PESQUISA CONSULT/ BG/ CEARÁ-MIRIM também perguntou aos entrevistados quem é a maior liderança política.
O prefeito Júlio César foi o mais citado por 49,8%, seguido por Jumária com 1,8%, Marcílio 1,6%, confira lista completa abaixo
A pesquisa foi realizada no dia 5 de agosto, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e confiabilidade 95%. Foi registrada no TSE com o número RN-04102/2024
Integrantes do governo manifestaram nos bastidores irritação com o fato de o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não ter apontado responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no escândalo do Banco Master, durante depoimento à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira.
A ida de Galípolo à comissão foi debatida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com auxiliares. A avaliação na conversa foi que valeria Galípolo atender ao convite da CPI para depor se fosse para falar de Campos Neto.
O Planalto e o PT têm propagado que o escândalo Master é resultado da falta de ação do chefe da autoridade monetária indicado para o cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mas ao ser perguntado nesta quarta-feira sobre a responsabilidade do antecessor, Galípolo respondeu:
“Não há nenhum processo de auditoria ou sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos Neto.”
Em outro momento, o presidente da CPI, o petista Fabiano Contarato (ES), insistiu se Galípolo tinha algum conhecimento de que Campos Neto tenha atuado para evitar a liquidação ou intervenção no Master ao longo de 2024.
“A sindicância que foi feita não encontrou nada nesse sentido”, respondeu.
Também nesta quarta-feira, em entrevista ao ICL Notícias, Lula voltou a culpar o antecessor de Galípolo pelo escândalo do Banco Master.
“Sabe, qual a serpente que colocou o ovo? O senhor Roberto Campos.”
Foto: Câmara dos Deputados / Isabella Cêpa – acervo pessoa
A deputada Erika Hilton (PSOL) virou alvo de uma queixa-crime por calúnia e injúria apresentada pela designer gráfica Isabella Alves Cêpa, militante de um movimento feminista. A ação foi motivada por declarações públicas em que a parlamentar classificou a ativista como “criminosa”, “fracassada” e fez comparações com figuras ligadas ao nazismo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. O embate entre as duas teve origem ainda em 2020, quando Isabella criticou o PSOL e questionou o resultado das eleições municipais em São Paulo. Desde então, o conflito escalou para o campo judicial, com trocas de acusações e processos entre as partes. A defesa da designer sustenta que as falas recentes de Erika não têm relação com o exercício do mandato parlamentar, o que justificaria a tramitação do caso na Justiça comum.
Na denúncia, Isabella argumenta que não possui condenações ou processos em andamento que justifiquem ser chamada de criminosa. Segundo a peça, decisões anteriores já teriam reconhecido a legalidade de suas manifestações, o que tornaria as declarações da deputada ofensivas e sem respaldo jurídico.
As falas que motivaram a ação ocorreram durante uma entrevista ao programa “20 minutos”, do canal Opera Mundi, em março deste ano. Na ocasião, Erika Hilton afirmou que declarações consideradas transfóbicas configuram crime e comparou esse tipo de posicionamento a ideologias discriminatórias históricas, reforçando que tais condutas seriam passíveis de responsabilização judicial.
A militante também relembra que já enfrentou ameaças após a repercussão do caso e que deixou o Brasil em 2025, quando obteve asilo político em um país europeu. Agora, busca na Justiça uma reparação pelas declarações da deputada, em mais um capítulo de uma disputa que mistura política, ativismo e liberdade de expressão.
O Banco Master repassou R$ 1,1 milhão para uma empresa vinculada ao pai do ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. As informações constam em dados enviados pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado no Senado.
A informação é do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles. A quantia foi destinada à RI Consulting, que tem como sócio o ex-deputado federal Silvio Costa, pai do ex-ministro. A administração da empresa está sob responsabilidade do empresário Carlos Antônio da Costa Cavalcanti Neto.
De acordo com os registros, os pagamentos foram realizados ao longo de 2025, em meio ao avanço das investigações que envolvem o banco e seus vínculos com agentes públicos e privados.
A empresa é registrada como atuante em diversas áreas, incluindo consultoria em tecnologia da informação, publicidade, organização de eventos e captação de recursos.
O caso reforça a ampliação do cerco sobre as operações do Banco Master, que já é alvo de apurações em diferentes frentes no Congresso Nacional.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sofreu mais um revés na Justiça dos Estados Unidos. Em decisão recente, o juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu que os advogados do venezuelano compartilhem provas do processo com outros investigados que seguem foragidos.
A medida atende a um pedido da promotoria, que alegou riscos à investigação e à segurança de testemunhas. Na prática, a decisão restringe a atuação da defesa e dificulta a articulação conjunta entre os acusados no caso, que envolve suspeitas graves ligadas ao sistema financeiro e ao crime internacional.
O magistrado foi direto ao afirmar que o material “não pode ser compartilhado com nenhum réu que ainda não tenha sido preso”, reforçando que o acesso às provas não é necessário para garantir o direito de defesa neste momento do processo.
