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Pesquisadora que atuava em núcleo da Universidade de São Paulo (USP), Michele Prado ameaçou se matar devido aos ataques que vem sofrendo de grupos de esquerda. Ela diz que virou alvo nas redes sociais após “corrigir” dados de uma pesquisa envolvendo as enchentes no Rio Grande do Sul e o sentimento da população na internet.
“Esse pessoal só vai parar quando eu me matar”, escreveu a pesquisadora, nesta terça-feira (14/5), em seu perfil no X [antigo Twitter]. Na mesma rede social, após dar publicidade à “correção”, ela anunciou ter sido desligada de um grupo de pesquisas sobre extremismo, do qual participava.
“Amigos, informo a todos que, a partir de hoje, continuo meu trabalho de pesquisa e prevenção/combate aos extremismos de forma independente, pois fui desligada, hoje pela manhã, do grupo de pesquisa da USP no qual muito aprendi durante o último ano”, escreveu.
De acordo com Michele Prado, o cyberbullying começou depois que a pesquisadora questionou dados apresentados na mídia e pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Paulo Pimenta, de que as fake news estavam atrapalhando o trabalho de resgate das vítimas das enchentes no RS.
Em uma publicação na qual Pimenta falava que “o número de fake news correndo as redes sociais quadruplicou desde o início da tragédia no Rio Grande do Sul” e acusava a extrema direita pela disseminação das notícias falsas, Michele Prado comentou: “Qual estudo, ministro?”.
Paulo Cappelli – Metrópoles
Michele Prado: faça seu trabalho e mostre o seu profissionalismo. Os outros só são os outros. Críticas é aprendizado. Não é sofrimento. Não dependa sua vida aos que os outros falam. Felicidades!
Michele Prado. não sei do que se o assunto ventilado em tela, mas assim é isso mesmo, confesso a você com conhecimento de causa, visto que sou escritor autor de 8 livros, e em alguns desses trabalhos publicado, recebi também críticas, quando você encontrar um crítico, responda assim para ele: recebo todas as críticas como sendo um estímulo, e os elogios como sangue novo para enfrentar novas batalhas e obter novas conquistas.Pois o crítico geralmente nunca realizou nada, é um incompetente, invejoso e mal caráter. Diga nota dez para você e ZERO PARA A OPINIÃO PÚBLICA, bom dia , fica com Deus.
O fato é, uma catástrofe da magnitude dessa que aconteu no RS, o número de pessoas desaparecidas, mortas e desabrigados, é muito maior do que estão dizendo.
Não é brincadeira, o problema aconteceu em várias cidades do RS.
Só Deus sabe.
Pesquisadora faz parte da ciência, e a ciência é muito respeitada pelos petralhas… quando eles querem e convém…
Bem vinda ao clube, amiga. Nem de direita eu sou e estou sendo perseguido no IFRN por ser um docente AUTISTA! Estão me mantendo no interior a mais de 10 anos, longe dos meus tratamentos. Negam me transferir. Acho que tem vergonha de mim. Taí meu e-mail BG, me convida pra uma entrevista meu amigo! Governo do amor perseguindo uma pessoa com deficiência, é mole?
Pesquisadora, onde já se viu essa turma permitir questionamentos?
Tô impressionado mesmo vendo a gadaiada acreditando em pesquisa e ciência! Já vi que a enchente no RS pode ter aberto os olhos cegos desse pessoal…