazio poderia produzir efeitos além da simples informação sobre a ausência.
No mesmo dia, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, a pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A emissora cancelou o encontro e afirmou que as decisões do STF e do TSE “causaram insegurança jurídica e representam uma interferência indevida”.
Ao lado do prefeito Givago Barreto, Juninho reuniu uma multidão, mostrando a força de uma campanha que está totalmente consolidada em todo o Rio Grande do Norte.
Caraúbas parou para receber Juninho Saia Rodada. Ao lado do prefeito Givago Barreto, o candidato a deputado federal reuniu uma multidão pelas ruas da cidade, em uma demonstração de força, entusiasmo e confiança na vitória.
O recado das ruas foi direto: ao lado do povo Juninho, vai se tornar Deputado Federal. O comício de ontem em Caraúbas, reforça um movimento que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte e chega à reta final com ainda mais intensidade.
“Estamos vendo uma campanha que cresce porque tem o povo ao lado. Juninho tem nosso apoio e está preparado para representar Caraúbas e o Rio Grande do Norte em Brasília. Estamos juntos até a vitória”, destacou o prefeito Givago Barreto.
Com a energia das ruas e uma militância cada vez mais mobilizada, Juninho Saia Rodada segue avançando rumo ao objetivo de conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN desta sexta-feira (2) começa pontualmente ao meio-dia com dois temas no centro do debate político. O programa vai abordar a crise da liberdade de expressão, a censura no Brasil e o que apresenta como uma sociedade “refém do STF”, discutindo o cenário atual e questões envolvendo a atuação do Supremo Tribunal Federal.
Outro destaque será a disputa pelas vagas de deputado estadual e federal. O programa vai apresentar e detalhar um estudo sobre os possíveis eleitos, analisando o cenário nominata por nominata e os nomes que aparecem com chances de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN vai ao ar a partir do meio-dia, pela 96 FM, e também pode ser acompanhado pelo YouTube da emissora.
A candidatura de Getúlio Rêgo à Assembleia Legislativa recebeu o apoio do escritor e ex-deputado estadual Valério Mesquita, da professora Betânia Ramalho e do ex-deputado federal Ney Lopes de Souza.
Os três destacaram a trajetória, a experiência e o compromisso do candidato com o Rio Grande do Norte.
Valério Mesquita relembrou a convivência com Getúlio na Assembleia Legislativa e afirmou que ele “dignificou o mandato parlamentar”. Também declarou que sua família apoia o retorno do ex-colega ao Legislativo.
Betânia Ramalho ressaltou a importância de Getúlio na Assembleia. “A Assembleia Legislativa não é a mesma sem o senhor”, afirmou.
Ney Lopes destacou a competência e a experiência do candidato. “O Estado tem uma excelente oportunidade de levar novamente para a Assembleia o nome à altura do deputado Getúlio Rêgo”, declarou.
Além dos apoios, a campanha destaca o desempenho de Getúlio na pesquisa Potiguar/Via Certa, na qual aparece em terceiro lugar entre os nomes da nominata.
O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre 25 e 28 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números RN-04828/2026 e BR-03649/2026.
Durante entrevista ao Flow, na noite desta quinta-feira (1º), o presidente Lula (PT) falou sobre alimentação ao comentar o consumo de carne e afirmou: “Se não tem carne, come ovo. Se não tem ovo, come salada”. A declaração foi feita enquanto o petista abordava alternativas de alimentos diante da falta de determinados produtos.
As decisões dos ministros Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que antecederam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, provocaram uma sequência de críticas entre colunistas do Estadão. As análises questionam a mudança das regras às vésperas do encontro e seus efeitos sobre a disputa eleitoral.
Eliane Cantanhêde escreveu que TSE e STF “salvam Lula e matam o principal debate” e lembrou que o presidente Lula já havia confirmado que não compareceria, enquanto Flávio Bolsonaro também desistiu na última hora. Para a colunista, as duas decisões deixaram o cenário em “zero a zero para Lula e Flávio”.
Raquel Landim foi na mesma direção ao afirmar que “Lula escolheu o púlpito vazio e foi protegido pelo Judiciário”. Segundo ela, o presidente teve a oportunidade de apresentar suas propostas em horário nobre e compará-las às dos concorrentes, mas decidiu não comparecer “por cálculo político”.
Ricardo Corrêa chamou atenção para outra consequência. Na avaliação dele, o episódio pode esvaziar o interesse das emissoras em realizar debates nos próximos processos eleitorais diante da possibilidade de regras acertadas com as campanhas serem derrubadas posteriormente por decisões judiciais.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada do agronegócio no Congresso, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O anúncio foi feito às vésperas do primeiro turno das eleições.
Em nota, a FPA afirmou que a decisão reflete a “convergência das diretrizes do plano de governo do candidato com as prioridades, necessidades e demandas urgentes do setor”. A entidade também disse acreditar que, a partir de 2027, será possível alcançar no Congresso soluções para um ambiente econômico de “estabilidade, previsibilidade e prosperidade”.
A decisão antecipa um posicionamento que a bancada costumava deixar para uma eventual segunda etapa da eleição. Meses antes do pleito, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), havia afirmado que a tradição do grupo era evitar uma definição no primeiro turno.
O apoio ocorre apesar da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), historicamente ligado ao agronegócio. Produtor rural e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Caiado buscou durante a campanha se apresentar como representante do setor.
Em 2022, a FPA declarou formalmente apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, na disputa contra Lula (PT), no segundo turno.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram “profunda indignação” com as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º).
Em nota conjunta, as entidades citaram uma “intervenção judicial nas regras previamente definidas” e afirmaram que as decisões representam uma “agressão à liberdade de imprensa” por forçarem a condução do debate em desacordo com regras acertadas havia meses entre a emissora e os partidos.
As associações se referem às decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a exibição de um púlpito vazio com o nome do presidente Lula (PT), que não participaria do debate, e a formulação de perguntas que seriam dirigidas ao petista. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a participação do candidato Renan Santos (Missão).
“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa”, diz trecho da nota.
Abert, Aner e ANJ também afirmaram que os “excessos judiciais” prejudicaram o direito dos cidadãos de ter acesso às propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e confirmado participação no debate.
Veja a nota na íntegra:
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.
As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos.
Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)
Não urna será mais. Ontem no comício do PT, 50 % não eram eleitores de Natal.
O que tinha de MST e ” movimentos sociais” , ônibus e van dava na canela.
Paulinho 44 👍🙏!
44 Paulinho
O nome devia ser afago