Preso em Nova York desde janeiro após uma operação dos Estados Unidos, Maduro responde a acusações como narcotráfico, lavagem de dinheiro e corrupção. Ele nega todas as acusações e já se declarou inocente perante a Justiça americana, enquanto sua defesa tenta derrubar o processo ou ao menos reduzir seus impactos.
Essa é mais uma derrota recente do líder venezuelano nos tribunais dos EUA, que vêm rejeitando sucessivos pedidos da defesa e endurecendo o andamento do caso, considerado um dos mais sensíveis da política internacional atual.
Um confronto verbal marcou a reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (8), após declarações da deputada Rosana Valle (PL-SP) direcionadas à presidente do colegiado, Erika Hilton (PSOL-SP). O episódio elevou o tom do debate e provocou reações imediatas no plenário.
Durante a discussão, Rosana afirmou que, em caso de confronto físico, recorreria à Lei Maria da Penha, alegando que Erika “tem a força de um homem”.
O embate teve início após críticas de Rosana à condução dos trabalhos na comissão. Segundo ela, as reuniões estariam sendo transformadas em espaço de “militância ideológica”, além de apontar a falta de votação de pautas, como um requerimento sobre endometriose e a ausência da ministra das Mulheres em debates considerados relevantes.
Em resposta, Erika Hilton rebateu as críticas e acusou a colega de buscar visibilidade nas redes sociais. A parlamentar também afirmou que, caso fosse alvo de agressão, recorreria aos mecanismos legais de proteção, destacando que não se sente afetada pelas opiniões da adversária.
Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou que uma empresa ligada ao jornalista Leo Dias recebeu ao menos R$ 9,9 milhões diretamente do Banco Master, ampliando a lista de conexões financeiras envolvendo o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os repasses ocorreram entre fevereiro de 2024 e maio de 2025, em seis pagamentos identificados pelo órgão.
Além dos valores diretos, o documento indica que a Leo Dias Comunicação também recebeu outros R$ 2 milhões de uma empresa abastecida majoritariamente com recursos do próprio Master. Somados, os montantes reforçam a dependência financeira da empresa em relação ao banco, representando cerca de 28% de todo o faturamento no período analisado.
Em manifestação, Leo Dias afirmou que os valores têm origem em contrato publicitário firmado com o Will Bank, instituição que integrava o grupo do Master. Segundo o jornalista, o acordo foi realizado entre outubro de 2024 e outubro de 2025 e se limitou à veiculação de publicidade, sem qualquer tipo de investimento ou participação societária.
Apesar da justificativa, o Coaf aponta movimentações consideradas atípicas nas contas da empresa. O relatório destaca saídas financeiras superiores às entradas, pagamento de boletos em nome de terceiros e transações incompatíveis com a capacidade financeira declarada, além de registros de créditos seguidos de débitos imediatos sem explicação aparente.
Outro ponto que chamou atenção foi a ligação indireta com empresas e empresários próximos ao núcleo do Banco Master. Parte dos recursos recebidos pela Leo Dias Comunicação teria origem em uma firma que, por sua vez, teve 90% de suas receitas vindas do banco, o que levanta suspeitas sobre a circulação e o destino final desses valores.
Uma análise do jornalista William Waack da CNN, aponta que o Supremo Tribunal Federal (STF) passou a representar um problema político para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente diante do cenário eleitoral. Segundo o comentário, o próprio Lula já teria sinalizado preocupação com o impacto da atuação da Corte na sua imagem pública.
De acordo com Waack, o presidente teria feito críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, sugerindo que ele não comprometa sua trajetória por conta das polêmicas envolvendo o caso do Banco Master. A avaliação é de que a condução do episódio pode afetar não apenas o Judiciário, mas também o ambiente político.
O ponto central da tensão envolve a relação entre o banco e o escritório de advocacia ligado à esposa de Moraes, que teria recebido valores expressivos em contratos. O caso ganhou repercussão e ampliou questionamentos sobre a atuação de integrantes do Supremo.
Ainda conforme a análise, decisões recentes de Moraes também contribuíram para aumentar a desconfiança. Entre elas, a liberação para julgamento de uma ação sobre limites em acordos de delação premiada — tema que estava parado há anos e voltou à pauta em meio a possíveis desdobramentos envolvendo o sistema financeiro.
Para Waack, o cenário reforça a percepção de desgaste institucional, com reflexos diretos no campo político. A leitura é de que, diante desse contexto, o STF pode acabar influenciando o ambiente eleitoral, inclusive para o próprio Lula em uma eventual nova disputa presidencial.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, utilizou uma aeronave operada por empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro no retorno de uma viagem a Diamantino. O deslocamento ocorreu em 1º de janeiro de 2025, após a posse do irmão do magistrado como prefeito do município.
Segundo registros de voo, o avião partiu da cidade mato-grossense com destino a Brasília no período da tarde. A aeronave, um modelo Phenom 300 da Embraer, é operada pela Prime You, que teve como sócio o dono do Banco Master.
Procurado, Gilmar afirmou não ter conhecimento da ligação da aeronave com Vorcaro. O ministro disse que apenas aceitou uma carona oferecida pelo empresário Marcos Molina, ligado ao grupo MBRF. A empresa confirmou a viagem, mas negou qualquer relação entre Molina e o banqueiro.
A viagem ocorreu após a participação do ministro na posse de seu irmão, Chico Mendes, eleito prefeito de Diamantino em 2024. A cidade é reduto político da família, que mantém histórico de atuação na gestão municipal ao longo das últimas décadas.
Levantamento aponta ainda que outros ministros do STF também utilizaram aeronaves vinculadas a Vorcaro. Entre eles estão Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, em ao menos 11 deslocamentos registrados, conforme cruzamento de dados de voos e acessos ao terminal executivo de Brasília.
É essa a cidade que será chamada “Gilmarlândia” em Mato Grosso, para homenagear o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes? Esses caras perderam totalmente a noção. É muito poder na caneta.
E quem não está envolvido com esse criminoso do Master, no stf tem mais da metade. Desse jeito fica fácil ser bandido e roubar bilhões e bilhões, pois sabe que a retaguarda sempre estará protegida.
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu encaminhar ao Congresso Nacional um conjunto de informações sobre a situação financeira dos Correios, acendendo um novo alerta sobre a estatal. A medida foi tomada após solicitação do deputado Evair Ferreira e mira esclarecer os motivos do rombo bilionário registrado pela empresa.
O pedido inclui dados detalhados sobre a origem do prejuízo, a evolução das despesas e possíveis falhas na gestão orçamentária. Também foram solicitadas informações sobre governança, precatórios e a compatibilidade dos investimentos realizados com as regras de responsabilidade fiscal.
Relator do caso, o ministro Walton Alencar classificou como “alarmante” o crescimento das despesas administrativas e financeiras da estatal. Segundo ele, o cenário já vinha sendo monitorado e levou os Correios a entrarem na Lista de Alto Risco do tribunal, um dos níveis mais críticos de alerta.
Os números reforçam a gravidade da crise: após prejuízo de mais de R$ 700 milhões em 2022, o déficit saltou para R$ 2,5 bilhões em 2024 e chegou a R$ 4,4 bilhões apenas no primeiro semestre de 2025. Para manter as operações, a empresa recorreu a um empréstimo bilionário, com garantia do Tesouro Nacional.
Diante do cenário, a estatal iniciou um plano de reestruturação que prevê cortes de gastos, venda de imóveis e fechamento de unidades. Mesmo assim, a direção admite que o modelo atual se tornou insustentável e não descarta novos prejuízos expressivos caso o ciclo negativo não seja interrompido.
Documentos enviados à Receita Federal pelo Banco Master revelam que o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes recebeu valores muito superiores aos pagos a outras bancas contratadas pela instituição em 2025. Ao todo, o banco desembolsou R$ 265 milhões com serviços advocatícios naquele ano, sendo R$ 40,1 milhões destinados apenas ao escritório ligado à esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes.
O levantamento considera empresas registradas na categoria de serviços advocatícios e mostra que o valor pago ao escritório de Viviane Barci foi cerca de dez vezes maior do que a média recebida pelas demais bancas. Sem incluir esse montante, os outros escritórios contratados pelo Master tiveram uma média de R$ 3,7 milhões em honorários.
A diferença também chama atenção quando comparada aos maiores pagamentos feitos a outras bancas. O segundo escritório que mais recebeu ficou R$ 13 milhões abaixo do valor pago à empresa de Viviane. Já o escritório Rueda Advogados Associados, ligado ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda, recebeu cerca de R$ 1 milhão no mesmo período.
Os dados reforçam questionamentos levantados por integrantes da CPI do INSS, que apontam possível incompatibilidade entre os valores pagos e os serviços efetivamente prestados. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, afirmou que a descrição das atividades não justificaria o volume de recursos destinados ao escritório.
Procurada, a defesa de Viviane Barci de Moraes não confirmou os números divulgados e afirmou que as informações seriam sigilosas e teriam sido obtidas de forma irregular. O caso se soma a outras controvérsias envolvendo o Banco Master e seu ex-controlador, Daniel Vorcaro, investigado em diferentes frentes.
Tá cara pra qualquer criança, que o objetivo desse escritório não tinha nada haver com advocacia e sim, se aproximar do ministro da mais “alta corte” , e assim se tornar mais fácil para poder encobrir os crimes que estavam cometendo, e agora com o aval do cabeça de ovo. Na China,morte e pagando a bala usada no serviço, no Irã a força, e nos EUA prisão perpétua. No Brasil, o chefe dos crimes do stf.
Maior liderança Júlio Cesar câmara,com certeza
O melhor
A maior liderança política das terras do vale o homen mais preparado pra fazer a mudança que o rio grande do norte precisa Júlio César Câmara.